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A morte do gari Laudemir de Souza Fernandes, 44, assassinado enquanto trabalhava na coleta de lixo em Belo Horizonte, gerou comoção e revolta.

A esposa, emocionada, fez um desabafo que rapidamente ganhou repercussão.

Laudemir, conhecido como “Lau”, foi baleado durante a rotina de trabalho, na madrugada de segunda-feira (11).

Segundo familiares, ele acordava todos os dias às 2h30, enfrentando sol e chuva sem nunca reclamar.

A esposa destacou que o marido já havia sofrido acidentes e humilhações, mas seguia firme, voltando para casa com um sorriso.

Repórter: Ethel Corrêa
Imagens: José Geraldo Silva/TV Alterosa

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#Justiça#Gari #BeloHorizonte #Violência

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Transcrição
00:00O Lau deixou uma filha de 15 anos, gente, que precisa dele.
00:04O Lau era trabalhador. O Lau levantava às duas e meia da manhã.
00:08Podia ser com sol ou com chuva. Ele estava lá, vestindo essa roupa para fazer o serviço dele.
00:13Com muito gosto, nunca reclamou de nada.
00:17Passou várias humilhações, sabe? Já machucou.
00:21Mas isso nunca impediu ele de levantar de manhã para ir trabalhar e chegar em casa todo feliz.
00:27Esse era o Lodemi. Ele fazia o que ele amava.
00:31Ele morreu fazendo... Ele foi assassinado fazendo o que ele amava.
00:35Eu espero que essa pessoa pense bem no que ele fez.
00:38Porque cadeia para ela é pouco. É muito pouco.
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