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Após o anúncio do presidente francês Emmanuel Macron, o governo do Brasil comemorou a decisão da França de reconhecer o estado da Palestina e o posicionamento brasileiro foi divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores.
Reportagem: Pedro Tritto

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Transcrição
00:00Após o anúncio do presidente francês Emmanuel Macron, o governo do Brasil comemorou a decisão da França de reconhecer o Estado da Palestina
00:08e o posicionamento brasileiro foi divulgado pelos Ministérios das Relações Exteriores.
00:13Mais informações com Pedro Trito.
00:15Em nota publicada pelo Itamaraty, o governo brasileiro saudou o anúncio do reconhecimento do Estado da Palestina pela França.
00:23O texto encoraja todas as demais nações que ainda não o fizeram a tomar a mesma decisão.
00:30O que contribui para responder aos anseios de paz na região, liberdade e autodeterminação do povo palestino.
00:38Além disso, reitera a firme convicção de que se trata da melhor forma de se chegar a uma paz sustentável na região.
00:46O Brasil reafirma a defesa da solução de dois Estados, sendo um da Palestina independente e viável,
00:54convivendo lado a lado com Israel em paz e segurança dentro das fronteiras de 1967,
01:02o que inclui a faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital.
01:08Na véspera, o presidente francês Emmanuel Macron disse que o país reconhecerá formalmente o Estado palestino soberano
01:16durante a próxima Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro.
01:20Pelo menos 142 países já reconhecem ou planejam reconhecer o Estado da Palestina, entre eles o Brasil.
01:29O país defende a solução de dois Estados para o conflito palestino-israelense.
01:34O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é crítico do atual governo israelense,
01:39ao qual acusou de executar um genocídio na faixa de Gaza.
01:43Na última quarta-feira, o governo brasileiro afirmou que vai se juntar à demanda da África do Sul
01:49para que a Corte Internacional de Justiça das Nações Unidas processe Israel por genocídio.
01:55De acordo com o Itamaraty, o governo brasileiro expressa indignação diante dos recorrentes episódios de violência
02:02contra a população civil no Estado da Palestina, não se restringindo à faixa de Gaza e estendendo-se à Cisjordânia.
02:10Marcos Knobel, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo,
02:15acredita que o governo Lula perdeu uma grande oportunidade de virar um protagonista internacional.
02:21O governo brasileiro poderia atuar com a sua relação de amizade de longa data com o governo de Israel
02:30e a sua proximidade também com os palestinos e principalmente com o grupo terrorista Hamas,
02:37que chegou até a elogiar o governo Lula.
02:39Então, veja, o Brasil perdeu essa oportunidade de ser um grande mediador
02:44e poder ter levado a um processo de paz na região.
02:48Mas não. O que nós vimos foi que o Brasil adotou uma postura parcial
02:52e defendendo única e exclusivamente um lado desse conflito.
02:57Para Knobel, a libertação de reféns israelense pelo Hamas,
03:01após o ataque de 7 de outubro, teria evitado a continuidade da ofensiva e Gaza.
03:06Os reféns são uma questão de honra para o governo de Israel, para Israel como um todo.
03:15Então, enquanto eles não forem resgatados, Israel não vai deixar seus filhos dentro de Gaza,
03:21nos túneis, sendo torturados.
03:24Então, é essa a visão que eu coloco.
03:27Acho que o Brasil deveria ter tido um papel muito mais difuso,
03:32muito mais imparcial nesse conflito do que ficar atacando só Israel
03:36e não tentando levar as demandas de Israel para o outro lado.
03:43Os esforços diplomáticos para dar fim ao conflito sofreram um duro golpe na quinta-feira,
03:49com os Estados Unidos abandonando as negociações que aconteciam no Catar.
03:53O presidente americano, Donald Trump, criticou a posição adotada pelo Hamas.
03:58Segundo o republicano, o Hamas realmente não queria chegar a um acordo, e sim morrer.
04:04E isso é algo muito, muito sério.
04:06Chegou a um ponto em que é preciso terminar o trabalho.
04:09Eles realmente fizeram exigências.
04:11Trump também minimizou a decisão do presidente da França
04:15de reconhecer um Estado palestino afirmando que não vai mudar nada
04:20e que essa declaração não tem peso.
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