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Pela segunda vez na história, uma comissão de arbitragem 100% feminina apitou um jogo de Copa do Mundo masculina, no duelo entre República Tcheca e África do Sul. O trio norte-americano, liderado por Tori Penso, expõe a disparidade de gênero no torneio, já que as mulheres representam apenas seis dos 170 profissionais convocados pela Fifa para a competição deste ano.

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📽️ Sibele Negromonte/CB/DA Press — Reprodução / @ussoccer
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Transcrição
00:00Pela segunda vez na história, uma comissão de arbitragem 100% feminina
00:04apitou um jogo de Copa do Mundo masculina.
00:07Foi na partida entre República Tcheca e África do Sul, nesta quinta-feira.
00:12A árbitra principal, Tori Pencil, foi acompanhada das assistentes
00:16Brooke Mayer e Catherine Nesbitt.
00:19O trio é norte-americano e Tori já apitou o final de Copa do Mundo,
00:23só que feminina.
00:25O fato ganhou notoriedade porque elas são minoria absoluta
00:28entre os árbitros nesta Copa do Mundo.
00:31Dos 170 profissionais convocados pela FIFA, apenas seis são mulheres.
00:36Duas atuam como árbitra principal, três como assistentes e uma como assistente de VAR.
00:42Nenhuma delas é brasileira.
00:45Só houve uma vez na história das Copas um trio de arbitragem totalmente feminino.
00:50Foi em 2022 no Catar, na partida entre Alemanha e Costa Rica.
00:56É bom lembrar que no próximo ano o Brasil sediará a Copa do Mundo feminina.
01:01Já passou da hora de darmos mais protagonismo às mulheres no futebol, né?
01:05Sibeli Negromonte para o Correio Brasiliense.
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