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O cenário político para 2026 acaba de ganhar um novo elemento de pressão.

A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 13, revelou que o grupo de eleitores que prefere um candidato de terceira via, sem o apoio de Lula ou de Jair Bolsonaro, saltou de 11% em março para 27% em julho.

Embora o primeiro turno ainda mostre uma forte polarização entre Lula (40%) e Flávio Bolsonaro (34%), o cansaço do eleitorado com a divisão política tradicional começa a desenhar uma nova dinâmica para as campanhas.

Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.

Apresentado por Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Carlos Graieb o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.

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Transcrição
00:00Uma pesquisa BTG Nexus, divulgada hoje, aponta um forte aumento dos brasileiros que preferem
00:06um candidato que não seja apoiado nem por Lula, nem por Jair Bolsonaro.
00:12Está aí a imagem para vocês verem.
00:1836%.
00:21A gente tem ali a linha vermelha é a do Lula, a do Flávio Bolsonaro é a linha azul.
00:28Então as duas estão com essa queda, mas a gente vê essa linha amarela subindo de 11% em março
00:35e ela vai gradualmente subindo até que ela chega com 27%.
00:3927%. Exato.
00:41Como acabou de dizer o Duda, em março deste ano, 11% dos brasileiros estavam no grupo da terceira via,
00:48vamos dizer assim,
00:49e no levantamento de hoje isso subiu para 27%.
00:53Um índice que chega próximo ao dos que preferem Lula, com 36%, e dos que preferem Flávio, que hoje está
01:04com 32%.
01:05Esse avanço tem sido constante ao longo dos meses e animou os demais pré-candidatos que esperam conquistar esse eleitorado.
01:15O pré-candidato pela missão, Renan Santos, gravou um vídeo sobre isso.
01:19Pois bem, saíram agora uma pesquisa BTG-Nexus e eu acho que é bem interessante a gente que fazer alguns
01:23pontos aqui.
01:25Aumenta e aumenta bastante o número de pessoas que não querem nem Lula nem Flávio.
01:28Naturalmente, eu estou em terceiro com um desconhecimento gigantesco, uma rejeição muito baixa quando comparado aos demais,
01:33o que aponta para o seguinte caminho.
01:35Tão logo fique mais conhecido e tão logo as pessoas continuem rejeitando esses dois lados absurdos,
01:39que nem deviam estar escutando a eleição, é natural que a gente suba, vá para o seu noturno e derrote
01:44o Lula de Voz.
01:45Então, é muito animador, mas não só para mim é animador, todo mundo que é brasileiro e não aguenta mais
01:49ser eludibilhado
01:50para essas duas turmas horrorosas que estão aí em primeiras eleições.
01:54Muito bem, a gente tem aqui hoje o Leonardo Barreto para comentar a pesquisa junto com a gente.
02:00Boa noite, Léo, tudo bem?
02:02Boa noite, Piraebi, boa noite, Duda. É um prazer ser recebido aqui por vocês.
02:06Muito bem, o prazer é nosso.
02:08Léo, digo uma coisa, o Renan Santos disse aí, é muito natural que, com o meu desconhecimento e tudo mais,
02:17eu chegue ao terceiro turno.
02:18As coisas estão mirando nessa direção mesmo ou não é assim tão natural?
02:26Olha, a gente tem um indício de que pode acontecer.
02:32Agora, a gente vai precisar verificar em que caminho que isso vai.
02:39É importante observar que, além desse dado que vocês trouxeram, tem um outro de primeiro turno
02:45que mostra que o Flávio e o Lula perderam três pontos cada um no cenário de primeiro turno, na espontânea,
02:53e cresceu os outros candidatos, voto branco e nulo, e não sabe que atinge 41%.
03:04Então, assim, eu acho que a gente tem sinais de que há uma parcela suficientemente grande
03:12das pessoas que podem estar começando a querer desconstruir aquele cenário
03:20que o professor Felipe Nunes e o Thomas Trauma chamaram de calcificação,
03:26que mais ou menos condenava a gente a um processo de polarização.
