- há 12 horas
Essa semana acontece o dia de conscientização sobre a doença, vamos entender mais sobre a doença.
Categoria
🗞
NotíciasTranscrição
00:00E olha só, gente, amanhã é o dia nacional de conscientização da doença de Alzheimer no Brasil.
00:06Escuta só, cerca de um milhão de pessoas vivem com alguma forma de demência
00:12e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano.
00:17Olha só, hein, gente, em todo mundo o número chega a 50 milhões de pessoas.
00:22E as estimativas não são nada otimistas.
00:26Até 2030, daqui a 8 anos, 74 milhões de pessoas devem ter Alzheimer.
00:34Esse número pode ser explicado pelo envelhecimento da população.
00:38E as previsões apontam que a doença pode trazer uma crise global de saúde
00:43com mais de 131 milhões de pessoas com Alzheimer em todo o mundo.
00:48Gente, esse é o nosso assunto do quadro.
00:51E aí, doutor, já participa com a gente, manda pra gente aqui suas dúvidas,
00:54suas perguntas na nossa transmissão ao vivo no Facebook, porque aqui no nosso estúdio
00:59eu recebo ele, o médico geriatra da Medicênio e também professor da UFIS.
01:05Professor maravilhoso, doutor Rony Mucamal.
01:09É sempre uma honra recebê-lo aqui com a gente.
01:12Obrigada pela sua participação mais uma vez.
01:14Deu um jeito na agenda pra estar aqui.
01:15Obrigada, doutor.
01:16É um prazer estar aqui.
01:17O assunto é muito relevante.
01:19Muito importante.
01:20Muito importante.
01:20Eu confesso que eu fiquei assustada com esses números, né?
01:24E aí a gente se pergunta, será que nós estamos preparados, doutor?
01:29Será que a população está preparada pra essa expectativa?
01:34Então, é uma realidade preocupante, né?
01:39E desses casos que você falou, esses novos casos, a maioria vai estar em países subdesenvolvidos
01:45como o Brasil, né?
01:46Que a população está envelhecendo.
01:47Então, a gente vai ter uma onda muito maior de pacientes com doença de Alzheimer.
01:52E se a gente está preparado, possivelmente não.
01:56A gente não está preparado.
01:57Nem o sistema de saúde, mas o Alzheimer, ele envolve muito mais do que só o sistema
02:02de saúde.
02:03Ele envolve a sociedade como um todo.
02:05É uma doença longa, que precisa de cuidados.
02:08Então, tem toda uma questão social, familiar.
02:11Gera um impacto familiar absurdo, né?
02:14Porque é uma pessoa que precisa ser cuidada de outro.
02:18Nosso sistema de saúde não cuida, né?
02:20Então, quem vai cuidar é um familiar, né?
02:22Então, é algo extremamente impactante para a nossa sociedade como um todo, né?
02:29E o que explica, além do envelhecimento da população, esse número, essa expectativa
02:35da quantidade de pessoas?
02:37O que mais pode estar associado a isso?
02:39O principal fator de risco é a idade.
02:42Então, países que estão envelhecendo rápido são os países que vão ter mais casos.
02:47E o Brasil é um deles.
02:48A gente tem um envelhecimento acelerado, né?
02:51Porque se você parar para pensar os países desenvolvidos, como a Europa, os países europeus,
02:55eles já envelheceram.
02:57Estão envelhecendo, mas já envelheceram.
02:59E já atingiram um grau de bem-estar social.
03:02Então, os casos lá estão aumentando aos poucos.
03:05Alguns países, inclusive, estão diminuindo, né?
03:07Então, o envelhecimento é o primeiro ponto.
03:09O segundo ponto é que a gente cuida mal de certas condições que são consideradas
03:14fatores de risco.
03:15Entre elas, problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, obesidade, o problema do colesterol
03:23alto, né?
03:24Todas essas condições aliadas ao sedentarismo, estresse, tudo isso a gente já sabe que são
03:32fatores de risco para a pessoa ter Alzheimer.
03:36Então, um cuidado nessas condições é fundamental.
