00:00SAFs e clubes associativos, esse é o tema. O cenário tributário mudou.
00:05Nas redes sociais, o consultor César Grafietti fala sobre esse novo capítulo na vida dos clubes.
00:11O Congresso queria dar um alívio nos impostos para os clubes de futebol.
00:16Para SAFs, o modelo empresarial que você conhece, cairia para 5% sobre a receita bruta,
00:22incluindo venda de jogadores, mais cinco anos sem tributar venda de atletas.
00:27Para clubes tradicionais, Flamengo, Palmeiras e os outros que você conhece, tratamento parecido, quase igual das SAFs.
00:36Mas o governo vetou essas facilidades extras.
00:39Ficam com 6% e não 5% sobre quase tudo e sem os cinco anos de graça nas vendas de jogadores.
00:47A grana da venda entra na conta e paga imposto.
00:51Clubes, associação, não ganharam equiparação.
00:55Caem em regime normal da reforma, com redução, mas na prática especialistas estimam cerca de 12% efetivo sobre receita bruta.
01:05Podem baixar um pouco, mas precisam de bons contadores.
01:09Resumão em números fáceis.
01:11SAF, 6%, melhor que antes, mas menos que aquilo que sonhavam.
01:17Associação tradicional, 12%, é alto.
01:20Mas o que fazer?
01:21Na sua avaliação, César Grafietti diz,
01:24virar SAF, mesmo mantendo 100% do controle, com torcida, sócios, cai para 6%, evita 11%.
01:32Ou contratar bons tributaristas para caçar créditos e reduzir a mordida.
01:37No final, o governo não liberou o super desconto que o Congresso queria.
01:41Aumenta custo para todo mundo, mas clubes organizados se ajeitam.
01:46Viram SAF ou melhoram, enquanto os mal geridos sentem mais o rombo no caixa.
01:53É mais um teste para uma gestão séria no futebol brasileiro.
01:59Até a próxima.
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