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  • há 4 meses
Afinal, onde e quando o Homo sapiens surgiu? A Ciência tem um norte, mas essa não é uma dúvida 100% esclarecida. Ao que tudo indica, nossos ancestrais surgiram na África há pelo menos 300 mil anos, que é a data do fóssil mais antigo já encontrado. Estimativas genéticas apontam para mais tempo do que isso. Agora, um novo estudo sugere que o Homo sapiens pode ter começado a aparecer há mais de um milhão de anos.

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Transcrição
00:00Música
00:30Olá pessoal, boa noite! Tudo bem com vocês?
00:57Sexta-feira já chegou, hoje dia 26 de setembro de 2025.
01:05Começando agora mais uma edição do Olhar Digital News.
01:10Vocês já sabem, participem da nossa transmissão, deixem comentários nas redes sociais,
01:16não esqueçam daquele like na nossa transmissão e também convidem mais pessoas
01:22para se juntarem aqui à nossa live.
01:25E começando, no mês de julho, ataques hackers ao sistema financeiro
01:30causaram prejuízos milionários aqui no Brasil.
01:34A preocupação com segurança já tem efeitos, inclusive no PIX.
01:39Vamos ver agora os detalhes.
01:41O lançamento do PIX parcelado, previsto inicialmente para este mês, foi adiado pelo Banco Central.
01:50A funcionalidade, lembrando, já é oferecida por bancos e fintechs de forma independente,
01:54mas ainda passará por novas etapas de regulamentação.
01:58A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.
02:01O Banco Central ainda não se manifestou sobre o assunto.
02:03Antes de seguir, vale lembrar o que é o PIX parcelado exatamente.
02:07A função permitirá ao usuário realizar pagamentos parcelados utilizando crédito,
02:11de maneira semelhante ao parcelamento com juros no cartão.
02:15Enquanto o beneficiário receberá imediatamente o valor integral,
02:18o pagador poderá dividir o montante em parcelas acrescidas de juros.
02:23O adiamento deve ser comunicado na próxima semana durante o encontro do Fórum PIX.
02:28A medida teria como justificativa a urgência em reduzir as vulnerabilidades do sistema financeiro.
02:33Por isso, a agenda de inovações ficou em segundo plano.
02:36O desenvolvimento do PIX parcelado já está na reta final.
02:39Pontes ouvidas pela reportagem dizem que o atraso no lançamento deve ser de até três meses.
02:44A preocupação com segurança tem um contexto claro.
02:47Recentemente, foram registrados desvios milionários em ataques ao sistema financeiro,
02:51como noticiamos aqui no Olhar Digital.
02:53E será assunto ainda nesta sexta-feira.
03:03Uma nova descoberta arqueológica pode mudar o que sabemos sobre a história humana.
03:09Novas tecnologias permitiram mais análises sobre um fóssil encontrado na China na década de 1990.
03:17O resultado surpreendeu pesquisadores.
03:22Detalhes já já.
03:24De parcerias comerciais a novas tecnologias, a semana foi agitada na OpenAI.
03:31Uma das atividades, aliás, uma das novidades do chat GPT é um agente que promete trabalhar enquanto você dorme.
03:40Em meio à corrida das inteligências artificiais, também temos a corrida da robótica.
03:48E os números mostram que a China está deixando os Estados Unidos bem para trás.
03:54E nas ofertas de hoje, destaque para o iPhone 13.
03:58Com o lançamento de novos modelos, aparelhos mais antigos vão atingindo preços cada vez mais atraentes.
04:06E na coluna Olhar Espacial, Marcelo Zurita nos explica o que é uma nebulosa planetária.
04:14Verdadeiras obras de artes cósmicas.
04:18O Olhar Digital News já está começando e traz muito mais.
04:31Afinal, onde e quando o Homo Sapiens surgiu?
04:35A ciência tem um norte, mas essa não é uma dúvida 100% esclarecida.
04:42Ao que tudo indica, nossos ancestrais surgiram na África.
04:46Há pelo menos 300 mil anos, que é a data do fóssil mais antigo já encontrado.
04:53Estimativas genéticas apontam para mais tempo do que isso.
04:58Agora, um novo estudo sugere que o Homo Sapiens pode ter começado a aparecer há mais de um milhão de anos.
05:05Vamos entender melhor essa história na reportagem.
05:09Um fóssil de cerca de um milhão de anos encontrado na China pode mudar o que sabemos sobre as origens da nossa espécie.
05:22Um estudo publicado na revista Science aponta que o Homo Sapiens começou a se diferenciar muito antes do que se imaginava.
05:33Algo em torno de 400 mil anos mais cedo do que apontavam estimativas anteriores.
05:40O protagonista dessa descoberta é o crânio Yunxian 2, achado na China na década de 1990.
05:50O fóssil estava bastante deformado, o que dificultava sua análise.
05:57Mas tecnologias recentes permitiram uma segunda chance.
06:01Ao ser comparado com mais de 100 outros espécimes, o Yunxian 2 revelou uma combinação única de traços primitivos e avançados
06:13que o colocam no centro de uma revisão profunda da árvore genealógica humana.
06:21Ele foi inicialmente classificado como pertencente ao Homo Erectus, considerado o primeiro humano de cérebro grande.
06:29Agora, pesquisadores usaram tomografia computadorizada e softwares de reconstrução 3D
06:37para restaurar digitalmente a forma original do fóssil.
06:42A nova análise aponta que o Yunxian 2 não era um Homo Erectus, mas sim de um grupo de humanos arcaicos da Ásia,
06:52com níveis de desenvolvimento semelhantes aos dos Neandertais e do Homo Sapiens.
06:58Estamos falando do Homo Long.
07:01Então, se Yunxian 2 andou pela Terra há um milhão de anos, segundo a pesquisa,
07:09os primeiros Neandertais e Homo Sapiens provavelmente também andaram.
07:15Esse resultado empurra para trás a linha do tempo da evolução.
07:20Os cientistas estimam que as linhagens que dariam origem ao Homo Sapiens e aos Neandertais, por exemplo,
07:28já se separavam há cerca de um milhão e trezentos mil anos.
07:33Isso significa que a história da nossa espécie é bem mais antiga e intrincada do que se imaginava.
07:40Outra consequência é que o debate sobre onde surgiu o Homo Sapiens ganha nuances.
07:47Embora os registros fósseis mais antigos da nossa espécie em território africano tenham cerca de trezentos mil anos,
07:57o novo trabalho indica que linhagens próximas já circulavam na Ásia centenas de milhares de anos antes.
08:05Isso não derruba a origem africana, mas aponta para uma árvore genealógica muito mais complexa.
08:14Apesar do entusiasmo da equipe responsável pelo estudo, outros cientistas pedem cautela.
08:22Especialistas em genética evolutiva ouvidos pela BBC ressaltam que estimar datas tão antigas
08:30é complicado e sujeito a grandes margens de erro.
08:34Ainda assim, a conclusão de que o Homo Sapiens pode ter raízes mais profundas é vista como plausível.
08:43Para eles, o novo estudo traz hipóteses consistentes, mas que só ganharão força com mais análises genéticas.
08:52Os cientistas envolvidos no estudo destacam que a reconstrução de Yunxian 2 é apenas o começo.
09:00A expectativa é que novas tecnologias de imagem e modelagem digital possam abrir caminho para outras hipóteses e descobertas.
09:12Curioso, não?
09:20E vamos entender um pouco mais sobre esse assunto recebendo agora ao vivo o professor doutor João Carlos Moreno,
09:28que é coordenador do Laboratório de Arqueologia e Pré-História Evolutiva e Experimental da Universidade Federal do Rio Grande.
09:37Vamos lá receber o professor João Carlos aqui nos nossos estúdios.
