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  • há 3 meses
Em entrevista ao Grupo Liberal, o presidente do Einstein Hospital Israelita, Sidney Klajner, destacou a importância de incluir a saúde como tema central nas discussões climáticas globais. Para ele, a participação da instituição em eventos internacionais é crucial, como a Semana do Clima em Nova York e a COP em Baku. Ainda defendeu que a pauta da saúde esteja presente nas negociações da COP 30, especialmente em relação aos investimentos necessários para enfrentar os impactos das mudanças climáticas.

Reportagem: Andreza Dias / Especial para O Liberal
Op. de Corte: Natália Bemmuyal

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Transcrição
00:00Primeiramente, boa tarde a todos. Eu agradeço muito pela oportunidade de falar com o Einstein,
00:09um hospital tão renomado, e com vocês, Henrique e Sidney, respectivamente.
00:16Então, queria começar entendendo o que o Einstein está fazendo aqui no Pará, logo em Copa 30,
00:22quais são as, não promessas, mas o rumo a se seguir nesse ano de Copa 30,
00:28como o debate de saúde se relaciona com mudanças climáticas, nesse sentido.
00:35Bom, em primeiro lugar, eu acho que é importante, primeiro, dizer que é um prazer estar aqui com você, Andressa,
00:41nessa entrevista, e dizer que o Einstein é uma organização sem fins lucrativos,
00:47que foi fundada há 70 anos atrás, e trouxe como propósito, como uma missão,
00:54melhorar a assistência à saúde, mas levar condições de saúde melhores,
01:01a gente chama de vidas mais saudáveis, a sociedade maior, um número cada vez maior de seres humanos,
01:07através de uma gota de Einstein. Isso envolve muito a busca da equidade.
01:10Quando a gente fala de equidade em saúde, a gente está falando em relação a como também as alterações climáticas
01:19vão fazer com que qualquer população de qualquer país, de qualquer região,
01:27sofra os impactos em relação a extremos de temperatura, principalmente ao clima, na sua saúde.
01:34Então, nós consideramos isso também um objeto de cumprimento da nossa essência, da nossa missão,
01:39quando a gente participa da discussão em relação às alterações climáticas,
01:44lembrando o que a gente, como organização de saúde, voltada a impactar a saúde da população em geral
01:51em busca da equidade, como que nós podemos atuar no sentido de chamar atenção
01:56para os sistemas de saúde em relação aos extremos climáticos que a gente vê acontecendo
02:03e como que os sistemas podem estar melhores preparados para atender as demandas de saúde,
02:08especialmente das populações mais vulneráveis e com menor acesso à saúde,
02:15a equipamentos, instituições de saúde.
02:18Então, essa discussão de clima é sim um assunto de saúde
02:22e aquilo que está relacionado à saúde, o Einstein tem como missão e como propósito
02:29participar no sentido de trazer saúde à população em geral.
02:33É isso que nos traz, não de agora, mas quando a gente fala de sustentabilidade,
02:38entra também a parte de clima, principalmente quando nós passamos a participar,
02:44isso foi no início de 2010, 2011, quando a gente adota objetivos de desenvolvimento sustentável
02:53dentro de um plano de sustentabilidade, principalmente no que diz respeito à saúde e bem-estar,
03:00que é o objetivo número 3, além de outros oito objetivos que fazem parte de impacto à saúde.
03:07Então, ao longo do tempo, a gente vem trazendo essa discussão,
03:10tivemos na COP29 e com bastante motivação nós estamos aqui para a COP30
03:17para chamar atenção para a saúde, o Einstein como uma organização de saúde
03:22que coloque a equidade dentro do seu plano.
03:25Nesse sentido, também não tem como não discutir sobre o clima, né?
03:30Falar sobre toda a questão que envolve o que vem afetando as pessoas
03:35com relação às mudanças climáticas.
03:36Normalmente, a gente tende a não associar saúde a essa questão.
03:42Então, isso é um erro, né?
03:43Porque quando a gente fala de tudo que pode contribuir para alterações climáticas,
03:49extremos climáticos, e a gente teve a oportunidade de ver aqui no Brasil
03:53as chuvas no Rio Grande do Sul, a gente viu as queimadas no ano passado,
03:58que cobriram mais da metade do território brasileiro,
04:01tudo isso impacta, impacta muito a saúde da população,
04:04principalmente na questão direta, quando calor, umidade, Belém,
04:10teve um aumento de temperatura, por exemplo, muito grande nos últimos tempos.
