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📢 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas.

Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual.

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00:00Olá, sejam muito bem-vindos ao Narrativas Antagonista. Eu sou Madeleine Lasco,
00:05Red de Conteúdo do Antagonista. Sou sua companheira de segunda a sexta aqui nesse
00:09canal, às cinco da tarde com o Narrativas Antagonista e às seis da tarde com o
00:14Papo Antagonista. O Narrativas Antagonista, ele tem um formato diferente que
00:19geralmente quem gosta de aprofundar os debates aprecia. Primeiro eu te trago os
00:24fatos, depois minha opinião, mas antes de opinar eu te digo uma coisa que você só
00:29vê aqui. Qual é a narrativa da esquerda e qual é a narrativa da direita? Cada dia
00:37com um fato diferente. Fato do dia de hoje, bandidolatria, impunidade, virou licença
00:47pra matar? Eu vou trazer pra vocês uma reflexão sobre dois casos que tomaram um
00:54noticiário policial e que me fazem pensar como é que essas pessoas estavam soltas.
01:00São dois casos muito específicos, de gente muito cruel e que eu convido você a
01:08raciocinar comigo. Se de repente o tratamento que eles recebem do sistema de
01:13justiça, na cabeça torpe deles, significa uma licença pra matar. Antes da gente entrar
01:20nessa reflexão, eu já te convido a se inscrever no canal. Se já tá inscrito, toca o sininho
01:25pra receber as notificações, porque vem muita novidade no Antagonista nesse ano de
01:312026. Bora pro fato do dia!
01:50Fato do dia, bandidolatria, impunidade, virou licença pra matar? Vou começar trazendo aqui
02:03depoimentos às autoridades de pessoas que confessaram crimes, tá? Esse daqui é um crime horroroso,
02:15ele cometeu violência sexual contra a enteada de 14 anos e depois deu um fim à vida dela.
02:25Vamos ver o depoimento que esse cidadão deu à polícia.
02:28O senhor foi preso onde?
02:31Fui preso, não sei, numa rua lá pra baixo, eu me conheço muito aqui.
02:37Era próximo do apartamento onde o senhor deu mata-leão na jovem esté ou era longe?
02:42Não, não era tão longe não, dava pra ir andando.
02:47Quando a polícia lhe prendeu, a polícia militar, o senhor tava na posse de droga?
02:52Não.
02:52O senhor tinha... com o senhor na sua roupa, na sua mochila?
02:57Não.
03:00O senhor tá arrependido de ter cometido esse crime?
03:03Não, mas...
03:04O senhor tinha interesse em ter relação com a jovem esté?
03:10Nenhuma.
03:12Pode olhar tudo na minha filha.
03:14Pode olhar tudo.
03:17Não tinha nenhum interesse.
03:18Bom, esse cidadão, cinco dias antes do crime, tinha cometido outro crime, que é roubar um carro e fugir da polícia militar.
03:29Foi capturado em mata fechada após buscas intensas.
03:34Mas aí acabou solto.
03:36Não é só isso.
03:38Ele tinha duas condenações por violência.
03:41Uma contra uma criança de 11 anos no ano de 2019.
03:48E a outra contra a própria mãe.
03:52Eu pergunto a você, faz algum sentido esse cidadão estar na rua?
03:59Esse outro cidadão cometeu um crime de trânsito.
04:03Mas foi algo que chamou muito a atenção pela brutalidade.
04:08Porque a vítima, que era uma senhora, ficou em duas partes.
04:14Olha bem, repara bem na forma como ele fala, pra polícia, do que aconteceu.
04:18Bom, agora vamos começar.
04:21Boa tarde, o nome do senhor completo é CPF.
04:24Meu nome é Paulo Roberto Gomes dos Santos, CPF 815-993-667-20.
04:34O senhor está acompanhado aí no oral, por favor?
04:36O senhor Alco José Carneiro Ferreira, o ABNT 11-246.
