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A Boeing pretende manter a produção de aeronaves nos níveis atuais antes de avançar para novos patamares industriais, enquanto implementa melhorias de segurança e qualidade. A informação foi dada neste domingo (16) pela executiva responsável pela divisão de jatos comerciais, Stephanie Pope. Mariana Almeida analisou no Agora.

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Transcrição
00:00Vamos ver um destaque do nosso site?
00:02A Boeing busca consolidar processos antes de ampliar a fabricação.
00:07A Boeing pretende manter a produção de aeronaves nos níveis atuais
00:11antes de avançar para novos patamares industriais
00:14enquanto implementa melhorias de segurança e qualidade.
00:18A executiva responsável pela divisão de jatos comerciais
00:22afirmou que a Boeing vai manter os níveis atuais de produção de aeronaves
00:26para implementar melhorias de segurança e qualidade.
00:30A fabricante foi autorizada por reguladores a produzir 42 aeronaves do 737 por mês
00:37acima do limite de 38 aeronaves, imposto após a explosão em pleno voo em 2024.
00:43Poupe disse que a empresa só aumentará a taxa de fabricação do 737
00:47para 47 unidades mensais quando o sistema estiver pronto,
00:53reforçando que avançar no ritmo adequado é melhor do que avançar rápido.
00:58Para conferir esta matéria completa, acesse www.timesbrasil.com.br
01:05Maria Almeida, havia essa preocupação com os modelos 737 da Boeing
01:10e agora parece que a Boeing busca consolidar esse processo antes de ampliar a fabricação,
01:17fazer alguns ajustes.
01:19É importante para que não aconteça também outros acidentes.
01:22Sem dúvida.
01:23Acho que tem um aspecto de crise de credibilidade da empresa em razão da questão de segurança
01:29e os acidentes ficaram mundialmente famosos, tem um efeito mais generalizado.
01:34Então a empresa agora apostando em conseguir recuperar essa credibilidade,
01:39inclusive dando um passo atrás na ampliação da sua produção, na retomada da produção.
01:45É uma decisão importante porque parece que vai realmente ao encontro
01:49do que seria uma solução mais consistente do problema original,
01:54segurança, portanto não é só um aspecto de marketing,
01:56mas claro, faz com que o mercado fique de olho, principalmente quem é concorrente,
02:01aí falando aqui um pouco também da Embraer, por exemplo,
02:03para ver que possibilidades isso abre também de concorrência e portanto ganho de mercado
02:09na medida em que tem essa, de alguma maneira, pausa para ajustes internos na Boeing.
02:14A Embraer, lembrando, é uma empresa, a nossa empresa brasileira aqui,
02:18que cresce muito nesse setor, cresce também em jatos comerciais,
02:21mas vem se diversificando exatamente para poder ocupar outros espaços
02:24que não apenas, onde já tem mais consolidado, por exemplo, um espaço da Boeing e da Airbus.
02:31Mas, de novo, o mercado é assim, ele, quando você avança as custas aí de alguns fatores,
02:37como por exemplo a segurança no que aconteceu na Boeing, ele vai cobrar o preço
02:41e aí agora esse passo para trás significa isso.
02:43Olha, estou aqui tentando recuperar, mas de alguma maneira, como eu falei,
02:47está dando um sinal aí para quem é concorrente de ter espaço aí para ser ocupado
02:53por quem já estiver em condições aí de avançar na sua produção.
02:57Klein.
02:57É, e até a Airbus, né, companhia europeia que tem uma concorrência forte aí com a Boeing,
03:03faz essa pressão, né, porque ela cresce e a Boeing tem essa crise de imagem,
03:09faz com que a empresa queira correr atrás, né, porque não é fácil.
03:12Aí depois você recuperar esse mercado.
03:14Exatamente, é isso, não se brinca, né, nessa situação.
03:17Então, como eu falei, segurança em primeiro lugar não pode ser a qualquer custo,
03:21mas o ponto é que existe uma concorrência aí acontecendo
03:23e provavelmente o cenário vai estar aquecido aí no mercado de aeronaves.
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