04:14Isso afeta capacidade cardiovascular e isso interfere negativamente,
04:22aumentando mortalidade, aumentando doenças respiratórias, cardiocomunárias.
04:28Então, a população também tem que estar preparada de alguma forma
04:33e para isso os sistemas de saúde têm que ser resilientes.
04:38Não é admissível, por exemplo, que os sistemas deixem de atuar
04:43por extremos de temperatura que compromete toda a infraestrutura
04:46ou que não tem uma rota de fuga quando um hospital é fechado, por exemplo,
04:51por causa de uma enchente.
04:52E a gente vem vendo isso acontecer no mundo todo,
04:56quer dizer, a falta de preocupação com a saúde e o pior,
04:59especialmente nas populações onde o acesso já é mais difícil
05:03e onde deixam de ter o acesso maior,
05:06ficando até mais vulneráveis a essas condições de extremos climáticos.
05:11Então, essa é a razão de a gente falar muito de saúde,
05:17algo que só entrou na discussão dentro da Conferência do Clima há quatro anos
05:22e aonde não existe a sensação de que o investimento deva ser realizado.
05:28Eu já ia esquecendo de um ponto muito importante,
05:30o Einstein vem atuando há três anos nessa questão de mudanças climáticas,
05:33logo quando surge também a nossa discussão como COP30.
05:36Então, eu queria também entender, agora direcionado para o senhor Henrique,
05:43o que temos hoje de projetos que alcancem essa temática hoje no Paracursos,
05:48capacitação na área da saúde?
05:51Então, o Einstein tem um programa junto com o Ministério da Saúde
05:59que se chama Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sul,
06:02de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sul.
06:04Em função da condição tributária que o Einstein tem,
06:08ele faz investimentos ao longo de um triênio em projetos que são aprovados
06:12junto com o Ministério da Saúde.
06:14São hoje cerca de 40 projetos,
06:18e são projetos que têm uma característica de estarem distribuídos pelo território nacional.
06:22Então, existe uma parte desses projetos que estão na região norte,
06:25e tem uma parte deles que estão dentro do Pará.
06:29Um dos que nos parece mais interessante é o chamado TELEMAS,
06:33que é a possibilidade de uma pessoa que esteja em qualquer localidade,
06:39próxima de uma UBS, que seja conectada a esse sistema.
06:43Telemedicina, não é?
06:44Telemedicina, mas é uma telemedicina para especialidades.
06:47Então, se há necessidade de uma opinião de um especialista,
06:51este sistema permite que o médico de família local da UBS
06:55se conecte e possa fazer essa entrevista com essa consulta,
07:00com o apoio de especialista.
07:03Existem grandes vantagens nisso.
07:04O primeiro é que não é necessário fazer o deslocamento da pessoa para outra cidade.
07:09O segundo é que tem 95% de resolutividade, o problema é resolvido ali.
07:14E o terceiro é que nessa interação, o próprio médico de família
07:17começa a ter a possibilidade de lidar diretamente com esses casos.
07:21Então, isso é um exemplo de um projeto que tem uma contribuição relevante
07:26para a melhoria do sistema.
07:28São hoje 411 pontos na região norte e centro-oeste,
07:33com mais de 450 mil consultas nesse momento.
07:36Eles acontecem em quais estados do norte?
07:38Então, eles pegam toda a região norte,
07:40que pega o Pará, pega o Amazonas, pega a Rondônia,
07:45e desce pelo centro-oeste, pegando o Mato Grosso e Goiás.
07:48Então, pega o norte e o centro-oeste, vários desses estados.
07:53Uma questão muito interessante que me levantaram aqui também,
07:55que possuem mais leitos públicos do que leitos privados.
07:59Isso é verdade.
08:00O ASEM está na área pública desde 2001,
08:04através de um projeto inicialmente que é a atenção primária
08:07na cidade de São Paulo, em dois distritos de saúde,
08:09que é Campo Limpo e Vila Andrade,
08:11onde hoje são quatro CAPs, três UBSs, quatro AMAs
08:17e um pronto atendimento, uma UPA.
08:23Mas depois disso, ASEM começou a assumir operações de hospitais.
