Pular para o playerIr para o conteúdo principal
  • há 2 horas
Empresas de todos os portes convivem, cada vez mais, com profissionais de diferentes gerações dividindo o mesmo ambiente de trabalho. Da experiência dos trabalhadores mais maduros à familiaridade dos mais jovens com a tecnologia, o desafio das organizações é transformar essas diferenças em uma vantagem competitiva. Especialistas defendem que o equilíbrio entre conhecimento, inovação e respeito é o caminho para equipes mais produtivas e saudáveis.l

Reportagem: Fábyo Cruz

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00Olá, seguidores, internautas, leitores do Jornal Liberal, seguidores do Grupo Liberal,
00:06sejam muito bem-vindos para um bate-papo muito interessante, principalmente para as pessoas
00:12que gostam de saber tudo do mundo, das empresas, do negócio, das pessoas que gostam de estar
00:19atualizadas.
00:20Hoje a gente tem uma convidada muito especial, que é a Silvia Pires, que é pesquisadora,
00:26consultora empresarial, professora, né Silvia?
00:30Se eu continuar falando aqui o currículo dela, a gente não termina hoje, bate-papo.
00:35Mas a Silvia vai comentar um pouco aqui com a gente sobre o mundo empresarial, especificamente
00:43a questão das gerações, né Silvia?
00:46Silvia, você pode também se apresentar um pouquinho para o nosso estado de espectador?
00:49Posso, claro.
00:49Primeiramente, obrigada pelo convite.
00:52É sempre uma honra estar dividindo isso com o público, com pessoas, o conhecimento,
00:57até porque a gente não é dono da verdade, a gente ensina, mas aprende.
01:01Eu trabalho, sou administradora, mas toda a minha extensão foi dentro da gestão de
01:07pessoas e psicologia organizacional.
01:09Então, hoje eu trabalho com a parte de desenvolvimento humano dentro das empresas, que é uma das áreas,
01:15eu digo assim, os processos de gestão de pessoas mais estratégicos, porque você elabora projetos
01:20desde desenvolvimento de líderes, que a gente chama funções de staff e de linha, até a área operacional.
01:27E sou pesquisadora, né, porque eu trabalho no centro universitário, então eu tenho pesquisas
01:35realizadas até com premiações já.
01:37E presto também, sou analítica e comportamental e presto serviço em todos os níveis de negócios
01:45de mercado de empresa.
01:47E Silvia, já entrando no nosso tema, que é essa questão das diferenças de gerações,
01:54hoje em dia, eu acredito, né, que na maioria dos negócios, dependente de qual é o ramo,
02:03geralmente tem todo tipo de idade, assim, né, tem as pessoas, o trabalhador, ou a trabalhadora
02:09mais experiente, né, tem aquelas pessoas que estão começando e tem também os jovens aprendizes,
02:17né.
02:18Isso.
02:19Eu imagino que não é fácil pra todos, né.
02:25fazer andar o negócio, cada um ali com a sua experiência.
02:30A gente imagina, assim, quem é de fora, quem não é especialista.
02:34Geralmente, quem tem mais experiência passa uma segurança ali na empresa,
02:39mas também é sempre bom ter o gás daquela pessoa que está começando e quer aprender.
02:44É mais ou menos assim que funciona uma empresa, que caminha uma empresa?
02:47É, é, é, importante que a gente está até conversando antes, né, de entrar ao ar,
02:53é um desafio hoje, porque nós temos todos os tipos de gerações na empresa hoje,
02:59desde a Burme, que são os nascidos até 1964,
03:03aí depois vem a geração X, que foi uma das gerações,
03:07e continua sendo mais desafiadora, porque veio desde o primeiro computador, né,
03:13da tecnologia que era o DOS, aí vem passando por essa diversidade de transformações e até de século, né,
03:22e tendo uma adaptabilidade enorme, né, dentro desse contexto e de aprendizado também,
03:28porque essa geração X é uma geração forte, porque ela se desafia.
