Pular para o playerIr para o conteúdo principal
  • há 1 ano

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00A gente fala daqui da Praia de Boa Viagem pra contar uma história de agressão contra uma mulher.
00:05Dona Elisângela só queria mesmo trabalhar.
00:08Ali em cima, onde a Lias Valadares vai mostrar agora, nesse local de onde a gente fala,
00:13pertinho do Castelinho, um ponto turístico.
00:17Mas, outro comerciante, vendedor de cervejas, refrigerantes, peixe, petiscos, como a senhora,
00:25ele implica, né? Implica, implica tanto ao ponto de chegar à agressão.
00:33Quando essa agressão aconteceu?
00:34Na sexta-feira, na última sexta-feira agora.
00:37O que ele fez, Dona Elisângela?
00:38Ele me puxou por trás pelos cabelos, me jogou no chão e começou a ferir socos pra todos os lados.
00:45No meu rosto, ele batia muito na minha boca, batia muito no meu braço.
00:50Ele chegou a ser detido?
00:51Ele chegou a ser detido. Teve um rapaz, um anjo que Deus mandou, que tirou ele de cima de mim.
01:00Quando me levantaram, algumas pessoas me levantaram pra jogar água, gelo, e me levaram pro quiosque.
01:08E ele foi logo atrás, dizendo que ia terminar.
01:13Aí foi que os meninos começaram a bater nele, porque disseram, não, você não vai bater mais na mulher.
01:17Quando ele ouviu a sirene da polícia, ele tentou até fugir, até bateu no policial.
01:24Mas os policiais seguraram ele, levaram, mas ele logo em seguida foi liberado, depois que ele fez o exame de corpo de delito,
01:32porque apresentou laudos dizendo que era esquizofrênico e que não podia responder por ele.
01:38Por que que ele agrediu a senhora?
01:39Ele discute comigo há muito tempo, ele quer que eu saia da praia, ele não quer mais que eu trabalhe na praia.
01:45E ele trabalha aqui pertinho dessa escadaria, não quer que ninguém nem chegue perto?
01:48E ele não quer que ninguém chegue perto dessa escadaria, porque a escadaria é dele, a faixa de areia, o espaço é dele,
01:55então não pode passar, só pode fazer as coisas que ele permitir.
01:59Me diga uma coisa, com esse homem em liberdade, como é que fica a senhora, né?
02:03Ele já voltou a trabalhar, a senhora ainda não, né?
02:06Mas a senhora tem medo de reencontrar ele, né?
02:10Eu tenho pavor, eu não tenho medo, eu tenho pavor.
02:13Eu tenho pavor por o que eu passei naquele dia, a dor que eu senti, o desespero, eu pensei que eu ia morrer.
02:20O que que a senhora quer que seja feito, já que a polícia já liberou ele?
02:23Porque a justiça, se ele realmente for uma pessoa doente, quem responde por ele?
02:30Alguém tem que responder por isso.
02:32Aí ele também não pode trabalhar, né, já que alegou que é doente.
02:35Exatamente, se ele é doente, a prefeitura, que é responsável por organizar a orla, né, o espaço urbano,
02:45não pode permitir que uma pessoa doente conviva com turistas, com as pessoas da sociedade.
02:50Tem que ter uma justiça, afastar ele daqui, botar ele em outro lugar, pra poder ter um pouco de paz.
02:59Aí, Moab, o relato de uma mulher, né, uma trabalhadora que vive aí do sustento, do comércio na praia.
03:07Ela trabalha aqui na Praia de Boa Viagem há mais de 30 anos, vendendo uma cervejinha, refrigerante, um peixinho assado.
03:14Tem um monte de clientes, mas aí não tem paz ultimamente, porque esse homem tira a paz dela e faz mais, agride.
03:23Tá aí ela com fraturas no braço, pontos nos lábios e o olho roxo.
03:29Apanhou e apanhou muito desse homem que chegou na covardia por trás, puxando o cabelo de Dona Elisângela.
03:36Eu volto com você.
03:37Obrigada.
03:38Obrigada.
03:39Obrigada.
03:40Obrigada.
03:41Obrigada.
03:42Obrigada.
03:43Obrigada.
03:44Obrigada.
03:45Obrigada.
03:46Obrigada.
03:47Obrigada.
03:48Obrigada.
03:49Obrigada.
03:50Obrigada.
03:51Obrigada.
03:52Obrigada.
03:53Obrigada.
03:54Obrigada.
03:55Obrigada.
03:56Obrigada.
03:57Obrigada.
03:58Obrigada.
03:59Obrigada.
04:00Obrigada.
04:01Obrigada.
04:02Obrigada.
04:03Obrigada.
04:04Obrigada.
04:05Obrigada.

Recomendado