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A Defesa Civil confirmou a terceira morte causada pelos temporais no Rio Grande do Sul. Um idoso de 72 anos morreu após uma árvore cair sobre seu carro em Sapucaia do Sul. Outras duas vítimas foram registradas em Candelária e Caxias do Sul. O estado enfrenta dias de chuvas intensas e risco elevado de desastres.
Apresentador: André Marinho
Reportagem: Felipe Vicari
Comentaristas: Henrique Krigner, Luciana Nepomuceno, Maria de Carli, Sérgio Zagarino
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NotíciasTranscrição
00:00Com toda a atenção que requer esse momento, pessoal, até porque eu queria reportar que as chuvas que atingem o Rio Grande do Sul
00:07desde o começo dessa semana continuam sem tréguas e causando estragos cada vez piores.
00:13O pior cenário que a gente imaginava, aos poucos, vai se materializando, mas a gente torce para que a Defesa Civil,
00:18que está entrando no circuito, vá mitigando isso aos poucos.
00:22E foi a própria Defesa Civil Estadual que confirmou a terceira morte causada pelos temporais no Estado
00:27e quem traz todas as informações aqui no detalhe diretamente da Serra Gaúcha, o nosso repórter Felipe Vicari.
00:34Fala, Felipe, bom dia. As últimas atualizações, por favor, aqui para a audiência do nosso Morning Show. Bom dia.
00:40Muito bom dia, Marinho, a todos que nos acompanham aqui pelo Morning.
00:43Infelizmente, né, Marinho, mais uma morte por conta deste mau tempo que atinge a Serra Gaúcha ao longo de toda essa semana
00:49e há previsão ainda de persistir por pelo menos mais alguns dias.
00:52A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou, hoje, sexta-feira, um novo balanço dos estragos causados pelas chuvas intensas
01:01que atingem todo o Estado desde a última segunda-feira.
01:05Até o momento, três pessoas acabaram perdendo a vida, morrendo em decorrência dos temporais
01:09e mais de 4.500 pessoas foram obrigadas a deixar as suas casas devido às enchentes e deslizamentos.
01:17O terceiro óbito confirmado foi de um idoso de 72 anos, identificado como Mauro Perfeito da Silva.
01:24Ele morreu após uma árvore cair sobre o seu carro na Avenida Rubem Berta, em Sapucaio do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre.
01:33O acidente aconteceu na tarde de ontem, quinta-feira, enquanto ele trafegava pelo local com a sua filha, de 37 anos,
01:40que acabou também sofrendo ferimentos neste acidente, mas, felizmente, ela passa bem.
01:44As outras duas mortes ocorreram em diferentes regiões do Estado.
01:49Em Candelária, Genescida Rosa, de 54 anos, a mulher acabou perdendo a vida na última terça-feira,
01:55após o carro em que ela estava ter sido arrastado por uma enxurrada.
02:00O seu marido, de 65 anos, ainda está desaparecido.
02:04Ele estaria com ela também neste veículo.
02:07As buscas seguem em andamento.
02:09Já entre a cidade de Caxias do Sul e também a cidade de Nova Petrópolis...
02:13A gente teve uma breve intercorrência aqui no link do Filipe Vicari,
02:22mas, claro, já deu para entender que não está nada fácil os últimos dias para os nossos irmãos gaúchos.
02:27Ainda uma cicatriz não só aberta, mas escancarada,
02:31um trauma coletivo do povo gaúcho e até brasileiro.
02:35Aquela onda de solidariedade que se espalhou e que revelou talvez o melhor do povo brasileiro.
02:40Mais uma vez, é uma tragédia.
02:43Enfim, eu acho que volta aqui uma série de memórias pesadíssimas de tudo que os gaúchos tiveram que passar.
02:5290 cidades afetadas, 4.500 pessoas desabrigadas, terceira morte confirmada.
02:58Novamente as cenas de cachorros ilhados em canoas.
03:01É inacreditável que não houve nesse tempo, com bilhões despejados,
03:07e não na velocidade da luz, como deveria ter sido, com a urgência total e absoluta
03:12para tentar realmente criar obras de drenagem, de contenção e de escoamento,
03:17de desobstrução dos bueiros, de realmente estender uma mão para esse povo tão sofrido
03:21que não merece passar por isso.
03:23É o segundo ano consecutivo.