08:27Então, são hoje dois hospitais em São Paulo,
08:29no município de São Paulo.
08:31São três no estado de São Paulo,
08:34a partir desse mês.
08:36São dois no estado de Goiás,
08:40um apareceu de Goiânia e outro em Goiânia.
08:42Tem um que começa a operação agora em dezembro,
08:45início de dezembro, em Cuiabá.
08:48E tem mais um em Salvador,
08:49que está operando desde março do ano passado.
08:53Então, são nove hospitais ao todo,
08:55com mais de cerca de 2.400, 2.500 leitos de capacidade.
09:00Eu não sei quem poderia responder essa,
09:03eu acho que ambos.
09:04Nós dois poderíamos responder.
09:06Relacionando já os projetos, já em atuação,
09:09que se relacionam com a COP30.
09:13Quais são as propostas que podemos pontuar nesse sentido?
09:17A gente vem, ao longo do tempo,
09:21participando muito do debate em relação
09:23à necessidade de colocar a saúde em pauta dessas discussões.
09:28Especialmente naquilo que nós conversamos,
09:31de resiliência do sistema, de investimento.
09:34Verdade.
09:34Nós temos participado de eventos junto ao Pacto Global,
09:40eventos como a Semana do Clima em Nova Iorque.
09:44A gente participou da COP o ano passado em Baku,
09:47em discussões assim.
09:49Então, dentro desta COP,
09:51a gente vê bastante possibilidades de incluir,
09:54como já foi feito na carta que foi feita para a COP30,
10:02dos temas a serem discutidos,
10:04a inclusão do tema saúde como algo primordial
10:08para as negociações que serão feitas durante a COP,
10:12especialmente no que diz respeito
10:14à sua importância e aos investimentos necessários.
10:17Então, nós entendemos que a nossa participação aqui
10:20é muito mais de chamar a atenção,
10:23porque isso é muito relevante dentro das discussões,
10:26no momento em que a gente já fala dos impactos
10:28das alterações climáticas,
10:30e não apenas da prevenção para que elas não ocorram.
10:34Eu acho que agora, no sentido também da qualidade profissional,
10:40um dado muito importante que eu peguei do Datafolha
10:44é que 36% dos profissionais da área da saúde,
10:47tanto médicos indicam o Einstein como sendo hoje
10:50produtores desse tanto aliado à ciência e à saúde.
10:56Então, como vocês poderiam enxergar isso nesse sentido?
10:59Eu acho que essa é uma forma de reconhecimento,
11:03e ele é histórico,
11:05no momento em que o Einstein é fundado
11:07e coloca a inovação como algo primordial,
11:10coloca barreiras de insegurança
11:13e questões de qualidade como algo
11:17dentro da nossa cultura organizacional,
11:19como algo pétreo,
11:21a atratividade e parceria com o corpo clínico,
11:24que de fato é muito especial,
11:26investimento em alta complexidade,
11:29quer dizer, o AIS está ao longo da sua história,
11:32é um hospital que se equipou,
11:34que investiu na parte de capacitação profissional,
11:38no ensino, na pesquisa, geração de inovação,
11:41especialmente em projetos de alta complexidade,
11:44que diferenciam o hospital.
11:46Então, isso tem acontecido com,
11:49não é esse o motivo da nossa existência,
11:52mas tem acontecido o reconhecimento
11:55através de rankings que nos colocam
11:57como o 22º melhor hospital do mundo,
12:00no âmbito geral,
12:01como o 28º hospital mais tecnológico
12:05no uso de tecnologias,
12:07inteligência artificial,
12:08robótica, telemedicina, por exemplo,
12:12e isso acaba trazendo para nós
12:14uma confiabilidade,
12:17uma reputação que impacta os médicos
12:20que têm o conhecimento de como avaliar
12:23por conta daquilo que é oferecido,
12:26tanto no âmbito da prevenção,
12:28como no tratamento e na reabilitação,
12:31quer dizer, a jornada inteira do paciente.
12:33Eu acredito que isso está aliado também
12:35ao uso das tecnologias.
12:37Então, como é que está sendo
12:39o uso das novas tecnologias,
12:42por exemplo,
12:43como a inteligência artificial
12:45pode vir aliada às pesquisas em saúde,
12:48às melhorias nesse processo?
