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Os médicos de Jair Bolsonaro (PL) explicaram que a cirurgia realizada para o bloqueio anestésico do nervo frênico foi "super tranquila" e o parlamentar ficará em observação a partir de agora. Em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (29), a equipe informou que o procedimento visa ajudar na crise de soluços. A expectativa é que o ex-presidente passe o Réveillon no hospital e receba alta no dia 1º de janeiro.

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Transcrição
00:00Porque nesse momento chama Brasília, coletiva dos médicos do Bolsonaro, vamos acompanhar.
00:04Hoje o bloqueio do lado esquerdo, fizemos um complemento do lado direito.
00:09Fizemos tanto com eletroestimulação, tanto com documentação, com escopia durante o procedimento.
00:16Foi super tranquilo o procedimento, durou cerca de uma hora mais ou menos.
00:20Ele ficou mais ou menos uma hora em recuperação pós-procedimento e voltou para o quarto.
00:23Deve ter uns 40, 50 minutinhos que ele voltou para o quarto.
00:26E o que acontece agora, doutor? Quais são os próximos passos do pós-operitório?
00:30Então, agora é muito parecido com o que nós falamos no sábado passado.
00:34Ele vai, em observação agora, nessas próximas 24, 48 horas,
00:38observar como que vai ser o comportamento dos episódios de soluço que ele tem.
00:42E quando ele começa a ter soluço, são muitos soluços por minuto.
00:46Então, nós vamos acompanhar agora.
00:48Esse procedimento é para acabar com soluços ou é para amenizar as crises que ele está tendo?
00:52São duas coisas. É uma prova terapêutica para ele.
00:56E para amenizar. Ele não acaba agora com o soluço.
00:59Se ele melhorar com esse procedimento, aí nós vamos pensar em outros procedimentos futuros.
01:03Em relação aos soluços, que é um tema que a gente tem discutido muito.
01:07Meu nome é Brasil Caiado, eu sou cardiologista clínico,
01:12responsável junto com o doutor Cláudio pelo acompanhamento do presidente.
01:17O que eu queria ressaltar para vocês,
01:18que o soluço é um tema que a gente está tendo um cuidado especial,
01:23além da cirurgia que foi proposta inicialmente.
01:25Por quê?
01:26Para contextualizar para vocês,
01:29esse tipo de quadro a gente denomina de soluços persistentes ou intratáveis.
01:35O que significa isso?
01:37São quadros extremamente raros.
01:41No Brasil, para vocês terem uma ideia,
01:43nem tem dados epidemiológicos como é raro.
01:46E eles são decorrente de outras doenças.
01:48Mais comumente, de pós-cirurgia do abdômen,
01:51que é um problema que o presidente tem,
01:54e também de doenças do trato gastrointestinal, que também ele tem.
01:58Outras doenças também neurológicas.
02:00O que eu estou dizendo isso?
02:01Por causa disso,
02:03e de ter este quadro com essa severidade,
02:06demandou um pouco mais de cuidado da nossa parte.
02:09Nós dividimos o tratamento e a preocupação com ele em três partes,
02:14mas que foram feitas de forma simultânea,
02:16que nós conversamos aqui anteriormente,
02:18que é o cuidado com a alimentação,
02:21nós fracionamos a alimentação,
02:23o cuidado especial com a medicação,
02:26e também com a intervenção de bloqueio do nervo,
02:29para entender qual foi o conjunto da proposta terapêutica.
02:32Ele respondeu, de todas essas formas, relativamente bem,
02:38mas nós não obtivemos o resultado desejado.
02:42Com a dieta ele melhorou,
02:44com a medicação ele também melhorou,
02:47e acrescenta-se a isso o bloqueio do nervo.
02:49É sempre lembrando que é um tratamento multifatorial,
02:52para vocês entenderem.
02:54Teve um procedimento complementado lá do direito,
02:58já tinha sido realizado no sábado.
02:59Vem um pouquinho mais para frente.
03:01Aconteceu algo durante a cirurgia?
03:03Ele respondeu bem durante o procedimento?
03:04Sim, mas o que acontece?
03:06Como era um procedimento novo para ele,
03:08e após esse procedimento ele estava sendo encaminhado
03:11a um lugar não muito apropriado para o acompanhamento,
03:14porque normalmente a gente precisa de muito tempo para acompanhar,
03:18como eu te falei, da gravidade do quadro.