04:42O senhor Alco José Carneiro Ferreira, o senhor está sendo alcoado a fragância do crime de homicídio.
04:48Será interrogado nesse momento o doutor Christian Cabral e o convívio do Estudal Marcos.
04:54Doutor Paulo, boa tarde.
04:57Boa tarde, senhor.
04:58Doutor, o senhor foi apresentado nesta delegacia, preso em flagrante delito,
05:05acusado da prática do crime de homicídio culposo no trânsito e fuga de local de acidente.
05:12Eu vou estar interrogando o senhor neste momento acerca desses fatos.
05:18Mas antes, eu gostaria de adverti-lo de duas coisas.
05:23A primeira, que o senhor tem o direito de permanecer em silêncio,
05:29não respondendo as perguntas que eu lhe fizer.
05:32A segunda, de que a confissão espontânea dos fatos
05:37pode gerar a diminuição da pena imposta em caso de eventual condenação.
05:42Tudo bem?
05:44Posso falar?
05:46Eu vou fazer as perguntas, o senhor vai falando,
05:49e no final eu abro para o senhor poder fazer as considerações que o senhor achar pertinente.
05:54Sim, senhor.
05:54Sr. Paulo, o senhor, na manhã de hoje, mais precisamente por volta de 9 horas e 50 minutos,
06:04estava conduzindo o veículo Fiat Toro de cor branca, no modelo 2024,
06:10pela avenida da FEB, no sentido Cuiabá-Vazegrande,
06:16quando nas iniciações do bairro Ponte Nova,
06:22mais precisamente próximo ao estabelecimento comercial Ariel Veículos,
06:27teria atropelado uma senhora de idade que estaria fazendo a travessia da via
06:32partindo da calçada com destino ao canteiro central?
06:37Não.
06:39O senhor não atropelou?
06:41Não.
06:43Ela, o corpo dela que acertou o meu carro, do lado.
06:48Ela, na visão do senhor, ela que atropelou o senhor, então?
06:52Não, ela bateu no meu carro, pelo lado do motorista.
06:59Ela veio daqui, a história foi bem clara assim,
07:03eu estava vindo do sentido Cuiabá-Vazegrande,
07:07aí eu cheguei, estava desde cedo, com cabeça péssima,
07:14duas cabeças difíceis,
07:18e aí eu cheguei e deu uma vontade de vomitar,
07:23eu abri uns 200 metros,
07:26eu abri o carro, abri a janela do carro,
07:29e aí vomitei, e aí eu vi que passou um vulto.
07:34Bom, isso ocorreu em Mato Grosso,
07:38onde esse cidadão, que é um advogado, estava morando.
07:41Ele começa sua carreira criminal no Rio de Janeiro.
07:43Em 1990, ele era policial civil,
07:47e matou o delegado Eduardo da Rocha Coelho,
07:50com um tiro na nuca.
07:52Em 1990, faz muito tempo.
07:54Ele mudou para o Mato Grosso.
07:55Em 2004, matou a própria companheira estudante de enfermagem,
08:01Rosimeire Maria da Silva, de 25 anos.
08:04Ela foi atraída para uma emboscada,
08:07asfixiada e morta num quarto de hotel.
08:10Depois teve os dedos arrancados,
08:13e a cabeça separada do corpo.
08:16Foi jogada em um rio e jamais encontrada.
08:19Eu te pergunto, faz algum sentido essa pessoa estar solta?
08:27Faz algum sentido na sua cabeça?
08:30Desculpa até, eu perco um pouco,
08:33quando eu falo desses casos.
08:35Esses são dois, desse mês aqui,
08:38desse ano de 2026, que mal acaba de começar.
08:42E aí eu vou te trazer uma outra reflexão,
08:44de como a banalização dessas brutalidades
08:48torna outras coisas normais na cabeça da população.
08:52Veja o depoimento dessa mãe aqui.
