Pular para o playerIr para o conteúdo principal
  • há 23 horas
O início a relação era boa, mas com constantes desentendimentos, a harmonia fica afetada. Nessas situações a conversa pode não resolver, por isso, vamos discutir esse assunto com o advogado Rivelino Amaral, a psicóloga Sátina Pimenta e o Robson, que já teve experiências nessa relação com vizinhos.

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00Aqui no nosso estúdio eu recebo o advogado criminalista, doutor Rivelino Amaral.
00:03Muito obrigada pela sua participação, doutor Rivelino.
00:07Sátina Pimenta, psicóloga. Nossa, mais do que nunca, né?
00:11Psicologia, essas relações aí é muito importante.
00:14E a gente também recebe aqui o Robson, que tem passado, na verdade, por uma situação também delicada.
00:22Entende o que é esse conflito, não é verdade, Robson?
00:26Fala com a gente no microfone. Boa tarde.
00:28Boa tarde a todos.
00:30Tá ligado, tá funcionando.
00:32Esse problema é algo que vem se repetindo, não é de hoje, entendeu?
00:40Mas a gente sempre tenta entrar num diálogo, tentar resolver, entendeu?
00:49Porque isso aí pode acarretar, igual estava passando aí, problemas maiores.
00:57Então, é coisa que era pra gente, não.
01:00Eu sempre procurei, tem 20 anos que eu convivo, moro no bairro e graças a Deus eu tenho amizade com
01:09todos, entendeu?
01:10Mas é um negócio que é simples de resolver, né?
01:17Qual que é a situação do senhor?
01:19O problema ali não foi nem diretamente comigo, entendeu?
01:24Já aconteceu comigo no meio da...
01:27Outro animal também, da raça, mesma raça, atacou um animalzinho de estimação do meu filho, catou no portão, né?
01:37Mas aí teve um alvoroço, chamar a polícia e tal, mas com a gente lá não.
01:42Com a gente lá eu não...
01:44Na verdade, essa cadelinha, ela é querida por todos nós, né?
01:50Aí o que que acontece?
01:52Eu cuido dela, os pessoal até falam que eu sou o protetor geral dos animais,
01:58que lá eu boto comida pra um, pra outro, gosto de animais.
02:01E essa cadelinha, eu crio ela, eu falo que eu crio ela desde pequenininha, porque ela foi criada na rua,
02:06né?
02:06Mas ela tem uma doutora, uma dona, né?
02:10Mas ela sempre foi criada na rua, solta.
02:13Então, eu sempre cuidei dela ali, com medicamentos, né?
02:19Com o maior carinho.
02:20E isso me veio, me comoveu e me levou a tomar atitude em chamar, né?
02:28Até mesmo a imprensa, né?
02:29Essa cadelinha foi atacada por um animal do morador que fugiu, não é isso?
02:35É, isso.
02:36Aí, quer dizer, o que acontece?
02:38Ela, como outros animais, né?
02:41Solto.
02:41Mas só é que esse vizinho, ele tem três pitbulls dentro do quintal.
02:46Fica solto.
02:47Igual ele falou, são dóceis, não atacam, né?
02:50Você pode entrar lá que eles não atacam.
02:51Mas são animais que eles, quem conhece, sabe que eles não atendem, nem sempre atendem, né?
03:00Como os outros animais, outros cachorros.
03:03Qual que é o medo do senhor?
03:04É, o problema que a gente me levou a tomar essa atitude de chamar a imprensa, eu não
03:11tomei outra atitude, até fui, né, instruído para chamar, né?
03:16Fazer um boletim de ocorrência e isso e tal, mas eu não quis, não.
03:20Eu não quis porque eu preferi tomar essa atitude primeiro porque não é a primeira vez, né?
03:26E meu medo é porque essa rua tem as crianças que sejam brincando ali, né?
03:36De várias idades.
03:38E já várias vezes esse cachorro foge e sai pegando, né?
03:45Graças a Deus foi animal.
03:47Mas, e aconteceu no dia que não tinha criança na rua.
03:52Mas, isso pode vir a carretar no animal desse.
