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O STF formou maioria para manter a condenação de Débora Rodrigues por pichar a estátua da Justiça em Brasília durante os protestos de 8 de janeiro de 2023. A pena de 14 anos segue mantida e o regime será definido após o trânsito em julgado.

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Transcrição
00:00A gente volta a falar sobre o Supremo Tribunal Federal porque os ministros formaram maioria
00:05para rejeitar o recurso contra a condenação de Débora Rodrigues,
00:10que escreveu a frase perdeu o mané na estátua da justiça em frente ao Supremo Tribunal Federal.
00:16Repórter Janaína Camilo chegando agora ao Jornal Jovem Pan com essas informações.
00:21Como é que foi esse entendimento do Supremo? Janaína, bem-vinda.
00:26Muito boa noite, Tiago.
00:28Pois é, foi uma decisão da primeira turma, rejeitando esse recurso e mantendo a condenação da Débora dos Santos,
00:36a cabeleireira que escreveu ali, que pichou a estátua da justiça, uma condenação de 14 anos de prisão.
00:44Então, só para relembrar que ela foi acusada, condenada por cinco crimes, por ter participado nos ataques do 8 de janeiro,
00:52os crimes de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático Direito,
00:59dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e também associação criminosa.
01:05O ministro Alexandre de Moraes, no voto dele, ele disse o seguinte,
01:08que o recurso que foi apresentado pela defesa não foi o recurso adequado nesse caso.
01:14Tiago, porque o que foi apresentado ali pela defesa foi os chamados embargos de declaração,
01:19que é aquele primeiro recurso ali, logo depois do julgamento,
01:22para apontar possíveis omissões ali na decisão dos ministros, né, no julgamento.
01:28E aí o ministro disse que esse não foi o recurso adequado,
01:31que esse recurso, na verdade, está pedindo ali a revisão do julgamento
01:36e não apontando ali reais omissões da decisão.
01:41Então, fica mantida aí essa condenação de 14 anos de prisão à cabeleireira Débora dos Santos.
01:47Tiago.
01:48É, e uma outra questão do Supremo.
01:50A ministra Carmen Lúcia pediu vista no julgamento da revisão da vida toda do INSS.
01:56Um assunto que vai e volta, não é, Janaina?
01:58Exatamente, Tiago, porque vez ou outra tem um recurso aqui, né, no STF,
02:07com relação às mudanças no entendimento do Supremo,
02:11com relação à tese da vida toda, né, que não vale mais.
02:14Então, o que está sendo julgado agora?
02:16É um recurso do qual a ministra Carmen Lúcia, então, pediu a suspensão do julgamento.
02:21É um recurso de beneficiários que pedem ali a revisão dos valores
02:26por conta dessa mudança no entendimento do STF com relação a essa tese.
02:30Só lembrando, a revisão da vida toda era uma tese ali
02:34que permitia que os beneficiários do INSS
02:37levassem ali na fórmula de cálculo do benefício,
02:40levassem em conta ou não valores que haviam sido recebidos até julho de 1994,
02:46que foi quando entrou em vigor o Plano Real.
02:49E aí essa tese, ela ficou valendo ali a partir de 2022 com decisão do STF,
02:54ficou valendo até março do ano passado e aí o STF mudou de entendimento
02:58e anulou a tese da revisão da vida toda.
03:01Então, o que está sendo julgado agora é um recurso.
03:04O relator é o ministro Alexandre de Moraes, ele já votou para dizer que
03:08essa correção não é possível, foi seguido pelo voto do ministro Cristiano Zanin
03:14e aí o ministro André Mendonça abriu divergência.
03:17E agora, então, o julgamento foi suspenso com esse pedido da ministra Carmen Lúcia.
03:21Ela tem 90 dias para devolver o processo. Thiago?
03:24É isso, a gente continua acompanhando esse processo que interessa, claro,
03:28aposentados, pensionistas.
03:30Janaína Camilo com as informações do Judiciário Supremo Tribunal Federal.
03:34Até mais tarde.
03:34Obrigado.
03:35Obrigado.
03:36Obrigado.
03:37Obrigado.
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