08:54Ele estava fazendo, não dava pena,
08:55meu filho só estava com a doce,
08:57e ele era o usuário, ele fumava as drogas dele,
09:00está entendendo?
09:01Eu não sei porque ele estava com aquilo,
09:04eu não sabia que ele estava com aquilo.
09:05Sempre eu estava com o sempre, sempre,
09:07mas ele não escutava.
09:08Você não foi aprendido alguma vez?
09:10Nunca foi aprendido na vida, nunca.
09:12Foi uma surpresa muito grande para mim.
09:14o usuário meio que estava com ele,
09:15e os povos que estavam lá,
09:16disse que ele não atirou,
09:17ele não atirou nos policiais, não.
09:19Como ele estava correndo,
09:20porque na hora que ele levou o tiro,
09:22que os tiros foram na cabeça do meu filho.
09:23O policial tinha atirado no meu filho.
09:25Aí eu saí correndo desesperado,
09:27quando eu cheguei,
09:28meu filho já estava dentro do camurão da polícia,
09:30levando meu filho para o hospital.
09:32Quando eu cheguei no hospital,
09:33não deixaram entrar na sala vermelha.
09:35Aí eu fiquei lá esperando,
09:36depois liberaram o envolver.
09:38Aí eu vi já meu filho deitado já,
09:40morto já,
09:41chamei tanto meu filho para ele se levantar para arrumçar,
09:43mas meu filho estava morto.
09:44Eu respeito o luto de qualquer mãe.
09:47Qualquer mãe que chora a morte do seu filho,
09:49tem que ser respeitada.
09:50Mas eu respeito mais a mãe dos inocentes.
09:53Minha senhora, com todo o meu respeito,
09:54se o senhor, seu filho,
09:56estava segurando uma espingarda calibre 12,
09:58ele escolheu terminar com a própria vida.
10:01Ele escolheu fazer a senhora chorar.
10:03Diferente da vítima dele.
10:04Uma vítima que tome tiro,
10:05ou do seu filho,
10:06ou da turma do seu filho,
10:07ela não escolhe correr aquele risco.
10:09E a mãe dessa vítima vai chorar.
10:11Agora, o seu filho,
10:12ele escolhe colocar a vida dele a prêmio
10:15para fazer parte de uma facção tribunosa.
10:17Então, entre a senhora chorar
10:19e a mãe de uma vítima dele chorar,
10:21eu sei que é feio falar isso.
10:22Por mim, ninguém choraria.
10:23Mas entre uma ou outra,
10:24eu escolho que a senhora chora.
10:25Porque o choro da senhora significa
10:27que outras mães não vão chorar.
10:29Pois é, o filho estava só com uma calibre 12.
10:33Normal.
10:34Vem que não é assim que ela fala
10:37pesarosa ou estarrecida.
10:41Ok.
10:41E não estou colocando a culpa nessa senhora,
10:44porque eu estou colocando ela aqui
10:45como ilustração de algo que muita gente fala.
10:48O que ela fala, muita gente fala.
10:50E aí eu vou trazer aqui o Rodrigo Pimentel,
10:52policial de lá do Rio de Janeiro,
10:54para falar de algo que é dolorido.
10:56Para que o país não seja tomado
10:59pelo crime organizado,
11:01o cidadão de bem tem de observar
11:04com disciplina se não está sendo contaminado.
11:08Como assim?
11:09Contaminado culturalmente.
11:11E fazendo sem saber
11:13coisas que acabam ajudando o crime organizado.
11:17Ele fala isso no Flow
11:18e é algo em que ninguém pensa.
11:22Ali você vê que ninguém pensa nisso.
11:24Porque quando ele fala
11:25algo que ele vê, o Rodrigo Pimentel,
11:29os outros começam até a dar risada.
11:30Porque eu acho que nunca pensaram
11:32nessas hipóteses que ele traz.
11:34Não votar em vagabundo,
11:36não comprar vape,
11:37não abastecer imposto do PCC.
