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A anexação da Groenlândia pelos Estados Unidos preocupa líderes globais e especialistas. O ex-presidente da Islândia, Olafur Grimmson, alerta para consequências monumentais, enquanto tropas da Alemanha e Dinamarca se deslocam para a região. Rodrigo Loureiro e Felipe Machado comentaram sobre os impactos militares, econômicos e geopolíticos, incluindo minerais críticos, estratégia de Trump e tensões na OTAN.

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Transcrição
00:00E agora vamos a um destaque do site da CNBC. A anexação da Groenlândia acarreta riscos de consequências monumentais, alerta ex-presidente da Islândia, enquanto Trump intensifica a retórica.
00:14Diplomatas da Groenlândia, Dinamarca e Estados Unidos encerraram na quarta-feira uma reunião de alto risco com pouco consenso sobre a soberania da Groenlândia.
00:24As consequências da anexação da Groenlândia pelos Estados Unidos seriam de uma magnitude nunca antes vista em nossa memória recente, disse o ex-presidente da Islândia, Olafur Grimmsson.
00:36Grimmsson afirmou que as preocupações sobre a crescente influência da Rússia ou da China no Ártico são prematuras.
00:43Esse, então, mais um destaque da CNBC. Para você ver essa e outras notícias, é só colocar www.cnbc.com como aparece na sua tela.
00:53Vamos conversar, então, com os nossos analistas. Groenlândia também no centro da preocupação do mundo.
00:59A gente viu, inclusive, a Alemanha mandando tropas já para a Groenlândia. Isso eleva atenção na região, não é isso?
01:05Com certeza. Eu acho que, assim, antes de passar a palavra para o Rodrigo, eu acho que a questão da Groenlândia é uma questão muito interessante do ponto de vista psicológico do presidente Donald Trump.
01:16Porque ele, como veio do mercado imobiliário, ele imagina que a Groenlândia é importante para você ter terras anexadas.
01:22Ele quer ser um presidente americano que quer ser marcado por ter mais terras.
01:25Do ponto de vista econômico, é claro que tem várias razões para os Estados Unidos anexar a Groenlândia ou invadir.
01:31Enfim, você tem terras raras, você tem a questão da água, você tem várias riquezas naturais, você tem a questão das geleiras.
01:38Com aquecimento global as geleiras se derretendo e você tem uma nova rota marítima, você tem a proximidade com a Rússia.
01:46Você tem uma série. Ontem ele falou, a gente acompanhou aqui, eu estava comentando durante o Fast Money,
01:51e a gente acompanhou no Jornal Radar com o Marcelo Torres, a gente estava acompanhando um discurso ao vivo do presidente Donald Trump
01:59e ele falou mais uma vez do Golden Dome.
02:02O Golden Dome seria aquele escudo, em Israel a gente tem o Iron Dome, o domo de ferro.
02:08O presidente Donald Trump falou novamente do Golden Dome, seria o domo dourado, uma espécie de escudo
02:13que ele poderia colocar na região da Groenlândia, voltou a falar sobre isso.
02:16Então o presidente Donald Trump também tem uma questão, aquela estratégia dele de falar de vários assuntos ao mesmo tempo
02:21e com isso confundir todo mundo e acabar controlando a narrativa.
02:25Então essa questão da Groenlândia, a gente viu declarações também fortes do premier da Dinamarca
02:32dizendo que o povo da Groenlândia não quer ser parte dos Estados Unidos, não quer, prefere ficar ligado à Dinamarca.
02:39Então tem várias questões aí, a gente viu também o deslocamento de tropas.
02:42Então tem essa questão curiosa que a OTAN, a Organização do Tratado do Atlântico Norte,
02:48tem um artigo 5º que diz que se um país da OTAN é atacado, ele tem que, todos os países da OTAN têm uma reação conjunta.
02:55Só que os Estados Unidos fazem parte da OTAN.
02:57Exatamente, é uma questão tão inusitada, um paradoxo tão grande que acho que a OTAN,
03:03na hora de redigir as leis, as regras da OTAN, ninguém imaginava que um país da OTAN atacasse,
03:08pudesse invadir um outro país da OTAN.
03:10Então tem toda essa curiosidade, esse caso inusitado.
03:15Agora, como você falou, tropas da Alemanha, eu acho que por enquanto a gente estava falando apenas da Dinamarca,
03:20a Noruega também tinha tropas ali se deslocando, fazendo exercícios,
03:24mas com as tropas da Alemanha fazendo esses exercícios, é um negócio que muda de figura.
03:28Porque claro que o presidente Donald Trump, sabendo que seria uma declaração de guerra também à Alemanha,
03:33eu acho que ali já começa a ter um certo temor de tomar uma decisão precipitada.
03:38É isso, e economicamente, esse movimento militar, tanto, por exemplo, da Alemanha,
03:43quanto dos Estados Unidos, Donald Trump que eu sou a retórica, falando que pode usar as forças também ali,
03:48pode beneficiar, sabe, os papéis das empresas de defesa na Europa.
03:52E Rodrigo Loureiro, claro, os Estados Unidos também de olho nos minerais críticos lá da Groenlândia.
03:57De olho nesses minerais, e só complementando o Felipe, o Trump tem esse lado um pouco megalomaníaco,
04:04de falar que ele quer fazer tudo, o Trump não se limita ao limite territorial dos Estados Unidos,
04:12ele já falou de anexar o Canadá ano passado, aí o Canadá falou, não, esquece essa história,
04:17pelo amor de Deus, não existe isso.
04:18Agora, Groenlândia.
04:20A Groenlândia tem o ponto mais sensível dessa questão toda,
04:25é o fato de que Trump disse o seguinte,
04:27olha, se não invadirmos a Groenlândia, quem vai invadir vai ser a Rússia ou a China.
04:32Não podemos ter a Rússia como o nosso vizinho.
04:35Só que a Rússia já é vizinha americana,
04:37a Rússia faz quase fronteira ali com o Alasca,
04:40é um canal ali muito, é um canal estreito de água,
04:44então, assim, já é vizinho dos Estados Unidos.
04:46De qualquer forma, Trump mostra, mais uma vez,
04:50que não se limita aos Estados Unidos,
04:52ele quer ser um presidente do mundo,
04:54só que precisa combinar com o restante do mundo.
04:57E quando a gente fala sobre essa questão da OTAN,
04:59Trump também já mostrou que não liga muito para qualquer organização
05:03que não seja a própria Casa Branca.
05:05Então, assim, OTAN, ONU, qualquer que seja a organização,
05:09Trump diz, eu tenho um exército maior,
05:11eu tenho a maior economia do mundo, então...
05:13Mas lembrando que Trump acabou armando, né?
05:16indiretamente à Europa, por quê?
05:18Porque pressionou para os países do bloco europeu
05:21aumentarem o seu investimento em defesa, né?
05:25Em relação ao PIB, 5%.
05:26Passou de 3% para 5% e aí o tiro pode vir pela culata contra ele.
05:33Obrigado, já já a gente volta a conversar.
05:34E aí
05:39E aí
05:39E aí
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