03:24Vamos acionando aqui para o comentário, Henrique Kriegner, por favor.
03:27E uma coisa importante da gente lembrar, Marinho, é que todas as obras,
03:31tanto de contenção, né, depois de toda a tragédia, quanto também de preparação,
03:37aliás, não todas, mas a grande maioria, foram realizadas pelo governo do Estado.
03:42O governo federal foi muito omisso e tem sido duramente criticado,
03:45inclusive pela bancada gaúcha, lá no Congresso Nacional, justamente por causa disso,
03:50por falta de investimento em obras de prevenção para novas tragédias.
03:54A gente não pode ver isso acontecer de novo no Rio Grande do Sul.
03:58O que aconteceu no ano passado não foi a primeira vez, já foi a segunda vez
04:01e foi pior do que a primeira vez, então imagina como seria essa terceira vez.
04:06O auxílio também que foi enviado para o socorro imediato, também,
04:10a grandíssima parte veio do governo do Estado, que a gente sabe que,
04:15apesar de ter ali uma responsabilidade direta, não tem todos os recursos financeiros,
04:19justamente pela forma como o Estado brasileiro está organizado.
04:22muito dinheiro sai dos estados, sai dos municípios e vai para Brasília
04:26e não volta de verdade para os estados e para os municípios.
04:30Então, a gente fica com esse dinheiro travado ali, vai financiando outras coisas,
04:34vai financiando emendas, vai financiando todas as coisas que a gente está vendo agora
04:38e não volta em obras de melhoria e prevenção de tragédias como essa.
04:42E ainda não há políticas estruturantes.
04:44Acho que a gente talvez tenha que se defrontar, que realmente possa haver e possa estar vendo,
04:50vamos até cravar que está havendo uma mudança climática.
04:53A climatologia mudou.
04:55E isso não significa comprar e engolir com casca e tudo
04:58a sirene ali, catastrofista, pseudoambientalista, dizendo que o mundo vai acabar daqui a dois anos.
05:06Porém, está nítido, porque não é mais uma exceção,
05:08não é mais um caso isolado e trágico como foi no ano passado.
05:11É o segundo ano seguido.
05:13Se a média do ano passado foi de 500 milímetros a 700 milímetros de chuva
05:18em média naqueles meses, principalmente em maio do ano passado,
05:21agora a média já é 450 milímetros.
05:24Se a coisa continuar do jeito que está indo, Zagalino,
05:27realmente a gente precisa voltar para a mesa e criar de vez protocolos novos
05:31e uma mudança de lógica em como enfrentar esse tipo de situação.
05:34Porque me parece que não é mais só um caso isolado
05:36e que ficaria só nas dobras dos livros de história, não.
05:40É o segundo ano seguido.
05:42Infelizmente, não são casos isolados.
05:44E a gente tem visto ao longo dos últimos anos algumas tragédias envolvendo enchente,
05:48inundação, na verdade, tecnicamente falando, lá no Rio Grande do Sul,
05:52desmoronamentos aqui no estado de São Paulo, chuva forte também na região do Nordeste.
05:57A gente tem, infelizmente, vivenciado cada vez mais esse tipo de situação.
06:02Então a gente tem que se espelhar em países como o Japão, por exemplo,
06:04que tem protocolos fantásticos de prevenção e também de contingenciamento em casos de crise.
06:10E aqui no Brasil a gente tem política pública para isso.
06:13São políticas públicas do governo federal.
06:15E aí não é do governo ABC.
06:17São políticas de estado, que a gente chama.
06:20E essas políticas determinam um plano de prevenção e de contingenciamento
06:23que deve ser realizado pela defesa civil, pelo estado, pelos municípios.
06:29Aqui no estado de São Paulo a gente tem uma defesa civil sob a agenda da Casa Militar
06:33que investe bastante e orienta bastante os municípios também a como agirem.
06:38Isso é fundamental.
06:39A gente tem que ter um estado que seja bem organizado,
06:41que a política pública venha do governo federal,
06:43que o governo estadual tenha capacidade de, em conjunto com os municípios,
06:48fazer as obras necessárias preventivas para evitar esses tipos de desastre.
06:53E aí vai de acordo com a especificidade de cada cidade.
06:56Tem cidade, por exemplo, como Porto Alegre, que infelizmente tem ali o lago,
07:00a região do Guaíba, que acaba subindo muito com fortes chuvas.