03:55O meu medo, igual você perguntou, foi ele fugir porque eu tenho quatro netos.
04:01Estão ali brincando, eles têm os coleguinhas deles e fugir nesse momento e atacar, entendeu?
04:06Uma criança.
04:07Bom, a gente sabe que são diversas situações e geralmente podem ser resolvidas ali num bate-papo,
04:14numa conversa, na comunicação.
04:17Mas, infelizmente, não é isso que a gente vê, não é verdade, doutor Rivelino?
04:21Boa tarde.
04:21Então, boa tarde.
04:22Na verdade, assim, a lei, ela protege.
04:25Em primeiro lugar, a responsabilidade dos cachorros é do dono.
04:28Se o cachorro fugir e atacar alguém, a responsabilidade é dele.
04:32Eu nem preciso dizer que o cachorro não tem punição para o cachorro, né?
04:35Só o ser humano é punido.
04:37E a responsabilidade é toda dele.
04:39Então, quer dizer, ele pode ser suscetível de ser responsabilizado por conta de uma lesão
04:43corporal, por ação de indenização, a depender do que acontecer e tudo mais.
04:49E os próprios cachorros também são protegidos pela lei.
04:53Quer dizer, se alguém maltratar um cachorro, deixar de alimentar, enfim, também sofre sanção
04:59do Estado.
05:00O Estado fica tentando proteger a todos o tempo todo, né?
05:04Fica criando leis para proteger as pessoas, para proteger os animais, para proteger o
05:08meio ambiente, a natureza, enfim.
05:10Então, assim, o dever de cuidado existe, é a obrigação dos donos.
05:15E se eventualmente acontecer alguma coisa, certamente eles são responsabilizados.
05:20O que as pessoas precisam fazer?
05:21Precisam comunicar ao Estado.
05:23O caminho é comunicar ao Estado.
05:25O Estado precisa saber, né?
05:26Quer dizer, comunicar à delegacia mais próxima, para que tome providência.
05:31Porque, na verdade, a gente precisa de número, a gente precisa saber, a gente precisa aplicar
05:35políticas para poder diminuir a possibilidade de acontecimento dessa natureza.
05:40Eu estou recebendo aqui uma chuva de comentário já no Facebook.
05:43Presta atenção, tá, Sátina?
05:45Que é para você, hein?
05:46A Denise Amancio diz, Roberta, boa tarde.
05:48Eu tenho uma vizinha aqui que quer arrancar a minha rede de esgoto, que tem aproximadamente
05:52uns 50 anos no mesmo local.
05:55Ela comprou a casa dela faz um ano.
05:56Não é fácil lidar com uma pessoa dessa.
05:59Até que ponto que vale uma conversa, Sátina?
06:02A conversa, ela é sempre válida, até o ponto de que a gente começa a desrespeitar
06:07um ao outro.
06:08Aí a gente precisa chamar o mediador.
06:10Seja ele o síndico do seu prédio, seja ele a justiça, né, doutor?
06:15Entende?
06:15Por quê?
06:16A ideia é que a gente, como ser social, a gente consiga conversar um com o outro e
06:20chegarmos num ponto.
06:22Mas se isso não é conseguido, a gente precisa pedir ajuda.
06:27O problema é que, hoje em dia, Roberta, as pessoas estão extremamente intolerantes.
06:31Mas, numa lógica de que o individualismo é o que eu quero é o que presta e o que
06:36o outro quer não me importa.
06:39E aí, beleza, eu quero, vamos pegar a participação.
06:43Eu quero que troque a rede de esgoto.
06:46Legalmente, eu tenho que trocar a rede?
06:48A rede, ela encontra-se de uma forma equivocada naquele espaço, construída de maneira errada?
06:53Tem obstruído alguma coisa, causada com prejuízo?
06:55Ok.
06:56Então, vamos fazer uma mediação e tentar entender quanto tempo que eu tenho para isso,
07:00como que isso vai ser feito, quais são os custos que isso vai gerar.
07:06Pode ser feito isso entre ela e a vizinha?
07:09Pode, mas, pelo visto, não está acontecendo.
07:12Entende?
