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  • há 1 dia
De um lado, o amor que atravessa gerações e faz parte da história da família. Do outro, uma paixão que nasceu ainda na infância, de forma inesperada, a partir de um simples escudo visto em uma camisa. É assim que a pedagoga Rafaela Penelva chega ao duelo entre Remo e Flamengo, marcado para este domingo (6), às 16h, no Mangueirão, pela Série A do Campeonato Brasileiro.

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Transcrição
00:00Minha paixão pelo futebol, ela vem desde criança.
00:03Desde criança, com meus 5, 6 anos de idade, eu curto futebol, jogo futebol, tenho influência do meu pai.
00:12A minha família toda gosta, curte futebol, a gente vai para o estádio, a gente se diverte.
00:19É uma resenha, é uma tradição, é uma coisa cultural da nossa família.
00:23Inclusive, tanto a paterna quanto a materna, nós somos todos remistas e amantes de futebol.
00:30E eu conheci o Flamengo quando eu tinha 11 anos de idade.
00:33A partir de então, o coração fica a mil, a mil, porque os meus dois times do coração vão se
00:41enfrentar.
00:42E o sentimento é de adrenalina, nervoso, porque eu amo os dois.
00:51Mas a gente sabe que tem que escolher um.
00:54Independente da atual situação que ambos se encontram, que são esferas totalmente diferentes,
01:00eles estão em momentos muito diferentes, eu vou torcer, obviamente, pelo meu leão,
01:08pela questão do sangue, da raiz, da cultura.
01:13E vai ser remo, não tem jeito.
01:16Uma hora, né, aperta e a gente tem que escolher um e esse é o remo.
01:23Você se identifica com o perfil, com a história de cada um e começa também a se familiarizar.
01:32As cores, a história, eu gosto das duas histórias, eu sei a história do Flamengo todinha, sei a do Remo.
01:39A gente faz nossas escolhas, eu me sinto bem torcendo pelos dois.
01:43Tanto que a questão do Flamengo é mais a nível nacional e tudo mais, a do Remo mais pra cá,
01:49da minha cidade.
01:50Mas eu não fico preocupada com essas questões.
01:54O fato é que eu amo muito os dois, eu conheço um pouco a história e me identifico com um
02:00pouco.
02:00A gente acredita, tem torcida, a gente lota o estádio.
02:05É administrar o time pra vencer, porque a gente tem tudo pra isso.
02:11Eu vi o Remo da série, subi, né, da série C pra B.
02:17Eu estava no estádio e eu vi da B pra A.
02:20Então, assim, foi uma sensação incrível, algo inimaginável.
02:25A gente se olhava, caramba, o Remo finalmente na série A.
02:29Poxa, que fantástico.
02:31E a sensação foi das melhores e aquela sensação de nossa, finalmente, um time grande, do norte, poder representar nosso
02:40estado.
02:42Um time que tem identidade, tem garra, tem tradição.
02:46E foi, assim, uma sensação de, poxa, até que, enfim, o Remo tá na série A.
02:51Quanto tempo nós esperamos?
02:53Meu avô era remista, meu pai é remista, então.
02:57Meu avô trabalhou no Remo.
02:59Meu pai jogou sub-20.
03:01Eu jogo quando dá, né?
03:03Eu jogo futebol, meu esporte preferido pra torcer.
03:06Meu hobby, então, assim, cara, finalmente eu tô aqui por mim e por eles.
03:11Leão é isso, ser Remo é isso.
03:16Leão é isso, eu tô aqui por mim e por mim e por mim e por mim e por mim
03:20e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por
03:20mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e
03:20por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim
03:20e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por
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03:20por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim e por mim
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