03:40E a gente também ainda não está cuidando direito dessas doenças como deveria, fazendo
03:45essa prevenção.
03:46Isso que eu ia perguntar, isso faz parte, então?
03:48Cuidar da nossa saúde, em geral, faz parte de uma cartilha de prevenção de Alzheimer?
03:55Faz.
03:56Os últimos reportes, os últimos dados sobre prevenção, sobre fatores de risco, envolve
04:04todo um ciclo de vida, né?
04:06Entre eles, também, melhorar a escolaridade.
04:10Quanto mais educação uma população tem, quanto mais desenvolvimento cognitivo, estudo,
04:16mais potencial tem uma população, mais a gente consegue retardar o aparecimento do
04:20Alzheimer.
04:21Então, melhorar a educação, cuidar desses fatores de risco que estão associados ao
04:27Alzheimer, na vida adulta, né?
04:30Tem algumas condições novas, como poluição, por exemplo, poluição do ar.
04:34Interfere, doutor?
04:35Está recentemente, foi colocado como um fator de risco nesse report que eu comentei.
04:40Então, a poluição do ar também é algo que a gente também pode melhorar, a gente
04:44sabe dos problemas que a gente está inalando, muita poeira tóxica.
04:48E tudo isso parece desencadear o processo do Alzheimer.
04:51Então, é uma política, a gente precisa de uma política de prevenção, né?
04:56Que a gente também não tem, para poder pensar na doença e na prevenção, ou seja, no envelhecimento
05:04da população que a gente envelheça com saúde, né?
05:06Agora, olha só, doutor, vou convidar aqui para o nosso bate-papo, vai participar com a
05:10gente pela internet, Rosilene.
05:12Ela é professora e cuida da mãe de 76 anos, que foi diagnosticada há 7 anos com Alzheimer.
05:19Alzheimer, obrigada pela sua participação, você, sua mãe aqui no Fala Espírito Santo.
05:24Queria que você contasse para a gente de que forma, né, que essa doença mudou a rotina
05:29da família.
05:32É, mudou muita coisa.
05:34Por quê?
05:34A minha mãe, ela é uma pessoa muito extrovertida, né?
05:39Então, nessa questão, a gente espanta, porque tem hora que ela está quietinha, tá?
05:46Mas é uma pessoa alegre, conversa com todo mundo.
05:50Então, a gente sempre tem que ficar vigilante nela, você entendeu?
05:55Porque qualquer pessoa para ela é boa, né?
05:58E não é assim.
06:01E ela sempre morou com você?
06:03Vocês moram juntas?
06:04Como é que foi essa mudança na família?
06:08É, porque o meu pai vai fazer 7 anos que ele faleceu e depois que meu pai faleceu, né?
06:14Aí fizemos vários exames e foi diagnosticado o Alzheimer, né?
06:18A minha mãe, graças a Deus, morava com meu pai.
06:21Meu pai faleceu, né?
06:23Aí minha mãe mora na casa dela e Deus, né?
06:27E a minha irmã mora em cima, mais o esposo e eu moro na outra rua.
06:31E aí minha irmã trabalha o dia inteiro e eu fico por conta da minha mãe, né?
06:36Então, quer dizer, você teve que mudar a sua rotina.
06:39Agora você fica por conta da sua mãe, na verdade, de 7 anos para cá.
06:43O que você começou a perceber de comportamentos na sua mãe que te fez a pensar se preciso fazer um
06:51exame com a mãe?
06:54Muito repetitiva.
06:56Esquecendo, às vezes a gente, né, infelizmente, ia num velório, numa festa e ela não conhecia as pessoas.
07:03Então, nós achamos estranho isso, né?
07:06De botar uma comida no fogo e queimar, né?
07:09Então, nós ficamos observando e vimos que não estava adequado, né?
07:14Mesmo ela tendo 76 anos, tinha alguma coisa errada.
07:18E nós começamos a observar, fizemos vários exames e diagnosticou o Alzheimer.
07:24Continua com a gente que eu quero trazer esse assunto aqui para o doutor Rony Mucamal.
