O chefe do Comando Vermelho pediu para deixar a prisão e fazer uma cirurgia em um dos hospitais mais caros do Rio de Janeiro. Preso por alta periculosidade, Alexander de Jesus pagou R$ 24 mil pelo procedimento.
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00:00Seguimos com a movimentação da nossa reportagem e o chefe do comando vermelho, olha só essa historinha, ele pediu para deixar a prisão e fazer uma cirurgia em um dos hospitais mais caros do Rio de Janeiro.
00:13Rodrigo Viga tá de volta e tem mais detalhes dessa história toda aqui pra gente, pois não Viga?
00:20Isso já deu um fudunce, um quiprocó danado por aqui, Nonato, mais uma vez bom dia pra você, pra Soraya, pro nosso ouvinte, espectador internauta da Jovem Pan.
00:28Quando veio a autorização pra que esse traficante, um dos grandes barões do comando vermelho, Alexander de Jesus, conhecido como Choque, conseguiu em junho desse ano a autorização na justiça para fazer a intervenção em uma unidade privada, um hospital particular, que é uma referência, um dos melhores aqui do Rio de Janeiro, hospital samaritano em Botafogo, na zona sul da capital.
00:51A argumentação era de que ele passou por vários ambulatórios do sistema de saúde penal aqui do Rio de Janeiro e a cirurgia que ele precisava ser submetido não estava ainda, de certa forma, apta a ser realizada na rede de saúde do sistema carcerário fluminense, retirada da vesícula.
01:11Pois bem, conseguiu autorização pra essa intervenção, custo da operação vinte mil reais, a diária hospedagem nesse hospital, um dia, pouco mais de quatro mil e oitocentos reais, ou seja, desembolsou do próprio bolso vinte e cinco mil reais.
01:27E olha que ele tinha direito a uma certa gratuidade judiciária que foi revogada depois de as forças de segurança e judiciários aqui do Rio de Janeiro tomarem conhecimento que o traficante Choque, um dos líderes do comando vermelho, conseguiu pagar do próprio bolso, em espécie, quase vinte e cinco mil reais por conta dessa cirurgia de vesículas.
01:48Recebeu alta nesta quarta-feira e está de volta ao sistema carcerário do Rio de Janeiro, reacendendo todo esse debate, se deveria ser operado no sistema de saúde do estado do Rio de Janeiro, se poderia ter autorização a ir a um hospital particular, enfim, o debate está no ar.
02:06Como está no ar também, uma operação, meu caro Nonato, ouvinte espectadores e internautas da Jovem Pan, rapidamente quebrando o protocolo, mais uma etapa de uma operação da Polícia do Rio de Janeiro, do Ministério Público, para prender policiais militares que faziam um bico durante o horário do expediente.
02:24Dez mandados foram expedidos pela justiça, estão sendo cumpridos, pelo menos oito já foram executados, policiais sendo presos em casa e também ao chegarem ao trabalho, esse tipo de serviço,
02:36na hora do expediente, onde os agentes deveriam estar servindo a população do Rio de Janeiro, isso aconteceu em municípios da Baixada Fluminense, do Cricaxias, São João de Meriti, Nova Iguaçu, Belfor Roxo e Adjacência.
02:52O cara tinha que estar trabalhando, atuando no cotidiano aqui no Rio de Janeiro, mas fazia bico para comerciantes que contratavam esse serviço, vamos dizer assim, por fora ou por dentro, eu já nem sei, né, meu caro Nonato?
03:05Pois é, situação difícil, é igual a história do dinheiro aí do traficante que pagou tudo de uma vez, mas será que é um dinheiro declarado? Não era e por aí vai.
03:13Obrigado, Rodrigo Viga, com informações do Rio de Janeiro.
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