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No EM Minas desta semana, o multiartista Saulo Laranjeira compartilha sua trajetória como ator, humorista e músico, destacando sua conexão com a cultura popular brasileira, a importância da arte no cenário atual e os desafios e alegrias de sua carreira multifacetada.
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NotíciasTranscrição
00:00Olá, sejam bem-vindos ao programa em Minas deste sábado.
00:24É um programa exibido pela TV Alterosa em parceria com o Portal A e o Jornal Estado de Minas.
00:29O nosso entrevistado de hoje, Saulo Laranjeira, ator, cantor, compositor, humorista.
00:37O que mais, Saulo? Seja muito bem-vindo. Um artista completo.
00:41Prazer, Carol. Então, ao longo dos anos, né, tudo aquilo que me interessava na linha de apresentação como artista e tal,
00:50foi me interessando e eu fui complementando uma coisa após a outra, né, que não dá para você começar com tudo.
00:55Aí eu comecei com a música, cantava a seressa na minha cidade, Pedra Azul e tal.
01:01Depois foi vindo o humor por intermédio dos personagens mais regionais.
01:05Aí foram surgindo personagens mais contemporâneos e a mesma coisa aconteceu na música.
01:10Comecei com canções porque eu sou muito apaixonado pela nossa cultura regional brasileira, né.
01:16Principalmente mais do Nordeste, por conta do Vale de Aquitonha ser divisa com a Bahia e tal.
01:21Então a música faz um sentido muito grande, assim, na minha vida.
01:26Nesse início, desenvolvendo um trabalho voltado para a cultura regional.
01:31Mas aí, morei no Rio muitos anos, cinco anos, vinte anos em São Paulo.
01:35Já voltei para Minas, já tenho vinte e tantos anos e tal.
01:38Então comecei a diversificar o meu repertório musical e hoje eu canto coisas do Wanderly, coisas do Milton Nascimento, Renato Teixeira, Alceu Valenço.
01:49Eu canto aquilo que me dá prazer de cantar, que seja verdade para mim, sabe.
01:54Eu não posso continuar essa entrevista sem ouvir um pouquinho da sua voz.
01:58É.
01:58Uma música aí, deixa eu dizer, Wanderly, que é nosso mineirinho.
02:03Ah, não, não.
02:06Wanderly.
02:06Não, não, porque Wanderly, sem acompanhamento de violão, é complicado.
02:09Mas nesse universo da cultura regional, olha que coisa linda do Elomar Figueiredo Melo, que é um gênio, pra mim, da nossa música regional.
02:17Sim.
02:18Já que tu vai lá pra feira, entrega de lá para mim.
02:22Água da foloque, cheiro no velo e um carrinho.
02:26Traz um pacote de missi, meu amigo, e se tu visse aquele cego cantador,
02:30que um dia ele me disse, jogando um mote de amor,
02:32Que eu haverá de viver por esse mundo, e morrer ainda em flor.
02:38Passa naquela barraca, naquela mulher rezeira,
02:42Um diálogo, o samba, o paca, panela de frigideira,
02:46E até você disse uma lua, gabana boia boa,
02:49Das casas lá da cidade, era pra mim a primeira.
02:53Traz pra mim uma asbrevidade,
02:55Que eu quero matar a saudade,
02:57Faz tempo que fui na feira.
02:59Ô gente, que delícia, é tão bom ouvir sua voz,
03:03Sua voz é realmente encantadora,
03:04E toca não só aos ouvidos, mas toca também ao coração.
03:08E esse artista completo, tantos anos na televisão também, né?
03:12Muitos anos.
03:13Você falou que morou aqui, morou ali, morou em São Paulo, esteve,
03:15E atualmente você fica na ponte BH São Paulo,
03:17Pra gravar justamente...
03:19A Praça é Nossa.
03:19A Praça é Nossa, que a gente não pode deixar de falar,
03:22João Plenário, sucesso, há 30 anos, digamos assim.
03:25Por aí, é quase 30 anos.
03:27Aí ó, temos imagens da Praça é Nossa.
03:29Saulo Laranjeira interpretando aí, ó, o sempre atual
03:33João Plenário.
03:34O que que faz do João Plenário o seu sucesso que ele é?
03:37E nunca sair, né, de...
03:39Uma das coisas que eu procuro manter no João Plenário,
03:42É ele ficar em cima do muro.
03:43Ele não ser nem de esquerda, nem de direita.
03:45Isso é importante, entendeu?
03:47Porque do jeito que a coisa tá inflamada hoje,
03:49Se você radicalizar,
03:51As pessoas, de repente, por mais que eles gostem do personagem,
03:54A gente identifica, tá riscado ter uma rejeição
03:57Por conta dessa coisa partidária que hoje tá muito latente
04:02Na nossa política brasileira.
04:05Atualmente você tem alguma preocupação com as piadas do João Plenário?
