Pular para o playerIr para o conteúdo principal
O Instituto Maria da Penha aproveitou a polêmica etiqueta “Vai, Brasa!”, da camisa da Seleção Brasileira, para lançar uma campanha contra a violência doméstica. A ação substituiu a frase por dados chocantes, como o aumento de 21% nos casos de lesão corporal contra mulheres em dias de jogos. A colunista Sibele Negromonte detalha a iniciativa e reforça a importância da denúncia pelo 180.

➡️ Acesse o site do Correio para ler mais notícias
📽️ Sibele Negromonte/CB/DA Press — Reprodução/Instagram (@institutomariadapenha)
#CBReels #CBShorts

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00O Instituto Maria da Penha aproveitou a Copa do Mundo para lançar uma campanha de combate à violência doméstica
00:05e alertar sobre o aumento dos casos de agressão contra a mulher, especialmente em dias de jogos de futebol.
00:12E a ferramenta usada para passar a mensagem foi a camisa oficial da seleção brasileira.
00:18Mais especificamente, a etiqueta colocada pela Nike na gola da amarelinha com a frase
00:24Vai Brasa!
00:25E que causou muita polêmica e rejeição.
00:28Em sua página no Instagram, o Instituto Maria da Penha ressalta que
00:33se uma frase na camisa da seleção virou assunto nacional,
00:37usamos esse mesmo espaço para chamar atenção para algo muito mais urgente, a violência contra a mulher.
00:44O Vai Brasa! foi substituído por mensagens com dados chocantes, como
00:50Em dias de jogo, os registros de lesão corporal contra mulheres aumentam 21%.
00:5666,3% dos feminicídios ocorrem na residência da vítima.
01:02Uma mulher é vítima de feminicídio a cada seis horas no Brasil.
01:06Em 80% dos feminicídios, o autor é parceiro ou ex-parceiro da vítima.
01:13Ou mais de 60% das vítimas de feminicídio no Brasil são mulheres negras.
01:19Como parte da ação, um número restrito de camisas personalizadas foi enviado a artistas,
01:26influenciadores e criadores de conteúdo que se engajaram no movimento.
01:30Violência contra a mulher é crime e precisa ser denunciada.
01:35Se você é vítima ou presenciou alguma violência, ligue no telefone 180.
01:41Sibeli Negromonte, para o Correio Brasiliense.
Comentários

Recomendado