11:40É sério.
11:40É sério.
11:4140% dos cigarros no Brasil.
11:43O cara não quer pagar.
11:45Quanto custa o meu burro?
11:45Está 12 reais.
11:47O cara não quer pagar 12,
11:49mas ele quer pagar...
11:5010,90.
11:51Então tá bom, meu irmão.
11:53Você vai fumar pro trem,
11:54mas você tá fudendo alguém.
11:55Alguém vai morrer por causa dessa porra.
11:56Tá tudo certo.
11:57Porque essa merda é vendida pelo comando vermelho.
11:59Pelo PCC.
11:59Tá tudo certo.
12:00Consciência, meu irmão.
12:01O cara levantar, acordar.
12:03Tem decisões na vida que a gente vai tomar.
12:05Com mais maturidade, né?
12:06Um dia o cara vai acordar e vai falar,
12:07porra, eu tô ajudando essa indústria da morte no Brasil.
12:10Eu acho que é por aí, meu irmão.
12:11É uma questão da eleição.
12:13Você vai estar, meu irmão.
12:14Eu marquei essa por aí ano que vem.
12:16Se tiver, eu não vou com você.
12:17Não dá.
12:17Não dá pra eu aceitar um governador do meu estado.
12:20Andando do lado de Bichero, não dá.
12:21Bichero mata.
12:22Ele mata o primo, ele mata o irmão.
12:24Ele mata o tio, ele manda matar a irmã.
12:26Isso é o jogo do bicho, então.
12:28Então o cara que senta pra falar contigo
12:29e não fala mal do jogo do bicho,
12:31é algo esquisito.
12:32O jogo do bicho é que você não vai usar o cinto.
12:34Bandido é bandido, porra.
12:35Entre os políticos, existe muita crítica
12:39ao tratamento ideológico da segurança pública.
12:45Ou seja, colocar à frente dos fatos,
12:50como princípio para tomada de decisão,
12:53uma ideologia de que seria possível, por exemplo,
12:57recuperar todas as pessoas.
13:00Uma ideologia de que o Estado jamais pode ser violento.
13:04Segurança pública, será que dá certo
13:07se tratada com ideologia?
13:10Alguém que tem batido muito nessa tecla à direita
13:13é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado,
13:17que inclusive no seu Estado fez fama
13:19com a tal da frase
13:20que Goiás não é Disneylândia de bandido.
13:23Ele está deformando os jovens hoje.
13:26Os jovens hoje no Rio de Janeiro
13:27vão aplaudir o quem?
13:29O Oruan?
13:31Aquele MC Pozo?
13:32Hoje está aí uma cena
13:35desse Oruan dando de helicóptero
13:37em cima do Rio de Janeiro
13:38expondo uma tornozeleira
13:41desafiando a justiça brasileira.
13:43Por que isso não existe em Goiás?
13:45Por que a lei é a mesma
13:46no Brasil inteiro?
13:49Por que lá é o Estado mais seguro do Brasil?
13:52Porque bandido cumpre pena,
13:54bandido não se cria em Goiás.
13:55Penitenciária rígida.
13:58Lá não tem visita íntima para o faccionado.
14:01Lá não tem audiência com advogados sem ser gravada.
14:04Lá é o monitoramento de todas as penitenciárias mesmo,
14:07monitoramento ambiental.
14:09Nós temos hoje um Estado que você tem,
14:10uma segurança plena.
14:11Antes que você chegue à conclusão precipitada
14:16de que a esquerda libera bandido
14:19e papapá, papapá, papapá,
14:20a ideologia de que todos podem se salvar
14:25não é exatamente de esquerda.
14:29É algo de elites mundiais.
14:32Mundiais não, de elites ocidentais.
14:34É também aquela coisa de se considerar acima,
14:40portanto, todo mundo que está abaixo é coitadinho.
14:43É algo de elite.
