00:01O mês de julho é o mês do orgulho LGBTQIA+, e o Correio Brasileiro veio até aqui, na Esplanada
00:07dos Ministérios,
00:08acompanhar a 27ª edição da Parada do Orgulho de Brasília, que acontece neste domingo.
00:13E a gente veio falar com aqueles que vieram não apenas festejar esse momento de representatividade, mas também se posicionar
00:20politicamente.
00:21Tá todo mundo aqui festejando, mas ao mesmo tempo tá protestando, porque a gente tem o direito de existir.
00:26A gente não tá aqui só pra curtir, a gente tá aqui pra dizer, nós estamos aqui, não vamos embora,
00:32vamos ficar aqui até o fim e vocês vão ter que se acostumar, tá bom, meu amor?
00:36Nesse exato momento que a gente tem vivido um contexto político de muito retrocesso, principalmente para as nossas políticas públicas,
00:43acho que estar aqui presente na Farada é poder mostrar que existem pessoas que precisam dessas políticas, que precisam estar
00:53celebrando a sua vida.
00:55Neste ano, em meio às eleições, o tema é LGBT+, levante e vote.
01:01A manifestação também reúne figuras políticas em defesa dos direitos da população LGBTQIA+, como Fábio Félix e Keeka Bagna.
01:09A Parada do Orgulho é um daqueles eventos hívidos.
01:13Tanto é uma festa, como um ato político fundamental em defesa dos direitos da comunidade LGBT+, brasileira.
01:21Foi através da Parada do Orgulho, ocupando o espaço público, que a gente convenceu diversos dos nossos direitos, que a
01:29gente criou de garantia no Brasil.
01:31Então, ela é um ato político muito interessante.
01:34A gente repara que o pessoal tá cada vez mais encorajado a vir pra Parada, mais encorajado a participar.
01:40Além da questão política, né, é um momento que todo mundo quer ajudar, escolher quem vai representar a gente nos
01:47próximos quatro anos.
01:48E também a comunidade tá perdendo o medo de sair pra rua.
01:52E agora o público se prepara pra mais atos como esse.
01:55O próximo é Itaguatinga, marcado pra setembro.
01:58História Torres, para o Correio Brasiliense.
02:05História Torres, para o Correio Brasiliense.
Comentários