00:00O partido do ex-presidente, o PL, recuou da articulação e defesa da PEC das prerrogativas, ou a famosa PEC da blindagem.
00:07Você acredita que esse recuo enfraquece a proposta e o debate sobre a proteção de parlamentares?
00:12Pode refletir uma jogada estratégica do PL na Câmara nesse momento do julgamento ou não?
00:20Exatamente, Cazé. É uma jogada totalmente estratégica porque a avaliação que a oposição fazia da PEC
00:29das prerrogativas, ou PEC da blindagem, é que ela seja, sim, algo que acena aos ideais do Partido Liberal,
00:40mas um tipo ali de consolação, um prêmio de consolação em virtude da anistia, que não avançou aqui no Converse na sua pergunta,
00:50e não há sinalização do presidente Mota para que essa proposta, tanto que a oposição avance.
01:00Então, o próprio sócio Inescavaltante, que é o líder do PL, era o juiz do presidente Hugo Mota que isso avançasse.
01:10Hoje, o sócio Inescavaltante falou aqui no Congresso Nacional e disse que está, sim, retirando o time de campo em relação a essa articulação.
01:18Isso quer dizer o quê? O PL, nesse momento, deixa o Centrão a cargo da PEC das blindagens,
01:26vai exatamente deixar que outro partido assuma esse protagonismo, a palavra do sócio Inescavaltante,
01:33que se outro partido tomar à frente dessas negociações, o PL apoiará.
01:40Isso significa o quê? Que a anistia volta do protagonismo das bandeiras do PL,
01:51que é exatamente isso que os aliados de Bolsonaro querem nesse momento, anistia a ele,
01:57enquanto também aceita algum modo que não vai aceitar o prêmio de insolação no lugar exatamente da PEC da anistia.
02:06Obrigado.
02:07Obrigado.
02:08Obrigado.
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