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Transcrição
00:00Música
00:01Obrigado por me convidar para narrar esta história.
00:24Você está prestes a conhecer uma das figuras mais temidas da linhagem sombria.
00:30A lenda de Camille Monfort, a vampira de Manaus.
00:34Vampiros no Brasil, Amazonas entre sombras e sangue.
00:37Bem, demorou, mas finalmente chegou o momento.
00:40Uma criação original de Dú de Trindade, baseada na lenda proibida da vampira,
00:45que atravessou séculos, oceanos e um destino amaldiçoado para desaparecer na escuridão da Amazônia.
00:52Hoje começamos a contar a história de Camille Monfort, a vampira de Manaus.
00:59Aquela que percorreu o mundo fugindo de um passado de sangue e encontrou no Brasil um refúgio.
01:06Ou talvez, um novo campo de caça.
01:09Prepare-se para conhecer Amazonas, entre sombras e sangue.
01:13Depois de ser banida da própria linhagem em Paris, acusada de desafiar as leis do Conselho Sombrio,
01:20e marcada como uma renegada da noite,
01:23Camille Monfort embarcou em segredo rumo ao único lugar onde os vampiros europeus não se atreviam a seguir.
01:30O Brasil.
01:31Era o ano de 1896.
01:34Um navio francês cortava o Atlântico enquanto uma tempestade devorava o céu.
01:38Entre caixas de seda, barris de vinho e passageiros adormecidos, uma única figura permanecia desperta.
01:46Uma mulher de pele pálida como mármore e olhos rubros escondidos sob um véu.
01:51Camille.
01:53Expulsa.
01:54Traída.
01:55Perigosa.
01:57Não sabia que encontraria criaturas mais antigas que os vampiros.
02:01Não sabia que seu nome seria sussurrado por séculos nas margens escuras do Rio Negro.
02:07A luz da lua de sangue invade o nevoeiro da madrugada.
02:11Vampiros no Brasil.
02:13Senhoras e senhores do mistério.
02:16A partir deste instante, você entra em uma viagem profunda pelas sombras da Amazônia do século XIX,
02:23onde o luxo da borracha escondia segredos que jamais deveriam ter sido despertados.
02:27Uma história baseada na lenda obscura de Camille Monfort, conhecida por muitos como a Vampira de Manaus.
02:36Uma mulher tão bela quanto mortal, tão elegante quanto terrível.
02:40Uma criatura cujas pegadas atravessam o tempo, deixando apenas silêncio e sangue.
02:45Com o roteiro e criação original de Dude e Trindade, você vai mergulhar em um enredo repleto de
02:52segredos enterrados, conspirações noturnas, sociedades ocultas e presenças sobrenaturais que desafiam toda a lógica humana.
03:01Essa é uma produção completa.
03:04Pequeno Sete Arcanis.
03:06Unindo o universo de O Alvorecer Sombrio ao terror histórico do Pequeno Sete Lendas.
03:13Prepare-se.
03:13A partir de agora, o que você vai ouvir pode ser apenas uma história.
03:19Ou talvez a verdade que ninguém jamais teve coragem de contar.
03:23Seja bem-vindo a Amazonas entre sombras e sangue.
03:28Seja bem-vindo ao mundo de Camille Monfort, os vampiros no Brasil.
03:32A névoa do Estreito de Gibraltar parecia viva naquela madrugada de 1896.
03:38Eram exatamente 4h23 da manhã.
03:41E a umidade gelada parecia reconhecer a filha exilada que estava prestes a partir.
03:48Ali, no porto, aguardava o Vessel Noctis.
03:51O navio negro da família Monfort.
03:53Suas velas estavam recolhidas.
03:56E seu casco de madeira escura não refletia luz alguma.
03:59Engolindo a pouca claridade que tentava furar o nevoeiro.
04:04Cada estilhaço de madeira daquele cais, cada pedra do chão,
04:08parecia saber que jamais testemunharia um momento de tensão tão palpável quanto aquele.
04:14Camille Monfort caminhava em silêncio.
04:16Seus passos eram firmes, mas o peso do julgamento que a condenou ao exílio
04:21ainda queimava em sua nuca como ferro em brasa.
04:25Ela era uma vampira da mais alta linhagem.
04:27Uma herdeira do sangue imperial, agora reduzida a uma párea.
04:32E por quê?
04:33Por amor.
04:34Um amor proibido que a colocou contra seu próprio clã.
04:37Foi então que, surgindo da névoa como espectros, duas silhuetas se materializaram.
04:42As irmãs.
04:44A primogênita e a sombria.
04:46Morgane Monfort, a mais velha, avançou primeiro.
04:51Sua postura era impecável.
04:53Seu andar era o de uma rainha.
04:55E seu olhar dourado era afiado como a lâmina de uma adaga.