12:52Nós encaramos muito qualquer tipo de tecnologia
12:55e a inteligência que nós lá chamamos
12:58de inteligência amplificada,
12:59porque ela não é artificial
13:01na medida que ela necessita sempre
13:03da inteligência humana
13:05para funcionar da maneira correta,
13:08sem perder a humanização do cuidado
13:10e a relação entre profissional de saúde
13:12e paciente.
13:13Mas nós acreditamos que essas tecnologias
13:16são ferramentas para que a gente entregue
13:18aquilo que está na nossa essência
13:20ou no nosso propósito.
13:22E quando uma ferramenta existe
13:23que me permite entregar
13:25melhor diagnóstico, melhor tratamento
13:28e principalmente uma humanização melhor,
13:33então ela é adotada
13:34sob a forma de melhorar
13:36tanto no âmbito da gestão
13:38quanto da segurança do paciente,
13:42quanto oferecendo cada vez
13:43mais qualidade do tratamento
13:45e principalmente dando ao médico
13:48uma condição melhor de trabalho,
13:51suportando decisão,
13:53ajudando o médico
13:54com a amplificação da sua inteligência
13:57e ao mesmo tempo
13:59trazendo para o paciente
14:03desfechos melhores
14:05e principalmente com uma relação melhor
14:08e mais humanizada,
14:11algo que entra em discussão
14:13que se esse tipo de tecnologia
14:15poderá substituir a relação
14:18e a gente entende que não,
14:20que ela é uma ferramenta
14:21que permite nos aproximarmos
14:24cada vez mais do paciente.
14:25Eu sou médico, sou cirurgião,
14:27atendo pacientes todos os dias
14:29e posso aqui comprovar
14:31na prática aquilo que eu estou falando
14:33em relação à sensibilidade
14:34com os pacientes.
14:35Sim, com certeza.
14:37Até o cuidado, né?
14:39É diferente o tato
14:40de uma inteligência artificial.
14:41Totalmente.
14:42Com o tato humano.
14:43Mas a inteligência nos ajuda.
14:44Hoje no Einstein,
14:46o Rick pode até descrever melhor, né?
14:49Mas no Einstein hoje
14:50nós temos um sistema
14:51que ele escuta a minha consulta
14:55e coloca a informação relevante
14:57para...
14:58Como se fossem os pontos principais.
15:00Ele coloca no box adequado
15:02dentro do contoário eletrônico,
15:03sem eu precisar digitar.
15:05É muito...
15:06Então ele é um momento...
15:07Engraçado que por tanto tempo
15:10teve a discussão das letras
15:12dos médicos e tal,
15:13e agora ter a questão da letra...
15:17A gente tanto agora tem, sim,
15:19uma receita bonitinha,
15:20quanto tem a IA,
15:22a inteligência artificial,
15:23como aliada nessa...
15:25Como chegar o paciente
15:27da melhor forma?
15:28Como dar aquele...
15:29Pois é, mas na medida
15:30em que a inteligência artificial
15:31dispensa o médico
15:33de ter que preencher o prontuário,
15:35ele tem tempo para olhar
15:36para o paciente e interagir, né?
15:39E não precisa nem fazer a receita.
15:40De uma forma mais humanizada.
15:41E não precisa...
15:41Nem fazer.
15:42A receita já sai, né?
15:44Mediante essa conversa.
15:45Olha, vou te administrar
15:46essa medicação por tanto tempo.
15:48Nossa, isso é muito interessante.
15:49E isso é uma inovação de agora
15:52ou já existe?
15:52Isso é uma inovação
15:53que começou a entrar operacionalmente,
15:58falando, há cerca de...
16:01Acho que quatro, cinco meses.
16:02Foi mais no primeiro semestre que começou.
16:05E ela vem sendo aperfeiçoada pelo uso.
16:09Então quanto mais a gente usa,
16:10é óbvio quando termina a consulta,
16:12eu vou rever o que foi gerado.
16:14É um avanço enorme
16:16depois de todas as discussões
16:17de receitas inelegíveis
16:19e agora ter isso.
16:20Não, mas melhor do que isso, né?
16:22É porque eu falo,
16:22porque é uma questão recente
16:24aqui também nos conselhos,
16:25tanto de farmácia
16:26quanto de medicina aqui do Pará.
16:28Eles estão em discussão
16:29de trazer isso,
16:31a pauta de novo.