09:43Olá, boa noite, professor João Carlos.
09:45Seja muito bem-vindo ao Olhar Digital News.
09:49Boa noite, tudo bem?
09:51É um prazer estar aqui com você, Marisa.
09:53Professor, antes até da gente entrar nesse assunto, no tema dessa pesquisa,
09:58eu queria que você explicasse um pouquinho para a gente por que é tão difícil estudar a origem humana.
10:04Então, essa dificuldade em estudar a origem humana, ela está relacionada principalmente
10:11à pouca preservação das evidências arqueológicas que a gente tem para esses períodos tão antigos assim, né?
10:18Especialmente quando a gente está falando de remanescentes humanos, ou de ancestrais homininhos.
10:23Isso porque para que esses remanescentes sejam preservados, eles precisam passar por um processo de fossilização.
10:29Se o esqueleto, por exemplo, ele não vira fóssil, ele degrada e desaparece.
10:35E a fossilização não é um processo muito comum em qualquer lugar do mundo.
10:39O mesmo vai acontecer com qualquer tipo de matéria orgânico, como madeira, outros vegetais.
10:44Então, nesse sentido, só sobra para a gente, na maioria das vezes, as ferramentas de pedra lascada.
10:48Essas se preservam muito bem, né?
10:50E se pode fazer muitos estudos relacionados a processos culturais, assim, os nossos ancestrais.
10:54Mas, para estudar homininhos, como esses, né, que tem entre 100 mil anos, 1 milhão de anos na China,
11:00a gente tem pouquíssimo fósseis, então aí está a dificuldade.
11:04Agora, professor, quais são os atuais consensos científicos nesse tema da evolução
11:09e o que essa nova pesquisa, esse novo estudo, trouxe de contribuição para esse debate
11:16que até então era considerado o correto?
11:19Bom, a verdade é que a gente ainda não tem um consenso, assim, muito bem definido, né?
11:25E é justamente por isso que esse estudo, né, sobre o crânio de um chão, ele é muito bem-vindo,
11:28já que ele dá um passo a mais, assim, para corroborar uma hipótese que, na verdade,
11:32havia sendo discutido há alguns anos, né?
11:34Que é a de que esses homininos encontrados no leste asiático
11:37são todos parte de uma mesma espécie ou de um clado, né, como eles chamam.
11:41Que agora vem sendo denominado de homolongue, que são também chamados de denisovanos, né?
11:46A gente sabe que eles são um outro ramo do gênero homo,
11:50diferente dos neandertais e diferente dos homo sapiens.
11:53A descoberta dessa espécie, em específico, né, os denisovanos,
11:57ela aconteceu graças a um estudo de 2010, né,
11:59que identificou alguns poucos ossos numa caverna da Sibéria
12:03e identificou que esse DNA de uma espécie bem diferente do que a gente já conhecia, né?
12:07Não era neandertal, não era homo sapiens.
12:09E o mesmo acabou acontecendo em alguns locais da China,
12:11que encontraram também, né, esse DNA do denisovano.
12:13Só que nenhum crânio foi encontrado até 2018, né?
12:18Então, de um lado a gente não tinha crânio, mas tinha DNA.
12:21E em 2021 o pessoal publica o registro de um novo crânio
12:24que foi dado o nome dessa espécie, né, de homolongue,
12:27que não tinha nenhum estudo de DNA.
12:29Faz apenas três meses, agora em junho, né,
12:31que foi finalmente publicado um novo estudo
12:33que conseguiu recuperar um pouco de DNA
12:34para comparar com um dos denisovanos.
12:38E a conclusão do estudo é que esse crânio,
12:40aquele DNA conhecido, dos ossinhos, eram da mesma espécie.
12:43Só que, né, esse estudo, que foi bem recente, na época desse ano,
12:47não convenceu toda a comunidade científica.
12:49Agora, esse novo estudo, que faz uma nova análise, né,
12:51de um crânio que já era conhecido,
12:54ele é um passo a mais para esse convencimento
12:56de que esses hominíneos são partes da mesma espécie.
12:59Além disso, esses dados também, eles sugerem
13:01que essa linhagem de hominíneos da Ásia
13:03se separou há muito mais tempo do que a gente esperava.
13:05Ainda que, nada disso muda o fato, né,
13:09de que os dados que a gente conhece,
13:10que o Homo sapiens tenha surgido entre 300 e 2 mil anos atrás na África,
13:15mostra que essa outra linhagem, muito provavelmente,
13:18se separou da nossa faz mais de um milhão de anos.
13:22Professor João Carlos, quais são os próximos passos,
13:25então, já que é um estudo publicado recentemente,
13:28Quais são os próximos passos no estudo
13:31para refutar ou confirmar essas hipóteses?
13:37Olha, assim como tudo na ciência, né,
13:39mas principalmente na arqueologia,
13:40é a continuação das pesquisas que vai confirmar
13:44ou refutar qualquer coisa disso, né,
13:45especialmente pesquisas aí sobre os hominíneos
13:47no continente asiático.
13:49Principalmente a partir de estudos em novos sítios arqueológicos, né,
13:52que eles vão poder permitir a descoberta
13:54de novas evidências de esqueletos
13:55que podem ser comparados com os já conhecidos,
13:58tanto para tratar as formas dos crâneos,
14:00como foi o caso desse estudo,
14:01como para analisar o DNA,
14:03que é o caso do estudo que aconteceu alguns meses atrás.
14:05Isso também vai auxiliar para entender melhor a cultura,
14:08ou as culturas, né, dessa nova espécie,
14:11através da análise dos artefatos
14:13que estão associados a esses hominíneos.
14:16Agora, para a gente encerrar,
14:18voltando agora para o nosso tema aqui,
14:20que é tecnologia.
14:21Com o avanço das tecnologias,
14:23pode-se ter mais possibilidades de análise
14:27de fósseis antigos também,
14:29e até refazer estudos que já tinham sido feitos.
14:33Quais são essas tecnologias,
14:35e como a tecnologia colabora para esse trabalho, professor?
14:40Então, no momento, a gente está passando por uma...
14:43essa grande questão de várias novas tecnologias
14:45auxiliando os trabalhos de arqueologia, né.
14:47No caso desses estudos, né,
14:49com remanescentes biológicos, né,
14:51ou seja, com crânios e ossos,
14:52a tecnologia, ela vem auxiliando
14:55com duas frentes importantes, né,
14:56uma delas é o avanço nas coletas
14:58e processamento de dados de DNA,
15:00de DNA antigo, né.
15:02E a segunda é a aplicação das técnicas
15:05de escaneamento 3D,
15:06como foi o caso desse estudo, né,
15:08que permitem a reconstrução digital de crânios,
15:10que às vezes eles estão parcialmente fragmentados,
15:13ou, como é o caso do crânio de 1x1,
15:14que é a correção da distorção do crânio, né.
15:17O crânio, ele estava, né,
15:18daquele aspecto meio amassado,
15:20e essa correção da distorção,
15:23graças ao escaneamento 3D,
15:24né, permitiu que ele fosse
15:26comparado com os outros crânios do menino
15:28de uma maneira adequada.
15:31Muito interessante.
15:32Bom, recebemos aqui
15:34o professor doutor João Carlos Moreno.
15:37Muitíssimo obrigada, professor João Carlos.
15:39Espero falar com você novamente
15:40em outras ocasiões.
15:42Tenha uma excelente noite.
15:44Vocês também. Boa noite.
15:45Boa noite.
15:47Tá aí, pessoal, super curioso.
15:48Espero que vocês tenham gostado
15:50da nossa entrevista com o professor Carlos Moreno,
15:54que é coordenador do Laboratório de Arqueologia
15:57e Pré-História Evolutiva e Experimental
15:59da Universidade Federal do Rio Grande.