07:13E olha só, essas brigas podem terminar muito mal, viu?
07:16A gente vai conversar agora com a dona Rosemary.
07:19Em 2002, o filho dela, o Douglas, que tinha 36 anos, gente, ele foi assassinado depois de
07:26uma briga com os vizinhos.
07:29Ele era casado, deixou dois filhos, a esposa e a mãe também.
07:33A dona Rosemary já está aqui com a gente e ela vai contar, né?
07:37Como é que tem sido a vida da família, dona Rosemary, de dois anos para cá?
07:43Boa tarde.
07:45Então, a gente vai sobrevivendo, né?
07:51A gente vai tentando sobreviver um dia de cada vez, tentando lidar com a saudade, com o vazio que ficou.
08:02E se apegando com Deus, que é nosso refúgio, né?
08:06Para sobreviver a essa injustiça, né?
08:12Esse mal que cometeram para a gente, né?
08:15Para toda a família.
08:16E tem um detalhe nessa história, é que eles eram colegas, né?
08:21Vizinhos mesmo, cresceram juntos.
08:24E aí a senhora jamais imaginava que pudesse chegar a um ponto desse.
08:29Sim, eram pessoas muito próximas da gente, né?
08:34Pessoas que estavam sempre na nossa casa, né?
08:38E que tinham convívio muito direto com a gente, né?
08:42Pessoas que a gente jamais pudesse imaginar que fariam mal para o meu filho, né?
08:48Pessoas que realmente viram o meu filho crescer.
08:50Porque quando eu vim para cá, meu filho ainda era adolescente, né?
08:54Depois ele já se tornou um homem aqui, né?
08:58Ele já trabalhava há quase 13 anos na Vale, né?
09:04Tinha uma família muito bonita, né?
09:07E do nada, assim, por falta de comunicação, né?
09:12Por maldade também, porque a maldade humana está muito grande, né?
09:16E eles armaram isso para o meu filho.
09:20E tiraram a vida dele de uma forma mais cruel possível que pudesse ser.
09:26Qual foi o motivo, dona Rosemary, de todo o desentendimento?
09:31O motivo é um amigo da gente, que era muito próximo, e ele estava fazendo um serviço na casa do
09:40meu filho.
09:41E eles ficaram de conversar no final da tarde, que eles iriam acertar o restante do que tinha ficado.
09:50E meu filho já tinha combinado com ele para ele pegar de tarde.
09:55Só que ele, ao invés de vir até meu filho, ele ficou ligando.
10:00A gente tinha passado um dia muito bonito na casa da minha filha.
10:04Meu filho estava muito feliz.
10:07E ele ficou ligando.
10:09Aí, no ele ligar, ele não quis ir até meu filho.
10:12Começou a xingar meu filho de moleque.
10:15E meu filho saiu por aí.
10:17Quando chegou na rua, que é aqui na frente da nossa casa, eles já estavam ali e iniciou-se uma
10:25discussão.
10:27E meu filho, na verdade, já tinha até se acertado com esse rapaz.
10:31Mas aí entrou o outro vizinho, que é o seu Jaime, que não tinha nada a ver com a conversa.
10:37E começou a agredir meu filho com palavras.
10:40E meu filho foi caminhando junto dele.
10:43E ele abordou meu filho junto com os filhos dele.
10:47E foi uma covardia muito grande, porque meu filho estava sozinho, não tinha nada na mão.
10:54E eles, em cinco pessoas, começaram a agredir meu filho.
11:00Aí o meu filho mais novo, o Denner, entrou no meio para ajudar o irmão.
11:04Então, o meu neto, o Cauã, que entrou para ajudar o pai também, foi agredido por eles.
11:11E eles, de uma forma mais cruel, furaram meu filho.
11:17Foi direto no coração.
11:19Meu esposo e meu filho tentaram levar ele ainda para o hospital, mas não teve jeito.
11:26Foi fatal mesmo.
11:29Foi muito bom.
11:30E aí, gente, eu vou aproveitar, já volto a falar com a senhora, dona Rosimeira.
11:34Eu vou aproveitar a presença da Sátina, que é psicóloga, que está com a gente aqui no estúdio.