16:31O Sidney, antes de começar a consulta,
16:33ele pede as informações
16:35que estão no prontuário do paciente
16:36que vem de forma organizada.
16:38Ele não precisa olhar os prontuários.
16:40Então já vem um sumário
16:41de tudo que é relevante, contido,
16:43ele começa a pesquisa
16:45de um ponto muito melhor
16:46do que poderia fazer de outra forma, né?
16:48Porque a informação está organizada,
16:49ele conhece tudo o que aconteceu
16:51anteriormente com esse paciente, né?
16:53E a partir dali,
16:54a interação é muito mais fluida.
16:56Que é o Gastore,
16:56que é um produto desenvolvido no Einstein,
16:59que é como a semelhança
17:01das várias ferramentas de inteligência
17:03que nós usamos no dia a dia,
17:05você pergunta no prontuário
17:07quantas cirurgias houve,
17:09quais foram os desfechos,
17:11e ele vai buscar no prontuário.
17:13Uma das, talvez,
17:15atividades que vale a pena mencionar
17:16é que o Einstein tem um centro de inovação
17:18na Amazônia, né?
17:19Está hoje em Manaus.
17:21Está há dois anos sem atividade.
17:23Então, ele está desenvolvendo projetos
17:27para esta área, né?
17:28Então, são projetos que
17:30ou se conseguem recursos
17:33de outros agentes,
17:35sejam eles financeiros ou financiadores,
17:38e através deles,
17:38a gente tem procurado
17:40trazer novas tecnologias
17:41para tornar mais fácil
17:43o trabalho de profissionais de saúde
17:44na área da Amazônia, né?
17:46Sim, com certeza.
17:46Então, acho que isso
17:47mostra como
17:49estas ferramentas
17:51podem também,
17:52numa região como essa
17:53em que os pacientes estão dispersos,
17:56com dificuldade de acessar
17:57as unidades de saúde
17:58e conferir um tratamento,
18:00acesso e mais qualidade a isso.
18:02A nossa região é de extensão continental,
18:06Pará mesmo.
18:06Então, tem toda essa questão de acesso.
18:09Então, tem ribeirinhos
18:11e tem como chegar a essas pessoas
18:13que o SUS tenta chegar.
18:15E apenas para acrescentar
18:16o que o Henrique falou,
18:17a gente inaugurou também
18:18esse mês
18:19em Belém,
18:21o primeiro MBA
18:23em gestão e saúde
18:24do Einstein,
18:25aqui na região norte
18:27em Belém.
18:28Conta com 36 médicos
18:30e profissionais
18:32outros de saúde
18:33e que,
18:34dentro desta capacitação
18:36de gestão,
18:36também envolve
18:37inovação,
18:38inteligência artificial
18:39para que a gente impacte
18:40os profissionais locais.
18:41Mas como é que está sendo
18:42esses atendimentos em Belém?
18:44Não, não são atendimentos,
18:45é um curso de capacitação
18:46ou um MBA em gestão.
18:48Sim, é para quem já tem
18:49uma graduação
18:50na área da saúde
18:51e quer se...
18:52Uma especialização.
18:54Aperfeiçoar gestores de saúde.
18:56E todo o sentido
18:57que vocês falaram aqui
18:58de capacitação
18:59dos profissionais
19:00da área da saúde.
19:01Sim.
19:02Então...
19:02Com as nossas experiências,
19:05com o nosso modelo
19:06de ensino.
19:07Sim, é online, não é?
19:09Online e presencial.
19:10Não, presencial.
19:10Nossa, que incrível.
19:12Profissionais nossos
19:12que vêm para cá.
19:15Agora está tendo
19:15um processo também
19:16de hospitais particulares
19:17ofertarem agora
19:19faculdades aqui em Belém.
19:20Então, estão ampliando
19:22a área da saúde,
19:23tanto de enfermagem,
19:24medicina.
19:25Muito bom.
19:26É um caminho também
19:26de como está sendo
19:28o Pará hoje em dia, né?
19:30Sim.
19:31Então, eu agradeço
19:32o senhor Sidney,
19:33o senhor Henrique,
19:35por tudo.
19:37Nós é que agradecemos.
19:38Muito obrigado.
19:39Muito obrigado.
19:40dê o senhor.
19:41Tchau, tchau.
19:49Tchau, tchau.
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