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Uma pesquisa AtlasIntel revelou que 55,2% da população brasileira aprova a megaoperação policial contra o crime organizado no Rio de Janeiro.

O apoio é ainda mais expressivo entre os moradores de comunidades, onde 87,6% dos entrevistados se manifestaram favoráveis à ação.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/pCFnkyeEmEk

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Transcrição
00:00A gente fala agora sobre o levantamento da Atlas Intel,
00:03indicando que 55,2% dos entrevistados apoiam a mega-operação que foi feita no Rio de Janeiro.
00:10A gente tem aqui, para mostrar para quem nos acompanha, são três projeções.
00:15Primeiro, essa daqui, aprovação sobre essa mega-operação do Rio de Janeiro, no nível nacional.
00:20Aprovo 55,2%, desaprovo 42,3% e, não sei, 2,5%.
00:29Na nossa próxima tela, nós temos uma outra medição, avaliação do nível de violência nessa operação.
00:36Foi adequado, 52,5%.
00:39Excessivo, 45,8% e, não soube responder, 1,6%.
00:46E, por último, nós temos mais uma avaliação que foi feita pela Atlas Intel.
00:53Favorabilidade a mais operações.
00:56Quem apoia outras operações como essa?
00:58A favor, 55,9%, contra 35,3%, não sei, 8,8%.
01:05Deixa eu chamar os nossos comentaristas para fazer uma avaliação sobre esse número.
01:09E há também um outro número que nós não recortamos aqui.
01:11Quase 80%, mais de 80%, não é, Dora?
01:14De moradores de favelas do Rio de Janeiro apoiam essa operação da Polícia do Rio de Janeiro.
01:21Esse dado que eu acho crucial, 86,7%, quase praticamente 90%, isso é quase a totalidade dos moradores de favela do Rio de Janeiro apoiam esse tipo de operação.
01:39Não estou entrando no mérito nem dando minha opinião sobre a operação, estou retratando a realidade.
01:4580% de moradores de favelas em todo o país apoiam esse tipo de operação.
01:54Então, 86, 90% aqui no Rio, 80% moradores de favela.
01:59E aí, 55% das pessoas aí, no geral, não necessariamente moradores de favela, apoiam esse tipo.
02:10Quer dizer, ainda é a maioria, mas cai de maneira, assim, impressionante.
02:16O que isso quer dizer?
02:17O óbvio, né?
02:18Quem está lá perto, quem vive, quem é dominado, quem é oprimido, seja pelo crime, seja pela violência de operações policiais, quer alguma solução.
02:34A que se apresenta é a operação policial.
02:37Então, as pessoas dizem sim, queremos, mas note, tem que falar isso baixinho, porque se fala alto, o tráfico reage.
02:44O tráfico que oprime atua contra essas pessoas.
02:48E quando eu digo atua contra essas pessoas, eu estou usando uma expressão amena, né?
02:54Porque tortura, mata, enfim, faz miséria, faz o diabo.
02:59Então, eu acho esse dado impressionante, essa diferença de 90% para 50%.
03:06E é 90% é quem está perto, 50% é a maioria, mas está longe.
03:11Porque, Vilela, nas primeiras imagens que a gente viu aqui, você tem números altos, mas são mais ou menos números que não são correlatos,
03:23mas há uma proximidade maior desses números, aprovando o grau de violência e desaprovando.
03:29Mas quando a Dora cita em relação aos moradores, quando você faz esse recorte, é claro que a realidade das pessoas se impõe.
03:36Exatamente, Tiago.
03:39E aí, nesse sentido, quando a gente olha para o número geral, onde a diferença não é tão grande,
03:46mas ela é favorável, sim, à realização de medidas como essa que aconteceram no Rio de Janeiro, na última terça-feira,
03:54a gente percebe que esse tema, ele ganhou realmente, claro, o eleitorado mais à direita,
04:00que já é um eleitorado mais propenso a esse tipo de atuação das forças policiais,
04:06mas ele também traz uma parte muito significativa do eleitor de centro.
04:12Nesse sentido, aquele eleitor mais à esquerda, ele fica mais isolado do ponto de vista,
04:19seguindo aquele discurso que tem sido feito nos últimos dias pelos apoiadores do governo,
04:26pelos partidos de esquerda, pelas lideranças.
04:28E aí a gente percebe que, nesse sentido, esses nomes mais ligados ao parlamento,
04:33ou mais ligados a essas milícias digitais, a essa polarização nas redes,
04:39acabam fazendo discursos muito fortes, muito bélicos,
04:43mas o presidente da república, ele manteve um certo silêncio com relação ao tema.