04:59Logo atrás, vinha Serafine, a irmã do meio,
05:02arrastando sombras aos seus pés como se fossem a cauda de um vestido vivo e pulsado.
05:07No instante em que elas apareceram, o vento parou.
05:11O mundo inteiro pareceu prender a respiração.
05:14Morgane observou Camille com a frieza de um general,
05:18analisando uma soldada derrotada em batalha.
05:21Teu exílio é justo, Camille.
05:23A voz dela era seca, desprovida de qualquer emoção.
05:27E ainda assim vergonhoso, esperava mais da última filha da nossa mãe.
05:32Camille cerrou os dentes com força, sentindo a raiva subir.
05:35Mas se conteve.
05:37Sabia que responder seria inútil.
05:40Morgane não estava ali para ouvir.
05:42Estava ali para julgar.
05:44E ela continuou.
05:45Cada palavra um golpe calculado.
05:47Alinhar-se a um caçador.
05:49Pior ainda, a um valois.
05:51Você acha mesmo que isso é amor?
05:53Morgane inclinou a cabeça, um gesto sutil que carregava todo o peso do desprezo.
05:58Ou é apenas a sua velha tendência de destruir tudo o que toca, assim como Teresa?
06:05Obrigado por me convidar para narrar esta história.
06:08Mas daqui em diante, alguém muito especial vai assumir esta narração.
06:13Eu me despeço aqui e deixo vocês nas mãos dele.
06:16Pequeno Sete Lendas, agora é comigo.
06:18E eu lhe digo, a história de Camille Monfort não é apenas uma lenda.
06:23É um fragmento esquecido da noite, soterrado por sangue, guerra e traições.
06:29Então respire fundo, porque a partir deste ponto, nada mais será como antes.
06:35Teresa, seu nome ecoou com as memórias do passado.
06:39O nome caiu no silêncio da madrugada como um punhal cravado no estômago de Camille Monfort.
06:45Teresa.
06:46A irmã mais nova, que morreu anos atrás por desafiar as ordens do pai.
06:51A morte de Teresa era uma ferida que nunca cicatrizou na alma de Camille.
06:56Uma culpa que ela carregava todos os dias.
07:00A boca de Morgan se curvou em um sorriso frio, cruel.
07:05Não me olhe assim.
07:08Todos nós sabemos que se Teresa tivesse obedecido, estaria viva.
07:12Você está seguindo exatamente pelo mesmo caminho.
07:16Antes que Camille pudesse reagir, um rosnado baixo e gutural cortou o ar.
07:22Vinha de Serafine.
07:23Era o som de um predador prestes a atacar.
07:26Morgane, cale-se.
07:30A voz de Serafine era uma ameaça líquida, perigosa.
07:34As sombras aos seus pés se contorceram com mais intensidade, reagindo à sua fúria.
07:40Ela se aproximou de Camille Monfort, ignorando Morgane, e ergueu o rosto da irmã mais nova pelo queixo.
07:47Seus olhos, completamente negros, brilhavam com uma mistura de frustração e dor profunda.
07:54Você prometeu!
07:56Serafine sussurrou, a voz trêmula de emoção contida.
08:00Prometeu que nunca faria isso de novo.
08:03Prometeu que nunca arriscaria sua vida por um mortal.
08:06Camille Monfort afastou a mão da irmã com firmeza, mas sem agressividade.
08:12Ele não é apenas um mortal.
08:15A resposta foi baixa, mas carregada de convicção.
08:18Serafine estreitou os olhos.
08:20A paciência se esvaindo.
08:22Ele é um caçador, um valoaz.
08:26Eles mataram metade do nosso clã, Camille Monfort.
08:29Como você pode esquecer isso?
08:31E os nossos mataram a linhagem dele.
08:34O ciclo nunca acaba.
08:36Camille respondeu.
08:37A amargura evidente em sua voz.
08:39Ela estava cansada daquela guerra sem fim.
08:42Daquele ódio que passava de geração em geração.
08:46Serafine virou o rosto para o lado, respirando fundo.
08:49Lutando visivelmente para não explodir.
08:53Seu controle sempre foi frágil.
08:55E naquela noite parecia prestes a se estilhaçar.
08:59Morgane, que observava a cena com uma calma irritante, cruzou os braços.
09:05Você não está indo para o exílio por amor, Camille.
09:08Camille franziu o senho, confusa.
09:11Estou indo porque não vou entregá-los ao conselho.
09:14Eu fiz uma escolha.
09:15Não.
09:17Morgane a interrompeu, a voz cortante.
09:19Ela deu um passo à frente, diminuindo a distância entre elas, encarando-a de perto, olho no olho.
09:26Você está indo porque é fraca.
09:29A acusação pairou no ar, pesada e venenosa.
09:33No mesmo instante, Serafine liberou um estalo de pura sombra.
