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Durante o Squawk Box, direto da Nasdaq, a CNBC Internacional analisou o plano de Donald Trump para recolocar empresas americanas na exploração de petróleo da Venezuela. No estúdio, Rodrigo Loureiro comentou a alta de Chevron, ExxonMobil e ConocoPhillips e a queda do gás natural, além dos impactos geopolíticos.

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Transcrição
00:00Nesse momento o programa Swank's Box, que é transmitido diretamente da Times Square,
00:10dentro do prédio da Nasdaq, e a equipe de jornalismo da CNBC dos Estados Unidos conversa
00:16com colegas do The New York Times, justamente nesse momento em que eles debatem o programa
00:24americano sobre o óleo da Venezuela. E eu queria chamar a atenção, depois eu vou debater
00:30esses números com o Rodrigo Loureiro, continua aqui no estúdio comigo, olha como sobem ainda
00:37no pré-market Chevron, ConocoPhillips, ExxonMobil, que são as empresas petrolíferas americanas
00:44que, claro, terão uma atuação na Venezuela a partir desse plano do Donald Trump de recolocar
00:51as grandes empresas petrolíferas americanas no contexto da extração da Venezuela e o
00:58dado anterior que estava na tela até agora, como o gás natural cai, perde sustentabilidade,
01:04perde valorização. Vamos ouvir um trechinho aqui, essa equipe do New York Times, numa
01:10joint venture, numa parceria de cobertura com a CNBC americana, esse é o editor de opinião
01:16do The New York Times, vamos ouvi-lo um pouquinho. Politicamente falando, a gente tem que entender
01:26o subsídio que vai ser aplicado pelos americanos no contexto das empresas venezuelanas.
01:33E o jornalista agora pergunta, então, a opinião do editor de opinião do The New York Times
01:50a respeito de um certo paradoxo, porque a partir do momento, segundo a premissa do jornalista
01:58da CNBC, a partir do momento em que mais empresas americanas vão entrar no mercado venezuelano
02:05e colocar mais petróleo, então, no mercado internacional, haveria uma redução de preço,
02:11o quão isso seria lucrativo num espaço de tempo menor, uma vez que haveria maior possibilidade
02:18de petróleo no mercado. E, por isso, o jornalista usa a expressão do paradoxo.
02:22E, claro, que na resposta, o editor de opinião do The New York Times está colocando como
02:34a mais médio-longo prazo a posição dos Estados Unidos numa oportunidade global. Se em um primeiro
02:42momento haveria o maior investimento americano para a retomada da capacidade de produção da
02:47Venezuela, isso levaria, claro, a uma colocação de mais petróleo no mercado, porém, num arco
02:54de tempo um pouco mais largo, viriam vantagens de uma certa ampliação da hegemonia do mercado
03:02de petróleo a partir dos Estados Unidos. E que, quanto à exploração do petróleo por parte
03:16da Venezuela, o quanto isso seria menos beneficiário ou menos vantajoso para a Venezuela, em contrapartida
03:26do crescimento dos Estados Unidos no mercado global.
03:37E agora ele faz uma comparação com a situação que houve na Líbia, que também, em determinado
03:44momento da história, teve a sua economia baseada quase que exclusivamente no petróleo, isso
03:50deu errado e agora ele faz um paralelo com a Venezuela. A gente continua aqui de fundo
03:56ouvindo a CNBC, vou pedir para voltarmos aqui para o estúdio, inclusive para eu debater com
04:02o Rodrigo Loureiro, daqui a pouco a gente fala sobre o dólar, que também tem uma oscilação
04:06ligada a essa tensão internacional. Loureiro, aqui, surpresa de zero pessoas, né? A valorização,
04:13como apresentaram os nossos colegas aqui da CNBC, a valorização das três grandes empresas
04:23petrolíferas dos Estados Unidos, me ajuda a ver se eu não vou esquecer nenhuma, Chevron,
04:27ConocoPhillips, ExxonMobil. Perfeito.