03:33Nós temos a geração que a gente chama Y-Milênio,
03:36que já é uma geração que nasceu com uma tecnologia mais avançada,
03:40vem a geração Z, que é uma das mais desafiantes,
03:43porque ela vem com uma visão digital,
03:47porém, segundo as pesquisas, uma geração vulnerável emocionalmente,
03:52e vem a geração Alpha, que são ainda a questão que deve estar sendo para a adolescência, né,
03:59aí vem a Beta, que são os bebês,
04:01Então, assim, vamos falar em nível de empresa,
04:03o maior desafio é o equilíbrio de manter as experiências, né,
04:08é como respeitar essas diferenças,
04:10porque um pode aprender com o outro.
04:13Então, quando há esse equilíbrio do respeito,
04:17que a gente pode até colocar como uma diversidade e inclusão,
04:23que é esse processo geracional,
04:25a gente criar esse equilíbrio pelo respeito.
04:28Aquilo que tu, por exemplo, uma geração Burme,
04:31uma geração Y, aquilo que tu já traz como experiência,
04:35somado à inexperiência dos jovens,
04:37mas eles são altamente tecnológicos,
04:40rápidos de aprender,
04:42e eles têm um propósito, porque é uma geração que veio construindo,
04:47eles trabalham por um propósito, às vezes não tão claros.
04:50Então, como equilibrar, né?
04:52Somando essas experiências pelo respeito,
04:55o que é que eu aprendo com os mais velhos e o que é que eu posso,
04:59eu digo assim, os mais maduros, né,
05:01se você é mais velho, não, mais maduros,
05:03e o que é que eu posso aprender com a geração jovem?
05:05A partir daí, eu acredito que tenha uma soma de esforços.
05:10Sim, sim.
05:12E com a sua experiência, com as empresas que você já esteve
05:17e observou nas suas pesquisas,
05:21quais são os conflitos que existem entre essas gerações?
05:25A não aceitação.
05:26Sim.
05:27Ah, porque...
05:27E questão de ego.
05:28Eu digo assim,
05:31dentro das...
05:32Os negócios da empresa, eles mudam, tá?
05:35Seus negócios, suas missões.
05:37Mas comportamento humano se repete.
05:40O maior desafio de uma empresa
05:44é comportamento, são pessoas.
05:46Pra você ter uma ideia,
05:48que até antes da pandemia,
05:50nós tínhamos 82% de demissões por comportamento, não?
05:55Não problema técnico.
05:56E hoje, nós temos 95%.
06:00Então, o que está acontecendo com a humanidade?
06:04Por quê?
06:05Por falta de compreensão.
06:06E um dos grandes desafios, que eu diria,
06:10é o autoconhecimento.
06:11Porque, por mais que, às vezes, você tenha uma experiência,
06:15e você tenha uma idade que possa ser, vamos dizer assim,
06:18acima de 50, 50 mais, 60 mais,
06:21e você tem uma pessoa de 24, 23, 20 anos,
06:24que é uma geração Z,
06:26por mais que você tenha tudo isso,
06:28mas se você não tiver autoconhecimento,
06:31conhecer a você,
06:33entender a você pra entender o outro,
06:36você não consegue evoluir nas relações.
06:39Tanto, eu vou te dar um exemplo de Abílio Diniz,
06:41que foi um grande CEO, né?
06:43Do grupo Pão de Açúcar.
06:44E me chamou a atenção numa última entrevista que ele deu,
06:47que ele disse assim,
06:48que ele só passou a realmente ter sucesso como CEO
06:52de uma empresa quando ele buscou autoconhecimento.
06:55Pra você ter uma ideia.
06:57Então, muitas pessoas chegam a CEOs de uma empresa,
07:00uma diretoria, pela capacidade técnica,
07:02que a gente chama hard skill,
07:05e ficou pendente aquela soft skill,
07:08que seria uma visão mais colaborativa,
07:12uma visão adaptativa,
07:13uma flexibilidade.
07:15A inteligência emocional pelas relações
07:18intra, que é você com você mesmo,
07:20e inter, que é você com o outro.
07:23E se você for em pesquisas sobre o comportamento humano,
07:26a teoria das relações,
07:28todos os pesquisadores,
07:30principalmente Maslow,
07:31que ele fala das necessidades motivacionais,
07:33ele diz,
07:34como tu vai entender o outro
07:36se você não entende a si mesmo?
07:38Porque nós somos movidos pelos porquês da vida.