03:31Eu acredito que, depois de um período de calmaria das pesquisas,
03:37onde mais ou menos ali a gente via todo mundo no mesmo cenário,
03:44essa pesquisa, essa rodada da BTG, me chamou a atenção para esse início aí,
03:51que pode ser o início de um processo de pessoas que estão querendo abandonar a polarização.
03:59Muito bem. Eu já vou passar a palavra para o Duda fazer perguntas para você também,
04:05mas vamos mostrar mais um pedacinho da pesquisa.
04:08Ela mostra também que o Lula perdeu espaço entre os beneficiários do Bolsa Família,
04:14enquanto o senador Flávio Bolsonaro avançou nesse segmento.
04:17Vamos ver o gráfico.
04:22Está aí. Lula, mais uma vez, em vermelho, caindo um pouquinho.
04:25Flávio Bolsonaro, com um salto significativo mesmo, pelo menos visualmente.
04:39O Lula cai 10 pontos entre os beneficiários do Bolsa Família
04:43e o Flávio sobe de 13% para 25%.
04:48Então, ele sobe 12 pontos, nesse que é um público muito tradicional do PT e do Lula.
04:56Duda, quer...
04:58Léo, boa noite.
04:59Você tem alguma explicação para essa queda do Lula entre beneficiários do Bolsa Família?
05:07Provavelmente a inflação de alimentos.
05:09Eu acho o seguinte,
05:10Essa é uma das variáveis que a gente está acompanhando aqui, Duda.
05:15A gente sabe que tem um processo inflacionário importante acontecendo no Brasil
05:20e que essa inflação sobre os alimentos,
05:23ela é mais significativa até do que o índice geral.
05:28E aí a gente acompanha em que sentido.
05:30Se essa inflação realmente começar a incomodar o eleitor,
05:38isso vai começar a ser demonstrado pelas pesquisas
05:42por aquela parcela que é mais vulnerável.
05:47Então, talvez, esse indicador do Bolsa Família
05:52esteja levando a essa situação,
05:56de que a inflação de alimentos começa a cobrar um preço,
06:01especialmente daqueles eleitores mais vulneráveis.
06:04Então, a gente precisa observar esse eleitorado,
06:07a gente precisa observar o eleitorado que ganha até dois salários mínimos,
06:13para verificar se a inflação está fazendo alteração de preferência,
06:20alteração de voto,
06:22nesse extrato da população que é mais sensível a essa questão.
06:27Muito bem, vamos para uma terceira lâmina aqui da pesquisa.
06:32O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro
06:34registra 50% de rejeição entre os eleitores,
06:38enquanto Lula aparece com 46%.
06:43No quesito...
06:44Aí, vamos ver.
06:46Potencial de voto e rejeição.
06:52Eu acho que a gente pode passar diretamente para o Léo.
06:59Você te chama a atenção alguma coisa em particular nessa situação?
07:05Chama.
07:06Eu acho que ele fecha esse quadro que a gente está montando.
07:10O que permite a possibilidade de uma quebra da polarização?
07:17É uma má avaliação dos polos.
07:21O governo Lula,
07:23esse é um dado que essa pesquisa traz também,
07:27ele sai de uma avaliação de ótimo e bom de 38% para 35% de uma rodada para outra.
07:33Lembrando que a gente estabelece que o parâmetro para uma reeleição tranquila é de 40% de ótimo e bom.
07:43Somando a isso, o que a gente tem?
07:46Uma rejeição de quase metade do eleitorado,
07:49ou às vezes até mais da metade do eleitorado,
07:52tanto dele quanto do candidato Flávio Bolsonaro.
07:56Enquanto que você pega as variáveis de percepção e de sensação econômica,
08:01são todas muito negativas para o Lula,
08:04e uma delas, que é a sensação de piora na economia,
08:08tem crescido de forma constante nas últimas cinco rodadas.
08:12Agora, quando a gente olha para o Flávio,
08:15aí o que a gente percebe é uma rebelião interna.