16:02Muito curioso, não?
16:03E como o espaço pode afetar animais e plantas?
16:09Bom, pensando no futuro da exploração espacial,
16:13que depende de missões humanas mais longas,
16:16longe da Terra,
16:17essa dúvida precisa de respostas.
16:20E esse é o assunto de hoje
16:22do programa Olhar Espacial com Marcelo Zurita.
16:26Vamos dar uma espiada
16:27no que ele está preparando para nós.
16:33Uma arca de Noé contendo mais de mil seres vivos
16:37voando ao redor da Terra.
16:39Pois é exatamente disso que se trata
16:43uma missão espacial russa
16:44que acaba de retornar ao planeta
16:47após 30 dias de órbita.
16:50E o programa Olhar Espacial desta noite
16:53vai contar tudo sobre essa história.
16:56Conforme noticiado pelo Olhar Digital,
16:59a cápsula de descida Bion M2
17:02aterrissou na região de Oremburgo, na Rússia,
17:06na última sexta-feira,
17:08trazendo uma mini coleção de seres vivos,
17:1275 camundongos,
17:14mais de 1.500 moscas,
17:16células, micro-organismos,
17:19sementes de plantas
17:20e outros materiais biológicos.
17:23O lançamento ocorreu no dia 20 de agosto.
17:27Ao longo de um mês,
17:28os organismos foram expostos
17:31à radiação cósmica e à microgravidade.
17:34A missão foi coordenada pela Roscosmos,
17:37pela Academia Russa de Ciências
17:40e pelo Instituto de Problemas Biomédicos.
17:44Os experimentos envolveram estudos em 10 áreas,
17:48incluindo fisiologia animal em gravidade reduzida,
17:52desenvolvimento de tecnologias para missões espaciais,
17:57efeitos do voo sobre plantas e micro-organismos,
18:02pesquisas biotecnológicas e proteção contra radiação.
18:06Um outro estudo testou a hipótese da panspermia,
18:10ideia de que a vida na Terra pode ter vindo do espaço.
18:15Rochas com micro-organismos foram fixadas no casco da cápsula,
18:20para ver se as bactérias resistiam ao calor intenso da reentrada na atmosfera.
18:25A nossa reportagem entrou em contato com a Roscosmos
18:30para entender os próximos passos dos trabalhos,
18:34mas ainda não teve retorno.
18:36O Olhar Espacial desta sexta-feira
18:39recebe a divulgadora científica e astrônoma amadora
18:44Ananda Paula,
18:46para um bate-papo sobre esse assunto polêmico e curioso.
18:50Fundadora da página Uma Dose de Astronomia,
18:54ela atua há quatro anos com divulgação científica,
18:58tornando a astronomia mais acessível
19:01e combatendo a desinformação.
19:03Apresentado pelo astrônomo Marcelo Zurita,
19:07o programa começa logo mais,
19:09às nove horas da noite,
19:11pelo horário de Brasília,
19:13em todas as nossas redes sociais.
19:15Não perca!
19:16Pois é, interessantíssimo o Olhar Espacial de logo mais, hein, pessoal?
19:27A Arca de Noé, não percam!
19:3021 horas pelo horário de Brasília, já, já.
19:34E chegou a hora das ofertas.
19:36E hoje temos iPhone, relógio inteligente
19:40e fones de ouvido com ótimos preços.
19:43Vamos conferir.
19:46Quando se fala em iPhone,
19:51muita gente pensa nos modelos mais recentes,
19:55que são mais caros.
19:57Mas, conforme as novas versões são lançadas,
20:00as mais antigas vão ficando mais acessíveis.
20:04Apesar de ter sido lançado em 2021,
20:07o iPhone 13 continua sendo uma opção equilibrada
20:11dentro da linha da Apple,
20:13para quem busca desempenho confiável
20:16sem precisar investir tanto.
20:19Com 128 GB de armazenamento,
20:22ele oferece espaço suficiente
20:24para aplicativos, fotos, vídeos e documentos,
20:29atendendo bem ao uso do dia a dia.
20:31O iPhone 13 ainda entrega excelente desempenho
20:35graças ao chip A15 Bionic,
20:38que garante fluidez em tarefas pesadas,
20:41como jogos e edição de fotos,
20:44além de suportar tranquilamente as atualizações do iOS
20:48pelos próximos anos.
20:50A exceção fica por conta da Apple Intelligence,
20:54inteligência artificial da marca que não chegará à linha 13.
20:59O aparelho está em ótima promoção neste momento.
21:03No segmento dos vestíveis,
21:07temos duas sugestões da Huawei.
21:09O Huawei Watch Fit 4 tem diferentes modos de treino
21:15e atende desde iniciantes até atletas.
21:19Ele registra métricas detalhadas de corridas, ciclismo, caminhada e outros esportes.
21:25Além das funções esportivas,
21:28o dispositivo inclui recursos de monitoramento de frequência cardíaca,
21:34qualidade do sono e até bem-estar emocional.
21:38O grande diferencial do fone de ouvido Huawei Free Clip
21:42é o seu design em formato de clipe,
21:46que se ajusta de forma ergonômica à orelha.
21:49Esse conceito garante conforto prolongado
21:52e firmeza durante atividades físicas.
21:55Além de oferecer estilo moderno e discreto.
21:59O HyperX Cloud Stinger 2 Core
22:04é um headset gamer desenvolvido
22:07para quem busca uma experiência de áudio imersiva sem gastar muito.
22:12Com design leve e ergonômico,
22:14ele foi pensado para oferecer conforto durante longas sessões de jogos.
22:21Todas essas ofertas estão no chat da Live.
22:24Acesse e aproveite.
22:33Pois é, mais produtos bem bacanas para vocês.
22:37Então, basta acessar olhardigital.com.br
22:40que os produtos estão lá em destaque para vocês.
22:44E a OpenAI trouxe novidades importantes na última semana,
22:49que vão desde negócios e infraestrutura
22:52até serviços para os assinantes.
22:55Vamos conferir agora os detalhes.
22:57A semana foi agitada na OpenAI.
23:04Logo na segunda-feira,
23:05a startup do chat EPT e a NVIDIA
23:07anunciaram que estão trabalhando em uma parceria bilionária.
23:10A gigante dos chips vai investir 100 bilhões de dólares,
23:13mais de 500 bilhões de reais na desenvolvedora.
23:15O objetivo é a construção de data centers.
23:18A OpenAI, a Oracle e a SoftBank
23:20também confirmaram cinco novos centros de dados
23:24de inteligência artificial nos Estados Unidos
23:26dentro do projeto Stargate,
23:27que tem apoio do governo Trump
23:29e prevê investimentos de até 500 bilhões de dólares
23:32para construir infraestrutura de IA no país.
23:35E as novidades vão além dos negócios.
23:37Também tivemos atualizações importantes na tecnologia.
23:40Uma delas é o chat GPT Pulse,
23:42novo recurso dentro do aplicativo
23:44que promete entregar relatórios personalizados
23:46aos usuários logo pela manhã.
23:48É como se a inteligência artificial trabalhasse
23:51enquanto você dorme.
23:52O agente realiza pesquisas proativas
23:54para fornecer atualizações
23:56com base em seus chats, feedbacks e aplicativos conectados,
23:59como por exemplo o seu calendário.
24:01Isso inclui desde notícias sobre seu time de futebol
24:03até sugestões de cardápio ou rotina de exercícios.
24:07A funcionalidade inicialmente estará disponível
24:09apenas para assinantes do Plano Pro,
24:11que custa um pouco mais de mil reais por mês
24:13na conversão direta.