07:42Então, por que que eu preciso ter compartilhamento,
07:46de perceber qual é a minha missão no mundo
07:49pra eu somar com o outro?
07:50Então, aí vem o choque,
07:52por falta desse conhecimento de valores.
07:55Uma empresa,
07:56ela tem que estar atenta, assim,
08:00na questão da quantidade de pessoas
08:03com mais idades e com menos idades,
08:06ela tem que tentar igualar?
08:07Seria isso?
08:08Ou não necessariamente?
08:0950% mais jovens, 50% mais jovens?
08:12Olha, geralmente,
08:13tem um controle dentro da empresa, né?
08:16Sobre gêneros,
08:17e a empresa,
08:20através do estudo de clima,
08:22a gente consegue também mapear,
08:24e a gente consegue mapear por vários fatores, né?
08:28Dentro de uma empresa,
08:29essas questões de diferenças.
08:32Quanto você tem de mais jovens,
08:34quanto, por exemplo,
08:35até na questão de gênero,
08:37masculino, feminino,
08:38isso influencia, né?
08:40O comportamento da mulher é um,
08:42o comportamento do homem é outro,
08:43as diversidades e inclusões,
08:45que não se trata só de gêneros,
08:47mas se trata de etnias,
08:49se trata de especificidades físicas, né?
08:54A inclusão de PCDs,
08:55então, tudo isso,
08:56mais a idade, né?
08:59Então, como trabalhar isso da empresa?
09:03Estudando comportamentos,
09:04que é isso que até os cientistas vêm fazendo.
09:07Por exemplo,
09:08quando a gente fala da geração Z,
09:10é uma geração que ela quer saúde mental,
09:11e ela constrói um propósito
09:14e ela luta,
09:15ela não quer,
09:16ela quer uma remuneração,
09:18ela quer um salário,
09:20ela quer respeito,
09:22ela quer uma visão de carreira,
09:24ela não vem lá como a Burmes e a X
09:26pra ficar numa empresa,
09:28demorar 10, por exemplo.
09:30Tem pessoas que têm 37 anos
09:31só numa empresa.
09:32A geração Z não se preocupa muito com isso.
09:36Eles querem um bem-estar.
09:38Eles querem a capacidade
09:40de ter saúde mental,
09:42somada ao valor que a empresa dá
09:43pelo propósito que ele tem
09:45de buscar sua profissão.
09:48E qual é a realidade
09:52nas empresas
09:54pelas regiões brasileiras,
09:56que você já percebeu?
09:57Como é que é o perfil das empresas
10:00assim no Norte?
10:02É muito diferente
10:03do Sudeste, do Nordeste?
10:05Já tira pelo fator educacional,
10:08porque o Sudeste sempre sai na frente.
10:10Belém cresceu
10:11em percentual,
10:12que eu não estou lembrada agora,
10:13em nível de educação,
10:14teve um crescimento,
10:15se eu não me engano,
10:16foi 48%,
10:17eu não estou bem exata.
10:19Mas já deu uma elevação
10:20em relação às outras pesquisas.
10:23Mas, quando se chega para o Sul,
10:26aí é a maior busca,
10:28vamos dizer assim,
10:29de elevação educacional.
10:32E a cultura.
10:33Eu acredito que mexa
10:35na cultura da empresa.
10:36Olha, outra coisa,
10:37o modelo que ela
10:38se posiciona no mercado.
10:40Se ela é de médio porte,
10:42se ela é uma empresa
10:43de grande porte.
10:44Porque uma empresa
10:45de grande porte,
10:45ela vai proporcionar
10:46a maior estrutura.
10:48Nessa visão,
10:49apoio maior,
10:50psicossocial e etc.
10:52Uma empresa de médio porte,
10:53ela já vem amadurecendo
10:54para isso.
10:55E a pequena porte,
10:57ela já tem que iniciar
10:58com uma visão desafiadora
10:59no mercado.
11:00Então, o que faz
11:02uma empresa diferenciada
11:04é o investimento
11:06que ela faz
11:07de educação.
11:08tanto que as grandes empresas,
11:11elas já possuem
11:12universidades corporativas.
11:14Que é para mostrar,
11:15ele entra como
11:16processo remunerativo.