04:08Tenho, tenho sim, lógico que eu tenho.
04:10Por isso que eu tô dizendo.
04:11A gente procura sempre manter ali meio em cima do muro,
04:14Mostrando a coisa que realmente é questionável.
04:18Da corrupção, em si.
04:20Da corrupção, propriamente dita e tal.
04:22Quem faz os textos é o Magalhães Júnior,
04:24Que é o redator lá da praça,
04:25Mas a gente sempre convive, a gente bate bola.
04:29Discute sobre.
04:30Ele manda pra mim o texto.
04:32Eu falo, Maga, isso aqui não tá legal, isso aqui tá e tal.
04:34Então a gente meio que entrosa pra gente fazer,
04:37Pra manter o texto dele, bastante atual,
04:40Mas sem tomar muito partido, entendeu?
04:42Que na verdade eu acho que é isso que o humor mostra,
04:46Principalmente no caso do João Plenário,
04:48Mostra essa versatilidade, né?
04:51É isso que faz ele estar até hoje,
04:53Há 30 anos aí na televisão.
04:56E você, né, Saulo,
04:58Trazendo essa bagagem,
04:59Essa experiência do artista,
05:01De tantos anos também na televisão,
05:02Esteve com a gente aqui na TV Alterosa,
05:04Por um tempo,
05:05Com o Arrumação,
05:08Que depois virou bar.
05:09É, é.
05:10Não, continua o Arrumação, né?
05:12Hoje nós estamos na Rio de Minas,
05:14Voltamos pra Rio de Minas,
05:15Mas o programa Arrumação foi o que sugeriu o nome do bar, né?
05:20A gente resolveu alugar aquela casa que tinha bem em frente ali,
05:24A TV Alterosa.
05:25Ali na Sexta-Briand.
05:26E aí, qual o nome, qual o nome?
05:28Veio assim, blum, macio, né?
05:31O programa chama Arrumação,
05:33Por que não o bar também chama Arrumação?
05:35E deu certo demais.
05:37O programa já era um sucesso, né?
05:38Já era muito conhecido,
05:40As pessoas curtiam muito e tal,
05:42E tinha uma audiência muito legal,
05:45Então, bateu, foi uma coisa muito fácil, né?
05:47Aí, ó, temos imagem do Arrumação aqui,
05:49Saulo,
05:49Que faz parte da cultura de Minas, o programa.
05:53Nossa Senhora,
05:54Arrumação tá fazendo...
05:56Já 35 anos nós estamos comemorando.
05:5835.
05:59E aí, a gente, voltando pra essa história do bar,
06:01Você havia comentado que,
06:03Devido ao sucesso das gravações na TV Alterosa,
06:05Na época, com teatro lotado,
06:07E as pessoas gostando muito,
06:09Vocês levaram ali pro bar também,
06:12Esse estilo pocket, piada, música, não foi?
06:16Lógico, tinha muitas atrações.
06:17Agora, você imagina,
06:18Um programa que naquela época,
06:20A gente trouxe Jair Rodrigues,
06:23Esses sambistas famosos na época e tal,
06:27Muita gente.
06:28Então, você gravava a arrumação,
06:30Atravessava a rua,
06:31E o pessoal ia beber birita, sabe?
06:34Na frente do bar.
06:35Então, em vez de ser no camarim,
06:37Quer dizer, o bar é o camarim, digamos assim.
06:39Então, nós temos histórias incríveis,
06:41Noitadas, assim, maravilhosas e tal.
06:43E tinha um palquinho onde as pessoas cantavam,
06:46Alguns artistas conhecidos davam canja, né?
06:49Uma artista de nome, assim, mineiro,
06:52Que ia lá e tal.
06:54Aí ele terminava dando a canja,
06:55Sem questão de pagar nada,
06:57Sem ingressos, sem nada e tal.
06:59Então, foram momentos, assim, inesquecíveis.
07:02Porque, certamente, ele também estava à vontade
07:03Naquele ambiente e também se sentia pertencente, né?
07:06Exato.
07:06Coisa que acontece, naturalmente, agora,
07:09Muitas vezes eu saio,
07:10Enquanto com o Paulinho Pedra Azul,
07:11A gente está no boteco, não sei aonde,
07:12Tem alguém cantando.
07:13Ah, o Saulo está aqui.
07:15O Saulo canta coisinha.
07:16Lógico que eu vou e canto.
07:17E eu ia falar justamente sobre o Paulinho Pedra Azul,
07:21Quando você já tocou.
07:22Vocês são amigos,
07:23Porque você também é de Pedra Azul,
07:24Não é isso?
07:25Somos amigos,
07:26Conterrâneos,
07:26Temos um show agora de Palácio das Artes,
07:28Que foi um presente,
07:29Um marco da nossa vida.
