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  • há 4 meses

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Transcrição
00:00Oh Lídia, explique-me lá então... Lídia, já me está a ouvir.
00:06Estou.
00:07Então explique-me lá porque é que a Ana Cristina é incoerente.
00:12Oh Cristina, a Ana Cristina é incoerente e ela consegue ser incoerente na mesma frase.
00:18Eu não acho possível uma pessoa dizer-me constantemente quando eu lhe pergunto que o jogo dela é ser ela mesma
00:26e vir para uma dinâmica dizer que realmente provoca discussões,
00:33que já me chegou a dizer que lá fora não é tão assim no que toca a provocar discussões,
00:40mas aqui faz e força as coisas.
00:42Portanto, uma pessoa genuína que é ela mesma, é ela mesma, não força nada.
00:47Portanto, só por aí já consegue ser incoerente.
00:50Anda a forçar as coisas, Ana Cristina?
00:52Não, Cristina, a Lídia gosta muito de ela, gosta muito de falar e de pôr palavras na boca dos outros.
01:00Eu quando digo, e as pessoas depois interpretam como quiserem,
01:03eu achava que a Lídia tinha capacidade para interpretar as coisas que são ditas nos vários contextos.
01:09Eu digo sim que, obviamente, eu vou me sempre ajustar o meu jogo àquilo que está a acontecer na casa,
01:16mas vou reagir sempre em função daquilo que é a minha pessoa.
01:20Não vou estar aqui a fingir ser uma coisa que não sou.
01:22Digo quando tiver que dizer, o que tiver que dizer, quando me apresenta...
01:25Não está a reparar, mas Liliane e Fábio, não sei se é da proximidade,
01:29mas estão os dois a dizer que não com a cabeça.
01:32Porquê?
01:32Claro, porque ela o que me disse a mim acabou por dizer...
01:35Porque não está.
01:36Deixem-me falar.
01:37Aquilo que realmente ela me quer colar é um rótulo na testa de mentirosa, porque lhe convém.
01:44Portanto, quando ela diz pôr palavras na minha boca é porque já sabe que realmente aqui já cola o rótulo
01:50e é mais fácil assim.
01:52Graças a Deus, o Fábio acabou por saber...
01:56Inclusive houve uma dinâmica do moral da verdade que se falou exatamente disso.
02:01Eu fui a primeira a dizer que eu não tinha um jogo definido, que vou adaptando o meu jogo.
02:04Mais uma vez, a ver se ela entende desta vez, Cristina ajudem, vou responder às situações de acordo
02:10com aquilo, com a pessoa que eu sou, mas é evidente, se eu lá fora, perante algumas situações,
02:15posso ficar calada, aqui se achar que devo dizer, vou dizer isto não é ser uma pessoa diferente,
02:20não é ser genuína, é só adaptar-me às situações.
02:22Lá fora adapto, aqui vou-me adaptar, aqui não vou estar calada, aqui vou falar, bem para falar, bem para reagir,
02:27vou reagir ou não vou, vou reagir sempre em conformidade com aquilo que eu sou lá fora
02:31e cá dentro que é a minha essência.
02:33Ó Fábio, e porquê é que chama Porta Chaves a Ana Cristina?
02:36Ah, eu até gosto desse nome.
02:37Porque aquela é pequenina, não é no sentido pejorativo, é...
02:42Não, eu gosto.
02:43É uma alcunhazinha.
02:44Temos aqui, o Bruno também a chama de baixinha, é um nome carinhoso.
02:49Não.
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