09:37Uma onda de energia sombria que fez a madeira do cais rachar sobre seus pés.
09:43Repita isso, Morgane.
09:44E eu juro que...
09:46Mas Morgane apenas ergueu um dedo.
09:48Um único dedo.
09:49E Serafine recuou instintivamente.
09:52O poder da ordem da voz, que Morgane dominava como primogênita, era absoluto.
09:58Uma única palavra dela poderia paralisar um exército.
10:02Camille se apega a humanos porque teme o que é.
10:05Morgane continuou, a voz firme e implacável.
10:09Ela teme ser uma Monfort.
10:11Assim como Teresa temeu.
10:13Foi a gota d'água.
10:15A menção de Teresa, usada como arma mais uma vez, fez Camille Monfort finalmente reagir.
10:22Não use o nome dela contra mim, sussurrou, a voz carregada de uma dor antiga.
10:28Você não estava lá quando ela morreu.
10:30Morgane ergueu o queixo, altiva.
10:33Eu estava no dia anterior.
10:35E eu a avisei.
10:37Assim como eu avisei você.
10:40Camille desviou o olhar, sentindo o ar faltar em seus pulmões.
10:45A verdade naquelas palavras doía mais do que qualquer ferida física.
10:50O silêncio tenso foi quebrado por Serafim, que começou a caminhar lentamente ao redor de Camille Monfort, como uma pantera protegendo sua cria.
11:02Suas sombras a seguiam, uma guarda de honra macabra e protetora.
11:06Se alguém tentar te caçar no exílio, eu vou atrás deles, ela declarou, a voz baixa e letal.
11:13Se o conselho tentar tocar em você, eu corto a cabeça de cada um daqueles anciãos.
11:18Morgane respirou fundo, um som quase imperceptível de desaprovação.
11:24Você não ousaria.
11:27Serafim parou e se virou para a irmã mais velha.
11:30Um sorriso frio, vazio e profundamente perturbador brotou em seus lábios.
11:37Tente me parar.
11:39A tensão entre as duas irmãs era como o ranger de aço contra aço.
11:43Uma promessa de violência que poderia explodir a qualquer momento.
11:48Em meio àquele confronto, Camille Monfort finalmente ergueu a voz.
11:53Não com raiva, mas com uma mágoa profunda.
11:56Eu não pedi para vocês virem.
11:58A resposta de Morgane foi imediata e cortante como vidro quebrado.
12:03Nós não viemos por você.
12:05Seu tom era gélido.
12:06Viemos porque se você morrer, pai vai destruir os treze clãs em sua fúria.
12:12Serafim assentiu, concordando.
12:14E então acrescentou algo que mudou o tom da conversa.
12:18E porque Teresa morreu sozinha?
12:20Você não morrerá assim.
12:23Pela primeira vez naquela madrugada, o silêncio que se instalou entre as três irmãs foi sincero.
12:28Não era um silêncio de tensão ou de raiva, mas um silêncio de memória, de perda compartilhada, de um amor retorcido, disfuncional, mas ainda assim, um amor.
12:41O apito do vessel Noctis soou, um chamado grave que ecoou pela névoa, anunciando a partida iminente.
12:50O momento havia chegado.
12:52O vento soprou novamente, frio e salgado, trazendo o cheiro do mar aberto e do destino desconhecido.
13:00Serafim se aproximou e tocou o rosto de Camille Monfort uma última vez.
13:05Seus dedos eram frios, mas o gesto era quase gentil.
13:09Traga esse humano vivo.
13:12E então, num sussurro afiado como uma navalha, ela acrescentou, ou não volte.
13:18Era uma ordem, uma súplica e uma ameaça, tudo ao mesmo tempo.
13:24Morgane, por sua vez, manteve sua postura distante.
13:28Suas últimas palavras foram uma advertência formal, quase um decreto,
13:33que o sangue imperial ne precise ser derramado por sua causa, novamente.
13:40As duas irmãs recuaram para a névoa, tornando-se novamente silhuetas fantasmagóricas.
13:47Camille se virou e subiu a rampa do navio, sem olhar para trás.
13:51Ela não podia.
13:52Se olhasse, talvez não tivesse forças para ir, mas as irmãs olharam.
13:58Elas sempre olhavam.
14:00Ficaram paradas no cais, observando o navio se afastar,
14:04até que a figura de Camille se tornasse apenas um ponto na escuridão.
14:08Quando o navio finalmente partiu, as ondas começaram a bater contra o casco,
14:14suando como tambores fúnebres que marcavam o início do exílio
14:19e o começo de uma jornada em um lugar mais inóspito para um vampiro.
14:25Serafine murmurou para a névoa, ou talvez para si mesma.
14:30Pai, nunca a perdoará por isso.
