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  • há 2 dias
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Câmeras de monitoramento ambiental em Teresópolis foram furtadas e danificadas no Projeto Aventura Animal. O que tentam esconder na mata da Região Serrana? Confira todos os detalhes do ataque!

Cinco câmeras do projeto Aventura Animal, coordenado por Juran Santos, foram destruídas e roubadas nas florestas de Teresópolis. Equipamentos foram arrombados e cobertos com folhas para cegar o monitoramento da fauna local. O ato configura crime ambiental conforme a Lei 9.605/98, e suspeita-se de ação de caçadores e desmatadores ilegais.

O QUE VOCÊ VAI APRENDER:

* Detalhes do ataque às câmeras em Teresópolis
* Motivações por trás do vandalismo ambiental
* Sanções da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98)
* Como denunciar e proteger a fauna brasileira

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Transcrição
00:00Quando furtam câmeras de monitoramento na floresta, o prejuízo vai muito além do equipamento.
00:05Na mata fechada, essas lentes são a única vigilância constante.
00:09Pense nesta câmera instalada na região serrana, mapeando animais raros.
00:13Se os criminosos arrancam o aparelho, meses de descobertas científicas desaparecem para sempre.
00:19Se o objetivo fosse revender, por que quebrar a carcaça de aço ou tapar a lente com folhas?
00:24Porque o alvo verdadeiro é a evidência.
00:27A ausência da câmera cria um ponto cego no mapa.
00:30É exatamente nessa zona invisível que madeireiros e caçadores ilegais agem sem deixar rastros.
00:36E por destruir a ciência para proteger o crime, a prática se enquadra na lei de crimes ambientais.
00:41E o que a equipe da região serrana faz após encontrar suas câmeras destruídas no meio do mato?
00:46A pesquisa continua.
00:48Eles instalam um equipamento novo no exato mesmo lugar, garantindo que a floresta não fique cega.

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