04:29E uma queda do gás. Vamos ver essa correlação. Primeiro, falando das empresas petrolíferas
04:35americanas. Empresas sobem porque o preço do petróleo está subindo, aí é a matemática
04:40simples, né? Quando a gente vê o preço do petróleo subindo, geralmente a Petrobras aqui no
04:43Brasil também sobe, salvo algum problema doméstico. É claro, nos Estados Unidos,
04:48mesma coisa. Se você tem algum problema na Chevron, na operação da Chevron, da ExxonMobil,
04:53da ConocoPhillips, mesmo com alta do petróleo, elas podem acabar sofrendo no pregão. Mas quando
04:57o mercado está tranquilo, quando as operações estão funcionando normalmente, sem nenhum
05:02problema, geralmente quando o preço do petróleo sobe, as ações acompanham. E o que a gente
05:07viu, né? Nessa entrevista com a CNBC, é o detalhamento de um plano de Donald Trump, um plano que hoje
05:16não está dando certo. Por quê? Porque o plano de Donald Trump é baratear o custo do petróleo. A
05:21ideia é trazer o preço do petróleo, o preço do barril do petróleo, para algo em torno de 50 dólares. A gente
05:27está falando do preço atual, em torno de 60. A ideia dos Estados Unidos é tomar conta da produção de
05:34petróleo na Venezuela, junto com as empresas americanas, junto com a PDVSA, que é a empresa que faz a
05:40exploração de petróleo na Venezuela. E aí sim, você tendo mais petróleo no mercado, você começa a inflar o
05:46mercado de petróleo. E quando você tem muito produto no mercado, lei de oferta e demanda, você começa a ver o
05:52preço desse produto caindo. Ao mesmo tempo, Donald Trump quer tomar conta do petróleo venezuelano para diminuir a
05:59influência de Rússia e China no setor energético como um todo. Só que tem o
06:05efeito colateral, que é, China e Rússia vão continuar precisando comprar petróleo. E aí, onde
06:13que essas duas potências vão comprar petróleo? Em outros mercados. Só que o preço do petróleo em
06:19outros mercados pode estar um pouco mais inflado. Por quê? Por conta de acordos bilaterais
06:24desses países com os vendedores de petróleo. Então, ao mesmo tempo que Donald Trump tenta
06:29abaixar o preço do petróleo, ele vê a demanda de Rússia e de China aumentar o preço do combustível.
06:38É uma contradição, mas faz parte do jogo. A ideia de Donald Trump, no final de tudo, é o quê?
06:45Você trazer mais empresas americanas para a Venezuela. Já tem a Chevron lá estabelecida,
06:50que não deixou o país, mas você forçar a volta de ConocoPhillips e também da ExxonMobil
06:56para que essas empresas investam na infraestrutura venezuelana. Que hoje você tem reservas gigantescas
07:03de petróleo na Venezuela. Mas a produção de petróleo venezuelano é baixíssima. A gente está falando de
07:08um milhão de barris por dia. Isso é muito, muito pouco. Se investissem cerca de 100 bilhões de dólares,
07:16é o valor que está sendo calculado, a produção de petróleo na Venezuela pode voltar ao pico
07:22de 3,5 milhões de barris. Ainda não é uma produção extremamente alta se a gente comparar
07:29com o comércio global como um todo, não é, Favari?
07:32Agora, tem um outro lado da moeda que parece uma variável, complicado da gente entender
07:38num primeiro olhar, por isso que o Rodrigo Loureiro, nosso analista, está aqui, o preço do gás natural cai.
07:44Acredito que seja uma correção de preço também, porque o preço do gás natural subiu muito no começo de 2026,
07:51já mudou o ano, no começo de 2026 o preço do gás natural subiu muito, em contrapartida ao petróleo.
07:58Se o petróleo caiu, o gás natural subiu muito. Gás natural é mais a questão de Rússia e Ucrânia.
08:04Está todo mundo de olho em Rússia e Ucrânia para ver se tem uma resolução desse conflito.
08:09Não é o que Vladimir Putin parece querer nesse momento, né, Favari?
08:13Perfeito.
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