11:38Às vezes a gente vê que a pessoa tem amizade, tem uma boa relação um com o outro,
11:42mas por conta de um desentendimento, tudo se rompe.
11:45E aí já era todo o carinho, toda a consideração, todo o respeito que um tem pelo outro.
11:50O que explica isso, Sátina?
11:52A fúria.
11:54A fúria de querer estar certo.
11:56A fúria de querer tomar aquele espaço, ter aquele poder sobre aquilo que está acontecendo.
12:03E aí a gente se perde.
12:05Normalmente, quando a gente ouve essas histórias, a gente tem ou um quadro que foi um quadro explosivo,
12:12ou um quadro que, na verdade, já se apresenta dentro daquele sujeito e das suas relações,
12:18e ali chegou ao extremo.
12:21Então, a gente pode ter pessoas que já são agressivas e que, naquele momento, geraram movimento,
12:27o que, para mim, olhando com um olhar meio assim, é provável, porque se o sujeito, mais os filhos,
12:35todos eles agridem, então é uma lógica comum dentro da família.
12:40Entende?
12:41E o outro é um ataque de fúria mesmo.
12:44E dá medo, né?
12:45Quando a gente para para pensar assim, e aí, será que eu devo conversar com o meu vizinho
12:49sobre aquela insatisfação?
12:51Mas eu já conversei uma vez, já tentei com um jeitinho induzir que isso está me incomodando.
12:56O senhor também tem esse medo?
12:57Estou falando de uma forma geral, não só em relação a esse caso que o senhor está relatando para a
13:02gente
13:02a respeito dos cachorros do seu vizinho, que fogem, o senhor tem medo de atacar as crianças.
13:07Dá medo de conversar, de se expressar?
13:11Olha, eu, graças a Deus, durante esses 20 anos que eu moro, né, resido nesse mesmo lugar,
13:20nesse bairro, eu tenho amizade com todo mundo, com criança, com adulto, com todo mundo.
13:24E eu nunca tive esse problema.
13:28Inclusive, esse meu vizinho é uma pessoa boa, o trabalhador cuida, né, da família dele com dignidade.
13:38Não tenho nada contra ele, igual no dia que aconteceu, que a imprensa teve, né, lá na rua.
13:47Ele passou, já recolheu a cadelinha, levou, né, passando, levando para uma clínica.
13:57E ali ele parou e, poxa, você está querendo me prejudicar e tal, tal.
14:03Eu falei, meu amigo, com toda a paciência que a gente, a gente dialoga bem, falei, meu amigo, não estou
14:10querendo te prejudicar,
14:11ao contrário, estou querendo te ajudar.
14:13Porque você imagina se, pensa se um animal desse, que não é a primeira vez que foge,
14:20ataca as crianças na rua, aí o problema você vai ser pior.
14:25Então, eu passei isso para ele, né, com toda a clareza, a gente, ele dentro do carro e a gente,
14:31eu, né, a gente dialogando.
14:33Foi um diálogo, mas, graças a Deus, está tranquilo, ele ligou também, né, passando as informações,
14:41que a cadelinha estava na clínica, pediu desculpa, né, que a gente, é, porque ele passou meio, meio alterado.
14:50Então, a conversa, até então, está funcionando, né?
14:52Não, não tem nada.
14:54Ele é uma pessoa excelente, né, uma vizinha excelente, exemplar, né, a gente não tem esse tipo de problema.
15:00O problema, ele só se achou ofendido porque não é a primeira nem a segunda vez que acontece.
15:06Então, não precisa, aí, igual ele fala, você podia me procurar e conversar.
15:12Mas, isso já vem acontecendo, então, eu poderia tomar uma atitude, igual o, né, o amigo me instruiu,
15:21ó, faz o boletim de ocorrência, igual o doutor está falando aqui, mas eu não queria envolver essas coisas, né?
15:28Eu queria levar isso aí ao público, entendeu?
15:32Para que...
15:33Para alertar também, né?
15:34Para alertar, né, para todo mundo, que isso vem acontecendo não só com a gente,
15:38mas, para vocês verem, aí, todo o estado acontece.