24:14Nesta quinta-feira, a OpenAI liberou ainda
24:17um novo benchmark que testa o desempenho
24:19dos modelos de inteligência artificial
24:21em comparação a trabalhadores humanos.
24:23O teste foi realizado em uma ampla gama
24:25de setores e indústrias.
24:26Essa é uma tentativa inicial de mensurar
24:28a distância para que a tecnologia supere os humanos
24:31em trabalhos economicamente valorizados,
24:33algo fundamental para a empresa de Sam Altman
24:35chegar à tão sonhada inteligência artificial geral.
24:38Inclusive, segundo a startup, o GPT-5 e o Cloud Opus 4.1
24:43da Antropic estão mais perto da qualidade executada
24:46pelos especialistas da indústria.
24:48Mas isso não quer dizer que esses modelos de A
24:50já vão nos substituir.
24:51O benchmark cobre uma quantidade limitada
24:54de tarefas realizadas por nós no dia a dia.
24:56E por fim, a OpenAI também trouxe novidades para empresas.
25:00Estamos falando dos projetos compartilhados.
25:02Os integrantes podem, por exemplo,
25:04adicionar arquivos e instruções a um projeto compartilhado
25:06e o chat EPT usa esse contexto para personalizar
25:10suas respostas de modo que cada novo bate-papo
25:13comece com as informações mais recentes.
25:16A ferramenta está disponível nos planos Business,
25:18Edu e Enterprise.
25:20Para outras assinaturas, deve chegar em breve.
25:27Várias novidades.
25:30E uma pesquisa global mostra que 542 mil robôs
25:36foram instalados em fábricas ao longo de 2024,
25:40mais do que o dobro do número de 10 anos atrás.
25:44A Ásia foi responsável por 74% das novas implantações no ano passado,
25:50em comparação com 16% na Europa e 9% nas Américas.
25:57E um país em especial lidera com folga esse setor.
26:02Vamos ver.
26:06Mais de 2 milhões de robôs já são utilizados em fábricas chinesas.
26:15Apenas no ano passado, o país adicionou cerca de 300 mil dispositivos
26:22à sua força de trabalho.
26:24Os dados são da Federação Internacional de Robótica.
26:28Este número é maior do que o restante do mundo combinado.
26:33Para se ter uma ideia, os Estados Unidos, que rivalizam com a China
26:38na disputa pela hegemonia tecnológica global,
26:43disponibilizaram apenas 34 mil máquinas no mesmo período.
26:48O Japão manteve a sua posição como o segundo maior mercado de robôs industriais,
26:55com 44 mil e 500 unidades instaladas em 2024.
27:02O levantamento revela um domínio completo do setor pelos chineses.
27:07Além de fabricar e instalar robôs em fábricas em um ritmo muito maior
27:13do que qualquer outro país do mundo,
27:16a China está aperfeiçoando os dispositivos.
27:19Para isso, Pequim tem estimulado as empresas nacionais
27:24a se tornarem líderes em robótica e outras tecnologias avançadas,
27:29como semicondutores e inteligência artificial.
27:34As indústrias chinesas receberam acesso quase ilimitado
27:39a empréstimos de bancos controlados pelo Estado,
27:43a taxas de juros baixas,
27:45além de injeções diretas de dinheiro do governo
27:49e outras assistências.
27:52Já em 2021,
27:54as autoridades chinesas anunciaram um plano nacional
27:58para expandir a implantação de robôs.
28:02Os resultados são claros.
28:04A participação do país na fabricação mundial de robôs
28:09aumentou no ano passado
28:11para um terço da oferta global
28:14contra um quarto em 2023.
28:17No geral,
28:18a China tem cinco vezes mais máquinas
28:21trabalhando em suas fábricas
28:23do que os Estados Unidos.
28:26O setor elétrico e de eletrônicos
28:28continua sendo o principal destino
28:31dos robôs industriais na China.
28:34A segunda posição
28:35está com o setor automotivo.
28:38Impressionante, não?
28:44E vamos entender um pouco mais desse cenário
28:47recebendo o Arthur Igreja,
28:50que é especialista em tecnologia e inovação
28:52para bater um papo aqui com a gente
28:54sobre esses números.
28:56Deixa eu receber o Arthur Igreja.
28:59Olá, Arthur Igreja.
29:00Muito bem-vindo novamente ao Olhar Digital News.
29:04Boa noite.
29:05Boa noite, Marisa.
29:06Arthur Igreja.
29:08Acabamos de ver aí uma reportagem
29:10falando sobre esses números.
29:12Nós já temos, claro,
29:14uma disputa pela liderança
29:16na corrida das inteligências artificiais
29:18entre Estados Unidos e China.
29:21Mas na robótica,
29:22pelo menos em termos de números,
29:24não parece ter uma competição.
29:26A China domina completamente.
29:29Na sua opinião, Arthur,
29:30essa é apenas uma diferença de estratégia
29:33ou realmente é uma diferença
29:35de capacidade tecnológica?
29:39Essa diferença é o somatório
29:41de estratégia, visão e a implementação.
29:44Então, vale lembrar que a China
29:45estabeleceu um grande plano
29:48voltado à robótica ainda em 2021.
29:51Então, ela vem acelerando
29:52essa adoção dos robôs industriais
29:55e se torna líder também
29:56em vários outros campos da robótica,
29:58como o desenvolvimento dos robôs humanoides
30:02e chega nesse patamar
30:04de cinco robôs na China
30:05para cada um robô nos Estados Unidos,
30:08sendo que no último ano
30:09a implementação foi nove vezes maior.
30:12Ou seja, não é só que a China
30:13está na liderança,
30:14ela está abrindo distância
30:16e com velocidade.
30:18E aí fica até uma reflexão,
30:19porque se os Estados Unidos
30:21estão tentando trazer as indústrias de volta
30:24e trazer esses empregos,
30:26o que nós estamos vendo
30:27é que talvez passe por isso,
30:29justamente por não só o protecionismo,
30:31mas pelo maior alto,
30:33um alto emprego de tecnologia,
30:36que é o que a China está fazendo.
30:37Então, ela está seguindo os passos
30:39daquilo que aconteceu,
30:40especialmente na Coreia do Sul
30:42e, claro, no Japão.
30:44O Japão foi o primeiro país
30:45a ter uma adoção de robôs
30:47em grande escala
30:48e depois foi seguido pela Coreia do Sul,
30:52que fez uma transição espetacular economicamente.
30:54A Coreia do Sul tinha uma economia
30:56muito parecida com a do Brasil
30:57em meados do século XX
30:59e hoje tem uma renda per capita
31:01imensamente maior.
31:02Ou seja, a China percebeu
31:04que quando o assunto é tecnologia,
31:06quanto mais tecnologia empregada,
31:08maior o valor associado
31:10a tudo aquilo que se produz
31:12nesta economia.
31:12Agora, Arthur,
31:15robótica e inteligência artificial
31:17estão muito integradas.
31:19Qual é essa estratégia
31:20que a China pode se afastar
31:24e evoluir diante do mundo?
31:28Olha, uma coisa tem tudo a ver com a outra,
31:30tanto que é muito interessante
31:31ver aquela linha do tempo
31:33em que o CEO,
31:34o fundador da NVIDIA,
31:36mostra em janeiro desse ano,
31:38quando lá estávamos na CS,
31:40então, ele em janeiro desse ano
31:42ele mostra que nós
31:43temos uma evolução natural
31:46entre a IA,
31:48a IA generativa,
31:49o próximo passo é a Agentric AI,
31:51a IA dos agentes,
31:53que é o que nós estamos vivendo
31:54ao longo de 2025,
31:55e que o próximo passo seria
31:56o que ele chamou de Physical AI,
31:58ou seja,
31:59a IA implementada em robôs.