03:20E como nós temos um espaço curto,
03:22o que nós optamos primeiro, em conjunto com a equipe?
03:24Para fazer uma dose terapêutica mais baixa,
03:28para não corrermos riscos.
03:29Mas como a resposta não foi adequada,
03:33então já estava no nosso planejamento.
03:35Fazer uma segunda etapa,
03:36tanto para complementar, se necessário, a primeira,
03:39e fazer a segunda como foi feito hoje.
03:42E hoje ele fez a dose um pouco mais alta,
03:45para ter-se uma melhor eficácia.
03:47Agora nós temos que esperar a evolução e a resposta.
03:51Carlos Bolsonaro deve ser internado até o TBO, por exemplo?
03:56É como nós temos dito sempre,
03:59o nosso acompanhamento e a nossa proposta é de acompanhamento diário.
04:04E nós não queremos também prolongar muito a internação.
04:09Por isso nós aproveitamos esse tempo de espaço
04:11da recuperação da cirurgia do Dr. Claudio,
04:14para poder otimizar esses tratamentos todos.
04:17Eu, pessoalmente, não acredito em conjunto com o Dr. Claudio,
04:20que vai prolongar muito, não.
04:21Eu tenho uma situação de 48 horas depois da cirurgia.
04:26Essa se mantém?
04:27Então, gente, assim, em termos de expectativa de internação
04:32e outros procedimentos, tá legal?
04:34Ele fez esse procedimento hoje.
04:36A gente precisa de pelo menos 48 horas
04:38para avaliação de resultados, complicações e etc.
04:42Ok?
04:42Então, esse tempo será aguardado,
04:44independente de qualquer coisa.
04:47Mais pra frente?
04:48É, por favor.
04:49Mais um passo, tá?
04:50E ainda está prevista a realização de uma nova endoscopia digestiva alta.
04:59Possivelmente, a gente não decidiu ainda se vai fazer amanhã
05:01ou na quarta-feira.
05:03E a gente está trabalhando com a hipótese
05:05de que se não houverem novas intercorrências,
05:08novos problemas,
05:08que ele fique aqui até o dia primeiro,
05:10até quinta-feira, tá bom?
05:12Então, é...
05:13Um dado...
05:14Vai passar o vídeo no hospital.
05:16Sim.
05:17Sim.
05:17Sim, vai passar.
05:20Um outro dado que eu acho que é relevante
05:23é que essa noite passada
05:26ele fez...
05:28Ele refez aquele exame de polissonografia, tá?
05:32Que é aquele exame para estudo de apneia do sono.
05:34E o exame realmente mostrou que ele tem uma apneia de sono severa.
05:38Ele teve praticamente 50 episódios de interrupção de sono por hora,
05:43inclusive com um padrão obstrutivo,
05:46o que mostra a necessidade de uma melhora no padrão de sono dele.
05:53Então, possivelmente, ele deve ficar esses próximos dias
05:55com algum equipamento, tipo CEPAP ou BIPAP,
05:59para ver se atenua essa situação.
06:02O filho dele falou sobre pressão altíssima durante a noite.
06:05Su, Jaco...
06:06No sábado, no sábado à tarde,
06:12ele começou a responder de forma diferente do que ele vinha vindo.
06:16O presidente já é um portador da doença hipertensão arterial,
06:21já estava medicado e controlada essa pressão.
06:25Mas no sábado, ele apresentou um pico hipertensivo,
06:28nós dobramos a dose do medicamento,
06:31adequou praticamente no domingo pela manhã,
06:33e hoje, durante o procedimento e imediatamente após,
06:39ele teve novamente uma crise hipertensiva.
06:41Nós tivemos que usar medicamento na veia.
06:44Foi o motivo que fizeram até vocês esperar um pouco mais.
06:47Porque nós só saímos do centro cirúrgico
06:49uma hora após o procedimento,
06:52aguardando a resposta do medicamento.
06:54Agora, vamos ter que acompanhar
06:56para saber como que ele vai evoluir nos próximos dias.
06:58O quadro de saúde dele é considerado estável, grave, mas estável?
07:03É um quadro estável.