11:19Vamos dizer assim,
11:20uma geração jovem,
11:21ela vem e ela diz assim,
11:22nossa, eu tenho possibilidade
11:23de plano carreiras
11:24e salários aqui dentro.
11:26Isso motiva,
11:27somado ao aprendizado
11:28e bem-estar que ela quer.
11:30Dela ser valorizada.
11:32E aí, as empresas
11:33que não proporcionam isso,
11:34vão ter que investir muito
11:36em aprendizado,
11:37em educação.
11:38Desenvolver o capital
11:39intelectual,
11:41promover,
11:41um ponto importante,
11:42promover áreas
11:43que as pessoas
11:45possam usar
11:46o seu senso criativo.
11:47E também,
11:48outro ponto relevante,
11:49autonomia no trabalho.
11:50Até que ponto
11:51eu tenho autonomia?
11:52Isso atrai bastante.
11:53Então, isso está mexendo
11:55com a geração também,
11:56X.
11:56Por quê?
11:57Porque nós ganhamos
11:5830 anos a mais
11:59na nossa existência,
12:00devido ao avanço
12:01da tecnologia
12:02e o avanço
12:03da ciência.
12:04Estamos mais jovens.
12:07Nós, por exemplo,
12:08uma pessoa 50 a mais,
12:0960 a mais,
12:10não é considerada
12:11idoso,
12:12mas considerado
12:13um nout,
12:14que é a nova tendência,
12:15que são pessoas
12:17amadurecidas
12:17e com capacidade
12:20produtiva.
12:21Tanto que as empresas
12:22estão investindo
12:23muito nessa área.
12:26E aí,
12:26estamos mais jovens.
12:27O que vamos fazer
12:28com isso?
12:29Nos preparar,
12:29estudar,
12:30nunca vai ser tarde.
12:31E, puxando aqui
12:33uma parte ainda
12:35dentro desse tema,
12:36que eu observo,
12:37assim,
12:39que as pessoas
12:4050 a mais,
12:4160 a mais,
12:41não têm medo
12:43de se atualizar.
12:45Estão ali
12:45nas redes sociais,
12:46gravando vídeos.
12:48Sempre quando abre
12:49uma rede social nova,
12:51eu lembro que
12:51quando abriu o TikTok,
12:52as pessoas também
12:53foram para lá.
12:55Isso mesmo.
12:56As pessoas,
12:56elas estão
12:57enfrentando
12:58o etarismo
13:00nessa?
13:01Sim.
13:02Não só enfrentando,
13:04se adaptando.
13:05Porque, assim,
13:06vão ter pessoas
13:08que elas vão parar
13:09no tempo.
13:10E elas vão sentir
13:11o grande peso
13:12por isso.
13:13Talvez aí
13:14venham as questões
13:16de ansiedades,
13:18as inseguranças,
13:19porque nós vivemos
13:20hoje,
13:21nós dormimos atualizados
13:23e acordamos desatualizados.
13:24Nós vivemos
13:25um mundo em incertezas.
13:26Certo?
13:27Além do peso político,
13:30além do peso econômico,
13:32das guerras
13:33e as transformações
13:34industriais,
13:35tudo isso
13:36gera um mercado
13:37globalizado
13:38e também
13:39de evolução
13:39tecnológica.
13:40Certo?
13:42Aí,
13:42como trabalhar
13:43esse etarismo?
13:44Adaptabilidade.
13:45Por isso que a gente
13:46promover,
13:47dentro da mudança,
13:48a gente ser,
13:49nós sermos pessoas
13:50com adaptabilidade maior,
13:52nós vamos sofrer
13:54menos.
13:55Então,
13:56vão ter pessoas
13:56que elas vão parar
13:57no tempo,
13:58vão ter pessoas
13:58que elas vão acordar
13:59e vão vir,
14:01devagar,
14:01mas vão vir,
14:02e outras já estão
14:03lá na frente.
14:05As mais adaptativas,
14:07mais resilientes,
14:09elas vão ter a capacidade
14:10de sofrer menos.
14:12E os jovens
14:14que entram no mercado
14:15achando que já sabem tudo,
14:17eles têm grandes chances
14:19de tropeçar?
14:20Tem.