15:41Olha, aqui no nosso Facebook, muitas pessoas também relatando algum conflito com o vizinho.
15:47Olha só, doutor Rivelino, a Rose Pontes diz,
15:49Boa tarde, isso é horrível, principalmente quando tem jogo de futebol, o vizinho não respeita quem mora no andar de
15:56cima.
15:56Cheguei a incomodar o proprietário, solicitei uma reunião e o causador do barulho afirmou nessa reunião que não iria parar,
16:05tá?
16:05Enfim, falei que se continuasse, com certeza chamaria a polícia.
16:09Graças a Deus, essas atitudes do vizinho acabaram, mas nem sempre os vizinhos param.
16:15É o que a Sátina colocou, na verdade, o melhor caminho, o melhor caminho é conversar, né?
16:20Só que o limite da conversa é o respeito.
16:23Quando você perde o respeito, você precisa chamar o estado, né?
16:26Você não pode bater na porta do outro, você não pode fazer justiça com as próprias mãos,
16:30você não pode ir lá e prender o cachorro, você não pode ir lá bater na pessoa,
16:34você precisa conversar e se a conversa não for proveitosa,
16:37precisa chamar o síndico que é a pessoa indicada para que você não tenha esse contato direto.
16:43E, em último caso, sim, o estado, o boletim de ocorrência,
16:47que é quem está preparado para poder sanar esses problemas.
16:51E, geralmente, são motivos tão banais, né?
16:53Mas que, na verdade, os resultados são muito trágicos, né?
16:56A gente vê, a gente viu aqui há pouco tempo um rapaz que desceu do prédio
17:00para dizer do som alto e ele foi morto por um policial que estava bebendo
17:04a alta madrugada lá, salvingando, em Jardim Camburi.
17:07Sim, esse caso foi do músico, o Guilherme.
17:09Foi, então, quer dizer, são de um professor maravilhoso, de direito, inclusive.
17:17Os motivos são banais, mas o reflexo pode ser trágico, né?
17:21As pessoas perdem a cabeça, né?
17:24Então, quer dizer, o resultado é muito negativo.
17:26Então, já que o senhor citou aí o caso do músico Guilherme...
17:29Filho do professor Glício da Cruz Soares, que é um excelente professor de direito.
17:33A gente noticiou, na época, né?
17:35Toda vez que a gente comenta sobre esses conflitos de vizinhos,
17:41não tem como a gente esquecer desse caso, até porque ele não pode terminar impune.
17:45O Guilherme, gente, ele foi morto dentro do condomínio com um tiro,
17:48depois de pedir ao vizinho simplesmente para baixar o som.
17:52Nas imagens que, na época, foram divulgadas pela Polícia Civil,
17:55é possível ver o momento em que Guilherme vai até Lucas,
17:59os dois discutem, o soldado bate com a arma no rosto dele,
18:04aí, logo em seguida, ele atira em Guilherme, que cai.
18:08Lucas ainda toma, com maior frieza, um gole de bebida ali do lado de fora do condomínio.
18:14O soldado segue preso no quartel do Comando-Geral e o processo de demissão está em andamento.
18:22É lamentável a gente noticiar um caso desse, que ganhou uma grande repercussão
18:28e que a gente não pode deixar que fique impune.
18:33Está certo, doutor Rivelino, muito obrigada pela sua participação.
18:37Obrigada, Sátia, também.
18:38De nada.
18:38Muito obrigada, doutor, ao senhor Robson, pela sua presença.
18:41Eu também agradeço, entendeu?
18:43Essa atenção de vocês, da TV Vitória.
18:48E é um trabalho sério que vocês fazem.
18:52Eu assisto, né?
18:53Eu sou uma pessoa que assiste os programas e gosto.
18:58A gente agradece.
18:59E quero também mandar um abraço para todos os pessoal de Viana, né?
19:04O povão de Viana, que é um povo maravilhoso.
19:07Do meu bairro, Campo Verde, Vila Betânia, entendeu?
19:11Tá joia.
19:11Obrigada, Robson.
19:13Um abraço, então, para todo mundo de Viana, viu?

Recomendado