Respondendo a uma pergunta da plateia, o cantor Caetano Veloso defendeu, em participação em um programa de TV, exibido no sábado (26/03/2016) que a retirada de Dilma Rousseff da Presidência da República seria um golpe de estado. Para ele, parte da elite historicamente tenta evitar a Mudança da estrutura social do País.
“O Brasil é um país desumanamente desigual, e isso desde sempre. E toda movimentação no sentido de libertar-se dessa estrutura desumana, injusta, desequilibrada, dessa disparidade insuportável, sempre tem encontrado Reações dos Privilegiados Para Não Deixar Que Nada Aconteça. Eu sou desconfiado”, disse.
Caetano comparou o cenário atual ao que levou a instauração do regime militar, em 1964. “A manifestação de domingo (13/03/2016) era bela, tinha presença de pessoas variadas, mas ali eu não reconheci a Passeata dos 100 Mil (realizada em 26 de junho de 1968), Contra a Ditadura, e não era Suficientemente Diferente da Passeata da Família com Deus pela Liberdade, Que Produziu o Golpe de 64.”
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El cantante Caetano Veloso defendió, en participación en un programa de televisión, exhibido el sábado (26/03/2016) que la retirada de Dilma Rousseff de la Presidencia de la República sería un golpe de estado. Para él, parte de la élite históricamente intenta evitar el cambio de la estructura social del país.
"Brasil es un país deshumanamente desigual, y eso desde siempre. Y todo movimiento en el sentido de liberarse de esa estructura inhumana, injusta, desequilibrada, de esa disparidad insoportable, siempre ha encontrado Reacciones de los Privilegiados para no dejar que nada suceda. "Yo soy desconfiado", dijo.
Caetano comparó el escenario actual al que llevó a la instauración del régimen militar en 1964. "La manifestación de domingo (13/03/2016) era bella, tenía presencia de personas variadas, pero allí no reconocía el Paseo de los 100 Mil (realizado el 26 de junio de 1968), Contra la Dictadura, y no era Suficientemente Diferente del Paseo de la Familia con Dios por la Libertad, Que produjo el Golpe de 64".
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