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  • há 7 meses
No Papo Antagonista desta segunda-feira, Claudio Dantas e Diego Amorim conversaram com o senador Alvaro Dias, do Podemos, que rebateu as afirmações de que teria sido protegido pela Lava Jato. O parlamentar negou ter sido citado em delações e disse que quem o acusa de ter sido blindado é "burro ou canalha".
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Transcrição
00:00Senador, a gente vai encerrando, eu gostaria de aproveitar e tocar num tema que é sensível,
00:08que tem sido abordado de uma forma muito agressiva nas redes sociais,
00:12o senhor menciona da força das redes sociais e tal, a gente percebe isso em várias postagens,
00:19muita gente dizendo que a Lava Jato poupou o senhor, que o senhor foi citado em delação,
00:23que o senhor foi citado em e-mail e que o senhor não foi investigado e que foi poupado pela Lava Jato
00:30e agora está aliado ao Sérgio Moro. Como é que o senhor responde a essas acusações?
00:34Eu respondo que quem faz uma acusação dessa natureza é burro ou é canalha,
00:43porque acompanhou o meu desempenho durante todos esses anos no combate à corrupção,
00:48nas CPIs, nas investigações e não houve nenhuma citação em delação, não houve,
00:55o que houve foi factóide, exatamente a busca da vingança, como eu já disse lá na Itália,
01:05a corrupção conquistou a impunidade, isso foi até o ministro Barroso que inspirou essa afirmação.
01:11Aqui, a corrupção quer mais, quer vingança, quer vingança e sequestra a narrativa.
01:20Não houve nada disso. Então, eu continuo dizendo, é claro que eu tinha que rir disso até,
01:27tinha que rir disso, a Lava Jato me poupou do quê? Não investigou o quê?
01:34Não é? Investigar o quê, eu pergunto, não é? Então, na verdade, a divulgação disso é a divulgação da burrice
01:44ou da canalice. Aí é só escolher. Quem divulga isso está divulgando uma burrice ou uma canalice.
01:53E, na medida do possível, nós vamos responder a isso com muita autoridade, porque, na verdade,
01:59o meu maior patrimônio na política adquirido foi o da honestidade. Eu abri mão de todos os privilégios,
02:06aliás, seria muito bom que os políticos, quando defendem o fim dos privilégios, abrissem mão deles.
02:13Eu sempre abri. Eu tive a oportunidade de receber, durante 29 anos, a aposentadoria de ex-governador,
02:20daria mais de 11 milhões. Abdiquei disso, o único a abdicar lá no Paraná.
02:25Seria mais de 11 milhões de reais. Sempre abdiquei auxílio-moradia, não moro em apartamento funcional,
02:32pago as minhas contas. Abdiquei sempre o... Abdico, né? Essa verba chamada verba indenizatória.
02:42Isso daria milhões durante os anos de mandato, né? No entanto, eu prefiro ser esse...
02:49Essa espécie de sacerdócio, a política é uma espécie de sacerdócio, é uma opção de vida, não é?
02:56Então, nós temos que fazer a opção de vida corretamente. E isto, a exigência principal, é exatamente essa postura.
03:04Se eu não tiver essa postura ética, eu prefiro ir embora da política, não é? Não é o meu lugar.
03:09Então, eu recebo isso, é claro, como uma grande injustiça, essa tentativa, não é?
03:17Essa tentativa, veja bem, quais são os nossos aliados?
03:23Onde eu fui buscar os aliados para o Podemos, não é?
03:27Não só na área de Ministério Público e da Justiça, também da Polícia Federal.
03:32Nós estamos filiando no Podemos, já há bom tempo, alguns membros da Polícia Federal,
03:39que conhecem bem a realidade da Operação Lava Jato, o que ocorreu no país, não é?
03:45Então, olha, brinquem de outra forma, parem de brincar com isso.
03:49Isso é uma brincadeira boba, não é? Uma piada sem nenhuma graça, não é?
04:02Então, olha, brinquem de outra forma, vamos lá.
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