07:05Como eu falei, a cada momento,
07:07se há uma intercorrência,
07:09ou do ponto de vista cirúrgico,
07:11ou clínico,
07:12eu, doutor Cláudio,
07:13é que nós estamos aqui praticamente o dia todo
07:15prontos para intervir, se necessário.
07:18Mas está estável no momento.
07:19O sono, a chamada apneia obstrutiva do sono,
07:29é um fator que piora a hipertensão arterial.
07:33Por isso, nós temos que combater todos os fatores
07:36para poder minimizar os efeitos para ele.
07:43Acompanhamos entrevista coletiva da equipe médica
07:45que operou ali o presidente Bolsonaro
07:48e mais um procedimento cirúrgico,
07:50dessa vez para um bloqueio anestésico
07:53no chamado nervo frênico do lado esquerdo.
07:56Isso já havia sido feito do lado direito,
07:58e isso é para tentar solucionar
08:00ou amenizar a crise de soluços
08:02que o presidente está vivenciando
08:05desde que vive as sequelas da sua facada
08:08e das cirurgias todas
08:09que foi submetido desde então.
08:12Sr. Fábio Piperno, agora a expectativa é da possibilidade de alta
08:17no dia 1º de janeiro de 2026,
08:21portanto, no decorrer dessa semana.
08:23Enquanto isso, o Bolsonaro vai continuar
08:25sob avaliação,
08:27sob observação da equipe médica.
08:31Então, assim, da mesma forma que eu acho que
08:33é no sistema penitenciário que ele tem que ter,
08:36que ele tem que receber todo o acompanhamento necessário,
08:39eu também acho que não deve haver agora
08:43qualquer tipo de assodamento,
08:45qualquer tipo de precipitação
08:47para que ele saia do hospital
08:51e retorne lá para a Polícia Federal.
08:53Por quê?
08:54Porque é um quadro que exige cuidados,
08:57e se ele tiver que ficar
08:58dois, três dias a mais ou menos,
09:00não vai mudar absolutamente nada
09:02em relação ao cumprimento da pena,
09:03mas pode fazer diferença
09:05em relação aos cuidados que ele tem,
09:08enfim, que receber como os médicos
09:10deixaram muito claro.
09:11Agora, repito, isso,
09:13na minha avaliação, pelo menos,
09:15não é suficiente para que ele seja
09:18beneficiado com o regime de prisão domiciliar.
09:21E você, senhor Luiz Augusto Durso?
09:25Olha, Cubaiacho,
09:26ouvindo a coletiva de imprensa dos médicos
09:29e fazendo uma reflexão aqui,
09:31pode existir uma possibilidade
09:33da defesa conseguir
09:34uma prisão domiciliar,
09:37não necessariamente pelo que passou,
09:39mas levantando a tese
09:41do que chama-se de home care,
09:44que é aquela possibilidade
09:47do tratamento do hospital
09:49feito em casa.
09:50Então, é quase como montar
09:52uma semi-UTI ali no quarto
09:53e manter o paciente
09:54sob cuidados médicos.
09:56A depender do quadro clínico
09:58do ex-presidente Jair Bolsonaro,
10:00pode ser que a defesa consiga
10:02emplacar aí alguma prisão domiciliar,
10:05mostrando as necessidades médicas,
10:07não necessariamente a situação
10:09pontual da saúde,
10:11mas a situação do acompanhamento
10:14permanente de sua saúde.
10:16Hoje já se falou em apneia do sono,
10:18já se falou em pressão alta,
10:20se falou na situação do soluço.
10:23Então, é o agravamento
10:24de situações que podem depender
10:26de um acompanhamento diário
10:28ou até permanente da saúde.
10:31E aí, uma situação de home care
10:33poderia dar base
10:35para um pedido judicial
10:36e, quem sabe,
10:37até uma concessão
10:38de prisão domiciliar,
10:40não para ele cumprir
10:40a prisão em casa,
10:42mas para que ele tenha
10:42os cuidados do hospital
10:44em sua casa.
10:46Tá aí.
10:46Muito bem observado
10:47pelo Luiz Augusto Durso.
10:48Obrigado.
10:49Obrigado.
10:50Obrigado.
10:51Obrigado.
10:52Obrigado.
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