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  • há 9 meses
O profissional explicou como tem sido os atendimentos no período sazonal. Segundo ele, as virozes têm afetado mais as crianças, mas a unidade hospitalar tem conseguido fazer um trabalho de êxito.

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Transcrição
00:00Recebemos no programa de hoje o diretor do Hospital Distrital de Itaporanga, que é o Samuel Roney.
00:07Ele explica justamente para todos nós como é que está o atendimento nesse período sazional no Hospital Distrital do município de Itaporanga.
00:18É preciso relembrar de que o hospital está passando por uma reforma, na verdade é uma reconstrução do Hospital Distrital de Itaporanga.
00:26Quero agradecer por ter aceito o convite, Samuel Roney.
00:31Eu gostaria que você pudesse explicar para a gente agora, principalmente para o público que na cidade de Itaporanga e na região está acompanhando agora o programa. Boa tarde.
00:41Boa tarde, Dané, tudo bem? Uma boa tarde a todos os telespectadores, certo?
00:47Pois é, nós estamos passando por esse período sazonal, um período que é um período chuvoso.
00:58O nosso clima modifica bastante, fazendo com que as doenças virais sejam mais propícias e atingindo mais as crianças.
01:14Por questão do contato dentro de sala de aula, as brincadeiras entre os coleguinhas, que está apresentando um quadro viral, o outro vai lá, brinca, termina pegando também esse vírus.
01:33Mesmo assim, a Secretaria do Estado da Saúde vem monitorando esses casos, que são os casos de influência, H1N1, H3N2, o rinovírus, certo?
01:48Algumas dessas doenças que são ocasionadas nesse período.
01:54Hoje aqui nós temos um fluxo de atendimento bastante volumoso, por conta desse período sazonal.
02:04Apesar que as chuvas não foram tão grandes, mesmo assim, o nosso clima aqui mudou, acredito que aí também.
02:13Graças a Deus a gente está conseguindo conduzir bem esses casos, certo?
02:20A Secretaria tem nos dados totais condições para estar tratando essas crianças, certo?
02:28E eu acredito que o trabalho está sendo bem feito, né?
02:33E nós não vamos ter tanta dificuldade, né?
02:36Porque, como eu falei, a Secretaria vem preparada há muitos anos, por conta desse período.
02:44É um período que a gente sabe que o número de doenças por influência é maior, certo?
02:55Agora, Samuel Roney, para o público que está nos acompanhando agora.
02:59O Hospital de Itaporanga, ele está passando por essa reestruturação.
03:03Está sendo reconstruído, na verdade, na cidade de Itaporanga.
03:06Como é o atendimento hoje?
03:08Quais são os serviços que estão funcionando?
03:11Qual é a referência de atendimento quando há alguma necessidade?
03:15O Hospital de Referência para a transferência hoje em Itaporanga, qual é a unidade?
03:23Hoje, nós transferimos para toda a rede, né?
03:26Não só para as cidades circunvizinhas aqui, como Piancó e Coremas, mas também para Tobal, Catolé do Rocha, Cajazeiras, Patos.
03:37De início, vai para a terceira macro.
03:40Quando na terceira macro ela não está comportando o número de casos, aí a gente transfere para a segunda e para a primeira macro também.
03:49Isso é tudo feito por meio da regulação.
03:53E hoje aqui nós estamos funcionando com a nossa urgência, né?
03:57Nós temos três leitos de estabilização, temos nove leitos de observação junto com a amarela, uma pediatria e uma sala verde.
04:09Também temos ainda funcionando a parte de ambulatório, né?
04:13Com serviço de cardiologia, ortopedia, obstetrícia na parte daquelas gestantes de alto risco, pediatria também, juntamente com a rede de cuidado, certo?
04:27E ginecologia.
04:30Sim, também temos a avaliação dos cirurgiões, tanto para a opera paraíba, quanto também para pequenos procedimentos.
04:40Samuel Roney, você tem visto um aumento no número de pacientes acometidos das síndromes respiratórias nesse período da sazonalidade?
04:49Como é hoje, por exemplo, o atendimento a um paciente que chega com determinado sintoma gripal no hospital de Itaporanga?
04:57Olha, por incrível que pareça, como também as chuvas não foram tão grandes, nós não temos tendo tanto caso de pacientes com síndromes gripais, né?
05:18Comparando ao ano passado, o número esse ano está bem menor, certo?
05:23Nós fazemos aqui em média em torno de 600 atendimentos por mês na parte de pediatria, né?
05:30Que eu acredito que é o que são as pessoas mais acometidas são as crianças, né?
05:37Nesse período sazonal.
05:39Nós estamos com estrutura bem organizada, direcionamos mais profissionais para essa parte desse atendimento da pediatria em si.
05:50Temos uma boa assistência na parte da rede hospitalar do estado, no que diz respeito também a consultas com especialistas pela rede Cuidado.
06:03Então, no momento, a gente, graças a Deus, já está tendo tanta dificuldade, certo?
06:08Espero que continue assim, né?
06:11E que a gente consiga passar por esse período com baixa tranquilidade.
06:17Qual o alerta que o diretor do Hospital Distrital de Itaporanga deixa agora para o público,
06:23para quem está nos acompanhando agora, diante desse período sazonal, o hospital está passando por essa reestruturação,
06:31mas qual o alerta que a unidade hospitalar deixa agora para todas as pessoas que estão acompanhando sua entrevista?
