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Em parceria com a Polícia Militar, a Prefeitura de Vitória traçou um plano para garantir a segurança de foliões durante blocos de carnaval
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NotíciasTranscrição
00:00Aqui no estúdio comigo, o secretário de segurança da capital, Fronzo Calheiro.
00:04Boa tarde, secretário. Bem-vindo.
00:06Boa tarde.
00:06Fala Espírito Santo.
00:08O carnaval oficialmente acabou, mas a folia continua, né?
00:11Esse fim de semana a gente tem aí uma programação de vários blocos de rua, muitos na capital.
00:15Como é que vai ser essa questão de segurança?
00:17O que a prefeitura já tem aí de ação?
00:20Claro que em parceria com a polícia também.
00:23Ontem nós tivemos uma reunião lá no primeiro batalhão
00:26e traçamos a estratégia para esse final de semana e para o restante do período de blocos,
00:32que vai até dia 15 de março em Vitória.
00:34Mas esse final de semana nós temos um grande bloco em Jardim Camburi, que é o bloco Costelão,
00:40e nós traçamos uma estratégia para que os foliões, eles fiquem no local onde terminaram,
00:48o bloco terminou o seu desfile, e não migrem para outras regiões,
00:55causando transtorno em outras regiões que não estão preparadas.
00:57Agora, como conter as pessoas?
00:59Porque assim, a gente, cada um pode ir para onde bem entender, né?
01:02Como conter essas aglomerações, assim, como evitar que essas pessoas migrem, por exemplo,
01:08para outras regiões, como o senhor está falando?
01:10Olha, a ideia é fazer operações lei seca,
01:14isso vai ser feito no sábado, na Dante Michelini e na Fernando Ferrari.
01:19Isso já vai inibir, de alguma maneira, prováveis motoristas embriagados que queiram se deslocar,
01:26então isso já causa alguma inibição, essa lei seca.
01:29E nós também vamos fazer a intensão de algumas vias na região do Triângulo das Bermudas,
01:34ali na Praia do Canto, que também é outra região onde há um fluxo de pessoas para lá após esse
01:39desbloco.
01:40E a intenção é bloquear o acesso de ambulantes e carros com som alto.
01:47Claro que as pessoas estão livres para circular, quem quiser ir para outro lugar.
01:51Ou seja, a ideia é, de repente, se não tiver ninguém vendendo nada, a pessoa não vai para lá,
01:54se não tiver uma música, você não vai para um lugar que está todo em silêncio.
01:59A ideia é minimizar o transtorno, né?
02:02Claro que se você tiver 10 mil pessoas em qualquer lugar, vai ter algum tipo de transtorno.
02:06Mas quando você faz o controle de irregularidades, venda de ambulantes, carro com som alto, caixas de sons portáteis,
02:15tudo isso vai insuflando ainda mais a aglomeração.
02:18E a ideia é nós estarmos lá com equipes do disco silêncio, equipes de fiscalização de postura,
02:25para coibir ambulantes, carros com som alto.
02:28E a gente acredita que isso mitiga, diminui qualquer transtorno na região.
02:32A gente viu as pessoas reclamarem muito, que teve as concentrações dos blocos até pré-carnaval,
02:39durante o carnaval, a gente tem visto que as pessoas têm ficado mais aqui,
02:44principalmente na região metropolitana, que a gente não tinha no passado uma tradição.
02:48O centro de Vitória já está virando uma tradição, aqui para os capixabas de folia,
02:53de carnaval de bloco de rua.
02:55Agora, a gente viu aí reclamações, por exemplo, um consumo exagerado de bebida cólica,
02:59que termina em confusão, às vezes a pessoa bebe pouco demais e só um esbarrão já vira motivo de briga.
03:05Consumo de drogas também pela rua.
03:07Tem uma tensão especial desses pontos, secretário?
03:12Olha, a prioridade são as questões mais graves.
03:15Quando você tem uma aglomeração como nós tivemos no último domingo,
03:18cerca de 60 mil pessoas em Vitória,
03:20o aparato de segurança tem que focar naquilo que é mais grave,
03:24que é alguma briga, alguém tentando matar alguém.
