Pular para o playerIr para o conteúdo principal
  • há 1 ano
Embora reconheça que carga de impostos pagos pelo patrão é pesada no Brasil, Renato Abrantes reitera que os direitos trabalhistas tratam-se de justiça social.

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00Em 2025, segundo as fontes do Cagede, que calcula e que afere as admissões e demissões no Brasil,
00:08nós estamos com um saldo positivo de novas vagas criadas de quase 260 mil empregos.
00:16Trata-se de uma notícia muito boa, alviçareira, tendo em vista que mais gente está ocupando o emprego formal.
00:23Contudo, também em 2025, os dados já contam com aproximadamente 31% de pessoas que estão ou na informalidade ou estão trabalhando de forma irregular.
00:41Isso serve de alerta para aqueles que contratam, tendo em vista as consequências graves, prejudiciais para o empreendimento,
00:49de uma contratação irregular, ou seja, sem que os requisitos legais estejam cumpridos, estejam observados.
00:58Como, por exemplo, a carteira assinada e o pagamento de todos os consecutários, todos os direitos trabalhistas que tem o laborador, que tem o trabalhador.
01:08Trata-se de uma questão de justiça social.
01:11Os direitos trabalhistas estão esculpidos, estão propostos na Constituição Federal,
01:16No mesmo patamar dos direitos fundamentais, os artigos 5º e 6º trazem os direitos sociais,
01:23dentre os quais o do trabalho justo, o de um salário mínimo, digno e que seja suficientemente apto
01:31a arcar com as necessidades básicas de todos os cidadãos, daqueles que trabalham.
01:36Para isso, aqueles que contratam o empregador, o patrão, precisa estar atento a alguns requisitos,
01:45como a formalização do vínculo, o pagamento do salário acordado,
01:50a observância daqueles limites que a lei coloca a título de horas extraordinárias,
01:56pagando-as quando devidas.
01:58No caso de rescisão do contrato de trabalho, o pagamento daquilo que é devido,
02:04a título de aviso prévio, férias não gozadas, 13º proporcional,
02:09dentre tantas outras situações ou questões que se configuram como uma conquista do trabalhador.
02:16O pessoal costuma dizer que o barato sai caro, não é?
02:19Contratar um empregado, um trabalhador, sem a observância desses requisitos,
02:25pode custar muito caro para o empregador, para o patrão,
02:28que pode ser demandado na justiça do trabalho.
02:31E, às vezes, é aí que se apercebe, né?
02:34Em que o barato sai caro.
02:37É bem verdade que nós temos uma carga pesada sobre aqueles que empregam, não é?
02:43O salário não representa a totalidade do custo,
02:46o salário do empregado não representa a totalidade do custo
02:50que vai ser arcado por aquele que emprega.
02:51Nós temos aí as cotas patronais e tantos outros tributos e impostos
02:58que devem ser arcados por aquele que está à frente do empreendimento.
03:03Mas, voltemos àquele que foi dito,
03:06trata-se de uma questão de justiça social.
03:08Você que é empregado e que está numa situação de fragilidade
03:13na sua relação com o seu patrão,
03:15não se deixe explorar.
03:17O Brasil ainda tem lei e a lei trabalhista vigora.
03:21E você que é empregador, você que é empreendedor,
03:24tome muito cuidado.
03:26O barato sai caro.
03:28E aquilo que hoje parece ser uma grande vantagem,
03:31tem muita gente esperta por aí,
03:33lá na frente pode ser uma grande dor de cabeça para a sua empresa.
03:37Direto ao ponto, Renato Abrantes.
03:39Direto ao ponto.
Comentários

Recomendado