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  • há 7 meses
Dona Ruth, mãe de Marília Mendonça, se pronunciou nas redes sociais após perder a guarda do neto. "Estou vivendo luto porque eles proíbem a gente de vê-lo", disse nas redes sociais.

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Transcrição
00:00Terceiro capítulo, não, quarto capítulo?
00:02Não, acho que é o quinto já, Rodrigo.
00:04É, deve ser o quinto capítulo aí.
00:07De Murilo Rufi e Dona Ruth pela guarda compartilhada do menino Léo.
00:12Murilo Rufi, que até então tinha essa guarda compartilhada,
00:17pediu guarda unilateral.
00:19Ele entrou na justiça, houve uma audiência de conciliação
00:22e o juiz determinou que Léozinho fique com Murilo Rufi
00:28até que se conclua o processo.
00:31Estamos aí.
00:32Recupera para quem não acompanhou, Léozinho, que é o filho dele, com a Marília Mendonça.
00:35Marília Mendonça, sim, Rodrigo.
00:38Que estava com a avó.
00:39Que estava com a avó desde a morte de Marília Mendonça.
00:43Na verdade, sempre morreu com a avó.
00:45Era uma guarda compartilhada, né?
00:47Era uma guarda compartilhada, em comum acordo, mas nunca entrou justiça.
00:50Agora que a justiça está ali dentro, vendo tudo, por quê?
00:55Porque Murilo Rufi entrou na justiça para querer uma guarda unilateral.
01:00E conseguiu, pelo menos, de forma provisória agora.
01:03De forma provisória, Patrícia.
01:05E o processo está em segredo de justiça.
01:08É comum acontecer isso quando tem um menor no processo e tudo,
01:11eles geralmente costumam colocar em segredo de justiça.
01:15Então, tudo que a gente especula aqui não é nada confirmado, né?
01:20Ah, é para proteger o patrimônio do menino, né?
01:24Já que ele é herdeiro de 60% de tudo da Marília Mendonça.
01:28Será que foi negligência de socorro médico da família da Marília Mendonça?
01:34Você levanta essa questão porque alguém está dizendo isso.
01:37É, as pessoas começam a dizer.
01:39Depoimentos de babais ali, dizendo isso.
01:42E a novidade é que o Murilo se pronunciou, é isso?
01:45O Murilo Rufi se pronunciou, mas Dona Ruth também acabou dando uma entrevista, né?
01:51Para um site em Goiás, o G1, e ela se pronunciou primeiro.
01:55Foi por isso que Murilo Rufi teve que se pronunciar.
01:58É, porque ela colocou...
02:00Ele só está se pronunciando depois que é meio que provocado, né?
02:04Porque então ele não se pronuncia.
02:06Ele fica mais na dele, né?
02:07Ele fica na dele e está certo, é um processo em segredo de justiça.
02:10E o que ela falou, hein, Kaká?
02:11Olha, eu vou pegar dois trechos, apenas, somente.
02:15Esse trecho é muito importante, essa parte aqui.
02:19Estou vivendo um luto...
02:20Quem está falando, desculpa, quem está falando isso?
02:22Dona Ruth, né?
02:23Dona Ruth, mãe de Marília Mendonça.
02:25Eu estou vivendo um luto porque eles proíbem a gente de vê-lo, né?
02:30Proíbem de ver o Leozinho.
02:32Eles à justiça.
02:33É.
02:34Colocaram lá uma visitação absurda de 15 em 15 dias e proíbem a gente de vê-lo.
02:41Meu filho está mal, meu filho está arrasado.
02:44O filho, no caso, é o João Gustavo, que foi chorar nas redes sociais, fez um depoimento.
02:50Você mostrou aqui ontem, né?
02:51É.
02:51O que mais chama...
02:52O depoimento dele também era de que estava preocupado com a mãe.
02:55Com a mãe que estava sofrendo ataques na internet.
02:58O que mais chama atenção nessa fala da Dona Ruth é só de 15 em 15 dias.
03:06Para quem vivia isso inicialmente, né?
03:08Porque ele foi criado com ela.
03:10Disseram que ali que ia estar liberado a avó visitar, ajudar a continuar no cuidado com a criança.
03:15Exatamente.
03:16Até o Murilo Rufi falou, não quero afastá-lo, né?
03:19Da família materna, de maneira alguma.
03:22Passa a ser uma restrição de convivência muito grande.
03:25Muito grande.
03:25Um choque muito grande.
03:26E aí, assim, realmente me chama atenção a justiça determinar isso.
03:31É uma justiça que tem ali como principal foco também a questão emocional envolvendo o Léo.
03:37Se houve essa decisão, porque foi muito bem argumentada e mostrada ali os argumentos que fizeram essa mudança.
03:45Exatamente.
03:46E isso é o que mais chama atenção dessa decisão, gente.
03:49É de 15 em 15 dias.
03:52E a Dona Ruth pega e continua, né?
03:55Ela fala, estamos vivendo tudo o que tínhamos vivido de novo.
03:59Chega a ser cruel com a criança e conosco.
04:02Quando penso no coraçãozinho dele, eu choro.
04:05Isso foi Dona Ruth.
04:07Dando uma entrevista.
04:08É óbvio que aí, gente, a gente tem que ser...
04:11Vamos lá, há fatos, né?
04:13Claro que a avó está sofrendo.
04:15Óbvio.
04:15Mas também ali há uma meio que...
04:18Uma parte emocional que a Dona Ruth quer que o público esteja junto com ela.
04:23Sim.
04:23E a gente pensa principalmente no emocional dessa criança, né?