32:02Então, não por acaso,
32:03a NVIDIA tem feito
32:05esses investimentos
32:06no Omniverse,
32:08que são ecossistemas de software
32:11e de hardware para robôs,
32:12e eu estou falando tudo isso
32:13porque a China também
32:15captou essa visão,
32:16então, ela sabe que
32:17os robôs estão evoluindo
32:19drasticamente,
32:21tem tudo a ver com o IA,
32:22porque tem uma coisa curiosa aqui,
32:25tanto com a IA,
32:26quanto com os robôs,
32:28eles são muito complementares
32:30aos seres humanos,
32:31então, tem tarefas
32:32que são extremamente árduas
32:34para o ser humano,
32:35e que são muito fáceis,
32:36tanto para a IA
32:37no campo do software,
32:38tanto para os robôs,
32:40a execução para os robôs,
32:41mas o contrário
32:42também é verdadeiro,
32:43então, tem coisas
32:43que são banais
32:44para os seres humanos
32:45e que os robôs
32:46se batem muito para fazer.
32:48Bom, dito isso,
32:49a IA tem sido a ponte,
32:51ou seja,
32:52ela é que tem ajudado
32:53os robôs
32:54a aprender
32:55com tamanha velocidade,
32:56então, antes,
32:57os robôs eram programados,
32:59depois eles começaram
33:00a aprender através
33:01daquilo que se chama
33:02de aprendizado,
33:03por exemplo,
33:03aprendizagem guiada,
33:06e agora,
33:07com a IA,
33:07com a possibilidade
33:08de geração
33:08de cenários
33:09e dados sintéticos,
33:11os robôs,
33:12eles estão evoluindo
33:12em uma velocidade
33:15assustadora,
33:15por isso que
33:16muitas pessoas,
33:17quando veem aqueles vídeos
33:18da Unitree,
33:20que é a grande fabricante
33:21de robôs humanoides chineses,
33:22e da Boston Dynamics,
33:24as pessoas acham
33:25que é vídeo
33:26feito por IA,
33:27quando, na verdade,
33:28é justamente
33:29essa junção
33:30de IA,
33:30que a China
33:31é protagonista
33:32junto com os Estados Unidos,
33:34e com a robótica,
33:35então, a China
33:35parece estar muito bem
33:36posicionada
33:37estrategicamente
33:38nesse campo.
33:39Beleza.
33:40Agora, Arthur,
33:41com o avanço
33:42da robótica,
33:43como que ele se traduz
33:45no mercado de trabalho?
33:46Até com essa sinalização
33:47da China,
33:49digamos que isso
33:50pode se espalhar
33:51pelo mundo,
33:52como que isso afeta
33:52essa robótica
33:54e o mercado de trabalho?
33:55Eu não tenho dúvida
33:57disso,
33:57que vai se espalhar
33:58pelo mundo todo,
33:59então, uma coisa
34:00que chama atenção
34:01não pelo lado positivo,
34:03quando nós olhamos
34:04o report da Federação
34:06de Robótica,
34:08o Brasil, basicamente,
34:09nem aparece nesse quadro,
34:10então, quando eles citam
34:11as Américas,
34:12nós vemos, basicamente,
34:14informações acerca
34:15de Estados Unidos,
34:16México e Canadá.
34:17Então,
34:18quando o assunto
34:19é robótica
34:20e mercado de trabalho,
34:21o primeiro instinto
34:22de muitas pessoas
34:23é ficar assustada,
34:24é ficar com medo,
34:25é pensar em substituição,
34:27mas veja que justamente
34:28os países que têm
34:29o mais alto emprego
34:31de tecnologia
34:32e especialmente de robôs
34:33são justamente os países
34:35que estão alcançando
34:36as maiores taxas
34:38de crescimento
34:39de renda per capita,
34:40ou seja,
34:41tem uma correlação direta
34:42entre valor agregado,
34:44entre produtividade,
34:46entre trabalhos
34:47mais bem remunerados,
34:49ou seja,
34:50tomara que isso se espalhe,
34:51tomara que isso
34:52se amplifique,
34:53que isso cresça,
34:54inclusive aqui no Brasil.
34:56Nós temos utilização
34:57de robôs,
34:58mas em pontos focais
35:00muito específicos,
35:01como é o caso
35:01da indústria automobilística
35:03e algumas outras indústrias,
35:05mas a escala
35:06é muito aquém
35:07de uma das principais
35:09economias do mundo.
35:10Então,
35:10o Brasil tem muito
35:12a aprender
35:12com todos esses países,
35:13não só o caso
35:15de Estados Unidos,
35:16China,
35:17Coreia do Sul,
35:18que eu já mencionei,
35:19Japão,
35:19mas também países
35:20como a Alemanha.
35:21O report fala muito também
35:22sobre o emprego
35:23de robôs na Europa,
35:25em que justamente
35:25os países
35:26que têm mais robôs
35:28conseguem ter um mercado
35:30de trabalho
35:31que valoriza mais
35:33justamente as pessoas.
35:34Então,
35:34parece que é uma coisa
35:35não intuitiva
35:36num primeiro momento,
35:37mas os dados mostram
35:38que é exatamente
35:39isso que acontece.
35:40Agora,
35:41esse mercado
35:42vai chegar na outra ponta,
35:43não é?
35:43Nos consumidores,
35:45eventualmente.
35:45o desenvolvimento
35:47de robôs humanoides,
35:48por exemplo,
35:49é um desses exemplos.
35:51Agora,
35:51como você imagina
35:52essa integração
35:53da robótica
35:55ao dia a dia,
35:56no médio
35:57e no longo prazo,
35:57Arthur?
35:59Olha,
36:00como eu mencionei,
36:01tem tarefas
36:01que são absolutamente
36:02banais
36:03para os seres humanos
36:04e que os robôs
36:05se atrapalham muito,
36:07mas eles têm
36:08evoluído bastante,
36:09isso tem tudo a ver
36:09com capacidade
36:11de aprendizado
36:12em nuvem,
36:13quer dizer,
36:14os robôs
36:14trocando experiências
36:16e tendo
36:16updates de softwares,
36:18a melhoria
36:18dos atuadores,
36:19dos sensores,
36:21do mapeamento
36:21dos ambientes,
36:22então,
36:23isso tem evoluído
36:23bastante.
36:24Ou seja,
36:25na vida pessoal,
36:26nas aplicações
36:27privadas,
36:28eu digo não industriais,
36:30os robôs ainda
36:31são muito mais
36:32uma demonstração
36:34de tecnologia
36:35do que um ajudante
36:37efetivo,
36:38ainda estamos,
36:39a coisa que nós
36:40estamos mais próximos
36:41da Rose
36:42e dos Jetsons,
36:43talvez sejam
36:44os robôs
36:45aspiradores,
36:46muito mais
36:47efetivos
36:48para uma tarefa
36:49específica
36:50do que os robôs
36:50humanoides.
