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  • há 1 ano
No sábado, 9 de agosto, véspera do Dia dos Pais, muitos optaram por antecipar as visitas para evitar aglomerações, ter mais tempo junto aos jazigos e viver o momento de forma mais silenciosa e íntima. No cemitério Santa Izabel, no bairro do Guamá, em Belém, a manhã de visitações foi marcada pela tranquilidade e o sentimento de saudade.

Repórter: Gabi Gutierrez

Repórter fotográfica: Ivan Duarte

Edição: Karla Pinheiro (Supervisão Tarso Sarraf)

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Transcrição
00:00Hoje tem pouca gente, não sei se porque é cedo, mas tem pouca gente.
00:0343 anos que meu pai faz dia 11, agora, essa semana, dia 11, ele faz 43 anos de falecido,
00:10então são 43 anos que eu frequento aqui.
00:12De saudade que aumenta, porque de qualquer maneira é dia dos pais, ele morreu na sexta-feira
00:19e o dia dos pais foi domingo, então é uma data que muito mexe com o sentimento da pessoa.
00:25Vem assim, essas épicas, como era nativa, né, que é dia dos pais, dia de, assim, nada, e eu venho, né.
00:33Eu prefiro vir antes, é, porque até que o movimento aqui é muito calmo, né, e eu fico meio assustada, né, de vir, é.
00:41Já vai fazer 13 anos que eu venho, tá, né, fazer as orações pra eles, né.
00:48Algumas vezes nós viemos no domingo, mas em outros tempos, agora com a idade mais avançada, né,
00:55e mais, a busca de mais tranquilidade também, a gente vem no sábado, por ser um dia, assim, mais tranquilo, né,
01:04a gente sabe que dia dos pais, todos os dias são dia dos pais, mas nós temos já um dia especial pra comemorar,
01:10então a gente vem e aproveita pra comemorar, fazer, é, prestar essa pequena homenagem do dia dos pais.
01:18De matar saudade, de, de recordar os, que a gente tem que recordar os tempos que nós vivemos junto com eles,
01:25e que a gente sabe que vai ser sempre, sempre especial.
01:29Enquanto a gente estiver vivo por aqui, nós vamos continuar com a nossa, nossa homenagem.
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