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Um aplicativo de corrida do Comando Vermelho estava gerando cerca de R$1 milhão por mês no Rio de Janeiro. Em vista da criação do app, a facção ainda proibia que empresas oficiais do serviço, como a Uber e a 99, pudessem operar na região de Bangu, obrigando a população a utilizar a plataforma do CV. Agora a polícia faz uma mega operação para derrotar o esquema e cinco pessoas já foram presas.
Comentaristas: Mano Ferreira, David de Tarso, Jess Peixoto e Firmino Cortada
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NotíciasTranscrição
00:00aqui na nossa própria vizinhança, no nosso quintal, no caso, o avanço alucinado do crime organizado
00:06em várias searas da nossa sociedade.
00:08Dessa vez, o Comando Vermelho realmente parece ter se superado, pessoal,
00:12com um app de corridas do CV, do Comando Vermelho,
00:15que gerava nada mais, nada menos que um milhão de reais de lucro por mês no Rio de Janeiro.
00:21Vou acionar o nosso David Ditaça aqui pra contar como que essa situação toda acontecia
00:27e como essas plataformas oficiais, por exemplo, Uber e 99, eram proibidas de operar na região?
00:34Exatamente, Marinho. Essa operação, então, está sendo realizada no Rio de Janeiro
00:37porque foi descoberto que o Comando Vermelho criou esse aplicativo
00:42e impedia que Uber 99 operasse ali na região de Bangu.
00:46Então, era obrigatório o uso apenas da plataforma deles.
00:50Como eles fazem? Com gás, com outros serviços também, como internet.
00:53Então, eles garantem um monopólio por meio da força, por meio da ameaça, da extorsão
00:59e 300 mototaxistas eram obrigados a apenas utilizar o aplicativo do Comando Vermelho.
01:05Por isso que essa operação está sendo feita no Rio.
01:08Sete pessoas que são alvos de prisão, além de outros mandados de busca e apreensão
01:13estão sendo cumpridos.
01:14Até o momento, a última informação que eu tive aqui com o delegado,
01:18cinco pessoas já foram presas, integrantes do Comando Vermelho.
01:21Mas a gente tem visto essa prática, então, sendo aplicada nas mais diferentes regiões do país.
01:26Não só no Rio de Janeiro, né?
01:28Que é um ambiente ali tomado não só pelo Comando Vermelho,
01:31mas também por milícias e outras questões que a gente traz aqui.
01:34É, meus amigos.
01:35Zona Oeste do Rio de Janeiro, terra de ninguém, ao que tudo indica.
01:38No momento, onde a gente está de volta também, para quem está nos ouvindo pela rede Jovem Pan de Rádio,
01:41Morning Show, cega todo vapor, repercutindo, pessoal,
01:43operação bem sucedida da Polícia Civil no Rio de Janeiro,
01:46identificando um mega esquema de faccionados do Comando Vermelho,
01:51criando uma espécie de app de corridas próprio, paralelo,
01:55que acabou oprimindo e forçando com que os mototaxistas da região
01:59tivessem que se submeter, evitando qualquer, enfim, participação ali com plataformas
02:05regulares e legalizadas, como Uber e 99,
02:08um milhão de reais de lucro por mês nessa insanidade que a gente está repercutindo.
02:15Mano Ferreira, a falência do Estado mostrando mais uma vez,
02:17dessa vez, na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio.
02:20Exatamente, Marinho.
02:21Infelizmente, não é um fenômeno isolado.
02:24Nós estamos vivendo no Brasil um avanço do crime organizado
02:28sobre o mercado que deveria ser comandado por atividades lícitas.
02:34Para você ter uma ideia, existe um estudo da CNI,
02:37a Confederação Nacional da Indústria,
02:40que estima que hoje cerca de 400 bilhões de reais
02:45estejam no mercado movimentado pela cadeia de logística do crime organizado,
02:52de forma a praticar na prática uma concorrência extremamente desleal
02:57com o empresário honesto, que deseja simplesmente prosperar segundo a lei,
03:03sem violentar ninguém.
03:05Então, a forma como nós temos sido negligentes com o combate efetivo ao crime organizado
03:13e também a capacidade de estrangular as fontes de financiamento do crime organizado,
03:18fazer com que a regulação dos mercados seja minimamente eficiente,
03:24tem feito com que o crime organizado avance distorcendo os mercados legais.
03:29Agora, um núcleo criminoso controlava ali com ameaças e extorsões
03:33todos os pilotos que deviam trabalhar ali de cima para baixo,
03:37zigue-zagueando ali todas aquelas avenidas perigosíssimas,
03:41Avenida Brasil, Avenida Martin Luther King,
03:43a Dutra, para cima e para baixo, fazendo todas essas entregas,
03:46só para vocês verem que o outro grupo, o outro núcleo criminoso,
03:50simplesmente roubavam no valor integral os valores das corridas que os motoristas faziam
03:57e era repassado tudo integralmente ao chefe do tráfico local.