36:51Agora,
36:51com toda essa evolução
36:52de IA,
36:54dos omniverses,
36:56desses universos
36:57sintéticos
36:58que simulam
36:59situações
37:00e com essa evolução
37:01do aprendizado,
37:02eu diria que
37:02no médio prazo
37:03eles começam
37:04a ganhar funções
37:05no varejo,
37:07no atendimento,
37:08nós já estamos
37:09vendo
37:09utilizações,
37:11por exemplo,
37:11no setor
37:12de hotelaria,
37:13então isso
37:14vem crescendo,
37:15agora no longo prazo
37:16a imaginação
37:17é o limite,
37:18então países
37:19como o Japão
37:20já prevêem
37:21que os robôs
37:22vão ser
37:22parte importante
37:23da tarefa
37:24de cuidados
37:25dos seres humanos
37:26com funções
37:27até mesmo
37:28em hospitais,
37:29em clínicas,
37:29então é aquela
37:31velha história,
37:31só para arrematar,
37:33quando o assunto
37:33é tecnologia
37:34se tem um aprendizado
37:35que é muito sábio,
37:37é que no curto prazo
37:39nós olhamos
37:39essas dificuldades
37:40e acabamos
37:41subestimando
37:43o potencial
37:44dessa tecnologia
37:45e no longo prazo
37:46ela se mostra
37:47muito mais poderosa
37:48do que parecia
37:49inicialmente,
37:49ou seja,
37:50a IA
37:50que surge lá
37:52mais de cinco décadas
37:54atrás
37:55e demorou muito
37:56para explodir
37:57da forma como
37:58nós estamos
37:58vivenciando agora,
38:00mais uma vez
38:00recorrendo
38:01ao CEO
38:02da NVIDIA,
38:03ele fala
38:03que nós
38:04deveremos ter
38:05nos próximos
38:05cinco a dez anos
38:06o momento
38:07abre aspas,
38:08chat GPT
38:09dos robôs
38:10nas nossas vidas.
38:12Pois é,
38:13o universo
38:14dos Jetsons
38:15chegando mais rápido
38:16do que a gente
38:16imaginava,
38:17não é Arthur?
38:17Acho que surpreende
38:18bastante
38:19qualquer um.
38:21Está aí
38:21Arthur Igreja,
38:22que é especialista
38:23em tecnologia
38:24e inovação.
38:25Muitíssimo obrigado
38:25novamente por mais
38:27essa participação.
38:28Arthur,
38:28excelente semana.
38:30Obrigado igualmente
38:31e um bom final de semana.
38:32Obrigada,
38:33você também.
38:34É isso aí,
38:35pessoal,
38:35Arthur Igreja,
38:36especialista em tecnologia
38:37e inovação,
38:38mais uma vez
38:39participando aqui conosco
38:40discutindo esse cenário
38:42dos robôs,
38:44um manóides impressionante,
38:45não?
38:46Bom,
38:46e enquanto a China
38:47deslancha na robótica,
38:50a chamada guerra dos chips
38:51vai ficando mais acirrada.
38:54Os semicondutores
38:55são peça-chave
38:56na era das inteligências
38:57artificiais
38:59e a Casa Branca
39:00estaria avaliando
39:01taxar importações
39:03no setor
39:04para alavancar
39:05o mercado interno.
39:07Vamos ver os detalhes.
39:11O governo
39:12dos Estados Unidos
39:13estuda
39:13importar ifas
39:14aos fabricantes
39:15de chips
39:15do país
39:16como forma
39:16de pressionar
39:17pelo aumento
39:18da produção
39:19dos dispositivos.
39:20O objetivo
39:21é que as empresas
39:22atendam
39:22a demanda existente
39:23atualmente,
39:24limitando a importação.
39:26A estratégia
39:27faz parte
39:27dos planos
39:28do presidente
39:28Donald Trump
39:29de impulsionar
39:30a indústria
39:30de semicondutores
39:31norte-americana.
39:32A postura
39:33já rendeu ao país
39:33investimentos
39:34na casa
39:34de centenas
39:35de bilhões
39:36de dólares
39:36para a expansão
39:37deste mercado.
39:38Segundo informações
39:39do Wall Street Journal,
39:40o secretário
39:41de Comércio
39:41dos Estados Unidos,
39:42Howard Lutnick,
39:43apresentou a ideia
39:44aos executivos
39:46do setor
39:46nos últimos dias.
39:47A justificativa
39:48é que a medida
39:49é necessária
39:50para garantir
39:51a segurança econômica.
39:52A publicação
39:53destaca
39:53que a Casa Branca
39:54entende
39:55que não pode
39:56depender
39:56de importações
39:57estrangeiras
39:58para produtos
39:58considerados
39:59essenciais.
40:00Para isso,
40:01o governo
40:01está estimulando
40:02as empresas
40:02a aumentar
40:03a produção
40:03doméstica.
40:04De acordo
40:05com a proposta,
40:06quem se comprometer
40:07a fabricar chips
40:08nos Estados Unidos
40:08receberia crédito
40:10por esse volume
40:10prometido,
40:11além da permissão
40:12de realizar importações
40:13sem tarifas
40:14até que a fábrica
40:16fosse concluída.
40:17Caso contrário,
40:18haverá uma taxação
40:19para os produtos
40:19vindos do exterior.
40:21O porta-voz
40:21da Casa Branca,
40:22Kush Desai,
40:23disse ao Wall Street Journal
40:25que os Estados Unidos
40:26não podem depender
40:27de importações
40:28estrangeiras
40:28para os semicondutores
40:29que são essenciais
40:30para a segurança
40:31nacional e econômica,
40:32mas não confirmou
40:34a informação.
40:35Ele ponderou
40:35que a menos
40:36que seja anunciado
40:36oficialmente pelo governo,
40:38qualquer reportagem
40:39sobre a formulação
40:40de políticas
40:40deve ser tratada
40:41como especulativa.
40:43E olha só que bacana,
40:50você agora tem mais uma forma
40:53de acompanhar o olhar digital
40:55no seu dia a dia.
40:57Além do nosso site
40:58e das nossas redes sociais,
41:00você pode nos seguir
41:01no Google Discover.
41:04Se você não conhece
41:05ou não sabia
41:06que esse era o nome,
41:07o Google Discover
41:08é um recurso
41:09que funciona
41:10como um feed
41:11de notícias
41:12e conteúdos
41:13personalizados
41:14dentro do aplicativo
41:16Google
41:16e do Chrome.
41:18Ele te mostra
41:19conteúdos relacionados
41:20aos seus interesses
41:22com base
41:22no que você pesquisa
41:24no dia a dia.
41:25Para nos seguir
41:26é bastante simples,
41:28abra o app
41:28do Google
41:29ou Chrome
41:30no seu celular,
41:32role o feed
41:32do Discover
41:33até encontrar
41:34uma notícia
41:34do olhar digital
41:35ou então
41:36simplesmente
41:37pesquise
41:37pelo nosso nome.
41:39Toque no ícone
41:40Seguir
41:41e pronto,
41:42simples assim.
41:43A partir daí
41:44você verá
41:45nossos conteúdos
41:46em destaque
41:47no seu feed
41:48sempre em primeira mão.
41:50Não é bacana?
41:51Assim você pode
41:52acompanhar
41:53todas as atualizações
41:54do olhar digital
41:55com ainda mais praticidade.
41:58Acesse
41:59e confira,
42:00faça parte.
42:02E o que é
42:02uma nebulosa
42:04planetária,
42:05pessoal?
42:05foi Zé
42:06na coluna
42:06Olhar Espacial
42:07de hoje.
42:08O Marcelo Zurita
42:09vai falar
42:09sobre essas obras
42:11de arte
42:11do universo.
42:13Então,
42:13vamos com ele,
42:15Marcelo Zurita.
42:24Olá, pessoal!
42:26Saudações astronômicas.
42:28A morte de estrelas
42:29do tamanho do Sol
42:30não vem acompanhada
42:31de violentas
42:32explosões cataclísmicas,
42:33mas nem por isso
42:34é um evento
42:34menos grandioso.
42:36Ao morrer,
42:36elas deixam no espaço
42:38uma última obra de arte,
42:39uma nebulosa planetária,
42:41uma espécie de
42:42gran finale
42:43do espetáculo cósmico
42:44no qual o astro
42:45em seu derradeiro ato
42:46sopra suas camadas
42:48externas para o espaço,
42:49criando véus
42:50de gás e poeira
42:51que brilham
42:52como joias
42:52suspensas
42:53no vazio sideral.