14:21Tem porque,
14:22tem históricos passados,
14:24eu vou te dizer,
14:25de empresas
14:26que contrataram
14:28uma equipe de jovens,
14:29não vou falar
14:29por questões éticas,
14:31e trocou,
14:32porque vamos colocar jovem,
14:33porque ele está
14:34mais antenado
14:35tecnologicamente
14:35e teve que voltar atrás.
14:37Porque precisou
14:38do equilíbrio
14:39da geração
14:40com experiência.
14:41Então,
14:42teve que voltar atrás.
14:43Por quê?
14:43Porque tem na questão
14:45da jovialidade,
14:46tem o saber,
14:47mas tem a imaturidade
14:48da tomada de decisão,
14:50precisando de amadurecimento
14:52de ferramentas
14:53de gestão,
14:54que estão ainda
14:56em aprendizado,
14:56então eu acredito
14:57que tudo isso
14:58possa ser somado.
15:00São esforços conjugados
15:02que a gente fala.
15:03Queira ou não,
15:04apesar de toda
15:05evolução da tecnologia,
15:07tem profissões
15:08que elas vão ser
15:10substituídas,
15:12mas outras não.
15:13E o homem
15:14continuará sendo centro,
15:16porque a criatividade
15:16vem do homem.
15:17Por isso que as empresas,
15:19elas têm centros,
15:20as grandes empresas,
15:21inclusive,
15:22elas investem
15:23muito em ações criativas.
15:25E não está isso
15:26só para a área jovem.
15:28Ela vem
15:28de todo colaborador,
15:30ele pode criar.
15:31E aí ela cria
15:32um centro
15:33de ação criativa
15:34para a inovação,
15:35que é o que sustenta
15:36ela no mercado.
15:36mas nem toda
15:38criatividade
15:38vai gerar
15:39uma inovação.
15:40Você está entendendo?
15:41Sim.
15:41Equilibra aí.
15:43Então ela está investindo
15:43aonde?
15:44Treinamentos
15:45e desenvolvimento.
15:47E Silvia,
15:47para a gente fechar
15:48nossa conversa,
15:49qual mensagem
15:50você deixa
15:51tanto para os empresários
15:53e para empresárias
15:54quanto para as gerações
15:57de trabalhadores?
15:58Eu acredito
15:59que os próprios
16:00CEOs de empresa,
16:01deixando aqui
16:01um recado aí
16:02para o público,
16:03tem que estar
16:04se aprimorando,
16:05sim.
16:05Porque o senhor
16:06de uma empresa,
16:07ele tem uma,
16:07a gente chama
16:08de habilidade conceitual,
16:09aquele cara que pensa
16:10para a tomada de decisão,
16:12ele tem uma visão técnica,
16:14mas somar os esforços
16:16com profissionais,
16:18especialistas,
16:19que tenham conhecimento
16:20de gerir gente,
16:22vai ser fundamental
16:23para essa transformação.
16:25Promover o maior desafio
16:26dentro da empresa,
16:27que é gerar
16:28o conhecimento,
16:30o autodesenvolvimento,
16:31promover esse autodesenvolvimento
16:33nas pessoas,
16:34promover uma empresa
16:35de aprendizado
16:36e dar espaço
16:38para as pessoas
16:38criarem,
16:39mostrar o seu potencial
16:40e valorizar a capacidade
16:42das pessoas
16:43pelo aprendizado.
16:45Essa valorização,
16:47ela motiva,
16:48ela transforma
16:49e ela cria
16:50sustentabilidade corporativa.
16:52Sim.
16:53Silvia,
16:54muito obrigado
16:54por ter aceitado
16:56o nosso convite
16:56para ter essa conversa
16:58muito interessante,
16:59muito esclarecedora.
17:00Eu mesmo aqui
17:02matei várias curiosidades
17:03que é um tema
17:04que ele está
17:06nas nossas vidas.
17:07Sim.
17:08E é isso.
17:10Seja bem-vindo
17:10até um próximo bate-papo
17:12e obrigado
17:13a nossa audiência
17:14que acompanhou.
17:15Continuem acompanhando
17:16do liberal.com,
17:18as nossas redes sociais
17:19para mais entrevistas
17:21maravilhosas como essa.
17:22e aí
17:25a nossa audiência
17:26e aí
17:29a nossa audiência
Comentários

Recomendado