04:02Então, é uma cena que a gente até lembra da forma com a qual as milícias,
04:05no Tropa de Elite 2, como era absurdamente extorsivo e opressivo,
04:10a forma com a qual a milícia subjugava certos cidadãos,
04:12cobrava as taxas, as extorsões,
04:15e eles nem pegavam integralmente.
04:18Não sei se vocês lembram, tinha aquela cena que o Rocha,
04:20o eterno miliciano do filme,
04:23acaba cobrando 90% do salário de alguém,
04:25e a pessoa fica desesperada, ele acaba matando ela, entendeu?
04:28Mas nesse caso era integral, pessoal.
04:30E o pior, olha a disfarçatez, a cara de pau,
04:33meu caro Firmino, cortada,
04:35o nome do aplicativo clandestino era Hotax Mobili,
04:39e eles tinham até um slogan.
04:40O slogan deles era, aqui eu abro aspas,
04:42o único aplicativo de viagens de carro e moto
04:45que passa pela barricada e te deixa na porta de casa.
04:50Ou seja, a barricada virou um símbolo concreto ali
04:53do poder ou da delimitação das fronteiras
04:56que esses territórios clandestinos criminosos foram criados
04:59e o Estado completamente desmoralizado
05:02com o governador gaguejante e o prefeito promoter
05:05que acabam levando e mergulhando o rio para o inferno
05:07que a gente está vendo, né?
05:09É isso.
05:09Não, gente, assim, é um Estado totalmente descredibilizado,
05:12uma vergonha, a população totalmente refém,
05:16não tem o que fazer,
05:17e o pior é que sobe lá para cima, né?
05:19A hora que sobe lá para cima e manda soltar todo mundo,
05:21então é complicado, né?
05:22Exatamente, é.
05:23Ah, se o judiciário está todo aparelhado,
05:26é o judiciário que vai julgar.
05:27Gente, olha, depois da Lava Jato,
05:29eu não acredito mais em nada.
05:30Todo um trabalho da polícia para investigar.
05:33Aí o Ministério Público acata a denúncia,
05:35aí tem toda uma investigação ali,
05:38delegar todo mundo,
05:39para depois vocês arquivarem tudo.
05:41Não, depois da Lava Jato,
05:42eu não acredito mais em nada.
05:44Tem gente lutando por anistia.
05:46Aí você...
05:46Ah, não.
05:48Não resistiu.
05:49Não resistiu.
05:50Não, é impressionante o Mano
05:52querer comparar uma situação com outra, né?
05:54A gente está falando aqui...
05:55Para mim são coisas incomparáveis.
05:56São coisas incomparáveis.
05:58A bancada da impunidade é gigante no Brasil.
06:00Não, gente, mas espera aí,
06:01o que a gente teve ali em 8 de janeiro
06:02é uma coisa completamente diferente.
06:04Aquilo ali, para mim,
06:04se você quiser conversar sobre vandalismo,
06:06a gente conversa sobre vandalismo.
06:08Agora, quando se fala em anistia,
06:11porque você quer colocar aquilo ali
06:12enquanto golpe de Estado,
06:14aniquilação do Estado Democrático de Direito...
06:16Todos aqueles envolvidos recebendo penas
06:18muito maiores do que, com certeza,
06:20esses milicianos, esses traficantes receberão.
06:22É aí que mora...
06:23Não, é aí que mora a questão.
06:25Não é a questão de anistia,
06:26de não ter anistia.
06:27A questão da anistia aqui
06:28é porque se você viesse falar,
06:31gente, vamos falar sobre
06:32depredar patrimônio público,
06:34vamos conversar sobre vandalismo,
06:37ok, vamos, está na imagem ali,
06:39está claro para todo mundo.
06:40Agora, você vir querer falar
06:41de abolição do Estado Democrático,
06:43eu acho que são coisas totalmente incomparáveis.
06:47Uma coisa é uma coisa...
06:48Tanto que no direito...
06:48Tem 500 páginas de denúncia da PGR para ler.
06:51Não vamos ignorar os fatos.
06:53No direito, a gente tem uma coisa
06:54que é da proporcionalidade.
06:57Aquilo ali é totalmente desproporcional.
06:59Cadê o princípio da proporcionalidade?
07:01Essa é uma pergunta que muita gente se faz
07:04e com toda razão.
07:06Verdade disso.
07:06Tortura, ameaça de morte.
07:07O meu ponto é que a construção institucional,
07:09ela é penosa.
