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Para continuar, selecione todas as imagens que mostram um convidado em Pânico! Após este teste contra a inteligência artificial, a jornalista Tina Roma pode falar tudo sobre os perigos da IA na comunicação atualmente, em específico da locução, que pode estar tornando a rádio obsoleta. Cuidado que a TV e a internet também acharam que iam acabar com a rádio, viu?!

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#Pânico

Categoria

😹
Diversão
Transcrição
00:00Ô Tina, e você tá lá na Record, você é correspondente da Record?
00:05Isso, entro no Fala Brasil, no Balanço Geral, ou no Domingo Espetacular, no Cidade Alerta, onde for.
00:11Por isso que você não sente falta, que você, e você faz locuções também, você faz dublagens, né, na Discovery.
00:18Hoje é muito, assim, Fear Walking Dead, Below Deck, uma série de séries, né, mas hoje diminuiu muito o número de dublagens por causa da inteligência artificial.
00:27Então, diminuiu bastante, mas eu ainda faço, faço algumas coisas.
00:32Então, mas como é que é, dublagem, é tudo inteligência artificial?
00:36Muitas são.
00:37É?
00:38Alguns estúdios com os quais eu trabalho, não só nos Estados Unidos, como Europa, Japão, tá tudo fazendo muita coisa com inteligência.
00:45Mas lá não teve nenhuma discussão sobre essa questão dos dubladores, porque aqui no Brasil já teve.
00:49Também tem, mas o fato é, a gente também tem que ver o lado do empresário.
00:53Sim.
00:53O empresário, ele tem um produto bom na mão, porque é bom, muita gente fala, ai, não é igual.
00:58É igual, tá ficando cada vez melhor, tá melhorando, e o empresário quer gastar menos e ter um bom produto.
01:04Ele consegue isso com a inteligência artificial, então, a gente tem que entender o lado dele.
01:09Existe a discussão, sim, de até apresentadores com a inteligência artificial.
01:14Mas é meio morto.
01:15Não tem alma, né, Tina?
01:16Não tem alma.
01:17É que nem um cadáver, é que nem um cadáver.
01:19Põe o Samy aí.
01:21O Samy sem alma.
01:22Tem um Samy com alma.
01:23É meio ouro, não, não.
01:24No vídeo falta, é.
01:25O Samy, aqui ele tem alma.
01:27Isso.
01:27Mais ou menos também.
01:27Ele tem um jornal.
01:29Quando acorda.
01:30Não, aqui ele tem alma.
01:31Mas é despenteado aqui.
01:32E lá, e lá, é uma pessoa, quando morre, né, que a gente vai no velório, você olha aquela pessoa e fala, nossa, essa pessoa é oca.
01:39É.
01:40O Samy, quando passa aquilo, eu até desligo.
01:42Sem o olhar.
01:43Dá uma tristeza.
01:43Ele entra lá.
01:44Sem o brilho, sem a alma, no olhar, você vê, né?
01:48Mas, por exemplo, vocês não viram, claro que viram, o Tom Cruise, o que fizeram?
01:52Sim, sim.
01:53Tava com alma, não parecia?
01:55Maravilhoso.
01:55Tem uns perfeitos.
01:56É, é, é, é, é.
01:57Aqui o Samy é feio.
01:58Esse, olha lá.
01:58Olha o Samy, olha o Samy sem alma.
02:00Mas põe o áudio, quer ver?
02:01Quando ele vai viajar.
02:02O NVIDIA subiram 45% em dois meses, ultrapassando a Microsoft como a empresa mais valiosa, com valor de mercado de 3 trilhões 440.
02:12Isso é tudo inteligência artificial, ó.
02:14Mas eu acho que a voz consegue ser melhor do que a imagem.
02:17Isso.
02:18A voz tá boa.
02:19Aqui é a imagem do Samy.
02:20E entra o problema da dublagem.
02:21Mó que puta, nego, morto.
02:22Aqui é difícil de...
02:24Mó que puta, nego, morto.
02:25Não, mas...
02:26Ah, é o cara morto, porra.
02:27Só era um cadáver.
02:28Se o Samy, quando vai visitar o solto.
02:30Mas se você pegar a inteligência artificial de agora, por exemplo, aquela Marisa Maioco lá, é maravilhoso.
02:35É muito bom.
02:36Tem muita gente que não sabe ainda se é de verdade ou de mentira.
02:39É trechinho.