03:28Esse tipo de situação é o que requer mais atenção do aparato de segurança.
03:33Essas irregularidades que você citou, elas acontecem quando você tem até um público menor,
03:40você tem condição de fazer o controle dessas menores infrações.
03:44Mas quando você tem um público tão grande, o aparato de segurança foca nas questões mais graves.
03:49E olha, gente, o comandante-geral da Polícia Militar falou sobre apreensões
03:54que foram feitas durante o Carnaval desse ano. Vamos ouvir.
03:58Foram abordados mais de 6 mil veículos por todo o Estado do Espírito Santo.
04:03Dentre eles, 49 foram apreendidos por furto e roubo, veículos automóveis e motocicletas.
04:09Tivemos 20 armas de fogo apreendidas no período,
04:1228 quilos de entorpecentes e mais de 3 mil unidades de entorpecentes diversos também.
04:19Você vê ali apreensões de drogas que foram feitas também.
04:23E a gente sabe que isso é uma realidade, né?
04:25Que a gente acaba vendo aí durante a folia de Carnaval.
04:28O Carnaval oficial acabou, mas as festividades continuam.
04:31Estou aqui com o secretário Fronzo Caleiro falando que tem aí,
04:34até em março vai ter Carnaval pelas ruas.
04:37Nesse fim de semana estão programados aí vários blocos de rua,
04:40blocos que também já têm uma tradição.
04:43O senhor falou do Costelão, que já há muito tempo já circula.
04:46E chama a atenção de muitas pessoas e leva muitos foliões para a rua.
04:50A gente já tem perguntas aqui.
04:51Eu vou te repassar a pergunta do Rodrigo Santos.
04:54Juliano, o policiamento em torno dos blocos é evidente.
04:57Mas e o policiamento no meio dos blocos?
05:00Como é que vai ser feito?
05:01Porque a gente viu várias reportagens de violência e até tiro no meio do bloco de rua.
05:06Como é que é essa questão da segurança no meio mesmo, dentro dos blocos, secretário?
05:11O aparato de segurança fica no entorno.
05:14Ele não vai se misturar com o folião.
05:15É uma questão de você...
05:18As pessoas são livres para se divertir.
05:21Não cabe ao poder público ficar ali tutelando todo mundo do lado das pessoas.
05:26Cabe sim ficar no entorno das aglomerações.
05:29Caso haja alguma confusão, alguma briga,
05:32alguém está inclusive em risco de sofrer uma lesão corporal,
05:37aí sim esse aparato pode chegar e socorrer aquela pessoa.
05:42Mas não há planejamento para o aparato de segurança estar circulando no meio do bloco.
05:47É uma questão de permitir que as pessoas se divirtam sem ter ali o poder público
05:51querendo tutelar cada passo que a pessoa dá na vida.
05:54Até atrapalha, né?
05:55No começo do mês, gente, teve bloco.
05:57Teve um bloco de carnaval clandestino que causou maior confusão
06:00e deixou moradores e comerciantes ali da Praia do Canto, em Vitória, amedrontados.
06:05A gente até separou imagens aí.
06:07No dia da confusão, os comerciantes tiveram que fechar as portas ali às pressas.
06:12A multidão que tomou conta das ruas na região do Triângulo das Bermudas
06:15impedia a passagem de carros.
06:18Além disso, teve música alta, consumo de drogas.
06:20Na época, a Prefeitura de Vitória informou que o bloco não tinha autorização para sair
06:25e, por isso, 11 carros de som foram multados, 9 caixas de som apreendidas.
06:31Ao todo, foram aplicadas mais de R$ 132 mil em multas.
06:36E aí, secretário, te pergunto, essas multas são pagas?
06:40Porque a gente vê blocos clandestinos que circulam aí pelas ruas,
06:44tem apreensões e tem multa também, mas efetivamente existe...
06:47A pessoa é punida?
06:49É punida e te digo uma coisa.
06:51Quem não paga a multa, que é uma multa pesada de R$ 6 mil,
06:56ele tem um nome incluído no cadastro de inadimplentes com o município,
07:01o nome vai para o Serasa, ele tem título protestado,
07:04então a vida dele fica bastante complicada se ele não pagar a multa.