07:10É muito mais difícil construir
07:12do que destruir instituições.
07:15E no Brasil,
07:16nós temos uma chaga
07:17da impunidade contra criminosos.
07:20E quando a gente fica
07:21tentando descredibilizar
07:23a justiça de forma ampla,
07:25dizendo que nada serve nunca...
07:26Mas qual é a credibilidade
07:27quando tem um...
07:28É preciso construir instituições...
07:30E entra de um avião
07:31e fala que não tem fundada suspeita?
07:33Como que a gente não descreve
07:34de uma situação como essa?
07:35Isso é um erro.
07:36E nós precisamos fazer a crítica.
07:38Mas a gente precisa tomar cuidado
07:40para fazer uma crítica
07:42que leva para um caminho
07:43que constrói a instituição.
07:45Porque se a gente vai para o caminho
07:47da avacalhação,
07:48colocando tudo como se nada prestasse,
07:51aí vamos desistir do Brasil,
07:53vamos botar isso aqui para...
07:55Todo mundo só jogar bola
07:56e deixa de fazer outra coisa.
07:59Muita coisa.
08:00O Brasil é um país extremamente...
08:03O Brasil é um milagre, gente.
08:04Porque apesar do Estado...
08:06Não, mas institucionalmente,
08:06o seu ponto foi institucional.
08:07Quais instituições
08:08são funcionais no Brasil?
08:10Apesar do Estado,
08:11nós temos...
08:13Instituições de Estado.
08:14Você tem alguma
08:15que você acha funcional
08:15ou que não tem a devida?
08:16Não, eu sou muito crítico
08:18do Estado brasileiro.
08:19Eu sou muito crítico
08:20do Estado brasileiro.
08:21Mas nós precisamos fazer
08:24com que os lugares
08:26onde a coisa funciona...
08:28Nós temos ilhas de excelência.
08:29Por exemplo, o INPA.
08:31O INPA,
08:31o Instituto de Matemática
08:33Pura e Aplicada,
08:34é uma instituição
08:35que funciona
08:37num modelo...
08:38A gente está falando de crise.
08:38A gente está falando de crise.
08:38A gente está falando de crise.
08:41Bola no chão.
08:41O que presta no Brasil
08:42é o povo,
08:43é a cultura,
08:44é a nossa resiliência.
08:46Mas institucionalmente falando,
08:48o que é a sua crítica
08:49em relação a isso,
08:50a gente tem instituições
08:51muito desfuncionais.
08:52Calma, calma, calma, calma.
08:52E nessa comparação
08:53do STF, assim,
08:54eu acho que, gente,
08:55então vamos lá.
08:56Então se tiver um terremoto
08:57no Brasil hoje
08:58e desabar o prédio do STF,
09:00posso dizer que o Estado
09:01Democrático de Direito
09:02acabou?
09:02Porque se a representação
09:03do Estado Democrático
09:04é o prédio do STF,
09:07a ponto de terem depredado
09:08patrimônio público,
09:10você chamar de abolição
09:10do Estado Democrático de Direito.
09:12Então vou concluir que
09:13se temos placas tectônicas
09:15rachadas embaixo aqui do solo
09:17e elas se chocarem
09:18e o chão tremer
09:19e o prédio do STF desabar,
09:20então não existe mais democracia.
09:23Isso é que está na denúncia
09:24da PGR.
09:25Agora vamos lá.
09:26Eu preciso seguir...
09:27Não, mas peraí,
09:27ele arquivou a denúncia
09:28da Janja por viar.
09:30Que isso, gente?
09:31A PGR, pra mim,
09:32é uma vergonha hoje.
09:34A PGR é uma vergonha...
09:35O arquivador geral da República?
09:37Isso, o que é isso?
09:38Já faz um tempinho.
09:39Eles arquivam tudo.
09:40Eu preciso botar a bolinha
09:41no chão aqui.
09:41Pelo amor de Deus,
09:42ajudo o apresentador,
09:43amigo de vocês aqui.
09:44A gente segue adiante aqui.
09:45Minha diretora,
09:47aqui o Andar na Hora.
09:48A gente segue adiante aqui
09:49rumo a Minas Gerais,
09:51o centro nervoso
09:52do teatro do absurdo brasileiro.
09:54E a gente vai estar trazendo
09:55já já as atualizações
09:57com o Rodrigo Costa,
09:59até porque a gente está falando
10:00de 20 toneladas de sabão
10:01em pó falsificados,
10:03apreendidos.
10:04Que história é essa, Rodrigo?
10:05Vai, Queçu.
10:07Olá, Marinho.
10:08Bom dia pra você
10:09e pra todos que acompanham
10:10o Morning Show.