14:45De uma elite progressista, sim,
14:47mas de elite.
14:49Não quer dizer que é de esquerda.
14:51Ontem, a gente trouxe aqui no Papo Antagonista
14:54o Aldo Rebelo.
14:57E eu fiz essa pergunta para ele sobre violência.
15:00Olha o que ele, que é de esquerda,
15:02diz sobre o tratamento que deve ser dado aos bandidos.
15:06Olá, pessoal do meio-dia.
15:09Aqui no Antagonista,
15:10ontem à noite no Papo Antagonista,
15:12nós recebemos Aldo Rebelo,
15:15ex-ministro da Defesa
15:16e pré-candidato à presidência da República.
15:20Aldo é um homem de esquerda,
15:22mas surpreende quando fala sobre
15:25segurança pública e violência policial.
15:28Eu sempre acreditei
15:31que a violência do Estado
15:34deve ser monopólio,
15:36que você não pode permitir
15:37que grupos privados,
15:39principalmente criminosos,
15:41sejam também portadores
15:43do direito à violência.
15:46Sou defensor
15:47da reação brutal
15:49do Estado contra a violência criminal.
15:51Você não pode tratar...
15:53E tem muita gente que não dá para recuperar.
15:55E aí, para a gente terminar,
15:57eu te trago aqui um raciocínio
15:59do Rodrigo Pimentel
16:01sobre ideologias
16:03e segurança pública.
16:05Eu escutei uma frase
16:06que eu gostei muito
16:07de um amigo juiz
16:08do Espírito Santo,
16:09Eduardo Lemos,
16:09ele disse
16:10segurança pública não é ideologia,
16:11segurança pública é o direito
16:12de você voltar vivo para casa
16:14todos os dias.
16:15Já que não tem ideologia,
16:17eu vou me permitir
16:18falar de um governo do PT,
16:20o Estado do Piauí.
16:21Nós estamos hoje
16:22com uma janela do Brasil
16:23bem interessante.
16:24A saída de Lewandowski
16:26é uma janela
16:27para a recriação
16:28do Ministério da Segurança Pública.
16:30Abrir a pasta da justiça
16:31em duas pastas distintas.
16:32e colocar uma pessoa técnica
16:35sem ideologia
16:37para conduzir o tema
16:39que vai definir
16:40as próximas eleições do Brasil,
16:42que é a segurança pública.
16:43Aliás, o tema
16:44onde o governo do PT
16:45é mais mal avaliado.
16:47Mas existe um caso à parte
16:48que é o Piauí.
16:50O Piauí é governado pelo PT,
16:52o senador Raul Fonteles
16:53assumiu em 2023.
16:55O Piauí, em 2010,
16:57era o segundo Estado
16:59menos violento do Brasil,
17:01com a segunda menor taxa
17:02de assassinatos do país,
17:04era o oásis
17:05de Segurança Pública em 2010.
17:06Depois da gestão
17:07do ex-governador
17:08Wellington Dias,
17:09de 2015 a 2022,
17:12a violência explode no Piauí.
17:15Em 2023,
17:17um secretário
17:17de Segurança Pública novo,
17:18chamado Francisco Lucas Veloso,
17:21indicado pela Raul Fonteles,
17:22implementa uma série de assuntos.
17:24E hoje o Piauí
17:24continua com números
17:26que não são bons,
17:27mas as quedas
17:28são muito expressivas.
17:31uma redução de latrocínio
17:32em torno de 40%,
17:34redução do rumo
17:36de furto
17:36em torno
17:37de 35%,
17:39redução também
17:40de letalidade policial,
17:42também implementação
17:43de muita inovação.
17:44O Piauí foi pioneiro
17:45na Polícia Civil
17:46na recuperação
17:47de celulares,
17:4814 mil celulares
17:49recuperados.
17:51Certamente,
17:52é o Estado do PT
17:53com a melhor direção
17:55da segurança pública
17:56no país.