07:08Então, as pessoas pagam e, quando não pagam, ficam com o nome sujo na praça.
07:12Então, muitas vezes a pessoa tem um equipamento de som apreendido, portátil,
07:16de mil, mil e poucos reais, quando vai lá recuperar,
07:20quando ela sabe que o valor da multa é de R$ 6 mil,
07:22ela às vezes deixa o equipamento lá.
07:24Deixa para lá.
07:24Deixa para lá.
07:25Então, poucos são os que estão recuperando os equipamentos portáteis.
07:29E no caso do automóvel, se ele não paga, ele tem dificuldades enormes depois,
07:34porque o nome dele fica sujo se ele não pagar essa multa de R$ 6 mil.
07:37Quantos homens? Como é que vai ser a estrutura aí nas ruas?
07:40Nós teremos amanhã, em torno de, entre policiais e guardas municipais,
07:46180, é o efetivo para atuar amanhã em Vitória,
07:51seja em Jardim Cambori, seja em Jardim da Penha, na Praia do Canto, no centro.
07:56Esse efetivo é distribuído.
07:58E a nossa principal estratégia vai ser justamente tentar manter os blocos
08:04aonde eles estão desfilando.
08:05Então, se é um bloco do centro que fique no centro,
08:07se é um bloco que vai desfilar em Jardim Cambori,
08:09que os foliões permaneçam naquela região.
08:13E, para prevenir alguma migração muito extensiva,
08:18nós vamos fazer a interdição das ruas ali na Praia do Canto,
08:21a Rua Viva e das ruas que são paralelas ao supermercado São José,
08:25vamos fazer a interdição.
08:27E, a partir das 14 horas, já faremos a interdição,
08:31para prevenir que haja migração, principalmente de ambulantes e entrada de carros de som.
08:36Então, a gente acredita que isso vai minimizar os transtornos aqui lá naquela região.
08:40O senhor falou sobre o trânsito.
08:41Isso é uma coisa que preocupa muito, né?
08:43Porque a pessoa está ali na rua, está se divertindo e, de repente, vem um veículo.
08:46Inclusive, eu separei uma imagem que aconteceu durante o Carnaval
08:50para a gente comentar, até falar dessa situação no trânsito.
08:52Daqui para frente, como é que fica, né?
08:54Na última noite de Carnaval, câmeras de segurança do centro de Vitória
08:58flagraram alguns problemas.
09:00Um deles foi esse aí, olha, com um táxi,
09:02que ele parece querer passar mesmo, na rua, onde estavam as pessoas aglomeradas.
09:06Ou o carro motorista acelera e aí as pessoas se afastam.
09:10Mais na frente, uma outra câmera mostra o carro já parado,
09:14com vários rapazes dando o soco, chutando ali o veículo.
09:18E o taxista também, eles quebraram o vidro, chutaram o motorista.
09:22Testemunhas disseram que esse taxista ligou.
09:24E aí, depois, um outro táxi chegou lá e rebocou o veículo dali.
09:30Está aí um problema, né?
09:32Uma aglomeração, muitas pessoas na rua e um carro querendo passar,
09:35sem a menor condição de circular ali, né, secretário?
09:39Sempre que você tem uma grande aglomeração, há transtornos.
09:43O aparato de segurança, ele atua para minimizar os transtornos.
09:47Mas sempre que você tem muita gente junta, em locais onde passam veículos,
09:51os riscos são maiores.
09:53O ideal é que as concentrações sejam realmente contidas em locais
09:58onde você não tenha o contato das pessoas com o fluxo do trânsito.
10:03E está aí a importância de que esses blocos continuem no local que foi definido.
10:08Porque como é que funciona isso?
10:09Por exemplo, um bloco,
10:11Ai, olha, eu entro em contato com a prefeitura,
10:13tal dia, tal hora, a gente vai sair em tal lugar.
10:17Exatamente.
10:18Quando um bloco pede autorização para desfilar,
10:20ele indica qual itinerário que ele vai fazer.
10:23Eu vou estar em tal ponto, vou para tal ponto.
10:25E aí o município se prepara.