10:11Olha só,
10:12nós vamos hoje
10:12a Dores do Indaiá,
10:14cidade ali do centro-oeste
10:15de Minas Gerais,
10:16com aproximadamente
10:1712 mil habitantes.
10:18E a operação
10:19batizada de sabão
10:21Odores
10:21apreendeu 26 toneladas
10:24de produtos falsificados
10:25e prendeu duas pessoas.
10:27Detalhe,
10:28essa é a
10:29décima segunda
10:29fábrica
10:30de produtos falsificados
10:32identificada
10:33nessa região
10:33apenas este ano,
10:35apenas em 2025.
10:37Os itens
10:37apreendidos
10:38imitavam a aparência
10:40do sabão
10:40em pó
10:41e foram
10:42encaminhados
10:43para perícia
10:44técnica.
10:45Imitavam
10:45inclusive
10:45até a
10:46embalagem,
10:47muito parecida.
10:48O laudo
10:48vai indicar
10:49o destino
10:50final do material.
10:51Dois homens
10:51identificados
10:53como responsáveis
10:54pela fábrica
10:55de 33 e 39 anos
10:57foram presos
10:58e encaminhados
10:59à delegacia
11:00da Polícia Civil.
11:01Houve um veículo
11:02que foi removido
11:03ao pátio credenciado
11:05e foi através
11:05deste veículo
11:06com uma denúncia
11:07anônima
11:08de que haveria
11:08essa fábrica
11:09na zona rural
11:10do município
11:11é que a polícia
11:12conseguiu
11:13identificar
11:14o local.
11:15A perícia
11:16e a Receita Federal,
11:18a Receita Estadual
11:19também compareceram
11:20a essa fábrica
11:21clandestina
11:22de sabão
11:23em pó
11:23e imediatamente
11:25todos aí,
11:26todo esse material
11:27foi recolhido.
11:28Marinho,
11:29portanto,
11:30fábrica
11:30com essa enorme
11:32quantidade
11:33na cidade
11:34de Dores do Indaiá
11:35no centro-oeste
11:36aqui de Minas Gerais.
11:37depois o branco
11:38não fica mais branco
11:39e a dona de casa
11:40não sabe porquê, né?
11:42Há informações seguras
11:44de que
11:44todo esse sabão
11:46em pó
11:46foi usado
11:46para operações
11:47de lavagem
11:48de dinheiro
11:49muito bem executadas
11:50e não surpreenderia
11:51se fosse o caso.
11:52Rodrigo Costa.
11:53Finalmente.
11:54Obrigado pela presença.
11:54Rodrigo Costa
11:55trazendo uma notícia
11:56para a gente lavar a alma
11:57literalmente.
11:58Como é que é?
11:59Como é que é?
12:00Repita.
12:00Realmente Rodrigo Costa
12:01trazendo uma informação
12:02para a gente conseguir
12:03lavar a alma
12:04literalmente, né?
12:05Porque a gente só vê
12:06ações frustradas
12:08muitas vezes
12:08por parte da polícia
12:10só que dessa vez
12:11eles conseguindo aí
12:12ter efetividade
12:14em relação
12:14a essa ação
12:15que muitas vezes
12:16era o crime organizado
12:17não só em sabão em pó
12:18mas em outras frentes também
12:20essas falsificações
12:21estão avançando
12:22inclusive eu trago
12:23com frequência
12:23episódios como esse
12:25aí na minha coluna
12:25no site da Jovem Pan.
12:26Olha aí a polícia
12:27como instituição
12:28do Estado funcionando.
12:30Exatamente.
12:30Pois é, pois é.
12:32Bom, agora os falsificadores
12:33vão ter que se explicar
12:34para a justiça
12:34nem sempre roupa suja
12:36se lava em casa
12:37nesse caso
12:37vai ser com a polícia.
12:40É, então
12:40algum comentário
12:41firme no cortado?
12:43Gente
12:44olha
12:45o que que você vai falar
12:46de uma coisa dessa, né?
12:48É bíblico, né?
12:49Do pó vieste
12:50ao pó voltarás
12:51É isso aí
12:52Ao pó voltarás
12:54Tem muito o que dizer
12:55É bíblico
12:56Quando é bíblico
12:56a gente deixa
12:57as palavras eternas
12:59bíblicas aí
13:00ressoarem e prevalecer
13:02Mas tem falsidade
13:02que é ainda pior, viu?
13:05Ih, que papinho
13:06Que papinho
13:07Não, tá mandando
13:08indiretinho pra quê?
13:09Não, não
13:09Porque o Marinho
13:10vai trazer o assunto
13:11que a gente vai
13:12Ah, olha só, olha só
13:13Foi o gancho
13:14que o apresentador
13:15não percebeu
13:16Não, não
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