07:30Lotado, fiquei sabendo.
07:31Lotado e um público muito emocionado e tal.
07:34Isso pra gente foi muito bonito,
07:36Um momento muito inesquecível e tal.
07:38Você também ficou emocionado, não ficou?
07:39Ah, nossa senhora.
07:40Foi um momento, assim, muito marcante.
07:43Muito marcante.
07:44O que você destaca desse show
07:47Que você fez com o Paulinho Pedra Azul
07:48Com o Palácio das Artes lotado?
07:49Então, eu disse isso.
07:51É lógico que essa coisa,
07:53Não só pra vaidade do artista,
07:54A vaidade do ser humano em si.
07:56Você vê um Palácio das Artes
07:57Com 1.500 pessoas lotadas,
07:58É uma coisa extremamente incrível.
08:01Mas, é você ver pelo aplauso,
08:04Pela emoção, pela atmosfera,
08:06Pela energia que estava,
08:07Que aquele público,
08:08Não foi um público curioso,
08:10Já sabia quem era Saulo,
08:11Já sabia quem era Paulinho.
08:13Foi lá justamente.
08:13Foi o que gosta.
08:14Gosta.
08:15Pra prestigiar vocês.
08:16Porque identifica, entende?
08:18Quer dizer, foi pronto pra emocionar.
08:20Então, antes de qualquer música,
08:22Seja minha, seja do Paulinho,
08:23Quando estava cantando,
08:24Logo que cantava,
08:26O público já aplaudia,
08:27Como se falasse, sabe?
08:28Estamos aqui pra abraçar vocês e tal.
08:31Então, esse foi o diferencial.
08:32Foi muito incrível.
08:33Exato.
08:34E agora, me conta uma coisa.
08:35Essa geração nova,
08:36O que você sente deles?
08:38Eles não apreciam a música
08:39Da mesma forma que a geração
08:41Que, por exemplo,
08:43Veio lá do arrumação do programa
08:45Da TV alterosa.
08:47O que que...
08:47Olha,
08:48Isso é uma coisa
08:50Extremamente complexa, Carol.
08:53Porque existem tribos,
08:55Até de jovens mesmo,
08:56Até de 18, 20, 25 anos,
08:58Que tem uma identificação
09:02Com alguns grupos musicais,
09:04Até de bom gosto mesmo e tal.
09:06E existem outros que não se...
09:07Onde é que se perderam?
09:08Essa palavra é muito cruel.
09:10Ninguém se perde.
09:10A pessoa tem liberdade de fazer qualquer coisa.
09:12É meio curtindo o funk,
09:13Ou curtindo a música sertaneja,
09:15Que eu particularmente não identifico.
09:17Respeito e tá tudo certo e tal.
09:19Mas ela não traduz
09:20A essência da nossa cultura regional.
09:22Ela traduz
09:24A questão do amor,
09:26Do namoro,
09:28Da emoção e tal.
09:29Que tá tudo certo.
09:30Eu não quero criticar
09:31De maneira, sabe,
09:33Radical,
09:34De forma nenhuma.
09:35Não me identifico.
09:36Enfim,
09:37Como o funk também,
09:39Não me identifico.
09:40O rito não tem nada a ver com isso.
09:41E tem funkeiros que são incríveis.
09:44Mas esses que mais ou menos
09:46Fazem um sucesso absurdo,
09:47Eu não me identifico mesmo.
09:49Mas longe de criticar,
09:51Ou de não me interessar,
09:53Ou de ter resistência.
09:55Não se trata disso.
09:56Que eu acho que a batulidade
09:57De todos nós,
10:00Seres humanos,
10:01É estarmos à vontade
10:02De absorver
10:05E de comunicar-se
10:06E identificar com aquilo
10:08Que faz crescer,
10:09Que você se sente bem.
10:11Entende?
10:11Então jamais eu vou julgar alguém
10:13Que gosta,
10:14Que curte determinado estilo de música e tal.
10:17E isso vai também
10:18Para a literatura,
10:19Para qualquer...
10:20Eu acho que a liberdade existe.
10:21Cada um paga seu preço.
10:23Se aquilo que eu ouço,
10:25Seja música clássica,
10:26Seja música contemporânea,
10:27Seja jazz, blues,
10:29Ou qualquer...
10:29Se isso me faz bem,
10:30Me enriquece como ser humano,
10:31Está certo.
10:32E se o outro enriquece de outra forma,
10:34Também está tudo certo.
10:35Agora,
10:35Dentre os vários personagens
10:37Criados por Saulo,
10:39Interpretados por Saulo,
10:41São vários, né?
10:42Quais são os outros que você,
10:43Além do João Plenário,
10:44Destaca para a gente,
10:46Como fazendo parte aí
10:47Da sua memória afetiva,
10:49Da sua trajetória?
10:50Eu tenho que...
