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  • há 2 meses
Corpo de Alex Budke Viana ainda não foi localizado; Oficial dá detalhes sobre as buscas

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Transcrição
00:00As buscas pelo homem desaparecido em um lago de Cascavel entraram no quarto dia nesta terça-feira.
00:05Alex Viana está sumido desde o último sábado, quando caiu de um jet ski no lago do reassentamento São Francisco
00:11em Cascavel, no oeste do Paraná.
00:13Logo após o assistente, equipes do Corpo de Bombeiros iniciaram as buscas aquáticas, tentando localizar o corpo da vítima.
00:19Na manhã desta terça-feira, uma equipe especializada do Corpo de Bombeiros de Curitiba se deslocou até Cascavel para reforçar
00:25as buscas, utilizando um sonar.
00:26O equipamento identificou possíveis pontos de interesse no fundo do lago, mas até o momento o Corpo de Alex não
00:32foi encontrado.
00:33Isso, a gente está investindo no mergulho no dia de hoje, ainda vamos fazer mais uma técnica ali, numa área
00:40que a gente plotou ali como área de interesse.
00:44Então, durante a manhã a gente passou o sonar em todo o leito ali do lago.
00:51Então, teve alguns pontos de atenção, que a gente observou algumas imagens que poderiam ser similar a um corpo.
01:03Então, a gente investe nesses pontos.
01:05Então, a gente desceu ali, fizemos várias descidas de mergulho naqueles pontos ali.
01:15Por enquanto, ainda não encontramos.
01:17Agora, a gente vai investir mais um pouco ali no outro ponto e fazer uma técnica diferente ali.
01:21Até o final do dia ali, a gente vai continuar um pouco na busca.
01:26O tenente Delay, do Corpo de Bombeiros, explicou que o trabalho dos mergulhadores é dificultado pela baixa visibilidade
01:32e pela grande quantidade de resíduos e galhadas no fundo do lago.
01:36A visibilidade ali é praticamente zero, porque a água é bem turva, a água ali é bastante resíduo.
01:44Então, basicamente ali é no tato, a busca é minuciosa, tem que ir fazendo ela devagar.
01:50E a questão ali das dificuldades são essas.
01:54Tem muita árvore galhada ali no fundo do lago que confunde bastante e acaba atrapalhando um pouco a busca.
02:01Mas faz parte, então geralmente a gente está lidando com essas dificuldades em toda busca.
02:05Segundo o Corpo de Bombeiros, não há previsão para que o corpo venha à superfície,
02:10já que fatores como temperatura da água e tempo do desaparecimento influenciam no processo.
02:15Depende muito de busca, de busca a busca.
02:17A gente, pelo menos, como ainda está nos primeiros dias, o corpo ainda não vem à superfície,
02:28a inchar, a vir a boiar.
02:30Então, a água é bem gelada, então demora um pouco mais também para que isso ocorra.
02:36Então, a gente vai tentando até a gente descartar a possibilidade ali,
02:42mas a gente vai continuar as buscas nos próximos dias aí sim.
02:45Até o momento não foram encontrados indícios do corpo ou pertences pessoais da vítima no local do afogamento.
02:50Não, de objeto de roupa, de objeto de natureza humana, não.
02:54A gente, como eu disse, a gente passou o sonar, teve algumas imagens ali que poderiam indicar alguma coisa,
03:00mas pode ser algum tronco, alguma árvore, alguma coisa assim, né?
03:03Então, mas questão de objetos pessoais, coisas assim, a gente não encontrou, não.
03:08Para garantir que a área seja verificada por completo, os bombeiros adotaram uma nova técnica.
03:14É a técnica que a gente vai utilizar ali, chama poita-poita, né?
03:18A gente posiciona poitas no fundo do rio, estica uma corda e vai reposicionando essas poitas e percorrendo a corda
03:24para tentar fazer uma varredura na área mais, vamos dizer assim, mais precisa possível, né?
03:30Então, essa corda é justamente para a gente não perder o ponto de referência, né?
03:35E não, a gente vai mudando essa poita do fundo do rio ali para conseguir percorrer.
03:40Então, a gente usa para fazer como se fosse uma varredura no fundo do rio mesmo.
03:43Fabio Vronsky, para a CGN, a informação em tempo real.

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