08:20Veja, essa carta do Jair Bolsonaro
08:24é a terceira comunicação que o ex-presidente tem que fazer
08:31para chancelar o Flávio Bolsonaro.
08:34Ou seja, se ele está tendo a necessidade de se reafirmar,
08:39a gente pode dizer que o Flávio está vendo uma circunstância
08:43muito adversa dentro do próprio núcleo bolsonarista.
08:47Então, a gente pode dizer que existe um feminismo de direita
08:51que o Flávio não esperava e que ele não consegue acomodar
08:56dentro da sua plataforma.
08:58A gente tem alguma revolta dos evangélicos,
09:01a gente tem um ceticismo e um cuidado
09:05dos governadores de centro-direita
09:08que estão aí tentando criar uma distância regulamentar do Flávio,
09:14a ponto dele ter que vir pela terceira vez
09:17apresentar uma confirmação de um terceiro
09:20sobre a validade da sua campanha.
09:24Então, a gente tem um governo mal avaliado,
09:28dois candidatos muito rejeitados
09:30e uma rebelião interna
09:34dentro da principal candidatura de oposição.
09:37então, a gente tem potencialmente um cenário para a terceira via,
09:43que não necessariamente é uma via do meio,
09:46até porque o estoque de candidatos que a gente tem na terceira via
09:49ele é quase todo composto de políticos da direita.
09:54Então, assim, o que eu vejo é um potencial
09:57e o que a gente viu na pesquisa hoje
10:00é um movimento nesse sentido.
10:03Ah, é um movimento pequeno?
10:05É, mas se a gente for pensar que o eleitor decide em etapas,
10:10qual que é o primeiro passo que ele precisa dar?
10:13É rejeitar.
10:14Aí depois ele vai partir para conhecimento dos candidatos existentes
10:19e nesse sentido, o fato da campanha começar oficialmente
10:23daqui a duas, três semanas
10:25vai ajudar bastante a movimentar as pesquisas.
10:29Então, eu acho que a gente está aí
10:33antevendo mudanças importantes dentro desse cenário
10:36que vinha calcificado
10:39desde o segundo semestre do ano passado.
10:42Tem uma última informação aqui
10:45que a gente destacou
10:47que é a questão da fidelidade de voto.
10:5036% dos entrevistados
10:52afirmaram que Lula é o único em quem votariam
10:55e 16% disseram que poderiam votar nele
10:57ou em outro candidato.
10:59O presidente não é conhecido por 1% dos ouvidos.
11:03Já no caso de Flávio Bolsonaro,
11:0527% apontam como escolha única,
11:0820% admitem votar nele
11:10ou em outro concorrente,
11:12dois declaram não conhecê-lo
11:14e um por cento não soube responder.
11:19Isso acrescenta alguma coisa ao seu diagnóstico, Léo?
11:25Acrescenta sim, Carlos.
11:27O que a gente percebe de novo,
11:33uma solidez e o nível de conhecimento,
11:36isso principalmente em relação ao presidente Lula,
11:38mas quando a gente pega o Flávio,
11:42ele com essa postura de herdeiro,
11:45ele tem como legado
11:49um conjunto de eleitores muito significativo,
11:53mas também uma rejeição muito significativa,
11:56o que é importante, o que é significativo.
12:00Aí quando a gente vai, por exemplo,
12:03para esses candidatos desse estoque de terceira via,
12:06a gente tem índices de desconhecimento muito elevados.
12:10Ronaldo Caiado e Zema na casa de 30%,
12:14Renan Santos na casa de 40%
12:16e os outros candidatos ainda mais.
12:18Então, o que a gente precisa ver hoje
12:21é se esse movimento de saída dos polos,
12:27e aí eu queria enfatizar uma coisa,
12:29num primeiro momento,
12:31esse movimento de saída dos polos
12:33não precisa ser necessariamente
12:35para uma candidatura da terceira via.
12:37Pode ser para uma condição de indeciso
12:39e pode ser para o branco e nulo.
