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  • há 8 meses

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Transcrição
00:00Exatamente Wesley, forte abraço pra você e também pra o meu querido Boquinha.
00:06A gente se encontra aqui, como eu falei há poucos instantes, bairro do Salgado Rua Martins Francisco.
00:12Olha a situação de mais uma rua com esgoto estourado.
00:17Justamente aqui ó, a gente se encontra no local, viemos pra cá, o pessoal fez um contato com a produção pra reclamar dessa situação.
00:26Eu vou conversar aqui com os amigos, meu amigo, seu Jurandir, tudo bem?
00:30Tudo bem.
00:30E a situação com aqui, hein?
00:32Rapaz, pra falar a verdade...
00:34Tá boa não, né?
00:34Não tá boa de jeitinho, porque há um mês e duas semanas que tá nessa situação.
00:40Ninguém aguenta, aqui é ponto de negócio.
00:44Essa senhora tem esse ponto de negócio ali, por todo canto aqui é ponto de negócio.
00:48E então, uma compensa, deixa a desejar.
00:51Porque a gente paga 50% do valor da água, cada uma caixa dessa e a situação é essa.
01:00Aí então, isso daqui foi botado em 88, 87 pra 88 foi feito esse serviço.
01:08Já faz tempo, né?
01:09Já faz tempo.
01:10Aí então, e essa manilha é manilha de 100.
01:14Isso aqui era pra compensa trocar por cano de 200 de plástico.
01:19Isso aqui só vai vir tupinho direto.
01:21E esse é o desejo da gente que trocasse essa encarnação pra deixar isso aqui, ó.
01:27Repara a situação aí.
01:28Não é nada agradável, né?
01:30Nada agradável, porque a gente paga pelo serviço que não é prestado.
01:36Aí então, a gente, o jeito que tem, a gente se reunir, falar com vocês pra ver se a compensa dá um parecer.
01:44Porque liga pra lá, liga, quanto mais liga, vem amanhã, vem aí depois e nada de vir.
01:49Nada aparece, né?
01:50Nada aparece.
01:51E o problema continua, né?
01:53Agora o papel chega.
01:54E a conta é paga?
01:55A conta é paga.
01:57Aí é o problema, né?
01:59E grande, né?
02:00Grande.
02:01Tá bom, muito obrigado, senhor Jurandinho.
02:02Começava, vem pra cá, gordinho, passar por aqui.
02:04Cuidado pra não cair.
02:05Como é o nome da senhora?
02:06Nayane.
02:07Foi a senhora que fez o contato.
02:08Foi.
02:09E aí a situação ainda não consertaram.
02:11Ainda não consertaram.
02:12A gente que tem ponto de negócio aqui, né?
02:14Fica difícil da gente comercializar aqui, né?
02:16Eu que tenho a casa de ração aqui, a outra pessoa que tem a casa do pão aqui.
02:21Então fica difícil pra gente, porque quando tá chegando água aqui mesmo, fica difícil pros clientes, né?
02:28Passar.
02:28Então assim, com pés, a gente liga, passamos Natal, final de ano, com a água na porta, essa nojeira na porta.
02:37Então assim, é complicado pra gente, né?
02:39Então quem passa aqui, vai comprar no seu estabelecimento comercial na frente, é quando vê uma situação com essa, passa direto a procurar outro, né?
02:46Vai procurar outro, porque é até difícil, né?
02:49Pra gente, pra todo mundo, né?
02:51Tanto pra gente, que tem o ponto de negócio, quanto pra os clientes, né?
02:54E além do esgoto, a gente observa esse lixo, né? O pessoal coloca, né?
02:58Isso, exatamente. Então assim, é complicado pra todos, né?
03:02Mas já se aproximando, quase dois meses, né?
03:05Exatamente. Quase dois meses a gente nessa situação.
03:08Vocês ligam pra lá?
03:09Liga pra lá e vem, bota uma data, bota outra, então assim, é complicado.
03:14Vocês esperando e nada de chegar, né?
03:16Nada de chegar. Então foi o jeito de entrar em contato com vocês pra gente ver, né?
03:20Se solucionar.
03:20Eu sei que a partir de agora, depois dessa, dessa bronca aqui, dessa situação, o pessoal
03:26vem pra cá, dessa, né?
03:27Exatamente, exatamente.
03:29Então, muito obrigado. Como é a senhora, amiga?
03:32Meu nome é Patrícia.
03:33A dona Patrícia mora aqui pertinho também desse?
03:35Eu sou a dona ali da padaria, da Casa do Pão.
03:37E a senhora, como é que está passando com tudo isso aí?
03:41Dificuldades, né, amigo? Porque assim, a gente, como o irmão aqui falou, que a gente paga
03:46aqui as contas em dia e sempre todo mundo aqui da rua ligou pra Compesa e eles ficam
03:51sempre repondo uma data e essa data nunca chega. Eu acho que é de 2027, porque até
03:56agora já chegou...
03:57Agora nada, né?
03:58Nada, nada, nada. E a gente, assim, fica complicado, né? Aqui, como a minha colega aqui
04:02falou, né? Temos ponto de negócio aqui. Inclusive, eu tenho até que passar minha
04:07padaria pra esse outro estabelecimento, já não passei, porque é uma padaria e não
04:11tem como eu passar por conta dessa nojeira aqui, né? E eu espero que a Compesa se compadeça
04:18da nossa situação e venha fazer o serviço que já era pra ter feito há tempo, porque
04:25isso aqui acontece direto. Não é a primeira vez nem a segunda, é direto. É como aqui
04:30o vizinho falou, né? Tem que trocar esse trabalho daqui, né? Do esgoto, porque essa
04:35rede é muito antiga. Aí tem que fazer o serviço certo, né? Porque se vir fazer só
04:40um paliativo, daqui a um mês acontece de novo essa situação. E desde dezembro
04:44do ano passado, né? Sim, desde dezembro. Desde dezembro. Já tá com um mês e duas
04:48semanas, né? Que a gente passa por essa situação. E sempre acontecendo isso.
04:52Portanto, a gente agradece aqui aos moradores, só repetindo, viu? Meu querido Wesley Santos
04:56e também, Boquinha, olha a Boquinha, como é que se encontra aqui a situação aí, ó.
05:01Rua Martins Francisco, aqui no bairro do Salgado. Fica aqui próximo do posto do Maninho.
05:06Então, vem pra cá, Compesa, consertar aqui, dá um jeito, porque o pessoal,
05:10não está aguentando mais, mais de um mês, essa situação, essa bronca aqui, nessa
05:16rua. Ok, Wesley, eu volto com você aí nos estúdios com o nosso querido Boquinha.
05:22Abraço!
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