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  • há 10 horas
Após a enchente histórica de 2024, o Rio Grande do Sul enfrenta um desafio que vai além da reconstrução das áreas atingidas. Novos sistemas de proteção contra cheias estão sendo planejados, mas muitos projetos ainda dependem de estudos, licitações e etapas de desenvolvimento, com conclusão prevista até 2031.
Ao mesmo tempo, o Estado precisa lidar com outro problema recorrente: as secas e estiagens, que provocam perdas bilionárias na agricultura. Especialistas apontam a ampliação da irrigação, o

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00:00O Rio Grande do Sul enfrenta um desafio que vai muito além da reconstrução das áreas atingidas pelas enchentes de
00:062024.
00:08O Estado precisa se preparar para um cenário de eventos climáticos extremos, mais frequentes e mais severos.
00:14Na última década, desastres como enchentes, estiagens, vendavais e deslizamentos provocaram 281 mortes e 116 bilhões de reais em prejuízos.
00:27Depois da enchente de 2024, novos sistemas de proteção contra cheias começaram a ser planejados.
00:33Mas boa parte dessas iniciativas ainda está nas etapas de licitação, estudos e elaboração dos projetos.
00:40A previsão é concluir os novos sistemas até 2031.
00:44Ao mesmo tempo, existe outro problema, a falta de chuva.
00:48As secas e estiagens provocam perdas bilionárias na agricultura e afetam o crescimento econômico do Estado.
00:55Uma das principais soluções apontadas por especialistas é ampliar a irrigação.
01:01Especialistas defendem mais monitoramento, mapeamento das áreas de risco, planejamento urbano e integração entre os órgãos públicos.
01:10O desafio do Rio Grande do Sul, portanto, é duplo.
01:13Reconstruir o que foi destruído e, ao mesmo tempo, preparar o Estado para o que pode vir pela frente.
01:19A resposta passa por obras, mas também por prevenção, planejamento e uma gestão mais eficiente do uso da água.
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