02:40Muita gente acaba caindo em pegadinhas, achando que é verdade, quando na verdade é inteligência artificial.
02:45Então tem muita coisa boa e cada vez melhor, né?
02:48Sim.
02:48Cada vez melhor.
02:49Mas você...
02:50A gente fala muito aqui dos radialistas, cara.
02:52Você pegar a Tina Roma.
02:53Sim.
02:54É uma referência.
02:54É uma louca.
02:55Muito.
02:55Tem que respeitar.
02:57Você acha que tá mudando também esse mercado?
02:59Você nos Estados Unidos, o locutor lá, ele é mais...
03:01Sempre foi mais respeitado também, acredito eu.
03:03Tem mercado pra locução, locutor, Guiz FM, ou tá acabando também rádio lá nos Estados Unidos, nesse sentido?
03:09Também tá acabando.
03:10Aliás, eu acho que tá mais à frente, né?
03:12Acaba antes do que aqui.
03:13Lá você acha que vai acabar?
03:15Eu acho que acaba.
03:16O rádio não acaba?
03:17Não, não.
03:17Não o veículo.
03:18Tô falando locutor.
03:19O veículo, o rádio.
03:20O rádio ainda vai existir o resto.
03:21Porque a gente vai anunciar uma música, que eu tô dizendo.
03:24É, é a forma como rádio é feita que muda.
03:27Rádio não vai acabar nunca.
03:29As pessoas nunca vão deixar de ouvir rádio.
03:31Mas a forma como rádio é feita, isso já vem mudando desde a época que eu tava aqui.
03:36Mas eu acho que aqui as pessoas escutam muito mais rádio do que nos Estados Unidos.
03:41Minha filha com 16 anos.
03:43Você conhece o nome de alguma rádio nos Estados Unidos?
03:44Mas essa geração é boba aqui, né?
03:45Ela nem tá prestando atenção em vocês.
03:47Põe o Jadson.
03:48Você já viu o Jadson?
03:49Fala, Edson.
03:50Pera aí, o Jadson.
03:51Você já viu o Jadson, que faz voz e mulher?
03:54Olha o futuro do Jadson.
03:55Tem aí ou não?
03:56Já.
03:56Separaram?
03:57Um, dois, três.
04:03Oi, gente.
04:05Bom dia pra todo mundo.
04:06Nossa, quanta música legal nessa programação.
04:11Mais que interativa pra você.
04:13A galera participando com a gente através do WhatsApp.
04:16Tô amando, hein, gente?
04:17Esse cara é um gênio.
04:18Ah, muito bom.
04:20Linda locutora, te adoro.
04:22Sempre te ouvindo.
04:23Que vontade de te conhecer, locutora.
04:27Enfim, gente.
04:28Seguimos com muito mais músicas na programação, porque aqui a sequência não para pra você.
04:34Muito bom.
04:35Muito bom.
04:36Posso falar?
04:37Dá 100 reais, Braylon.
04:38Isso aí não acaba.
04:40Isso é radialista.
04:41Isso é uma delícia.
04:42Isso é uma delícia.
04:44Mas você não acha que a TV virou...
04:46Por exemplo, os canais de notícias, na verdade, são rádios.
04:49As pessoas não estão olhando a TV.
04:52Poucas imagens são impactantes.
04:55É uma segunda, terceira...
04:57Do dia a dia, fazendo outra coisa e ouvindo.
04:58E aí é um...
04:59Concordo.
04:59É um meio de rádio.
05:01Tudo bem.
05:01É um meio de comunicar.
05:03Mas, assim, é mais próximo do que o rádio era, do que a TV era.
05:09Mas você também não acha que hoje as pessoas estão muito mais interessadas em ouvirem
05:12uma notícia do que ouvirem uma música?
05:14Porque a música eles vão ligar no Spotify, eles vão ligar no portador.
05:17Exato.
05:18Eles querem mais saber de informação.
05:20Então, eu estou dizendo, a rádio mudou muito.
05:21Hoje em dia ninguém liga pra...
05:22Ah, quero ouvir aquela música nova da banda tal.
05:25Ou quero ouvir o Emílio fazendo cabeça de música.
05:27Porque a Giovana não sabe nem o que é cabeça de música.
05:30Cabeça.
05:30Cabeça.
05:31Ele fazia uma cabeça de música.
05:32A geração mudou.
05:33Sim, tinha teste pra locutor, né?
05:34Sim.
05:35Você fez teste pra locutor?
