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A China criticou duramente os Estados Unidos após declarações do presidente Donald Trump envolvendo a Groenlândia. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, afirmou que Washington deve parar de usar a narrativa da chamada “ameaça chinesa” como pretexto para buscar ganhos egoístas e ampliar sua influência estratégica.

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Transcrição
00:00Agora vamos ao exterior porque a China reiterou a posição sobre a questão da Groenlândia
00:03e instou os Estados Unidos a pararem de usar a chamada ameaça chinesa
00:09como um pretexto para perseguir os próprios interesses.
00:13O Eliseu Caetano está de volta aqui com a gente direto dos Estados Unidos
00:16e nos atualiza sobre esse posicionamento dos chineses.
00:20Pois não, Eliseu?
00:22Oi, Renato. Muito bom dia novamente para você, para a Paula
00:25e para todos que acompanham o Jornal da Manhã.
00:27A gente volta a falar ao vivo direto dos Estados Unidos
00:29porque essa coletiva para a imprensa acabou agora há pouco lá na China
00:34e mais uma vez o país instou os Estados Unidos a pararem de chamar
00:40pelo termo de ameaça chinesa, de usar isso como um pretexto para buscar os seus interesses próprios.
00:49A China voltou a declarar repetidamente a sua posição sobre a questão envolvendo Groenlândia,
00:55Estados Unidos e países da União Europeia e pediu para que os Estados Unidos parem
01:00imediatamente de usar a chamada ameaça chinesa como pretexto para buscar os seus próprios interesses.
01:07Essas declarações foram dadas pelo porta-voz Gu Jiakun, que afirmou durante essa coletiva
01:15que o direito internacional, baseado nos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas,
01:23é e deve ser o fundamento da ordem internacional existente
01:28e que também deve ser respeitado por todos os países signatários.
01:33Gol fez essas declarações ao obviamente responder aí as perguntas sobre o recente anúncio
01:40do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que vai voltar a usar o tarifácio
01:45a partir do próximo dia 1º de fevereiro contra pelo menos e a princípio 8 países da União Europeia
01:53sobre produtos aí da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia,
02:02tudo por conta da Groenlândia.
02:05Enquanto esses países não apoiarem os Estados Unidos nesse projeto de compra,
02:10eles serão atingidos por esse tarifácio que começa dia 1º de fevereiro
02:14e com 10% a mais de cobrança sobre determinados produtos
02:20e pode chegar até 25% a mais no dia 1º de junho,
02:25caso a Groenlândia não seja anexada aos Estados Unidos até lá.
02:31Ou seja, a menos que um acordo seja alcançado para que os Estados Unidos
02:35comprem o território da Groenlândia, boa parte dos países aliados, parceiros da OTAN
02:41serão atingidos pelo tarifácio.
02:44Segundo o secretário, o porta-voz de imprensa lá da China,
02:50o país já expressou, inclusive, repetidas vezes nos últimos dias
02:55a sua visão sobre essa questão da Groenlândia.
02:58E ele reforçou dois pontos.
03:01Um, o direito internacional baseado na Carta da ONU,
03:05que deve ser respeitado como base da ordem internacional.
03:08E dois, pediu que os Estados Unidos parem imediatamente
03:12de usar a narrativa de ameaça chinesa como pretexto para, segundo ele,
03:17perseguir interesses egoístas próprios.
03:21Na mídia chinesa, como, por exemplo, no Global Times e também na mídia internacional,
03:26diversos analistas estão vendo isso como uma evidência de hegemonia.
03:31Hegemonia americana que, segundo esses analistas, tenta alienar os aliados europeus
03:40e que pode, inclusive, provocar divisões profundas nas questões transatlânticas.
03:46O que, até segundo alguns desses analistas, pode meio que indiretamente beneficiar a própria China
03:54em termos geopolíticos e também comerciais.
03:57Por exemplo, aproximando a Europa de parceiros alternativos.
04:02Eu volto com vocês no estúdio de Jornal da Manhã.
04:04Vamos seguir acompanhando, porque é assunto ainda para se desenrolar por vários meses ainda.
04:10Obrigado, viu, Eliseu Caetano.
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