10:26Ele coloca agência de trânsito, ele coloca limpeza pública,
10:29ele coloca banheiro químico,
10:30dependendo da quantidade de pessoas que estejam naquele bloco.
10:33É o aparato que o município dá.
10:35Quando essa massa de fulhões sai desse programado,
10:40ele acaba atrapalhando a vida da cidade.
10:43Porque ele vai provocar impacto na fluidez do trânsito,
10:47ele vai provocar impacto na limpeza pública,
10:49vai provocar vários impactos que não há preparação para aquilo.
10:53Porque o município se prepara para aquilo que foi previsto.
10:57Então é por isso que a gente pede que o bloco,
10:59uma vez tendo sido autorizado,
11:02que faça o trajeto que foi previsto,
11:04porque para aquilo tem todo um planejamento,
11:07tem todo um cuidado.
11:08Quando ele foge desse planejado,
11:11ele causa um transtorno que a cidade não gosta.
11:13Muitas pessoas não estão preparadas e acabam não gostando do que é.
11:17Falando sobre Vitória, tem uma pergunta aqui do Michael Guilherme.
11:21Ele fala, por que eventos assim não acontecem no local mais apropriado,
11:25como por exemplo a Praça do Papa ou o próprio Sombão do Povo?
11:29Olha, a cidade é um organismo vivo, né?
11:32As pessoas que pedem para sair são as próprias pessoas dos bairros.
11:36Então, os blocos que saem no centro são as pessoas do centro que pedem para fazer isso.
11:41Não é ninguém que sai de Jardim Cambori para fazer um bloco no centro.
11:44São os moradores do centro que pedem para sair no centro.
11:48Agora, o Costelão, são moradores de Jardim Cambori que fazem bloco no Jardim Cambori.
11:53Então, assim, cada bairro tem os seus próprios moradores.
11:56Tem quem não goste e tem quem goste do carnaval.
12:00E são esses moradores dessas regiões que pedem para fazer esses eventos.
12:04E aí que tem que entrar a prefeitura para fazer um controle e uma organização das cidades durante eventos assim.
12:09A prefeitura, ela entra para intermediar esses interesses.
12:13Tem quem goste de carnaval, tem quem não goste.
12:15O município entra para ordenar, para causar o menor transtorno possível naquela brincadeira para manter a cidade viva.
12:22Agora, é por isso que a gente pede.
12:24Participe sempre de bloco que é autorizado,
12:27porque tem todo esse aparato que cuida para que haja ordem no local.
12:32E procure ficar no local onde foi previsto.
12:36Quando há essa migração, aí sim o transtorno é aumentado.
12:40Senador, a gente tem várias pessoas participando, mandando comentários aqui.
12:44Alguns não, muitos não exatamente da sua pasta, que o senhor é da área de segurança, desenvolvimento urbano.
12:50Mas vou repassar, porque o senhor pode levar para a prefeitura.
12:54O Anderson Batista aqui falando.
12:56Eu gostaria de saber por que em outros estados, em caso de som muito alto, por exemplo,
13:01ou então perturbação da ordem pública, pode-se chamar a polícia militar.
13:05Aqui no estado criaram o disco silêncio, que não funciona como deveria.
13:09Aqui é a reclamação dele, né?
13:11Porque a gente tem que ligar para o disco silêncio, na hora que liga, não dá certo, não vai lá.
13:15E aí fica um problema do som alto incomodando a população.
13:20Está repassando aí para o senhor, se o senhor puder já falar alguma coisa sobre o disco silêncio.
13:24O disco silêncio, ele atua sim, em Vitória.
13:26Olha, como disse, nos últimos eventos, vários veículos foram notificados, multas de R$ 6 mil.
13:33Vários equipamentos portáticos foram apreendidos.
13:37E muitas situações, a pessoa para realmente o som.
13:41Agora, tem alguns momentos onde a quantidade de gente aglomerada é tão grande,
13:46que se torna inviável fazer a abordagem, até pelo risco do próprio agente de fiscalização, ele ser agredido.
