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Estudo do Imazon revela que apenas 7% das ações judiciais por grilagem na Amazônia resultam em condenações. A pesquisa analisou 526 decisões envolvendo 193 réus em 78 processos até maio de 2022. A maioria dos casos termina em absolvição (35%) ou prescrição (33%).

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Transcrição
00:00Um estudo revela que a maioria dos processos sobre a grilagem na Amazônia não resulta em punição
00:06por falhas e demora da justiça. A impunidade acaba incentivando a destruição da floresta.
00:13Patrícia Costa no quadro Jovem Pan Sustentável.
00:18Um levantamento do Imazon mostra que entre 2004 e 2020 apenas 7% das decisões judiciais
00:25contra a grilagem na Amazônia resultaram em condenação.
00:29As causas da impunidade são muitas. 35% dos casos acabaram em absolvição,
00:35frequentemente por falta de provas ou interpretações que beneficiaram os acusados.
00:41Em 33% dos julgamentos houve prescrição, ou seja, o tempo se perdeu e a punição se tornou impossível.
00:49A média de tramitação dos casos foi de seis anos, mas muitos levaram até 18 anos para chegar a uma decisão.
00:57Tempo suficiente para que a justiça sequer ocorra.
01:01A maioria dos crimes ocorreu em terras públicas federais sem provas sólidas,
01:05com processos lentos e penas brandas.
01:08A justiça falha em punir quem destrói a floresta.
01:11O estudo recomenda mais estruturas dedicadas e endurecimento das penas para mudar esse cenário.
01:17Obrigado.
01:18Obrigado.
01:19Obrigado.
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