05:36Eu não fiz nada.
05:36Eu não fiz teste pra locutor.
05:37Eu não fiz teste pra locutor.
05:39Eu nunca fiz teste pra locutor.
05:40Você fez teste pra locutor?
05:41Sentou no colo do Lisandro aqui.
05:42É o teste da uva.
05:43Lisandro.
05:44Lisandro.
05:45Teste da uva?
05:46Ok, Adilson tá vendo.
05:47Teste da farofa.
05:48Qual é o teste da uva?
05:49Lisandro, eu sentei no colo do Lisandro.
05:51Tinha que virar as músicas do corpo.
05:54Gravar piloto, DJ.
05:57Eu comecei na Transamérica.
06:00Põe a foto da Tina.
06:01Em Brasília.
06:02Tina lindíssima.
06:03Na Transamérica.
06:04Ela é de Brasília, né, Tina?
06:05Eu sou do Rio.
06:06Ah, você é do Rio.
06:07Eu sou do Rio, mas o meu pai é militar e morava em Brasília.
06:10Aí tinha um locutor que se chamava Luiz Carlos, que hoje faz esportes.
06:14Pô, Luiz Carlos da Esporte.
06:16E ele era bonitão.
06:17Aí uma amiga minha queria conhecer ele.
06:20Ah, essa é a cara da Transamérica.
06:20Não, mas isso já é aqui.
06:21Aqui já é em São Paulo.
06:22Já é em São Paulo.
06:23E aí?
06:24E eu tinha acabado de entrar na faculdade.
06:26Enquanto a minha amiga foi passar cantada no locutor, eu fiquei na recepção.
06:33E nisso o coordenador falou, você veio buscar prêmio?
06:35Eu contei pra ele a história.
06:36Eu falei, mas eu faço faculdade.
06:38Ele falou, então vem estagiar aqui.
06:39Olha isso, cara.
06:40Foi assim que eu comecei.
06:41Mas você...
06:42Não, essa é a Tina, mas já depois.
06:44Já na Jovem Pan.
06:45Mas pega ela novinha lá.
06:47Tina lá com 20 anos.
06:4920 anos, né, você tinha?
06:51Eu comecei com 16.
06:5216?
06:5216.
06:52Caramba, cara.
06:55E vou falar uma coisa pra você.
06:57E o padrão, o padrão de locução que a gente tem, assim, em todo o Brasil, quem
07:04deu esse padrão foi a Tina.
07:05Exatamente.
07:06Esse é o padrão.
07:07Mas é verdade.
07:09Até hoje.
07:09Não é elogio, é verdade.
07:10Sim.
07:11Não, mas eu acho que a gente criou uma geração naquela época, porque quando eu fui trabalhar
07:14em rádio, eu não queria ser locutor.
07:16Eu nunca tinha pensado em ser locutor e acabei me apaixonando por rádio.
07:19E na época só tinha homem trabalhando, talvez por isso eu tenha aprendido uma locução
07:24mais masculinizada e nunca tive ninguém como referência.
07:30Podia ter dado muito errado e acabou dando certo, graças a Deus.
07:34Mas, ó, essa época aí, quantas vezes...
07:36Isso é o Cidade Negra.
07:37Não, pega mais antigo.
07:39Pô, vocês não separaram nada aí.
07:40A Tina teve vários romances.
07:41A primeira, a primeira foto.
07:42A produção aí, hein, Helber?
07:43O baterista do...
07:45Não, baterista não, tecladista do...
07:48Do Skank, não foi?
07:49Ó, a Tina aí, ó.
07:50Você é na Rádio Oficina.
07:51Ó, Mônica Leobo, excelente locutora.
07:53Bem energia.
07:55Disney.
07:55Demais.
07:56É que a Tina tem um outro trabalho, né, Emílio?
07:58É no off, né?
07:59Eu sempre vi a Tina, ela é profissional, meu amor.
08:02Eu acho que você não sei...
08:03Gente, o Daniel era meio estagiário.
08:05Era estagiário da família.
08:06Isso aí, ó.
08:06Eu ganho muito a Tina Roma.
08:08Aqui, ó.
08:09A Tina, ela escreve a pauta.
08:11Eu acho que o jornalismo também te perseguiu, né?
08:13De fazer a pré-produção e pauta.
08:14Eu sou jornalista, além de locutor, eu sou jornalista.
08:18E eu acho que isso funciona muito bem.
