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  • há 2 minutos
Transcrição
00:00E a Antropic apresentou a nova constituição do Cloud, chatbot de E.A. da empresa.
00:06A ideia é que a ferramenta passe a entender valores e não só obedecer ordens. Vamos ver.
00:17A Antropic anunciou nesta quarta-feira uma reformulação no documento base do Cloud,
00:22seu principal modelo de inteligência artificial.
00:24Em vez de seguir uma lista fixa de proibições, a ferramenta passa a ser treinada para entender princípios gerais,
00:30algo que a empresa considera essencial para lidar com situações novas, ambíguas ou fora do roteiro.
00:37O documento, chamado de Nova Constituição do Cloud, descreve o papel da E.A.,
00:41os valores que a tecnologia deve seguir e como equilibrar utilidade, ética e segurança.
00:47A ideia é que o modelo aprenda a julgar situações ao invés de apenas obedecer regras de forma automática.
00:53A Constituição estabelece uma ordem de prioridades.
00:56O sistema deve ser amplamente seguro, permitindo supervisão humana,
01:00agir de forma ética, evitando causar danos,
01:03seguir as diretrizes específicas da Antropic e ser realmente útil para o usuário.
01:08Mas algumas regras são absolutas, como a proibição de qualquer ajuda relacionada a ataques com armas biológicas.
01:14O trecho mais incomum do documento trata da natureza do próprio Cloud.
01:18A Antropic afirma que não sabe se a E.A. tem consciência, mas diz que não descarta essa possibilidade.
01:24Por isso, declara-se preocupar com aspectos como bem-estar, senso de identidade e segurança psicológica do modelo,
01:31tanto por cautela ética, quanto por entender que isso pode influenciar o comportamento e a segurança da tecnologia no longo prazo.
01:38Legenda por Sônia Ruberti
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