14:34Morgane, ao lado dela, respondeu com uma lógica fria,
14:37que escondia uma verdade surpreendente.
14:41Não foi para ser perdoada, foi para sobreviver.
14:44Elas se viraram e caminharam de volta para a escuridão de onde vieram,
14:49levando consigo a herdeira exilada do sangue imperial,
14:53levando a vampira condenada que poderia um dia destruir ou salvar o mundo de Arcanes.
15:00A névoa arranhava o mar como dedos pálidos
15:03e a lua cheia parecia tremer diante da presença dela.
15:08Camille Monfort, seguem em direção ao porto de Cádiz,
15:12a vampira de mil e trezentos anos, a herdeira da noite esquecida,
15:17aquela que já havia visto impérios ruírem, reis sangrarem e deuses serem renegados.
15:24Agora caminhava no silêncio absoluto, em capa negra, arrastando pelo cais.
15:29Os marinheiros humanos simplesmente não a viam.
15:33Os poucos que sentiram sua presença tiveram apenas a sensação de que a morte acabara de passar atrás deles
15:40e seguiram trabalhando, fingindo que nada havia acontecido.
15:46Camille parou diante da água escura.
15:48Ela não gostava de ser chamada e muito menos gostava de buscar subordinadas.
16:02Mas sua missão exigia isso, uma travessia ao novo mundo, uma caça antiga,
16:08um nome que ela não pronunciava há séculos e que reaparecera no Brasil.
16:14Ela embarcou sozinha na pequena caravela que a esperava.
16:17Os remos se moveram sem tocar mãos humanas, sombras fazendo o trabalho, obedientes apenas a ela.
16:26Quando Camille pisou no porto de Cádiz, o ar pareceu congelar.
16:30As lamparinas tremeram.
16:32Os cães começaram a uivar de dentro das casas.
16:36E lá estavam elas.
16:39Quatro figuras encapuzadas, ajoelhadas em fila, cada uma liderando vinte e cinco vampiras.
16:44As temidas brumas mortais.
16:47As cento e quatro guerreiras da corte de guerra de Camille Monfort.
16:52Camille caminhou até elas, o olhar frio como a lâmina de uma guilhotina.
16:57Eu deixei ordens claras.
17:00Vocês é que deveriam ter vindo até mim.
17:03As quatro comandantes permaneceram de cabeça baixa.
17:07Mas uma delas, Lirienne d'Argent, não suportou o peso da ira de Camille.
17:12Ela avançou, ajoelhando-se mais profundamente, quase tocando a testa no chão.
17:18Lirienne com a voz, trêmula.
17:20Minha senhora, minha rainha da noite, permita-me carregar a culpa.
17:26Juramos lealdade, vida e morte, sangue e sombra.
17:31Fomos nós que falhamos.
17:34O silêncio de Camille foi pior que um grito.
17:37Até que ela ergueu o queixo de Lirienne com apenas um dedo.
17:40Camille, inscreva-se curta e deixe suas teorias nos comentários.
17:46Ative o sino para não perder os capítulos quando sair.
17:50Vocês são minhas comandantes.
17:52Não mendiguem perdão.
17:54Sirvam.
17:55E vivam para isso.
17:57Atrás de Lirienne, as outras três comandantes ergueram os rostos.
18:02Sarah Valtieri.
18:04Olhar firme, postura de guerreira francesa, cicatriz fina no queixo.
18:10Mireia LaRouge.
18:12Lábios vermelhos como sangue fresco, expressão provocadora, perigosa.
18:17Kaele von Haben, sombria, olhos de corvo, calma mortal.
18:23Camille olhou para as 104 vampiras ajoelhadas.
18:26Um exército silencioso, imóvel, aguardando apenas a ordem final.
18:32Diu.
18:33O mar rugiu.
18:35A lua escureceu por um instante.
18:37E então Camille estendeu a mão.
18:40Camille, solene, ancestral.
18:43Levantem-se.
18:46A noite nos chama para o outro lado do oceano.
18:49Há sangue.
18:50Há passado.
18:51E há um inimigo que me deve mais que a própria alma.
18:55As 24 vampiras se ergueram como uma única sobra viva.
19:00Camille.
19:02Partiremos agora, para o Brasil.
19:05Os olhos de todas brilharam em vermelho.
19:07A frota de três navios, invisível aos olhos humanos,
19:12abriu as velas negras.
19:14O vento soprou contra a direção natural,
19:17como se o próprio mar se curvasse à vontade dela.
19:20Camille deu o comando final.
19:22Amazonas nos espera, entre sombras e sangue.
19:26Nós reclamaremos o que é nosso.
19:29E assim começou a jornada que marcaria o início da lenda.
19:33Camille Monfort, a vampira de Manaus.
19:36Inscreva até o próximo capítulo.
19:38E aí
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