13:56Então, tem alguns momentos em que, por questões de segurança, não é razoável você entrar no meio de 3 mil
14:03pessoas,
14:04já depois de muita bebida, muitas outras substâncias e tal,
14:08e você tentar ir lá e apreender uma caixa de som, mandar desligar um carro.
14:12Por quê? Porque o risco de confronto é muito grande e o risco de você ter uma correria,
14:18de você ter alguma coisa mais grave do que o próprio som é maior.
14:21Então, há que se fazer, nesses momentos, uma análise da razoabilidade da ação.
14:27Então, tem alguns momentos que não é razoável você tentar. Por quê?
14:31Porque você pode provocar uma consequência ainda mais grave...
14:34Uma multidão partindo para cima, né?
14:35Mais grave para o agente público e para a situação nos arredores, né?
14:41Lojas, residências nos arredores.
14:43Basta ver o que aconteceu recentemente em Curitiba, no centro de Curitiba,
14:47ao tentar se lá desfazer ou dissipar uma aglomeração, e o resultado foi muito pior, né?
14:55Houve lojas depedradas, houve saques.
14:58Então, assim, é isso que a gente tem que avaliar.
15:00Então, quando há razoabilidade de efetivo, dá sim para ir lá, aprender o equipamento de som, notificar o veículo.
15:06E quando isso passa do razoável, aí sim o agente público tem que fazer essa análise.
15:11A Amélia Loureiro está falando que, gente, o som é o menor dos nossos problemas.
15:15João Batista, o trânsito estava quase que parado, da Virlobim até o edifício Fábio Ruski,
15:21onde os foliões fechavam as pistas.
15:23Só uma pista, creio que o trânsito fluía e com dificuldades.
15:28Dali para frente, parecia deserto, todas as faixas livres, mas à frente, guardas e policiais aglomerados sem necessidade.
15:36E aí ele pergunta, dá para fiscalizar?
15:39Quando você tem essa massa de 60 mil pessoas e passando a via no meio,
15:44foi o momento realmente mais tenso do Carnaval em Vitória.
15:47No domingo, foi esse momento onde as pessoas que chegavam para o Carnaval, elas tinham que atravessar a pista.
15:53Isso provocava realmente uma lentidão no trânsito.
15:57Graças aos agentes, principalmente os agentes de trânsito que estavam no local,
16:01trabalharam arduamente para manter a fluidez do trânsito, com muita paciência dos motoristas,
16:07conseguiu-se fazer a festa e o trânsito fluiu com alguma lentidão.
16:13Mas também temos que considerar o seguinte, estamos em uma época de Carnaval,
16:16uma festa que faz parte da cultura brasileira.
16:19Então, a gente tem que tentar coordenar esses dois interesses, da fluidez do trânsito, da ordem pública e da cultura
16:26popular.
16:27Então, acho que foi alcançado.
16:29Nós, felizmente, em Vitória, tivemos um Carnaval, vamos dizer assim, sem vítimas, vamos dizer, nesse sentido.
16:40Um problema aqui, outro ali, mas face à quantidade de pessoas aglomeradas,
16:44eu diria que foi um Carnaval até tranquilo em Vitória.
16:47Então, tá aí, a gente tem mais perguntas, vou repassar aqui também os questionamentos e as reclamações aqui,
16:52principalmente do Disque Silêncio, tá?
16:54Estão reclamando que ligam, não dá certo em Vitória, e falando de outros municípios também,
16:59que o Disque Silêncio não funciona como deveria funcionar.
17:02Secretário, agradeço muito a sua presença aqui, um bom trabalho nesse fim de semana,
17:07que seja um Carnaval aí fora, o pós-Carnaval de tranquilidade e só de diversão, né?
17:14Vai ser sim, eu queria pedir para os fulhões que vão para a rua com espírito de paz,
17:19sem querer perturbar a vida dos outros, né?
17:21Entendam que o seu direito vai até o limite de onde começa o direito do outro.
17:25Então, respeitando isso, todo mundo se diverte em paz e tranquilidade.
17:29Se todo mundo seguisse isso, não ia ter problema algum, né, secretário?
17:32Quem dera, e a gente fica nessa expectativa mesmo, né?
17:35Vamos respeitar o próximo, né?