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  • há 8 horas
Abelardo de la Espriella, vai decretar estado de emergência econômica para enfrentar o terremoto que deixou pelo menos 265 mortos e milhares de feridos.

O decreto de emergência econômica permitirá ao Executivo colombiano alterar o orçamento e criar impostos para lidar com os efeitos do terremoto.

A chancelaria de Bogotá, capital colombiana, negou rumores sobre uma suposta recusa, por "considerações ideológicas", de ajuda às vítimas do tremor de magnitude 7,4.

Imagens: AFP

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Transcrição
00:00O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, vai decretar estado de emergência econômica
00:04para enfrentar o terremoto que deixou pelo menos 265 mortos e milhares de feridos.
00:10A medida foi anunciada nesta quarta-feira, seis dias depois da posse do líder de extrema-direita,
00:15e vai permitir criar impostos e alterar o orçamento sem passar pelo Congresso.
00:19Em um comunicado à nação, a Chancelaria de Bogotá negou rumores sobre uma suposta recusa
00:25por considerações ideológicas de ajuda às vítimas do tremor de magnitude 7,4.
00:31Segundo o ministro Omar Bula, está sendo aceita a ajuda do México, El Salvador, República Tcheca,
00:36Alemanha, Luxemburgo, Espanha, Portugal, Qatar, Israel, Índia e Chile.
00:40A Unidade Nacional para a Gestão do Risco de Desastres disse que, em relação ao envio de equipes de resgate,
00:46a Colômbia aceitou apenas a participação dos governos direitistas de Estados Unidos, El Salvador, Equador e Israel.
00:52O terremoto de segunda-feira foi o mais mortal a atingir o país neste século
00:57e afetou especialmente localidades do Pacífico e da região cafeíra, no oeste colombiano.
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