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Casa, comida e alma lavada: peça de teatro com Bianca Rinaldi e Rodrigo Phavanello aborda casamento a longo prazo; saiba mais no #MelhordaTarde

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00:00E é justamente essa proposta da peça Casa, Comida e Alma Lavada, uma comédia divertidíssima
00:06que trata da sobrevivência de um relacionamento de longo curso.
00:11A gente tá aqui com Bianca Rinaldi e o ator Rodrigo Pavanello, eles que estão em cartaz
00:17com esse espetáculo divertidíssimo.
00:19Sejam bem-vindos!
00:20Obrigada!
00:21Prazer em receber-nos aqui.
00:23Não, e é legal a gente falar da peça depois, né, de vocês falando aqui sobre relacionamento.
00:27E eu acho que a Tânia Mário e o Luiz Alberto, eles, um casal já que estão há 20 anos
00:33juntos, e nesses 20 anos eles param pra refletir sobre a relação e buscar novamente aquele
00:40brilho, aquele amor que eles sempre sentiram, mas que de repente deu aquela acomodada depois
00:45de 20 anos normal, né?
00:47Mas tem muita lavagem de roupa suja durante a peça.
00:49Sempre tem, né?
00:51É legal porque é o teatro inspirando também a vida real, porque imagino quem vai assistir
00:56também fica, opa, se identifica com algumas situações, né?
01:00Super!
01:01O tempo inteiro as pessoas estão assim, ah, cara!
01:03Tem uma identificação.
01:04Dá uma conturbada.
01:06Porque a gente, nos primeiros, acho que 20, 15 minutos de peça, a gente rompe a quarta
01:10parede.
01:10Então a Tânia Mário expõe todos os perrengues do lado masculino de ser um marido, o marido
01:14que toma leite da caixinha.
01:16E o Luiz Alberto...
01:17Toma leite da caixinha?
01:18É, é...
01:19O personagem!
01:21O personagem!
01:21É, toma leite da caixinha.
01:24A Zé do leite...
01:25Corta a unha no sofá da sala.
01:27Ai, gente!
01:27Nossa, olha isso, pô!
01:28Tem que ter muito...
01:29As coisas de muita intimidade, né?
01:31Tem a Mara, olha uma guerreira.
01:32Então, e ela tá ali, né?
01:33Vamos lá, Luiz Alberto, vamos, né?
01:35Dar uma mexida nessa relação.
01:37Sim.
01:38Mas é muito gostoso.
01:39A gente se diverte muito em cena.
01:41Acho que esse tempo que o Rodrigo falou de quebrar a quarta parede deixa a plateia muito
01:45mais à vontade de participar mesmo da peça.
01:49E então é uma troca muito gostosa que a gente tem com o público.
01:52Legal.
01:53Você já foi ver?
01:54Ainda não.
01:55Mas quero...
01:56Tem que beber, tem que ir.
01:57Preciso.
01:58Então, agora esse mês de julho, aos sábados, às 8 horas da noite, no Teatro Santo Agostinho,
02:04nós estamos lá com a peça, que fica ali na Liberdade.
02:06Fica na Liberdade.
02:07Tem metrô perto, então é um lugar seguro, pra ir que hoje em dia a gente se preocupa tanto,
02:12né?
02:12Com a segurança, mas fiquem à vontade.
02:15Pra ir lá no Teatro Santo Agostinho, às 8 da noite, aos sábados, que nós estaremos
02:19lá.
02:19Todos os sábados de junho.
02:21Julho.
02:22Julho, julho, desculpa.
02:23E esse final de semana americano, estamos chegando aí, americano, com Casa Comida,
02:27sexta-feira.
02:28Olha.
02:28Sexta-feira.
02:28Legal.
02:29Já é a segunda temporada de vocês, né?
02:31Segunda?
02:31A primeira temporada, quem foi, foi o...
02:33Assim, em São Paulo é a segunda temporada.
02:35Sim, em São Paulo.
02:35É, mas a Casa Comida começou com a Bianca e o Juno Andrade.
02:39Sim.
02:40E daí eu entrei pra substituir o Juno, porque a Xuxa ficou com ciúmes da Paquita.
02:43Olha aí.
02:44Tô brincando.
02:45Fala isso não, gente.
02:46Tô brincando.
02:48Tô brincando.
02:49É porque ele teve outros compromissos e tal.
02:51Mas foi um presente estar aqui junto, ainda mais com essa belíssima atriz.
02:55Talentosíssima.
02:56Belíssima mesmo.
02:57Obrigada, gente.
02:58Que eu acompanho desde a época de sonho de verão.
03:00Ah, que legal.
03:02Faz tempo, hein?
03:03É.
03:03Essa carica tão novinha, assim.
03:05Olha a gente, faz.
03:05Era um bebê, né?
03:06Que legal que juntou dois crushes, né?