42:54Velas,
42:55delicadas e efêmeras,
42:56mas afinal,
42:57o que são exatamente
42:58essas maravilhas
42:59do céu profundo
43:00que tanto fascinam
43:02cientistas e entusiastas
43:03da astronomia?
43:04As nebulosas planetárias
43:06são bolhas luminosas
43:07formadas pelas camadas
43:08externas de estrelas
43:10comuns,
43:10como o nosso Sol,
43:12expelidas no fim
43:13de suas vidas.
43:14No centro de uma nebulosa
43:15planetária
43:16reside uma anã branca,
43:17o núcleo remanescente
43:19da estrela original,
43:20que não produz mais energia,
43:22apenas emite
43:22o seu calor residual
43:24e radiação capaz
43:25de ionizar o gás
43:27ao redor,
43:27fazendo com que ele brilhe
43:29como uma lâmpada cósmica.
43:30Nebulosas planetárias
43:32são nebulosas,
43:33mas não tem nada
43:34a ver com planetas.
43:35O nome surgiu
43:36no século XVIII
43:37quando nossos telescópios
43:38ainda eram limitados
43:40e esses objetos
43:41apareciam como
43:42pequenos discos
43:43esverdeados
43:44se assemelhando
43:45aos planetas
43:45do nosso sistema solar.
43:47Hoje sabemos
43:48que essas nebulosas
43:49são bem maiores
43:50e estão muito mais distantes
43:52que os planetas
43:52da nossa vizinhança,
43:54mas o apelido pegou
43:55e ficou até hoje.
43:56Na história da astronomia,
43:58essas belezas
43:59foram primeiramente
44:00registradas
44:01por Charles Messier
44:02e William Herschel,
44:03dois incansáveis
44:04caçadores
44:05de objetos celestes.
44:06Foi Herschel
44:07quem cunhou
44:08o termo
44:08nebulosa planetária,
44:10acreditando
44:10que havia
44:10alguma conexão
44:12entre elas
44:12e os planetas.
44:13Mal sabia ele
44:14que estava observando
44:15os últimos suspiros
44:17de estrelas envelhecidas.
44:18Somente no século XX,
44:20com o avanço
44:20da astrofísica,
44:22entendemos que se tratava
44:23da etapa final
44:24da vida de astros
44:25de massa intermediária
44:27entre uma e oito
44:28vezes a massa do Sol.
44:30E o processo
44:30de formação
44:31dessas nebulosas
44:32é fascinante.
44:34Durante sua juventude,
44:35a chamada
44:36sequência principal,
44:37uma estrela
44:38funde átomos
44:38de hidrogênio
44:39em seu núcleo
44:40produzindo hélio.
44:41A energia de expansão
44:42gerada nesse processo
44:44equilibra a energia
44:45de compressão
44:46da gravidade
44:46e com isso
44:47a estrela
44:48permanece estável.
44:49Quando o hidrogênio
44:50se esgota
44:51no núcleo,
44:52a gravidade
44:52contrai a estrela
44:53até a pressão
44:54ser suficiente
44:55para iniciar
44:55a fusão do hélio.
44:56Esse processo
44:57produz elementos
44:58mais pesados
44:59como carbono,
45:00nitrogênio e oxigênio
45:01e gera mais energia,
45:03o que faz
45:04a estrela se expandir.
45:05Ciclos de compressão
45:06e expansão
45:07podem se repetir
45:08algumas vezes
45:09dependendo da massa
45:10da estrela.
45:11Mas quando a energia
45:12gerada em seu núcleo
45:13não puder mais
45:14ser compensada
45:15pela gravidade,
45:16ela se infla
45:17indefinidamente,
45:18perdendo suas camadas
45:19externas para o espaço.
45:21O que sobra
45:21é o núcleo,
45:22que encolhe e aquece
45:24até se tornar
45:24uma nã branca.
45:25Sua radiação intensa
45:27faz o gás ajetado
45:28brilhar em tons
45:29de vermelho,
45:30verde, azul e violeta.
45:32Cores que dependem
45:32dos elementos químicos
45:34presentes na nebulosa.
45:35O oxigênio,
45:36por exemplo,
45:37se revela verde azulado
45:38enquanto o hidrogênio
45:40pinta o espaço
45:41de vermelho vivo.
45:42Essa paleta cósmica
45:43não é apenas
45:44um espetáculo
45:45para os olhos.
45:46Ela guarda pistas
45:47preciosas
45:48sobre o passado
45:49da estrela
45:49que ali viveu,
45:50esculpindo no espaço
45:52formas que lembram
45:53obras de arte impressionistas.
45:55Mas esse show
45:55de luz e cor
45:56é breve.
45:57Uma nebulosa planetária
45:58dura apenas
45:59algumas centenas
46:00de milhares de anos.
46:01Um piscar de olhos
46:02na escala de tempo
46:03do universo,
46:04antes de se dissolver
46:05lentamente
46:06no vazio do cosmos.
46:08Algumas das que se exibem
46:09em nosso tempo
46:10tornam-se
46:10verdadeiras
46:11celebridades celestes.
46:13Entre elas,
46:14a nebulosa do anel
46:15na constelação da Lyra
46:16é uma das mais famosas
46:18e pode ser observada
46:19até por telescópios
46:21amadores.
46:22A nebulosa do Halter
46:23mostra uma forma
46:24curiosa que lembra
46:25justamente o equipamento
46:26da academia.
46:27A nebulosa do olho de gato
46:28revela uma estrutura
46:30intrincada e simétrica,
46:31quase hipnótica.
46:33A nebulosa da hélice,
46:34chamada poeticamente
46:36de olho de Deus
46:37na constelação do aquário,
46:38parece uma íris celeste
46:40nos observando do espaço.
46:42E ainda há as nebulosas
46:43da borboleta,
46:44do esquimó
46:45e tantas outras,
46:46cada uma
46:46com sua beleza única
46:48que atrai as lentes
46:49dos telescópios
46:50de todo o mundo.
46:51Nenhuma delas
46:52é visível a olho nu
46:53porque estão todas
46:54muito longe de nós.
46:56A mais próxima,
46:57a nebulosa da hélice,
46:58está a mais de
46:59650 anos-luz
47:01de distância.
47:02Mas no futuro,
47:03teremos uma nebulosa
47:04planetária
47:04bem mais próxima.
47:06Daqui a cerca
47:07de 5 bilhões de anos,
47:08o nosso Sol
47:09também lançará
47:10suas camadas externas
47:11ao espaço.
47:12Do majestoso astro
47:13que ilumina o nosso dia,
47:15sobrará apenas
47:15uma anã branca
47:16compacta e quente,
47:18cercada por um
47:19casulo de gás
47:19brilhante
47:20à nebulosa
47:21planetária do Sol.
47:23Provavelmente,
47:23eu não vou estar vivo
47:24para contemplar
47:25esse momento,
47:26mas se houver
47:27alguém por aqui,
47:28ficará certamente
47:29encantado com
47:30o fascinante espetáculo
47:31que marcará
47:32o fim da vida
47:32de nossa Estrela Mãe.
47:34E deve ficar
47:34um pouco queimado também.
47:36Mas como esse futuro
47:37ainda está muito,
47:38muito distante,
47:39nos resta apreciar
47:40a uma distância segura
47:42as nebulosas planetárias
47:43que neste momento
47:44adornam a nossa galáxia.
47:46Elas são como
47:47flores cósmicas,
47:48belas,
47:49frágeis e passageiras,
47:50e quando morre,
47:51semeiam o espaço
47:52com a matéria-prima
47:53que dará origem
47:54a novas estrelas
47:55e planetas.