07:29Doutor, tem muita gente em casa agora se identificando com esse relato da Rosilene.
07:34Ai, meu Deus, mamãe esqueceu a comida no fogo semana passada.
07:38Ai, meu Deus, esses dias eu estava no carro com o papai, o papai trocou a rotatória, não sabia para
07:42onde ia.
07:43Que momento que esse quadro começa a chamar a atenção, esses quadros de esquecimentos?
07:48Então, isso é muito interessante.
07:50Quando o idoso começa a esquecer e aquilo se torna frequente, ele começa a perder a funcionalidade.
07:57Ou seja, aquilo que ele fazia muito bem, ele já não consegue mais fazer tão bem.
08:02É hora da gente procurar rapidamente ao médico, né?
08:07Esquecimentos esporádicos, a gente não fica tão preocupado, né?
08:11Mas, por exemplo, a pessoa começa a esquecer a receita e queimar a panela todas as vezes, né?
08:18Ou a pessoa já não consegue usar o cartão, né?
08:21Ou ela se perdeu uma vez, depois ela se perdeu de novo, houve uma coisa mais grave, né?
08:26Ela se perdeu, não conseguiu achar de jeito nenhum caminho de casa, né?
08:29Então, essas situações mais graves, a gente precisa fazer uma avaliação médica
08:36para ver se a pessoa está começando um quadro de demência, no caso, o Alzheimer, né?
08:41Agora, é difícil o paciente, o pai e a mãe, aceitar isso.
08:46Às vezes, não quer nem marcar a consulta no geriatra.
08:48Como é que a família lida com isso?
08:50Isso também é outra coisa interessante.
08:51A pessoa que tem o Alzheimer, ela perde o insight.
08:55Ou seja, ela não tem a percepção que o esquecimento dela está grave.
09:00Então, ela fala, não, está tudo bem, né?
09:02E, às vezes, ela confabula, ela fala, não, eu faço isso tudo.
09:05E o familiar fala, não, não está sendo como ele falou, né?
09:11Então, isso é uma característica.
09:13Então, a gente tem que criar uma estratégia para levar esse paciente ao médico, né?
09:19A família tem que ser criativa nessas horas, né?
09:21Tem que ser muito criativa, né?
09:22A gente tem várias histórias, né?
09:24Que o paciente chega para a gente, né?
09:26Mas eu não estou sentindo nada.
09:27Minha filha me obrigou a trazer e gera um quadro de Alzheimer, né?
09:31Então, o que a gente recomenda é que se crie estratégias sutis, né?
09:36Não se... não brigue, não, né?
09:38Porque não... gera um estresse, né?
09:41Tentar ser criativo, mas não deixar de levar esse paciente a uma avaliação de um especialista, né?
09:47Um geriatra, um neurologista, né?
09:49Para fazer esse diagnóstico o mais precoce possível.
09:51Agora, muita gente tem se queixado, doutor, pós-COVID, pessoas que contraíram a COVID-19, de esquecimentos.
09:59E aí, a gente quer saber também se existe alguma relação, até porque saiu uma pesquisa recente
10:04falando que a COVID-19 tem afetado, tem interferido em casos de Alzheimer, isso em população idosa.
10:12Então, a síndrome pós-COVID pode cursar com esquecimento.
10:16O que a gente vê é que a pessoa fica com uma sequela de esquecimento, mas esse esquecimento
10:20às vezes não progride, né?
10:22Então, uma característica para dizer se é Alzheimer ou não é a progressão.
10:27Se aquele esquecimento for piorando com o tempo, opa, isso possivelmente é Alzheimer, né?
10:33Se não, pode ser alguma outra coisa.
10:36Muitas causas de esquecimento, problemas endócrinos, depressão, a gente está num momento com
10:43muitos casos de depressão na população idosa, na população geral.
10:47Depressão afeta a concentração, afeta a atenção, afeta a memória, tá?
10:52Então, é por isso que é importante a gente fazer uma avaliação global, né?
10:56Para ver o que está acontecendo com esse idoso, né?
