00:01Primeiro, eu vim aqui te perguntar qual a estrutura que vocês têm de profissionais e de estrutura física mesmo aqui
00:05para atender o público do Pelourinho.
00:07Bom, nós temos hoje aqui no posto em torno de 13 leitos para atender a população.
00:13Uma equipe composta de 19 profissionais da saúde, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistente social.
00:20Então é uma equipe bem grande, uma equipe muito profissional para dar atendimento.
00:24E uma estimativa de quantos atendimentos já aconteceram até agora?
00:27Até o momento, nós tivemos, estamos aí com 10 atendimentos, está até mais baixo do que nos últimos dias.
00:33Acredito que o seu dia de semana ainda, as pessoas voltaram a trabalhar, né?
00:38E tem uma, a gente fala muito em bebida alcoólica, né? Essa é a principal ocorrência mesmo?
00:43Sim, tem sido uma das principais ocorrências, né? O consumo exacerbado de bebida alcoólica, né?
00:49Onde a gente tem emprestado bastante atendimento nesse sentido, mas também tem chegado cefaleia, hiperglicemia, né?
00:57Pessoas que se excedem na comida e aí tem diabetes, né? Acaba alterando aí a glicemia.
01:03Também tem chegado aqui também para esse tipo de atendimento.
01:05Já chegou algum caso de queimadura com fogos? Tem muitas crianças soltando fogos aí, já chegou algum caso desse?
01:11Por incrível que pareça, aqui no posto Pelourinho não chegou nenhum caso, né? De queimadura de paciente.
01:17Como no Carnaval, vocês geralmente montam uma estrutura também para detectar ISTs?
01:23Esse ano no São João aqui tem?
01:26Nós temos espalhado no interior do estado, né? Em todas as festas estão acontecendo a testagem de ISTs, né?
01:33Também distribuição de preservativos e exames mesmo voltados para a detecção de infecções.
01:41E a gente falou de crianças e fogos. Qual é a orientação que vocês dão para os pais que estão
01:47trazendo?
01:47Não só com relação aos fogos, né? Mas outros acidentes que podem acontecer. Qual é a orientação que vocês dão
01:52para os pais?
01:53Bom, é uma coisa bem sensível nessa época, né? Que as crianças se encantam com as luzinhas, né?
01:58Com a iluminação dos fogos. Mas é importante que elas estejam sob vigilância de responsáveis, de adultos, né?
02:04Na hora de fazer e acender esses fogos de artifício, né? Evitar também dar fogos que não é compatível com
02:14a idade da criança.
02:15Então, assim, ter cuidado, né? De não mirar diretamente no olho. A gente sabe que tem ocorrência de chuvinha.
02:20A criança, às vezes, vai acender, tá próxima do olho. Evitar, né? Essa proximidade com o corpinho.
02:26Hidratar bastante. Se houver queimadura nesse sentido, né? Evitar de fazer a lavagem só em água corrente.
02:34E encaminhar para o serviço de saúde mais próximo, para atendimento.
02:37Quem está aqui curtindo o seu João aqui no Pelourinho, qual o momento de falar assim, não, vou levar para
02:44um posto?
02:45Como é que a pessoa sabe que é algo realmente que precisa de um atendimento mais especializado?
02:49Bom, é quando esse fulhão, né? Esse paciente, ele sente que está com o mal-estar.
02:57Está... não está se conseguindo, né? É se manter, se entender bem dentro do seu corpo.
03:02É, varia de pessoa, né? Dentro daquilo que foge da normalidade dele, né?
03:08E qual é a intermediação que tem o posto aqui com a ambulância, com o hospital?
03:15Como é esse meio de campo?
03:17Nós estamos preparados e equipados para atender baixa e média complexidade.
03:22Mas também prestamos assistência para pacientes críticos, né?
03:25Que os pacientes graves, a gente estabiliza aqui na nossa sala vermelha, que é totalmente equipada,
03:29com todos os equipamentos, né? De alta tecnologia.
03:32E encaminhamos a nossa ambulância avançada, que aí vai com o enfermeiro, o médico, o técnico,
03:37para o hospital HGE, o hospital da nossa rede do estado,
03:40que é referência para o perfil do paciente que está sendo assistido.
03:43Tchau.
03:43Tchau.
03:44Tchau.
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