17:56Um bom exemplo
17:57do Piauí
17:58pode ser copiado
17:59a nível federal,
18:00mas tem uma questão
18:00importantíssima
18:02para ser dito.
18:03O Piauí
18:04não rezava
18:06na cartilha
18:06do ministro
18:08Ricardo Lewandowski.
18:09O Piauí
18:10criou
18:11pelo menos
18:12duas mil vagas
18:13do sistema penitenciário.
18:15Em 2021,
18:17o Piauí
18:17tinha 5 mil
18:18e o de seus presos.
18:19Hoje,
18:20o Piauí
18:20tem 9 mil presos.
18:22E o governador
18:23do Estado
18:23está criando
18:24mais duas mil vagas.
18:25Ou seja,
18:26no Piauí
18:27a polícia
18:28está prendendo
18:28muito mais.
18:29Está muito mais
18:30repressiva.
18:31E a gente lembra
18:32que o ministro
18:32Ricardo Lewandowski
18:34é pelo desencarceramento.
18:37O ministro Lewandowski
18:38é o pai
18:39da audiência
18:40de custódia
18:41e também
18:41operou politicamente
18:42pela manutenção
18:44das saídinhas.
18:45O que o Piauí
18:45está fazendo
18:46é retirar
18:47a bandida
18:47de circulação
18:48e colocar
18:48onde ele deve estar
18:50na cadeia.
18:50E está dando resultado.
18:52Então,
18:52o Piauí
18:53é um excelente
18:54exemplo.
18:54E tomara que o Lula
18:56considere isso
18:56para buscar
18:57um ministro
18:58da segurança.
18:59O exemplo
19:00do Piauí,
19:01está vendo?
19:01Nada de político.
19:03É um bom exemplo
19:03que você se sente
19:04pelo Brasil.
19:05Você concorda
19:06com o Rodrigo Pimentel?
19:08O que você acha
19:09de tudo isso
19:10que eu trouxe aqui?
19:12Você entende
19:12que aqueles
19:14dois cidadãos
19:15do início
19:16do vídeo
19:16estivessem
19:18soltos
19:19para ceifar
19:20a vida
19:21de mais alguém?
19:22Calma,
19:22essa eu sei
19:23que está
19:23todo mundo
19:24querendo opinar,
19:25inclusive eu,
19:27mas antes
19:27de eu opinar,
19:28bora para as narrativas.
19:37A extrema-direita
19:39tem essa fantasia
19:41punitivista.
19:44O que eles querem,
19:45na verdade,
19:47é matar
19:47o povo
19:48preto,
19:50pobre
19:50e favelado?
19:52Eles são
19:53contra os pobres.
19:55Eles são
19:55racistas.
19:57É por isso
19:58que eles ficam
19:59toda hora
19:59com essa fantasia
20:01que a polícia
20:02tem que espancar,
20:03tem que arrebentar.
20:04Quem não se lembra
20:05do bolsonarismo
20:06trazendo a história
20:07do CPF
20:08cancelado?
20:10Celebrando
20:10quando a polícia
20:12cometia o crime
20:14de tirar a vida
20:15de um cidadão.
20:16Ah,
20:16mas é porque
20:17ele é bandido.
20:18Não tem pena
20:19de morte
20:20no Brasil
20:21para a polícia
20:22sair matando.
20:23Nós temos
20:23uma polícia
20:24que é uma das que
20:25mais mata
20:26no mundo.
20:28A gente não pode
20:29ter orgulho disso.
20:30E é o seguinte,
20:31se esculachar
20:33as pessoas,
20:34violar direitos humanos
20:35e polícia assassina
20:37resolvessem o problema
20:38do crime,
20:39o Brasil
20:40já teria
20:41resolvido.
20:42O que resolve
20:43é
20:44ressocialização,
20:45é recuperação
20:47e respeito
20:49aos direitos
20:49humanos.