03:07Eu ex-dominói e ela ex-paquita.
03:09Olha aí.
03:09É verdade.
03:11Mas eu tava falando agora há pouco, a gente viu a reportagem do Bruno, que fez também
03:16um espetáculo, uma peça de teatro.
03:18E a peça é movimentadíssima, lotada, né?
03:21Esse movimento nos teatros aqui em São Paulo, mas em todo o Brasil também, né?
03:24Que as pessoas vão ao teatro também, né?
03:27Isso é tão legal.
03:28É muito bom.
03:29Pra gente é excelente, mas eu acho que com a pandemia, né?
03:32Que a gente passou por um momento tão triste, duro, o teatro sofreu muito com isso.
03:38E aí as pessoas costumaram ficar em casa, né?
03:41Com comodidade de casa.
03:43Mas tá mudando isso, porque acho que sentiram falta do teatro, de sair.
03:49Exato.
03:49E aí a gente entende como o teatro é importante, né?
03:49É importante.
03:50Exatamente.
03:51Agora vocês como atores, vocês gostam mais.
03:53Qual é a paixão maior?
03:54É o teatro ou a TV?
03:55É interpretar.
03:57É.
03:57É tá em cena.
03:59O teatro, cada uma tem sua função diferente.
04:01O teatro, você tem esse contato direto com o público, dá aquele friozinho na barriga.
04:04Olha o Rodrigo.
04:05Olha aqui, abre a parede, a cortina.
04:09Sim, a cortina.
04:09É que sempre aquele friozinho na barriga, meu Deus.
04:12É que o olho é olho ali, né?
04:13É.
04:14Você já recebeu umas olhadas assim, Rodrigo, do tipo, você faz isso?
04:18Você sabe assim, uns questionamentos, você pega o opa.
04:20Exato.
04:20Já direto.
04:21Já, né?
04:22Direto.
04:22Porque o público, ele se mete também, né?
04:24É verdade.
04:25É verdade, sim.
04:26Mas assim, televisão, cinema, teatro, o teatro, ele, eu acho que assim, ele restaura a gente,
04:32né?
04:32É.
04:32É uma delícia fazer o teatro, ele é restaurador pro ator.
04:37É a televisão aquela que é loucura, é um exercício de gravar 30 cenas por dia, chega
04:42em casa, decora mais 30 páginas pro dia seguinte, é uma loucura.
04:47É, acho que é um privilégio, assim, eu me sinto uma pessoa muito privilegiada nessa
04:50profissão, porque eu faço o que eu gosto, né?
04:53Vocês também estão aqui, graças a Deus, nós somos privilegiados de trabalhar naquilo
04:58que a gente gosta, que nos faz bem, né?
05:00E ter a oportunidade de interpretar papéis, sempre falei assim, eu quero fazer algo quando
05:06eu sair, né?
05:06De paqueta, eu quero continuar com o público, fazendo esse público se emocionar, esse público
05:13se questionar.
05:14E o personagem te dá essa oportunidade, né?
05:16De interpretar, você coloca as pessoas em vários lugares, pra gostar de você, pra
05:21não gostar de você, pra ir junto com você ou não, mas você coloca a pessoa ali naquele
05:27lugarzinho de reflexão, que é legal também, além de se emocionar, se divertir.
05:32Eu acho que sempre tem algo a mais, assim, que a gente pode dar no personagem independente
05:37da plataforma.
05:38Legal, a gente tá aí revendo algumas imagens aí da sua trajetória.
05:42Olha, aqui tem várias fases, a fase de paqueta, que é inesquecível, claro.
05:47Foi o começo.
05:47Mas foi apenas o pontapé da sua carreira, né, Bianca?
05:50Foi, foi o começo.
05:52Eu sempre digo que eu comecei num lugar muito privilegiado também.
05:57Por ser adolescente, tá ao lado da Xuxa, a grande rainha, a grande artista que ela
06:03é, extremamente generosa, cuidadosa.
06:06A equipe toda sempre teve muito cuidado com a gente, que era tudo menor, né, de idade.
06:10Todas as meninas sonhavam em ser paquetas, né?
06:13É, exatamente.
06:14E numa função, uma função difícil, porque parecia que não era difícil, mas era bem
06:17difícil a nossa função como paqueta ali, de cuidar de tudo, né?
06:21Então, eu comecei muito bem, assim, pra depois continuar.
06:26E muita coisa já aconteceu, né?
06:28Graças a Deus.
06:29Vários papéis nessa carreira aí, que segue firme e forte.
06:32Vocês agora no teatro.
06:33É.
06:33E tem outros planos?
06:35Além do teatro?
06:37Teatro já existe muito, né?
06:38Então, não, mas a gente tá sempre fazendo coisas, né?