07:04Então as obras têm que ser para fazer a prevenção.
07:06E caso aconteça o que está acontecendo agora,
07:08que ainda não está perto do que aconteceu no ano passado,
07:11que ano passado o Guaíba chegou à altura de 5 metros.
07:14Caso aconteça isso, existe o protocolo de contingenciamento,
07:17que aí é o que cada secretaria deve fazer para poder agir rapidamente
07:20e restabelecer a ordem no local.
07:22Agora, se a climatologia mudou, se as chuvas serão mais intensas,
07:26como é o segundo ano seguido, minha cara Maria de Carli,
07:29então a gente tem que descobrir como conviver com isso.
07:31Até porque, de novo, não é complexo de vira-lata, não,
07:34mas, pelo amor de Deus, a situação do corredor do furacão nos Estados Unidos,
07:38principalmente na região sul, que devasta propriedades
07:41e causa realmente um dano generalizado há tanto, tanto tempo,
07:44qual foi a forma de realmente os Estados Unidos, há um bom tempo, há décadas já,
07:48reduzir quase a zero o número de mortes nesses casos trágicos,
07:53como foi na Carolina do Norte há pouco tempo, como foi na Geórgia,
07:55como sempre na Flórida, no Texas, enfim,
07:58foi que realmente houve um sistema de alertas,
08:02uma educação para a população local,
08:04seguro climático oferecido para os cidadãos dessa região
08:08incompletamente, que é densamente populada.
08:11Então, o que falta para as nossas autoridades brasileiras
08:14realmente tomarem as rédeas e trazerem uma solução definitiva para isso?
08:18E não ficar só correndo atrás do rabo e atrás do prejuízo sempre.
08:21Isso mesmo, falta a questão do olhar atento para prevenção.
08:25Isso em nível federal, estadual e municipal.
08:29A gente tem uma dificuldade aqui no Brasil de investir na prevenção.
08:32A gente percebe lá depois que deu tudo errado.
08:35Isso eu falo não só na frente da questão da defesa civil,
08:38como as questões climáticas, também a questão de saúde
08:41e a questão do SUS com um olhar atento para prevenção.
08:43Então, falta esse olhar para prevenção,
08:46uma articulação entre as esferas federal, estadual e municipal,
08:50maior orçamento, a questão dos alarmes,
08:52mapeamento de zonas de risco,
08:54que isso é uma dificuldade muito grande que o Estado tem de fazer.
08:57E eu pauto aqui, propriamente falando de São Paulo,
09:00a cidade de São Paulo tem problemas também de deslizamentos,
09:03de zonas de risco e não tem até agora,
09:05que é a cidade mais rica do Brasil,
09:07um mapeamento propriamente eficiente das zonas de risco.
09:12Aqui o orçamento da nossa defesa civil está acoplado
09:15ao orçamento da segurança.
09:16Isso é um micro exemplo para vocês verem uma situação que é drástica.
09:20Segurança é a principal preocupação do cidadão paulistano.
09:23E aqui a gente vê ele acoplado com essa questão dos deslizamentos,
09:27que nos assombram todos os anos e apenas 1% do orçamento.
09:30Ou seja, é uma somatória de muitas coisas,
09:33são as autoridades abrindo o olho para a questão problemática que é
09:37e ineficiente como é tratada.
09:38Como o Krigner colocou aqui, isso já faz parte da sabedoria popular.
09:41Obra subterrânea, obra que pode ser vista a olhos vivos ali no dia a dia,
09:48não dá voto, né?
09:49Minha cara doutora Luciana Nepomucena.
09:51E talvez por isso falte esse senso de urgência,
09:53de incluir de uma vez por todas no orçamento vigente e corrente,
09:57e não apenas ali como créditos extraordinários ou despesas ali em caso de calamidade.
10:03Então, é preciso urgentemente inverter essa lógica.
10:05Educação comunitária, simulações, alertas, protocolo.
10:09Não é tão difícil assim.
10:10E eu tenho certeza que se políticos por ofício politizam e precisam se reeleger,
10:14lutando pela própria sobrevivência dos seus cargos,
10:17eu tenho certeza que o povo gaúcho vai priorizar esse tipo de obra nesse momento histórico
10:22do que qualquer outra, qualquer ação, indo para uma escola pública e cortando um lacinho
10:27e tirando foto, sorrindo e segurando um bebê e beijando o bebê.