20:57Bom,
20:58governo do PT
20:59entrou no poder,
21:01a gente já sabe
21:02que vai virar
21:04playground
21:04de bandido
21:05o país
21:06inteiro.
21:08Eles vêm
21:09com essa conversa
21:10de defesa
21:10de direitos humanos,
21:11mas é direitos humanos
21:12sempre do bandido.
21:13O da vítima
21:14não precisa respeitar,
21:15não.
21:16Só respeita
21:17o do bandido.
21:19Você vê
21:20alguém do PT
21:20abrir a boca,
21:21deputado do PT
21:22abrir a boca
21:23é para quê?
21:24É para defender
21:24bandido.
21:26Não é à toa
21:27que naquele documentário
21:29O Mecanismo,
21:30a gente viu
21:31muito bem
21:32que quando disseram
21:34que o Lula
21:34ganhou a eleição,
21:36foi festa
21:37em todas
21:37as cadeias.
21:39Por quê?
21:39O paraíso
21:41do bandido
21:42é a esquerda
21:44no poder.
21:45E a gente
21:46tem também
21:47os defensores
21:48de bandido
21:49que se dizem
21:50defensores
21:50de direitos humanos
21:52na elite progressista.
21:54Eles podem
21:55ter esse luxo,
21:56né?
21:56Quem tem segurança
21:57e anda de carro
21:59blindado
21:59pode muito bem
22:01falar
22:01Ah,
22:02solta o bandido,
22:03coitadinho,
22:04porque ele não vai
22:05na casa desse pessoal
22:06que está blindado
22:07que tem segurança,
22:08né?
22:09Ele vai roubar
22:09quem está no ponto
22:10de ônibus.
22:12E qual é
22:19a minha opinião?
22:21A minha opinião
22:22é que segurança
22:24pública
22:24é o principal
22:26problema
22:27do Brasil.
22:28E vários casos
22:30que têm
22:30acontecido
22:31nos mostram
22:32que a forma
22:34como todo
22:35sistema de justiça
22:37trata
22:37alguns bandidos
22:38nitidamente
22:39irrecuperáveis
22:41na cabeça
22:43desses bandidos
22:44é licença
22:46pra matar.
22:47Esse primeiro
22:47caso que eu trouxe
22:48aqui,
22:49desse fulano
22:50que cometeu
22:51violência sexual
22:52contra a própria
22:53encheada
22:54de 14 anos
22:55e depois
22:56ceifou a vida
22:57dessa menina,
22:58o caso dele
22:59é emblemático
23:00de alguém
23:01que quando
23:02cometeu um crime
23:03entendeu que a justiça
23:06deu licença
23:06pra matar
23:07e é por isso
23:08que ele saiu matando
23:09é por isso
23:10que ele saiu
23:11cometendo
23:11violência sexual
23:12porque nessa
23:14cabeça torpe
23:15ele entende
23:16dessa forma
23:17assim,
23:18cabeça torpe
23:18que eu tô
23:19dizendo
23:19é uma coisa
23:21assim,
23:21aberrante
23:22é um sujeito
23:23que tinha cometido
23:24primeiro
23:25a violência sexual
23:26contra a própria
23:27mãe
23:28contra a mãe
23:29soltaram
23:30quem faz isso
23:32me diga
23:33quem faz isso
23:34comete violência sexual
23:35contra a própria mãe
23:36vocês acham
23:37que uma pessoa
23:38que tem uma mente
23:39assim
23:40pode ser recuperada
23:42não tem como
23:43puseram na rua
23:44o que que ele fez
23:45foi lá
23:46e atacou
23:47só uma criança
23:49de 11 anos
23:5111
23:51
23:52isso foi em 2019
23:53puseram na rua
23:55puseram na rua
23:57ele não entendeu
23:59que ele pode
24:00cometer violência
24:01e tirar a vida
24:04de quem ele quiser
24:05ele entendeu isso
24:06tanto é que ele foi lá
24:07e fez
24:08eu tô trazendo
24:09esse caso