47:56E aí está
47:57a beleza
47:57do nosso universo.
47:59Nessa imensa
47:59arena cósmica,
48:01até mesmo a morte
48:01de uma estrela
48:02pode se transformar
48:03em um magnífico
48:04espetáculo,
48:05breve,
48:06mas inesquecível,
48:07um quadro dinâmico
48:08de forma e cor
48:09que por alguns milhares
48:10de anos
48:11inspira gerações
48:12de sonhadores
48:13a olhar para o céu.
48:14Bons céus a todos
48:15e até a próxima!
48:19Lindíssimas mesmo!
48:20Que aula,
48:21Marcelo Zurita!
48:23Parabéns!
48:24E que linda
48:25aquela nebulosa
48:26olho de Deus,
48:27parece mesmo um olho
48:28ali no meio do universo.
48:30Impressionante!
48:31Lindíssimas imagens!
48:32Muitíssimo obrigada,
48:34Marcelo Zurita!
48:34Tenho certeza
48:35que todo mundo gostou
48:36e muito!
48:37Parabéns!
48:38Pessoal,
48:3920 horas,
48:3918 minutos
48:40pelo horário de Brasília.
48:42Vamos lá
48:43para os nossos comentários
48:44aqui nas redes sociais.
48:46Hoje é sexta-feira,
48:48pessoal!
48:48Olha só,
48:49o final de semana
48:49já chegando!
48:51Mas ainda dá tempo
48:52de você deixar o like
48:53na nossa transmissão
48:54para a gente aumentar
48:55a cada dia
48:56a nossa comunidade,
48:57combinado?
48:58Vamos lá
48:58para o nosso boa noite!
48:59Deixa eu dar uma olhada
49:00aqui no YouTube.
49:01Quem está por aqui
49:02nesse momento?
49:03Reinaldo Natalio,
49:04hoje o olhar espacial
49:05poderia dar uma esticada
49:06e ir até às 10h30.
49:08Olha só,
49:09quem sabe,
49:10não é?
49:10Porque o assunto,
49:11o tema hoje
49:11vale muito a pena
49:13que é a Arca de Noé.
49:14Interessantíssimo!
49:15O pessoal não perca
49:16e interajam também.
49:17O programa é ao vivo,
49:18dá para interagir
49:19com os comentários ali
49:21diretamente com
49:21Marcelo Zurita.
49:22Bem legal!
49:24Tiger Zevejo,
49:25Zé Soares também,
49:26Maso Oliveira,
49:27Luiz Lima,
49:29o Rafael Oliveira,
49:30Marisa,
49:30que o nosso final de semana
49:31seja maravilhoso.
49:32Muitos beijos para você
49:33e até segunda.
49:34Outros beijos,
49:35Rafael,
49:35muito obrigada,
49:36viu?
49:37Ederaldo com corações,
49:38a Lucie com as tulipas também,
49:40Marisa,
49:41excelente final de semana.
49:42Sempre bom estar aqui
49:43no Olhar Digital,
49:44realmente,
49:45adoro estar aqui com vocês.
49:46Obrigada,
49:46Lucie,
49:47um beijão.
49:48E olha o Marcelo Zurita
49:49aqui comentando,
49:50a nebulosa hélice
49:51que ilustra a capa
49:52da série Cosmos
49:53com Neil de Grasse Tyson.
49:56Olha só,
49:57obrigada,
49:57Marcelo Zurita,
49:58beijão,
49:59tá aí participando com a gente,
50:00né?
50:00Já,
50:00já,
50:00você tem o seu programa
50:01aí ao vivo,
50:02Olhar Espacial,
50:03muito bacana.
50:04Solange Capelari também,
50:06boa noite,
50:06Marisa,
50:06e ótimo fim de semana,
50:08você também,
50:09Solange,
50:09obrigada.
50:10Reinaldo Natale,
50:11Lucas B,
50:12Edileuda Rodrigues,
50:15Ariargo Silva,
50:17boa noite,
50:18Família do Olhar Digital,
50:19boa noite,
50:20um beijo,
50:20obrigada,
50:21Felipe Lovati também,
50:23e o José Antônio,
50:24boa noite a todos
50:25e bom final de semana.
50:27Um pulinho no nosso Facebook
50:28para mandar o beijo aqui
50:29para o pessoal também
50:31que está acompanhando
50:32a nossa transmissão,
50:33cadê os comentários
50:34do YouTube,
50:35do Facebook?
50:36Eu vou olhar aqui na tela,
50:37tá bom?
50:37Vamos lá,
50:38quem está aqui conosco?
50:40Ah,
50:41o Johannes Joaquim Balmeister
50:42com as minhas flores
50:43e o Jefferson Pereira Legutti,
50:45olha,
50:45faz tempo que eu não te encontro
50:46por aqui,
50:47Jefferson.
50:48Manda um abraço
50:48para mim,
50:49Marisa,
50:49beijão para você,
50:50Jefferson,
50:51bom tê-lo aí
50:51nos comentários do Facebook.
50:53Pessoal,
50:54vamos para a home
50:55do Olhar Digital
50:55para ver os destaques
50:56nesse momento,
50:57inclusive com a novidade
50:59que nós falamos agora há pouco.
51:01Bom,
51:02em primeiro destaque,
51:03Pix Parcelado
51:04tem lançamento adiado
51:06pelo Banco Central,
51:07vale a pena conferir.
51:09Instagram e Facebook
51:11terão versão paga
51:12para quem não quer ver anúncios.
51:14E aqui a grande novidade,
51:16siga o Olhar Digital
51:17no Google Discover
51:19e tenha mais tecnologia
51:20no seu dia a dia.
51:22está aqui.
51:22Antes, olha,
51:23a oferta dos iPhone 13,
51:25mas vocês clicando aqui,
51:27na reportagem,
51:27vocês têm o passo a passo
51:29para seguir o Olhar Digital
51:31no Google Discover
51:33e ter as notícias ali
51:35no seu feed rapidamente.
51:37Está aqui,
51:38sigam o passo a passo
51:39e façam parte aí
51:40da nossa comunidade
51:42também no Google Discover,
51:44não é verdade?
51:45Então,
51:46vamos lá, pessoal.
51:47Olha o Marcelo Osirita,
51:48pois é, pessoal,
51:48hoje vamos saber das moscas
51:50e dos ratinhos
51:51que passaram
51:52uma temporada no espaço.
51:54Olha só,
51:55é isso aí,
51:55Marcelo Osirita,
51:56bom programa para você.
51:58Pessoal,
51:5920 horas,
51:5922 minutos,
52:00pelo horário de Brasília.
52:02E o Olhar Digital News
52:04de hoje
52:04fica por aqui.
52:06Muito obrigada
52:07pela companhia
52:08em mais uma semana.
52:10Fim de semana
52:10já está aí
52:11para descansar,
52:13trabalhar,
52:13enfim,
52:14aproveitar o final de semana.
52:16e voltamos ao vivo
52:17na segunda-feira,
52:19sete e meia da noite.
52:20Logo mais,
52:2121 horas,
52:22Marcelo Osirita
52:23no Olhar Espacial,
52:25falando sobre
52:26a Arca de Noé,
52:27especial,
52:28pois é a Arca de Noé
52:30que voltou à Terra
52:31em uma missão
52:32protagonizada pela Rússia.
52:34Não percam.
52:36Nos encontramos
52:37na segunda,
52:37pessoal,
52:38aproveitem bem
52:39o final de semana.
52:40Olhar Digital,
52:42o futuro
52:43passa primeiro
52:44aqui.
52:45Grande beijo
52:46para todos vocês
52:47e até segunda.
52:48Tchau, tchau.
52:49Tchau.
53:14Tchau.
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