04:26Que já perdeu a mãe.
04:28Até há informações de que o diabetes que ele sofre é emocional também, né?
04:32Uma criança que tem toda essa questão e ainda...
04:35Imagina, se afastar de uma segunda mãe, né?
04:37A Dona Ruth é a segunda mãe dele.
04:38Ele é uma questão muito complexa.
04:39Era bebezinho, né?
04:40Quando a Marília...
04:40Sim.
04:41Era bebê?
04:41Era bebê.
04:42Acho que ele tinha um ano ou menos, né?
04:44Exatamente.
04:44Ele hoje tem cinco anos.
04:46A memória afetiva de uma mãe ali presente é dela.
04:49É só a Dona Ruth.
04:49É total dela.
04:51Total dela.
04:51E o Murilo realmente falou no primeiro momento.
04:53Eu não quero tirar a convivência da avó, mas aí jogar essa questão pra cada 15 dias
04:59se tira completamente, né?
05:00Mas aí a decisão não é do Murilo mais, a decisão é da justiça.
05:03E não houve acordo, nenhuma conciliação entre eles também.
05:06Não houve, porque antes existe uma audiência de conciliação.
05:09Houve acordo?
05:09Não houve.
05:10Olha, seu juiz, eu tenho aqui pessoas que podem ajudar o senhor a tomar uma decisão.
05:16E essas pessoas comparecem a essa audiência ali, né?
05:20Que já vem com até outro nome de justificação, alguma coisa assim.
05:25Entendeu?
05:25Então, quer dizer, é uma parte mais técnica do direito nesse ponto.
05:29Só que, gente, é o seguinte.
05:32O juiz, isso eu sempre falo.
05:34O juiz, ele não vai que nem a gente aqui.
05:36Ai, coitada Dona Ruth.
05:38Ah, não, é fatos.
05:40A questão é outra, né?
05:41Fatos.
05:42Ele vai, juiz, tem que ser frio.
05:44Ele tem que ir por fatos.
05:46E aí, a gente vê o depoimento do Murilo Ruf.
05:49O que ele falou?
05:50Depoimento do Murilo Ruf, minto.
05:52Um comunicado da equipe dele, jurídica, que também peguei partes, porque é grande também, tá?
06:01Então, é o seguinte.
06:03Essa parte é muito importante.
06:05Para conhecimento, antes de ingressar com o referido processo e mesmo ciente das situações alarmantes,
06:13alarmantes, gente, em letra maiúscula.
06:16Querendo dizer que coisas graves aconteceram ali naquele...
06:19Na questão, né?
06:20Exatamente.
06:22Murilo buscou uma composição amigável, a qual foi ignorada por Dona Ruth.
06:28Por clareza, todos os dias o Léo vai para a casa de seu pai, exceto aos finais de semana.
06:35Murilo participa ativamente da rotina do filho.
06:39Não só Murilo, como toda a família paterna.
06:43O que ele está querendo dizer com isso é o que a gente está falando agora.
06:45Poxa, ele só vivia com a avó.
06:48Poxa, não.
06:49Murilo Ruf estava com o filho todos os dias.
06:53Finais de semana, por que isso, gente?
06:55Porque o Murilo Ruf é cantor.
06:56Trabalha, né?
06:57Viaja.
06:57Então, ele trabalha, ele viaja aos finais de semana.
07:01Então, é por isso que ele está falando isso.
07:03Mas continua, né?
07:05Nesse cenário, ainda que o processo tramite em segredo de justiça, é importante salientar
07:11que a decisão claramente se baseou nos fatos e provas contundentes.
07:19Em letra maiúscula de novo.
07:22Provas contundentes, gente.
07:23A gente não faz ideia, né?
07:24Exatamente.
07:24Ele só não diz prova do quê, né?
07:26Ele nem pode falar.
07:27Ele nem pode falar.
07:28Mas provas contundentes são provas claras, que não tem como você falar.
07:32Ah, mas pode ser.
07:33Não pode ser.
07:34Incontestável, né?
07:35É incontestável, exatamente, Cíntia.
07:37Mas tem indício de que é isso?
07:39Ele não pode falar.
07:40Não pode falar.
07:42Você tem algum disso?
07:42Pode ser aquela questão ligada à negligência de situações em que o menino teria passado
07:47mal e não houve um socorro por parte da avó.
07:52Assim, foi o que você trouxe pra gente ontem, né?
07:55É, exatamente.
07:57Porque me parece que é o mais grave do que a questão de grana, de patrimônio.
08:00De patrimônio.
08:01Claro que é o mais grave, porque a gente...
08:03O que seria mais grave?
08:04Por exemplo, imagina, o que foi dito é que Leozinho passou mal e ele não teve o socorro
08:11da família materna, e sim da família paterna.
08:14E que isso foi comprovado ali até por ex-funcionária e babá realmente do Leozinho.
08:21E elas realmente prestaram depoimento.
08:23Que confirma um pouco dessa sua versão, né, Cacá?
08:26Realmente prestaram, é o que a gente tem.
08:28Ah, é oficial?
08:29Não é.
08:29Mas a gente vai tirando informações e elas prestaram realmente depoimento.
08:34Ele continua falando uma coisa muito importante, é o que a gente tá falando aqui, né?
08:39Depois das provas contundentes dos autos, sendo que a fixação do direito de convivência
08:44foi determinada pelo juiz, que se amparou nas circunstâncias do processo, visando evidentemente
08:54o melhor para o bem-estar do Léo.
08:57Então tá claro aqui que é pelo bem-estar do menino.
09:01Decisão do juiz.
09:03Decisão do juiz.
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