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A Polícia Federal revelou que o Banco Digimais, de propriedade do bispo Edir Macedo, utilizava o dinheiro de investidores para encobrir um rombo milionário. Segundo as investigações, a instituição seguia o mesmo modelo de fraudes do Banco Master, oferecendo rentabilidade acima da média e manipulando balanços. A fraude contava com mais de R$ 600 milhões em papéis de origem duvida ligados ao Master.

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📽️ Adriana Bernardes/CB/DA Press
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Transcrição
00:00Você já imaginou um banco usar o seu dinheiro para esconder um rumbo milionário?
00:04Segundo a Polícia Federal, era isso que fazia o Banco Digimais do Bispo Edir Macedo,
00:09fundador da Igreja Universal.
00:11De acordo com os investigadores, a instituição seguia a mesma cartilha de fraudes do Banco
00:17Master, que provocou um dos maiores e mais graves escândalos financeiros do Brasil.
00:22A PF afirma que o Digimais atrapalhava o mercado oferecendo investimentos com rentabilidade
00:27muito acima da média para atrair milhares de pessoas.
00:31Para passar uma falsa segurança aos investidores, os donos do banco contavam com a garantia do
00:37Fundo Garantidor de Crédito, enquanto manipulavam balanços e escondiam dívidas milionárias.
00:43Para piorar, os agentes descobriram que o banco tinha mais de 600 milhões de reais em papéis
00:49de origem duvidosa, sabe ligados a quem?
00:53Diretamente ao Banco Master, liquidado no fim do ano passado pelo Banco Central.
00:58Este é mais um caso que deve mexer com o mercado financeiro nos próximos dias.
01:02Compartilhe este vídeo para alertar mais pessoas e siga o perfil para acompanhar o desfecho
01:07dessa operação.
01:09Adriana Bernardes, para o Correio Brasiliense.
01:11O Correio Brasiliense, para o Correio Brasiliense, para o Correio Brasiliense.
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