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  • há 11 horas
Miguel Raposo e Ricardo Raposo
Transcrição
00:00Este é um vídeo de repúdio à violência política exercida pelo Estado.
00:03Quer anunciar as cargas policiais em Lisboa, no Porto, como uma demonstração de autoritarismo.
00:08Quer criticar o uso da força para proteger os interesses do poder económico,
00:11bem como a estratégia do governo de Montenegro,
00:13de intensificar o conflito social para desviar as atenções das crises que ele próprio enfrenta,
00:18recorrendo à violência e à imposição da autoridade para se manter no poder.
00:22Uma democracia deve garantir que as pessoas possam expressar o seu descontentamento
00:25sem medo de serem agredidas ou reprimidas.
00:26E quando a violência é usada para impor autoridade e proteger os interesses políticos e económicos,
00:31estamos perante uma ameaça às liberdades e aos direitos de todos nós.
00:35Quebrar a ponte para o diálogo com quem se manifesta desta forma pacífica,
00:38violentar em vez de conversar, é fascismo.
00:41É fascismo.
00:43Eu não posso expressar com mais ênfase a gravidade de tudo isto.
00:48Resta-me só dizer que neste momento o governo está a praticar fascismo para com o povo.
00:56O que as forças policiais fizeram, têm estado a fazer e fizeram ontem, uma vez mais,
01:03é repressão e vai contra os direitos da democracia e da liberdade.
01:09Portanto, estamos a entrar no fascismo, não estamos a caminhar.
01:14Estamos a entrar em tempos muito, muito conturbados.
01:19E eu condeno, condeno viventemente.
01:24Neste momento, uma opinião sobre o que se está a passar já não é uma singela opinião.
01:29Vai determinar se essa pessoa é fascista ou não.
01:35Estejamos atentos, unidas, pacíficos e refutáveis.
01:40Neste momento.

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