06:41Eu tenho um filme que tá nos festivais pelo mundo, que se chama Dona Rosinha, que foi com a
06:47Dona Laura Cardoso, que fala sobre o abandono de idosos, né?
06:52Olha, que é extremamente importante e muito velado, né?
06:56A gente não fala muito sobre isso.
06:58Ela é abandonada pela filha num ponto de ônibus, por aí.
07:02Você tem uma ideia e é uma história real.
07:05E tem um outro filme também que tá em produção, que é a minha mãe Sandra, que fala sobre depressão
07:11familiar, que também é uma coisa velada às vezes.
07:14Dois assuntos importantíssimos, né?
07:15Extremamente importante.
07:16E a peça que a gente tá, agora a gente tá, né?
07:19Júlio, agosto.
07:21Agosto tem Salvador, tem Itu, tem Ribeirão Preto.
07:25Eu até peguei minha gindinha.
07:27Eu falei, vou ficar com a gindinha aqui pra poder falar a produção, a nossa Ramacria aí.
07:34Mandar um beijo pra Lu, Lu da Ramacria, que é a nossa, que é a produtora da peça,
07:37sobre criptona.
07:39Beijo, Lu.
07:39Ó, Americana dia 11, 17 julho.
07:42Ubatuba, Neste Teatro Santo Agostinho, 27 Florianópolis, Agosto, Itu, Santo André, Salvador, Rio Preto e por aí vai.
07:51É coisa boa, demais, hein, Rodrigo?
07:54Tá convidado, hein?
07:55Obrigada.
07:55Ah, eu sou sábado, eu amo o chato.
07:57Tenho certeza que você, você é casada?
07:59Sou casada.
08:00Casada.
08:00Se você for com o marido, tenho certeza que você vai se identificar em algum momento na pessoa.
08:03Ele não bebe leite na garrafa, não.
08:05Não, mas tem outras coisas.
08:06Ah, mas ele deixa a toalha morada em cima da cama, às vezes.
08:10Ele corta a unha no sofá.
08:11Eu posso nem estar falando muito dele que eu tô fazendo propaganda, hein?
08:15O cara, então, deixa a pelinha na pia.
08:18Deixa a pelinha na pia de barra.
08:19Mas você sabe que a gente fala assim, né, é, será que a gente precisa de tudo isso,
08:24né, metaforicamente dizendo, na parte do teatro, da interpretação, precisa de tudo
08:29isso pra entender de relacionamento?
08:31Aí eu falo pra ele, sabe quando que a gente começa a entender de relacionamento?
08:36Quando a gente junta as escovas de Deus.
08:38É, verdade.
08:39Você pode ter lido todos os livros, ido a todas as peças de teatro, mas quando você
08:43vai pra vida real, aí que a gente sente.
08:46Do dia a dia, juntinho ali, dividir o banheiro.
08:49E às vezes é muito bom e às vezes não é como a gente imaginava, né, como a gente
08:52tava falando aqui sobre relacionamento tóxico, pode acontecer com qualquer mulher, né?
08:56É verdade.
08:57O difícil é quando você começa um relacionamento, você é acostumado a ficar solteiro, e daí
09:01você tem suas manias, mora sozinho e tal, daí você conhece alguém, tipo, lá pros
09:0643 anos, conhece alguém, daí você começa a juntar as escovas de dentes, aí é complicado.
09:10Aí é.
09:11Aí haja amor.
09:12Refazer.
09:13Mas você sabe que a gente fala na peça de solidão, né?
09:16Sim.
09:16Pô, mas tudo isso, por que será que as pessoas ainda tão se juntando?
09:20Por que que acontece?
09:21Mas qual é o medo?
09:22Eu acho que todo mundo tem o medo da solidão.
09:24A gente fala isso na peça.
09:25Verdade, verdade.
09:25E que é muito triste quando a gente olha um relacionamento, um casal que se acomodou
09:29dentro dessa relação e acabou trocando a solidão tradicional por uma outra muito
09:34pior, que é a solidão a dois.
09:35A solidão a dois.
09:36Pois é.
09:37Né?
09:37Olha, tem muito pano pra manga aí, hein?
09:40Pra esse espetáculo que vocês não podem perder.
09:42Façam você, por favor, o convite pra quem tá nos assistindo, pra assistir.
09:47Essa aqui tá do meu lado aqui, a Bianca Rinaldi.
09:49Rodrigo Pavanello.
09:50Estamos aqui pra fazer um convite pra lá de especial pra vocês, todos os sábados
09:54de julho, no Teatro Santo Agostinho, na Liberdade, pra assistir uma peça comédia
09:58deliciosa que é Casa Comida e Alma Lavada.
10:02Às oito horas da noite, no Teatro Santo Agostinho.
10:05Maravilha.
10:06Obrigada.
10:06Obrigado, Luizinho.
10:07Obrigada a vocês pra nos fazer.
10:08Muito obrigado.
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