04:49Justamente e seguramente orientado pela sua estrutura de comunicação,
04:54que percebe aí uma casca de banana.
04:57O presidente da república, no seu projeto de reeleição,
05:01ele precisa do apoio do centro político.
05:04E nesse sentido, botar mais fogo nessa fogueira da parte do próprio presidente da república
05:10não seria conveniente dentro da sua estratégia eleitoral.
05:14Odório, eu queria trazer pra você essa leitura que o Vilela faz,
05:17porque o presidente Lula até agora só se manifestou pelas redes sociais,
05:22falando sobre essa ação no Rio de Janeiro.
05:25É possível já fazer algum tipo de projeção?
05:28Porque em algum momento nós teremos mais pesquisas,
05:31Datafolha, Instituto Paraná, pesquisas,
05:34indicando a popularidade do presidente Lula.
05:37De que forma essa crise da segurança pode interferir no próprio presidente da república
05:43e aí também no Rio de Janeiro, né?
05:45Na própria popularidade do governador Cláudio Castro,
05:49que, me corrija se eu não estiver enganado, não é boa, né?
05:53Não, não é boa de jeito nenhum, mas ele recebeu apoio, né?
05:57E por isso essa reação tão violenta, por exemplo, do Guilherme Boulos,
06:01porque eles sabem disso, né?
06:03Quando o presidente se manda, ele tá pisando leve nesse terreno,
06:09porque é um terreno minado, principalmente pra esquerda,
06:12que tem um tipo de visão que não é da maioria da população,
06:18não necessariamente porque ela seja de direita,
06:21porque como ela não enxerga um outro tipo de solução,
06:24se aparecesse uma solução razoável que realmente resolvesse,
06:28muito provavelmente as pessoas topariam.
06:33O projeto da UPP, lá de trás, que ficou fracassado,
06:38ele era um projeto que incluía o social e não era um projeto de matança.
06:44E é um projeto que deu a reeleição do Sérgio Cabral.
06:49Teve amplo apoio popular.
06:51Como as pessoas querem alguma solução,
06:53e a única que elas veem é polícia invadindo,
06:57então, ora, é polícia invadindo, entendeu?
07:00Então, quando também não se coloca nada no lugar,
07:05aí as pessoas ficam apenas com a opção que elas estão vendo ali.
07:10Alguém tá agindo, né?
07:12E reagindo.
07:13Agora, quanto ao presidente Lula,
07:17ele realmente fica parecendo omissão.
07:20Agora eu vou te falar uma coisa.
07:22Do jeito que o presidente Lula fala coisas inapropriadas,
07:27o que eu chamo de impulso oratório inapropriado,
07:31nesse assunto sensível,
07:33e que o papel do presidente da República é crucial,
07:38é melhor mesmo que ele ouça os conselhos
07:41dali do entorno dele,
07:44que ele organize as ideias,
07:46que ele monte um plano,
07:47e principalmente que ele meça as palavras
07:50antes de abordar esse assunto.
07:53Eu tenho a impressão que é o que ele tá fazendo,
07:56porque se ele pisar errado,
07:59principalmente depois da tal da frase do traficante,
08:02que é vítima do usuário,
08:03enfim, né?
08:04Se for nessa linha,
08:07isso eu acho que é mortal.
08:11Mortal não no sentido...
08:13Não, com isso ele perde a eleição,
08:15mas ele realmente terá um baque de apoio da população.
08:20Então eu acho que essa contenção do presidente da República,
08:24que não é habitual,
08:25ele vai pro palanque três vezes por dia,
08:28falar a respeito de tudo,
08:29e sobretudo o que não deve, né?
08:32Falar e de maneira inadequada,
08:36está ali, eu acho que,
08:39em se tratando do presidente do jeito que ele é,
08:42esse silêncio que precisa ser rompido em breve,
08:46mas por enquanto ele é de ouro.
08:49Em algum momento esse silêncio vai ser rompido, né, Vilela?
08:52Agora, eu queria te perguntar também,
08:53pra gente fechar essa nossa discussão aqui,
08:55sobre o Congresso Nacional.
08:56A reação do Congresso é, entre aspas,
08:59um pouco mais fácil,
09:00porque você anuncia a CPI,
09:02você resgata algum projeto que estava parado,
09:05e essa discussão, pelo menos pro Congresso,
09:07tem a divisão dos parlamentares, claro,
09:09mas fica um pouco mais fácil?
09:12Olha, Thiago, ela fica mais fácil
09:15à medida que, ao parlamentar,
09:17nesse momento que a gente vive,
09:20cabe fazer a defesa do seu lado político.
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