06:39Bem, o que a gente costuma falar, né, é que as pessoas, elas têm um autocuidado maior, né?
06:48O simples ato de lavar as mãos, né, ao se alimentar ou pegar na mão de outra pessoa, em algum objeto.
06:56As pessoas que já são acometidas por alguma doença, fazer o uso da máscara, né?
07:03É importante também aquele uso do álcool em gel, que a gente utilizava muito no período de pandemia, né?
07:11Diferente do Covid, né?
07:14Mas também é um vírus, né?
07:16O vírus, a gente sabe, a forma de transmissão.
07:20Então, são os cuidados básicos, né?
07:22Tendo cuidado da casa, na escola, no dia a dia de todas as pessoas.
07:27Eu acredito que se tomar simples atitude desse tipo aí, a gente consegue diminuir os casos, né, das doenças virais.
07:38Alerta, justamente, do diretor do Hospital Distrital de Itaporanga, o Samuel Roney, ao vivo com a gente aqui no nosso programa.
07:46Quero agradecer, inclusive, a larga audiência na região do Vale do Piancó, em nome do...
07:54Deixa eu ver aqui o nome dele.
07:55Alcione, rapaz, acabei de registrar aqui.
07:58Alcione, que é condutor, né, de uma ambulância aí nessa região.
08:02Tá nos acompanhando agora e dizendo que muita gente acompanhando agora o programa.
08:06Muitos profissionais de saúde acompanhando agora a sua entrevista.
08:10Eu gostaria de lhe agradecer e deixar o espaço, né, pra que o senhor pudesse, justamente, reforçar essa sua mensagem, principalmente, pra quem tá agora em Itaporanga, nessa região, que pode até estar preocupado diante dessa realidade.
08:25O hospital, ele tá sendo reconstruído, né, ele tá funcionando ali de forma provisória.
08:31Existem alguns serviços que não estão funcionando porque o hospital tá em obra, mas o senhor garante, o diretor do Hospital de Itaporanga garante, por exemplo, se alguém necessita de um procedimento cirúrgico, de alguma urgência, de alguma emergência, ele não ficará sem o atendimento.
08:50Ele pode ter certeza que ele vai ter o atendimento no hospital de Itaporanga, mesmo que seja o atendimento inicial, se for algo, alguma outra necessidade que não seja possível realizar no hospital de Itaporanga, ele vai ser transferido e vai fazer esse procedimento?
09:07Exatamente, né, exatamente, né, o nosso hospital aqui, de fato, ele tá passando por esse período de reforma e ampliação, mas todos os serviços de urgência e emergência, eles estão funcionando normalmente.
09:21Tanto é que nossa demanda, ela não diminuiu, certo?
09:25Estamos continuando atendendo o mesmo número de pessoas, né, pacientes usuários das cidades vizinhas também, Boa Ventura, Diamante, Serra Grande, certo?
09:40Não mudou quase que nada aqui.
09:43A única diferença que nós estamos tendo é a parte de internação, certo?
09:49Mas o paciente, quando ele tem um quadro sugestivo a uma internação de clínica médica, nossa equipe da regulação, que também foi reforçada, ela vai estar fazendo esse encaminhamento e a regulação do estado, ela manda para toda a rede, né?
10:08Aqui, vizinho a Itaporanga, nós temos a cidade de Piancó, né, onde o hospital de lá tá sendo um braço forte aqui do hospital de Itaporanga também, bem como toda a rede de saúde, certo?
10:25Como falei anteriormente, nós temos aqui três leitos de estabilização complexos, né, é um leito de paciente crítico, é um leito que ele é quase que igual ao leito,
10:38Então, qualquer tipo de ocorrência, qualquer tipo de urgência, nós estamos capacitados aqui para estar dando esse atendimento.
10:49E depois direcionar para outro serviço, caso seja necessário.
10:52E essa projeção positiva de que a obra, ela tá seguindo um ritmo acelerado e será concluída o quanto antes?
11:00Exatamente.
11:01Exatamente.
11:03É bom falar na obra, José Neto, que essa ferramenta que está sendo feita aqui em Itaporanga, ela não só vai beneficiar o usuário do Valor do Piancó,
11:15Mas sim, ela entra também nesse conjunto da rede hospitalar do estado, né, com uma ferramenta que vai conter em torno de 70 leitos,
11:25onde teremos também UTI geral, UTI materno-infantil, né, com a maternidade.
11:32Então, teremos um centro de diagnóstico de imagens com tomógrafos, certo?
11:37Então, quando tudo estiver concluído, e como você bem falou, a construção aqui, ela está de rente e pouca, certo?
11:48Onde nós temos em torno de 70 funcionários aqui trabalhando dentro da obra diariamente, certo?
11:56E com certeza daqui a um ano esse hospital vai estar pronto para toda a sociedade aqui do Valor do Piancó e da Paraíba, né?
12:07Como eu bem falei, os hospitais da rede de saúde do estado, eles trabalham em conjunto.
12:13A gente, quando fala em vaga, no leito hospitalar, a gente só não fala de Itaporanga, nem de Piancó, nem de Patos,
12:21mas sim de toda uma rede, uma rede organizada, certo?
12:26Justamente para estar atendendo os usuários.
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