08:20Quando você consegue fazer tudo ao mesmo tempo, você se inteira do assunto.
08:24Quando você vai entrar ao vivo, você tem alguém que escreveu o texto pra você,
08:27você já entra perdido no negócio.
08:29Olha essa.
08:30Você ainda era meu estagiário nessa...
08:32Caraca, tia.
08:33O ano vermelho.
08:34Da onde essa...
08:35O vampiro da Vila Madalhã.
08:36Nossa, você tinha sobrancelha, velho.
08:37É, que é onde você comeu a sobrancelha.
08:39O vampiro da B3.
08:40Nasceu o filho, caiu.
08:40Você já se divertiu, hein, Tina?
08:42Você é na Mata Café, hein, Emília?
08:45Carioca cantando casuza.
08:47Essa é a mais fica boa da vida, hein?
08:49Eles vinham num lugar aqui.
08:51Eles vinham num lugar.
08:52Ó que galã que eu tô.
08:53Olha isso.
08:54Parece o Alpatinho.
08:55Deixa eu te falar.
08:56Nos Estados Unidos, um monte de gente vê o pânico.
08:59Sim, sim.
08:59Quando eu disse que ia fazer, todo mundo...
09:01Emília é um gato, hein?
09:02Eu sou galã.
09:02É, você não tem noção.
09:03Porra, eu tô velho, Tina.
09:04As mina piram com ele.
09:05Tá galã, tá galã, eu sou uma galã.
09:06Não tem noção.
09:07Olha a cabeça de criança.
09:08Eu sou um palito queimado, mas eu também não tô nem aí.
09:12É um pinhata, porra.
09:13Deixa eu falar sério.
09:14Essa época, essa época aí, foi o grande auge da frequência modulada.
09:21Década de 90, né?
09:22E eu acho que as pessoas que viveram...
09:25Tanto é que a gente tá fazendo aqui uns programas meio de memories na sexta-feira.
09:29Pro ser maior, rádio táxi e tal.
09:31As pessoas se emocionam com aquela...
09:34E vou falar pra vocês.
09:35Essa geração da tua filha, essa geração que tá agora com esse...
09:39TikTok.
09:40Não, não.
09:41Esse negócio aí, como é que chama?
09:43É o que eu...
09:44Iá.
09:44Não, esse que paga...
09:46Spotify.
09:46Spotify.
09:46Spotify.
09:47Tenzer.
09:48Essa geração da Spotify não vai ter nenhuma lembrança dessa época.
09:52A gente tava falando...
09:52Ela gosta de coisa antiga.
09:54Mas não é...
09:55É uma exceção.
09:56Não, não.
09:57Música é que toca o coração.
09:59Você é apaixonado, né, Emílio?
10:00Esperar a Tina falar e fazer uma locução da música que você quer escutar.
10:04Essa geração não vai ter uma lembrança.
10:07Essa turma que ouve a gente aqui agora, a turma mais velha, quando você coloca um negócio
10:13lá de anos 80, daquela época...
10:16É, arrepia, exatamente.
10:17Cara, chora por quê?
10:18Porque tudo foi feito com emoção.
10:20O que a gente fazia...
10:21O que a gente tá fazendo aqui é emocionante.
10:24Eu receber você aqui...
10:26E que mais é uma época importante na sua vida.
10:27Eu receber aqui...
10:28Toca o meu coração.
10:28Não é difícil.
10:29Eu fico com vontade de chorar, de emoção, de gostoso, de estar com as pessoas que você
10:33gosta.
10:34E é isso que é a comunicação.
10:36Não é a inteligência artificial do Sam e Dana.
10:38É a inteligência artificial.
10:39Não vai ao lado da minha inteligência artificial.
10:40Vai ser tudo a morte de pinhata.
10:41É gostoso quando você ouve uma música e você lembra que naquela época você tinha
10:4516 anos, que você ia pra escola, que você namorava fulano de tal, que você comia
10:51aquele negócio, que você ia na casa da sua avó.
10:53Então você ter essa junção de música do locutor com aquilo que a gente fazia, como
10:58é gostoso.
10:59Passa uma mensagem a música, né?
11:01Não é um negócio pulverizado.
11:02Que ligação que você tem com o Spotify?
11:05Spotify.
11:05Nada.
11:06Você escolhe a música e põe lá.
11:07É tanta coisa.
11:08Você perde o encanto do locutor.
11:09Você ouvia na rádio, você ficava esperando o locutor.
11:12Agora tem uma...
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