10:58Agora, a gente tem, a maioria dos nossos telespectadores, é uma população que tem a partir aí de
11:0550, 60, 70 anos.
11:07Inclusive, eu sou, tenho um carinho enorme por esse público.
11:11E tem muita gente agora entrando aqui em desespero.
11:13Teve gente que botou aqui para mim, ixi, tô lascada.
11:16Que foi a Tatiana, falou, também tá lascada.
11:18Eu queria que o senhor deixasse aqui para a gente exercícios que podem ajudar a postergar,
11:25ou, então, a prevenir, né, o Alzheimer.
11:28Bom, o que a gente recomenda?
11:31Desafie seu cérebro, né?
11:33Então, assim, faça alguma coisa, não fique parada.
11:37Se você se aposentou, crie, busque uma atividade para você se manter conectado, né?
11:43Aprenda alguma coisa nova, aprenda, faça um curso de tecnologia, né?
11:47Pode fazer um curso de línguas, né?
11:50Nunca é tarde para aprender.
11:52Enquanto a gente está aprendendo, a gente está desenvolvendo o cérebro.
11:56A gente está criando as conexões cerebrais, as sinapses.
11:59E, de uma certa forma, a gente está retardando o aparecimento do Alzheimer.
12:03Então, esse é um ponto muito importante.
12:06Mantenha o seu cérebro ativo.
12:08O outro ponto é cuide da sua saúde geral.
12:10Durma bem, né?
12:12Tenha momentos de lazer e tranquilidade, né?
12:15Dormir é muito importante.
12:17O descanso cerebral, ele também limpa algumas proteínas tóxicas do cérebro.
12:23Então, é importante dormir bem.
12:26Existem alimentações que são mais protetoras, já estudadas, como a dieta do Mediterrâneo, né?
12:32Então, a gente não precisa seguir certinho a dieta do Mediterrâneo.
12:34Mas inclua mais azeite, saladas, aqueles grãos como castanha.
12:39Inclua esses alimentos ricos em ômega 3, os peixes ricos em ômega 3 na sua dieta, né?
12:46E não podemos esquecer que é um fator protetor, inclusive, para a demência.
12:51Exercício físico.
12:52O exercício físico, ele tem um impacto muito positivo em todos os aspectos da saúde.
12:59Não só da saúde cardiovascular, mas também da saúde mental.
13:03E também a gente recomenda como prevenção da doença de Alzheimer.
13:09Você está fazendo exercício, está melhorando o seu fluxo sanguíneo cerebral.
13:13Você está liberando a endorfina, esses hormônios do prazer.
13:16Então, isso também vai te fazer bem.
13:18Ou seja, tenha uma vida saudável e ativa.
13:21Não pare, estude.
13:23Fique-se, mantém ativa, né?
13:25Inclusive, são as populações longevas que retardam o Alzheimer, né?
13:30Tipo na Itália, que a gente tem, Costa Rica, no Japão, Okinawa.
13:33Ele se mantém ativos, os idosos, 90, 100 anos, trabalhando, né?
13:38Ativo, alegre.
13:39Inseridos no mercado de trabalho, né?
13:40Inseridos de uma forma, né?
13:42Na família, sendo valorizados, né?
13:45E, por fim, mantém a sua religiosidade também, né?
13:50A gente precisa de muita fé, né?
13:53De sentidos também.
13:55É algo protetor à nossa saúde.
13:57Na prática, doutor, quero até tirar essa dúvida aqui.
14:01Caça palavras, ouvir uma música nova, aprender, decorar uma música nova.
14:06Isso pode ser feito na prática?
14:08Isso é mito ou verdade?
14:09É verdade.
14:10É verdade.
14:10Palavras cruzadas, ouvir uma música.
14:12Uma coisa que a gente recomenda para os idosos, veja um filme com um colega e depois lembre
14:18dos fatos do filme e converse com o familiar, né?
14:21Então, isso também você está exercitando.
14:22Abre algo de família, pode?
14:24Pode abrir algo de família, né?
14:26Então, aprenda qualquer coisa nova.
