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O policial militar baleado no pescoço durante uma perseguição em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, já está se recuperando em casa. Os dois suspeitos envolvidos e a arma de fogo do PM ainda não foram encontrados, mas a operação continua. Reportagem: Matheus Dias

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Transcrição
00:00O policial militar baleado no pescoço durante uma perseguição em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, já está se recuperando em casa.
00:08As informações com o Matheus Dias.
00:11As últimas informações sobre o policial baleado na comunidade do Paraisópolis é de que Johannes Kennedy Santana,
00:18o cabo da PM que perseguia o suspeito de cometer roubos na região da Zona Sul de São Paulo,
00:24ele teve alta no Hospital das Clínicas.
00:26Mas essa informação foi passada nesta sexta-feira.
00:30Desde o começo, havia sido noticiado pela polícia militar de que o quadro não era grave,
00:35mesmo com um disparo de arma de fogo no pescoço, não teve nenhuma artéria que foi atingida.
00:39Apenas uma das vértebras sofreu uma pequena fratura por conta do disparo.
00:44Mas já nesta sexta-feira, o cabo Santana recebeu alta do Hospital das Clínicas.
00:49Agora, sobre a investigação da polícia militar.
00:51Os dois suspeitos envolvidos, tanto o que realizou o disparo e o que fugiu com a arma do policial,
00:57eles ainda não foram encontrados.
00:59A arma de fogo do PM também não foi achada dentro da comunidade do Paraisópolis.
01:03Mas um terceiro homem, um terceiro suspeito, este foi preso, de nome Francisco Henrique de Lima.
01:10Ele aparece nas imagens do confronto, aparece ao fundo ali do vídeo, como quem está assistindo.
01:15Talvez seja, inclusive, um dos suspeitos que falava bastante no vídeo, os áudios que foram analisados pela polícia.
01:22Nesta sexta-feira também, a polícia militar prendeu este homem porque ele estava portando uma arma de fogo ilegal e com a numeração raspada.
01:30Foi preso em flagrante e a polícia militar confirma ainda que a operação continua,
01:35tanto no Paraisópolis como em toda a região, em busca dos dois suspeitos de cometer o crime
01:40e também em busca da arma do policial.
01:43Ainda sobre o tema, em entrevista ao programa Pânico, o secretário de Segurança Pública aqui do Estado de São Paulo,
01:50Guilherme Derrite, disse que não se pode travar ou tratar, melhor dizendo,
01:55os envolvidos no ataque ao PM na favela de Paraisópolis como suspeitos.
02:01Acompanhe.
02:01Para mim, são...
02:04O que eu posso dizer de uma pessoa que...
02:06Será que num país civilizado, decente, onde o sistema de justiça criminal funciona,
02:10um...
02:12Alguém da imprensa chama um criminoso que atira num representante do Estado fardado de suspeito ou de criminoso?
02:19É o ponto que nós chegamos.
02:20Ou a gente muda esse cenário, essa narrativa que coloca o policial como bandido e o bandido como mocinho da história,
02:29ou vai ser difícil a gente reverter esse quadro.
02:31Eu luto diariamente contra isso, vocês sabem, e eu agradeço porque a gente ainda tem esses espaços, espaços como esse,
02:38que a gente pode falar a verdade, que a gente pode ser sincero e dizer que, sem dúvida alguma,
02:44esses dois covardes são criminosos, aliás, criminosos reincidentes,
02:48e nós faremos de tudo para realizar a prisão deles.
02:51Ainda para o secretário da gestão, Tarcísio de Freitas, é preciso valorizar o trabalho dos bons policiais.
02:58Se ao invés do policial ter sido baleado por esse criminoso que estava armado,
03:03se uma dessas pessoas aí, esses que estavam filmando, que pra mim são coautores, como eu mencionei anteriormente,
03:09se o policial, nessa tentativa de retirar da posse ali, da prisão do policial,
03:16se o policial tivesse dado um tiro, nem, não vou falar um tiro fatal,
03:19tivesse dado um tiro no joelho de algum desses moradores da comunidade.
03:23Como vocês acham que a mídia iria tratar esse caso?
03:26O policial hoje já ia ter pedido de entidades que se dizem defensores de direitos humanos,
03:33de outras instituições, esse policial tem que ser afastado,
03:36eles queriam colocar ele em praça pública, linchar esse policial,
03:41mas agora quando acontece isso, essas mesmas instituições não aparecem,
03:45esses órgãos que se dizem defensores de direitos humanos não aparecem,
03:49mas é a realidade.
03:50Então, às vezes, também na cabeça do policial,
03:52o policial muitas vezes fica com receio de agir por conta dessa pressão pública que existe na atuação do policial.
04:01Não estou dizendo que o policial tem que sair atirando, ele tem que agir dentro dos limites da lei.
04:06Mas é uma linha muito tênue onde o policial arrisca a sua vida.
04:09Nesse caso aí, foi um milagre ele ter sobrevivido, graças a Deus.
04:14Mas a gente tem que repensar a forma como a gente trata o policial
04:16e ter um pouco de empatia, muitas vezes aqueles que criticam ter um pouco de empatia,
04:21porque não imaginam como é estar numa situação como essa.
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