10:29Então, ação, pelo amor de Deus, não é isso?
10:32Marinho, você pegou num ponto super sensível e importante.
10:36Há determinadas atitudes e investimentos que não resultam em voto.
10:41E o governante, muitas vezes, só está preocupado na sua reeleição
10:47e naquilo que vai ter um resultado nas urnas.
10:51E o que já foi colocado aqui e o evento, essa tragédia anunciada lá no Sul,
10:57mostra a necessidade de a gente ter uma governança climática reforçada.
11:03É exatamente um crescimento urbano desordenado.
11:07E lá no caso especificamente do Rio Grande do Sul, nós tivemos uma tragédia ano passado.
11:13E como foi colocado aqui, com o aumento do fluxo de águas do Rio,
11:20a pergunta que a gente faz é, será que isso não está dentro do grau de previsibilidade?
11:25Com a tragédia de 2024, houve investimentos na ordem de 4,6 bilhões de reais já esperados,
11:32só que só parte desse recurso financeiro foi investido.
11:37E todo ano, como você mesmo falou, Marinho, nós temos um acirramento das condições climáticas.
11:43Então, eu já não falo que é tragédia, já passa a ser algo dentro do catálogo dos chefes de Estado
11:51e também de governo, para tomar medidas.
11:54Se não, passa a ter até uma responsabilização estatal por omissão,
11:59quando, de novo, acontece o evento climático,
12:03que resulta, como agora nós estamos vendo aí, nessa terceira morte.
12:06Então, mas nesse caso, é importante até explicar, para esclarecer,
12:09no Brasil existe política pública, que é feita pela Defesa Civil,
12:12existe o CEMADEM, que é o Centro Nacional de Desastres Nasturais, de Meteorologia.
12:18Eles fazem avisos, a Defesa Civil tem em algumas cidades, por exemplo, no Guarujá,
12:23se você tem chuva muito forte, eles mandam mensagem num sistema chamado Broadcast,
12:28a PITA, de uma forma que não tem como a pessoa não ouvir, para ela sair da área de risco.
12:32Quem está em São Paulo está bem ligado do que se trata, é o mesmo, né?
12:34Em Minas também tem, e aí, uma outra estratégia também de prevenção,
12:38que foi tomada pela Defesa Civil, em São Luís do Paraitinga,
12:41em Ferraz de Vasconcelos e também no Guarujá, são sirenes de alerta,
12:45que aí também são acionadas diretamente pela Defesa Civil,
12:48para alertar a população a deixar as áreas de risco.
12:50Então, são pequenos gestos, pequenas ações como essa,
12:53que fazem toda a diferença em uma velocidade ali, rápida,
12:56para salvar vidas, né?
12:57Que esse é o intuito, fazer com que vidas sejam salvas.
13:00A gente faz até um paralelo com a guerra, você vê.
13:01Israel, que a gente estava falando do sistema de defesa,
13:04quando vai ser bombardeado, eles têm lá um protocolo de defesa
13:06para as pessoas evacuarem o local, e até em um minuto e meio,
13:09o mesmo sistema também que Israel recebe para alertar a população
13:12que tem que correr para o bunker, a gente também recebe aqui no Brasil
13:15para fazer com que a pessoa saia da zona de risco,
13:17seja no morro ou de sua casa, em caso de inundação.
13:19300 milímetros em dois dias, pessoal, de chuva, do volume, pluviométrico.
13:26Canoas quase que viram um arquipélago urbano nessa altura do campeonato.
13:29A gente, enfim, estende o nosso maior, enfim, todo o nosso abraço aqui,
13:33mais apertado, para que o povo gaúcho possa resistir.
13:35Vocês já provaram essa resiliência uma vez, foi exemplo a nível nacional,
13:38diria até global.
13:40Então, mandar principalmente reconhecer o pessoal de Candelária,
13:43Jaguaria, Santa Maria.
13:44E, claro, não é normal, quando em poucos dias já choveu mais de cinco vezes mais
13:50a média mensal para junho.
13:52Então, pessoal, isso aí não é mais questão de correr atrás do prejuízo,
13:57é questão de adaptação e sobrevivência.
13:59Então, vamos colocar isso em vertença lógica?
14:02Acho que a gente iria muito longe se as autoridades realmente levarem isso
14:05para o coração e para a prática.
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