14:28A música é espetacular, porque a música tem uma inserção cerebral, né?
14:33Ajuda a nossa memória.
14:35Inclusive, nos pacientes com demência avançada, a musicoterapia é muito interessante, a gente
14:40consegue resgatar alguns fragmentos da memória, né?
14:44Então, mantenha seu cérebro ativo e feliz, né?
14:47Não é forçado também, é feliz, né?
14:49E se diagnosticar do Alzheimer, doutor, essas dicas continuam valendo?
14:53Na fase inicial, sim.
14:56Aí, o profissional vai ter que orientar, né?
14:58Existem alguns profissionais que trabalham com isso, alguns neuropsicólogos, terapeutas
15:02ocupacionais, podem ajudar a manter atividades para a gente manter o funcionamento do cérebro, né?
15:07Então, na fase inicial, essas dicas são válidas.
15:10Conforme a doença evolui, infelizmente, né?
15:13A doença evolui e acomete o cérebro de uma forma total, né?
15:18E aí, essas dicas começam a não ter muito sentido, né?
15:22Mas, na fase inicial, sim.
15:23A reabilitação funciona.
15:25Deixa eu voltar, então, a falar com a Rosinelle para ver, né?
15:27O que ela tem feito com a mãe de atividades para melhorar a qualidade de vida?
15:34Olha, em questão de atividade com ela, é difícil porque ela não gosta muito.
15:40O que ela gosta muito de fazer é lavar vasilha.
15:43Ela ama lavar vasilha, limpar pia, ela gosta muito disso.
15:47Agora, em atividade, a minha irmã até começou com ela fazer um AIDRO, mas ela não quis mais, tá?
15:54Falou que não queria, que já era magra, que não precisava, parou AIDRO.
16:00Agora, né, minha irmã falou, então, vocês duas vão caminhar.
16:04Já que vocês estão em casa, vai vocês duas caminhar, porque ela gosta de conversar com as pessoas.
16:09Ela é uma pessoa alegre e feliz, entendeu?
16:12Então, eu falei para ela, agora nós vamos voltar, graças a Deus, melhorando a questão do Covid,
16:18a gente vai voltar a dar nossas caminhadas, né?
16:21Porque a gente precisa melhorar mais para a gente poder ir para a praia, porque ela gosta de nadar.
16:27Ela é uma pessoa feliz, entendeu?
16:29Então, a gente vai voltar a dar nossas caminhadas.
16:31Ô, Rose, o doutor Rony falou exatamente isso, tem que fazer com que a pessoa se sinta feliz.
16:36Tem que encontrar algo que a pessoa se sinta bem, né, doutor?
16:39Isso, e a Rosilene falou uma coisa muito interessante.
16:42Se é uma senhora que sempre foi dona de casa, mesmo que ela não esteja conseguindo manter a casa,
16:48a gente mantém ela se sentindo no poder, que é a casa dela.
16:52Então, ela vai limpar, ela vai arrumar as coisas.
16:54Por mais que a gente corrija depois, ela está se sentindo ativa, né?
16:58Então, isso é muito importante e parabéns pelo cuidado aí da Rosilene, que não é fácil, não é fácil mesmo.
17:06Não é, porque a família precisa se mobilizar.
17:07E final de semana ela fica com a minha irmã, que é a Tânia e o Marcelo, né, sábado e
17:11domingo.
17:12E a gente sabe que muda a rotina todinha da família.
17:15Rose, obrigada, dá um beijo gostoso aí na sua mãe.
17:19Obrigada pelo carinho com o programa, viu?
17:22Tá, jóia. Deus abençoe a todos vocês.
17:24Amém, vocês aí também.
17:26Doutor Rony Mucamal, você é muito querido aqui no Fala Espírito Santo.
17:31Volte sempre, um abraço a toda a equipe da Medicênio e também o seu excelente professor da UFIS.
17:36A gente tem uma honra de receber esse especialista aqui no Fala Espírito Santo.
17:40Prazer é todo meu, Roberta, estar aqui com você.
17:41Tá certo, volte sempre.
17:42Obrigado.