00:00Depois do incêndio de Gironda, estes bombeiros preparam-se para uma nova e longa batalha.
00:06É que há zonas da floresta em que o incêndio foi contido, mas continua a arder lentamente no subsolo,
00:12nas raízes das árvores e no musgo em decomposição. São os incêndios zombie.
00:16Não é? Um fenómeno novo já aconteceu há quatro anos depois de grandes incêndios nesta região.
00:41Mas combater estes incêndios zombie é um grande desafio, sobretudo quando as áreas afetadas são muito grandes.
00:47Foi assim depois dos fogos de 2022, quando foram queimados cerca de 21 mil hectares de floresta, o dobro da
00:54área de Paris.
01:08Desta vez o incêndio foi pior, tem o dobro da extensão do que ocorreu há quatro anos.
01:13Logo que for completamente extinto, à superfície, vai começar a fase da vigilância.
01:21Há, primeiramente, a segurança.
01:23Deuxemente, a procurar todos esses pequenos pontos que fazem desluir, como vocês constatem, um pouco como um céu e um
01:28toalhão.
01:29E de ir grater, o que a gente chama, um rato-richo, um bate-a-feu, e depois de lança
01:34de divisor-tornando,
01:35para ir trabalhar lá-dessus e tentar de atender ou, em todo caso, de refroidir tudo isso.
01:40Vão ser semanas ou até meses de vigilância da floresta.
01:44O risco só vai passar quando chegarem as chuvas de inverno.
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