12:44Pode ser para o branco e nulo.
12:45Aliás, que é onde,
12:48é a categoria que está mais recebendo eleitores
12:51que estão desistindo do Lula e do Flávio.
12:53Mais para frente, com a campanha em curso,
12:57aí sim,
12:58e aí os candidatos minimamente conhecidos,
13:01aí sim a gente vai verificar
13:03se essa transferência vai acontecer,
13:07ou se essa desistência do Lula e do Flávio Bolsonaro
13:11vai ser traduzida em puro desalento.
13:15Eu acho que aí a gente vai conseguir
13:17descobrir, de fato,
13:18para onde essa campanha está,
13:19para onde essa eleição está indo.
13:22Léo, agora a campanha vai dar
13:25tempos muito dispares para os candidatos.
13:28Eu acho que o Renan não vai ter direito
13:30a tempo nenhum de televisão,
13:32o Zema não sei se vai ter alguma coisa,
13:35o Caiado é dessas possibilidades,
13:39o que vai mais ter tempo.
13:42Você acha que a campanha tem esse potencial
13:45de poder mostrar para o eleitor,
13:48de fato, quais são essas outras alternativas?
13:51O debate também pode ajudar nisso?
13:54Hoje a gente tem menos do que no passado.
13:57Lembrando que essa vai ser,
13:58acho que a segunda eleição, se não me engano,
14:01com o tempo reduzido de campanha.
14:05Antigamente eram 90 dias,
14:07agora caiu para 45.
14:09Quer dizer, agora não.
14:10Já é uma condição da reforma política eleitoral de 2017.
14:18E aí, o que a gente vai botar muito peso
14:23em noticiário,
14:26em debate e redes sociais.
14:29Eu acho que é o principal.
14:32É uma bancada de um jornal importante,
14:35é a realização dos debates
14:37e os cortes que vêm disso a partir das redes sociais.
14:43E aí, o que é importante, Duda,
14:46é o seguinte,
14:48por mais que você não tenha condições de equidade
14:52na entrega dessas mensagens,
14:56você tem as pessoas sendo pautadas.
15:01Eu acho que isso é o mais importante.
15:05O noticiário, o ambiente de opinião pública,
15:08dizendo para eles o seguinte,
15:09olha, presta atenção,
15:10no que está acontecendo.
15:13E aí, as pessoas abrirem as suas antenas
15:16ou seus radares para buscarem.
15:18É claro que existe uma desigualdade,
15:20isso é muito importante,
15:21mas numa eleição nacional,
15:22você tem condições de driblar
15:24essas situações a partir do noticiário,
15:27dos debates,
15:30que é importante,
15:32e das redes sociais,
15:34que hoje tem uma questão
15:37muito importante,
15:39especialmente se você consegue furar
15:42as bolhas do algoritmo,
15:44os algoritmos,
15:44que hoje é uma questão
15:48que a gente aqui da nossa geração
15:50nunca parou a pensar,
15:51mas que é uma questão importante hoje.
15:54Quer dizer, as pessoas,
15:55ninguém mais vai estar falando de Copa do Mundo,
15:57porque já vai ter sido a final,
15:59e aí vai ter uma hora que,
16:00mesmo sem tempo de televisão,
16:01todo mundo vai estar falando de política
16:02e não tem como escapar.
16:05Exatamente.
16:06E aí, setembro,
16:08agosto, setembro e outubro,
16:13são meses onde a gente vai estar
16:16completamente focado em campanha.
16:20E a gente tem coisas novas
16:21para acontecer esse ano.
16:25A mais importante delas,
16:28pelo menos a mais interessante,
16:30que chamou a minha atenção,
16:31vai ser a disparidade geracional
16:33que a gente vai perceber nos palanques.
16:37Esses dias eu estava conversando
16:38com um colega que me disse assim,
16:41o meu primeiro voto com 16 anos
16:43foi com Lula.
16:45O primeiro voto da minha filha
16:48pode ser o Lula de novo.
16:49Será que isso está certo?