24:10tem um outro caso
24:10que eu trouxe aqui
24:11tem N casos
24:13a segurança
24:15pública
24:16foi tratada
24:17como se fosse
24:18assim uma grande
24:19fantasia
24:20que todos
24:21são recuperáveis
24:22que a cadeia
24:24vai ressocializar
24:26o indivíduo
24:28a gente vê
24:29uma benevolência
24:30extrema
24:31com bandidos
24:33cruéis
24:33o jeito
24:34como se cobra
24:36a polícia
24:37nesse país
24:37o jeito
24:39como boa parte
24:39da imprensa
24:40cobra a polícia
24:41nesse país
24:42como se a polícia
24:43fosse bandida
24:44a polícia
24:44não pode dar um
24:45respiro
24:46errado
24:47não pode dar um
24:47espirro na hora
24:49errado
24:49o policial
24:50pronto
24:50já cai o mundo
24:52pra cima dele
24:52agora o bandido
24:54não
24:54o bandido
24:55ele tem que ser
24:56respeitado
24:57porque ele vai ser
24:58ressocializado
25:00tem gente que não vai ser
25:01ressocializada
25:02nunca
25:02que não
25:03tem jeito
25:05tem que ter
25:06prisão
25:07perpétua
25:07sim
25:08ah mas é que
25:09nos países
25:10desenvolvidos
25:10todo lugar
25:11desenvolvido
25:12tem prisão
25:12perpétua
25:13porque tem gente
25:14que não tem
25:14conserto
25:15isso é científico
25:16tem gente
25:17que não tem como
25:18que não pode
25:18viver em sociedade
25:19o normal
25:20é ter prisão
25:21perpétua
25:22o diferente
25:23é o da gente
25:24de não ter
25:24e de pegar
25:25indivíduos
25:26que se convivem
25:28em sociedade
25:28é pra causar
25:30destruição
25:30dor
25:32morte
25:33violência
25:34hoje
25:35a gente tem
25:36essa discussão
25:37no boca a boca
25:38da sociedade
25:39e essa discussão
25:41é uma discussão
25:42que pode sim
25:43pautar
25:43as eleições
25:45não existe
25:46nada
25:47mais urgente
25:49no Brasil
25:50do que
25:51o combate
25:52à criminalidade
25:53e ações
25:54para garantir
25:56a segurança
25:57dos cidadãos
25:58eu estou trazendo
26:00aqui esse debate
26:01porque é o seguinte
26:01muita gente
26:03fala
26:04que vai
26:04ressocializar
26:05e que isso
26:06e que aquilo
26:07e que põe o preso
26:08para fazer
26:08uma iquebana
26:09e não sei o que
26:10existem casos
26:12em que isso é possível
26:12existem casos
26:13em que não
26:14quando é
26:16uma extrema
26:17crueldade
26:18ou quando é
26:19um indivíduo
26:20que é chefe
26:20de facção
26:21criminosa
26:22não tem como
26:23recuperar
26:24não tem como
26:25pôr na rua
26:25de novo
26:26e a romantização
26:28disso
26:29tem feito
26:30com que o Brasil
26:31seja um playground
26:32para bandido
26:33e uma prisão
26:35para cidadão
26:36de bem
26:36o que é que
26:37você acha
26:39disso
26:39tudo me traz
26:40aqui a sua opinião
26:42não esquece
26:43de deixar o seu gostei
26:44que aumenta
26:45bastante
26:45o nosso engajamento
26:47verifica se está inscrito
26:48no canal do antagonista
26:49se não está
26:50inscreva-se
26:52no canal
26:52toque o sininho
26:53porque vem muita
26:54novidade por aí
26:55vou ficando por aqui
26:56no narrativas
26:57daqui a pouquinho
26:58estou de volta
26:58às seis da tarde
26:59com o Papo Antagonista
27:00até lá
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