10:51Me vem assim muito...
10:53Eu tenho uma colinha aqui, tá?
10:55Muito claramente aqui.
10:56Vem a...
10:57A velhinha Messina.
10:58Isso que eu ia falar,
10:59A velha Messina.
11:00É, porque foi com ela
11:01Que eu comecei a fazer
11:03Meus personagens.
11:04Só que eu comecei a fazer
11:05A velha Messina
11:06De maneira muito simplória,
11:08Como se começa,
11:09Eu acho que toda profissão, né?
11:11Até mesmo,
11:12Um cantor começa a cantar,
11:14Novinho, brincando e tal,
11:15Até a coisa vai se profissionalizando.
11:17Quando surgiu a velha Messina,
11:18Ela acontecia em casa, assim,
11:20Brincando.
11:21As pessoas,
11:21Mostra a velha,
11:23Aí eu fazia a velhinha,
11:24Benzinha,
11:24As pessoas brincavam.
11:25Benzedeira.
11:26Benzedeira ali,
11:27Brincando,
11:28Nos botecos com os amigos,
11:29Até que um belo dia,
11:31Eu falei,
11:31Ela vai pro palco.
11:33Opa!
11:33E ela falou,
11:34A velha Messina vai pro palco,
11:36Aquela brincadeira eu fazia,
11:37Era pra brincar,
11:38Benzinha as pessoas ali,
11:39Pra divertir.
11:41Aí um belo dia,
11:41Opa, peraí,
11:42Palco é palco.
11:44E aí eu falei,
11:44E agora,
11:45Como é que eu faço?
11:46Ela tem que viver,
11:47Tem que ter uma verdade
11:48Muito absoluta dentro de mim,
11:50Que não se trata só do trejeito,
11:53De parecer uma velha,
11:54Pra não ficar uma coisa caricata.
11:56Sim.
11:56Aí eu falei,
11:56Até onde isso é verdade dentro de mim?
11:58E eu descobri,
11:59Que é uma verdade dentro de mim.
12:01Então lá pras tantas,
12:02Eu tô fazendo a velhinha,
12:03Tô brincando,
12:04Fazendo coisas hilárias,
12:06Divertidas,
12:07E de repente eu tô chorando.
12:09Porque eu convivi com ela,
12:10E a importância que é,
12:12O presente que Deus me deu,
12:14E de repente fazer uma velhinha,
12:15Tão simples,
12:16Tão simplória,
12:18E emocionar as pessoas.
12:20Então pra gente encerrar,
12:21Esse programa em Minas,
12:22Com o Saulo Laranjeira,
12:24Esse ícone da arte,
12:26Do humor,
12:27Esse mineiro que,
12:28Todos nós temos o maior orgulho.
12:30Obrigado.
12:30O Saulo Laranjeira,
12:31Canta pra gente,
12:32Eu vou pedir sabe o que agora,
12:34Que você já deu uma palhinha pra mim,
12:35Romaria,
12:36E muito obrigada pela entrevista,
12:38Foi ótimo.
12:38Tá legal.
12:39No lugar de Romaria,
12:40Olha isso aqui,
12:40Que coisa linda.
12:41Então vamos,
12:41Fica à vontade.
12:42Já que tu vai lá pra feira,
12:44Traga de lá para mim,
12:46Água da fulocicheira,
12:48O novelo e um carrinho.
12:49Eu vou encerrar,
12:50E você continua cantando.
12:51Gente,
12:51O programa em Minas fica por aqui.
12:53A íntegra dessa entrevista,
12:55Vocês acompanham amanhã,
12:56No Jornal Estado de Minas,
12:58E a gente continua esse bate-papo,
13:00No Portal Uai,
13:01No Youtube do Portal Uai,
13:02E vai ser uma honra ter a companhia de vocês.
13:04Saulo, muito obrigada.
13:05Obrigado a você, Carol.
13:06E a vocês,
13:07Até o próximo em Minas.
13:08Canta mais um pouquinho?
13:09Romaria agora,
13:10Por favor.
13:10É de sonho e de pó,
13:13O destino de um só,
13:14Feito eu,
13:16Dentando em cada...
13:17É de sonho e de pó,
13:19O destino de um só,
13:20Feito eu,
13:21Perdido em pensamento,
13:23Sobre o meu cavalo.
13:24É, me deu um branco aqui agora.
13:27Eu não sou cantora não,
13:28Mas eu deixo pra você.
13:29Sou caipira,
13:30Pirapora nossa,
13:32Senhora de Aparecida,
13:35Ilumina a minha escura e fundo,
13:37Trem da minha vida,
13:39Da nossa vida.
13:40Amém,
13:41Obrigada,
13:42SAulo.
13:42Obrigada,
13:42Obrigada.
13:43Obrigada.
13:43Obrigada.
13:43Legenda Adriana Zanotto
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