16:50Então, eu acho que a gente vai ter oportunidade
16:53de discutir algumas questões
16:55muito importantes que estão camufladas.
16:59Juros, economia,
17:02tudo muito disfarçado por esses 215 bilhões
17:06trazidos até outubro,
17:08uma quantidade gigante de publicidade oficial.
17:12O que eu quero dizer é o seguinte,
17:14o que a gente vai viver nos próximos 60 dias
17:18é bem diferente do que a gente viveu
17:20nos últimos seis meses
17:21e eu acho que as pesquisas
17:23já começaram a sinalizar
17:25de que as pessoas estão mexendo
17:29no seu radar, na sua chavinha
17:30para ajustar a sua atenção
17:32às questões políticas.
17:35A minha última pergunta
17:36era justamente sobre isso, Léo.
17:38Você falou das pesquisas no plural,
17:40porque a gente que está aqui
17:42todos os dias fazendo esse trabalho
17:45de relatar e de comentar
17:47os acontecimentos da política,
17:50a gente vê pesquisas diferentes
17:52sendo publicadas periodicamente,
17:54tem as ondas de cada uma delas.
17:57Você que tem um olhar de especialista
18:00para esse filme,
18:03você então acha que o conjunto das pesquisas
18:08está indicando esse cenário,
18:13não é uma coisa pontual.
18:15Essa modificação no cenário,
18:17dizendo melhor.
18:19Olha, o que as pesquisas
18:20estão trazendo de comum, Graebi,
18:22é esse empate técnico
18:24entre o Lula e o Bolsonaro.
18:29Elas estão trazendo
18:31uma avaliação frágil do governo.
18:35Isso todas as pesquisas trazem.
18:37E essa questão da avaliação frágil,
18:40ela é importante,
18:41porque numa eleição de reeleição,
18:44como é essa,
18:46essa é a eleição muito sobre o Lula,
18:50muito sobre a continuidade dele.
18:53Então, existe um certo consenso
18:55sobre a fragilidade,
18:57uma condição de empate técnico,
18:59mesmo que na margem de erro o Lula tenha
19:01uma positividade ali,
19:05uma vantagem nominal,
19:06mas que é pequena,
19:08que é muito pequena,
19:09que, aliás,
19:10essa pesquisa de hoje,
19:11da Nexus,
19:14traz um recorte interessante,
19:15dizendo o seguinte,
19:16quando você considera pessoas
19:18que apareceram,
19:20que compareceram
19:21nas duas últimas eleições,
19:23ou seja,
19:23você tenta estimar aí
19:24a questão da abstenção,
19:27quando você pega as pessoas
19:28que apareceram
19:29nas duas últimas eleições,
19:30a diferença de quatro pontos
19:33cai para um.
19:34O eleitor Lulista,
19:36ele se abstém mais,
19:37ele se abstém mais.
19:39E a gente vai poder
19:40pautar essas questões econômicas
19:42sem esses artifícios
19:43de desenrola,
19:46de congelamento
19:47de preço de combustível,
19:49a gente vai conseguir
19:50medir a sensação das pessoas,
19:52questão de corrupção e violência,
19:55que vai entrar e que está
19:57hoje como prioridade
19:59das candidaturas,
20:00isso todas as pesquisas mostram.
20:02Então, eu acho que,
20:04de uma maneira geral,
20:05Graebi,
20:05acho que essa de hoje,
20:08ela traz uma questão diferente
20:10que é o início
20:11de um abandono dos polos,
20:13que a gente vai ver
20:14se vai continuar.
20:15Mas o contexto geral,
20:18que é esse que eu tracei,
20:20isso aí, de certa maneira,
20:21está aparecendo de forma
20:22consensuada em todas as pesquisas.
20:25Muito bom.
20:26Obrigado, Léo,
20:27pela participação
20:29no programa de hoje.
20:30Até a próxima.
20:32Até a próxima.
20:33Estou à disposição de vocês.
20:34Tchau.
20:39Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
20:47e Legendas por Quintena Coelho
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